16 de agosto – Afinal!

16-agosto-copacabana-02

Quem conhece o Rio de Janeiro, sabe o que acontece com nossas praias num domingo de sol, com temperatura próxima aos 40º C. Para se ter uma ideia do que significou esta manifestação em termos de carioquice, dê uma olhada na praia e o respectivo calçadão. Isto diz tudo. Continuar a ler

Fernando Holiday

fernando-holiday

O comentário abaixo foi o que literalmente me “obrigou”, no bom sentido, a criar esta matéria

Fonte: Ceticismo Político
Título: Seção de comentários: O Caso Fernando Holiday
Autor: Comentarista Cauê da página Ceticismo Político postado as 12:29 pm
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/11/saiu-a-lista-oficial-com-todas-as-manifestacoes-organizadas-pelo-mbl-para-o-dia-1503/#comment-53665
Acesso: 12 fev 2015
Segue transcrição do Comentário:

[OFF MUITO IMPORTANTE]
Pela primeira vez vi uma nota na imprensa a respeito do caso Fernando Holiday.

Hoje, no jornal Destak (que, felizmente, é claramente contra o governo), o colunista João Pequeno tratou perfeitamente do assunto.

Segue abaixo o texto, cujo qual tomei liberdade de digitá-lo:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.
“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.
Como diz Lobão, “o frouxo unido jamais será um indivíduo”.
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Reparem que ele citou inclusive o silêncio da imprensa – não vi nem sequer na Veja menção ao caso.

E eu pergunto: onde estão VOCÊS – vocês, que lêem aqui – que não estão colaborando com o caso, assim como o Luciano colaborou divulgando? Escrever opiniões na caixa de comentários aqui é muito fácil.

Cadê o recado para os grandes jornais, xingando-os de covardes, de cúmplices da escória, por não citarem o caso?

Aconselho escreverem ao colunista João Pequeno parabenizando por noticiar o caso. Foi a ÚNICA menção que vi ao caso na imprensa, E O CASO NÃO É RECENTE.

E-mail dele: joaopequeno77@yahoo.com.br

Passarei logo mais uma lista de e-mails para que possamos enviar à imprensa (eu já enviei na época do caso) pedindo que o caso seja noticiado.

Se novamente vocês – é, você que tá lendo – nada fizer, todo o esforço de Fernando Holiday terá sido em vão. E vamos dispensar o PRATO CHEIO que é essas ameaças vindas da esquerdopatada. Dispensar prato cheio é feio, não é?

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[BOMBAR NA IMPRENSA O CASO FERNANDO HOLIDAY]
Selecionei apenas os veículos que noticiaram o caso do goleiro Aranha. Ao final coloco uma sugestão de mensagem.

Segue acesso e/ou e-mail:
FOLHA DE SÃO PAULO
-> http://folhaleaks.folha.com.br/ (sessão para enviar pautas para a Folha)
ESTADÃO
-> falecom.estado@estadao.com
portal@estadao.com
PORTAL TERRA
clienteterra@terra.com.br
comunicacao.corporativa@corp.terra.com.br
VEJA (essa não sei como não falou nada. e lembrando que só tá aqui quem falou do caso Aranha)
-> veja@abril.com.br
IG
-> http://faleconosco.ig.com.br/ (não esquecer de selecionar “Redação”)
O GLOBO
-> http://oglobo.globo.com/fale-conosco/
PORTAL R7
-> http://www.r7.com/institucional/fale-com-o-r7/index.html
JOVEM PAN
-> jovempanonline@jovempan.com.br
O POVO ONLINE
-> ombudsman@opovo.com.br
-> arlen@opovo.com.br
-> ananaddaf@opovo.com.br
-> erick@opovo.com.br
-> redacaoportal@opovo.com.br
BRASILEIROS.COM.BR
-> redacao@brasileiros.com.br
-> seminarios@brasileiros.com.br
DIÁRIO DE SÃO PAULO
-> leitor@diariosp.com.br
-> sac@diariosp.com.br
O TEMPO
-> luciacastro@otempo.com.br
-> candido.henrique@otempo.com.br
EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO | IBAHIA
-> http://www.educacaoemmovimento.com/no_cache/faleconosco/
PORTAL VÍRGULA
(cliquem em CONTATO ao final da página que abre um formulário)
-> http://virgula.uol.com.br/musica/black/emicida-grava-video-em-apoio-ao-goleiro-aranha-vitima-de-racismo/
******************Casos Especiais************************
REDE BRASIL ATUAL
Esse site é chapa branquíssima, como neve, como farinha, faz parte da BLOSTA, e se diz democrático. Deitaram e rolaram no caso do goleiro Aranha, mas nada falaram do caso Fernando Holiday. CAPRICHEM NA MENSAGEM!
-> http://www.redebrasilatual.com.br/fale-com-a-gente
ESPORTE FINO | CARTA CAPITAL
Preciso nem falar, né? Divirtam-se.
-> http://esportefino.cartacapital.com.br/contato/
PRAGMATIMO POLÍTICO
Risos
-> http://www.pragmatismopolitico.com.br/contatos
Compartilhem por aqui as respostas que receberem. Vamos mostrar que ESTAMOS DE OLHO. Que vimos o quão hipócritas são, em especial esses que se dizem defensores.
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SUGESTÃO DE MENSAGEM PARA ENVIAREM:
“Caros,
Muito me surpreende que, ano passado, vocês noticiaram com bastante destaque o caso do goleiro Aranha, e há semanas fingem não verem as ameaças reais e o racismo que o vlogger Fernando “Holiday” Silva, negro como o Aranha, sofreu após postar um vídeo no YouTube no qual critica as cotas para negros, bem como a vitimização que os esquerdistas radicais propõem aos negros.

Por que vocês só noticiaram o caso do Aranha e estão se fazendo de cegos diante desse?

Por que demonizaram a torcedora do Grêmio que ofendeu o goleiro no estádio e estão sendo bonzinhos com os esquerdistas radicais que ameaçaram matar o Fernando Holiday e depreciaram de monte o fato de ele ser negro?

Só por que esse grupo de ameaçadores, agressores e racistas são esquerdistas radicais?

Por que não estão denunciando esse crime do qual o Fernando está sendo vítima?

Caso nem façam ideia do caso, seguem os links:

http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

http://lucianoayan.com/2015/01/31/fernando-holiday-fala-com-o-blog-ceticismo-politico-venha-quem-vier-com-as-armas-que-quiserem-nao-irei-me-calar/

Caso não seja suficiente, segue coluna publicada hoje pelo jornal Destak no dia de hoje, 11 de fevereiro de 2015, o ÚNICO que vi até então noticiar o caso, pelo colunista João Pequeno:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.

“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.

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Espero que vocês, como veículo de comunicação, deem o tratamento merecido ao caso.

Muito me decepciona esse silêncio da imprensa, essa covardia, esse medo, essa falta de informação, esse se fingir de cego, sendo que no caso do Aranha deram cobertura até a exaustão, o que inclusive acabou com a casa da torcedora sendo incendiada.

Grato.”
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Quem é Fernando Holiday?
Fernando Holiday é o rapaz da foto. Nâo vou aqui repetir tudo o que já foi dito a respeito dele. Parte do que tem sido publicado (longe da grande mídia) pode ser encontrado nos seguintes links:

Fonte: Em busca do respeito ao cidadão
Título: Fernando Holiday, vítima e o exemplo do puro racismo da esquerda nas Universidades
Autor: Edson Luiz Teles
Disponível em: http://edsonluistelles.blogspot.com.br/2015/02/fernando-holiday-vitima-e-o-exemplo-do.html
Acesso: 16 fev 2015


Fonte: Ceticismo Poliico
Título: O caso de Fernando Holiday. Ou: quando a extrema-esquerda, sempre racista, mostra sua cara
Autor: Luciano Henrique
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

Acesso: 16 fev 2015


O grande mérito do Fernando Holiday nesta história toda, é ele ser um jovem negro (poderia ser um jovem branco ou um jovem amarelo, isto não importa muito exceto pelo fato de que alguns doentes mentais e a esquerda imbecil que hoje domina a mídia querem apresentar a sociedade como dignos de privilégios especiais em relação a toda a população brasileira) que compreende perfeitamente o objetivo controlador das tais “cotas raciais” e se nega a ser escravizado por elas.

Tal controle que a esquerda pretende sobre as pessoas agraciadas pela benesse das “cotas raciais” fica claro na reação à atuação do exmo. sr. Juiz Joaquim Barbosa, atacado porque foi colocado no STF pelo governo do PT, não por que fosse um excelente juiz, mas “por que era negro” e por ser “negro” e ter sido agraciado com o cargo, o partido que nos governa esperava que ele estuprasse a Justiça, libertando seus políticos envolvidos no mensalão. No entanto o Juiz Joaquim Barbosa apegou-se à lei segundo a lógica distorcida dos doentes mentais que nos governam, “se voltou contra” os que achavam que ele lhes devia algo por ter sido indicado por eles para o cargo.

Este controle também fica claro pela reação agressiva que os defensores das cotas – tanto a mídia como outros – mostraram contra ele e que em nenhum momento recebeu a cesura dos que auto designam como defensores dos “direitos humanos”.

Ele quer provar – e tem conseguido fazê-lo com uma coragem invejável e só comparada aos dos grandes homens – que:

  • é inteligente o suficiente para não se deixar vender por falsos afagos do coitadismo esquerdista;
  • não é inferior a ninguém, especialmente aos “não negros”;
  • não precisa de privilégios para vencer e se equiparar a qualquer um que sem poder lançar mão das tais “cotas”, entra para um curso superior; e,
  • que ele é muito superior aos aproveitadores e oportunistas que preferem a preguiça e o atestado de incompetência que as “cotas raciais” lhes confere, junto com a desculpa de serem vitimas infelizes de um passado histórico a respeito do qual ninguém que hoje vive é responsável, ou, menos ainda, pode mudar.

Durante algum tempo já, o Fernando vem publicando seus vídeos na Internet. Tomei a liberdade de trazer alguns para cá, mesmo alguns já tendo sido citados nas matérias que indiquei anteriormente:


Por que somos um país racista? | Preto no Branco


Você já viu um negro racista? | Preto no Branco


Como adestrar seu negro | Preto no Branco

O Livro Negro do Comunismo

Livro Negro do Comunismo

Publicado em Alerta Total
Título: O Livro Negro do Comunismo
Autor: Carlos I. S. Azambuja
Disponível em:http://www.alertatotal.net/2014/10/o-livro-negro-do-comunismo.html
Acesso em 06 jan 2015

Através dos tempos muito já foi escrito sobre o comunismo e a doutrina pretensamente científica que iria transformar o mundo, criar o homem-novo e conduzi-lo ao Paraíso.

Em 1977 foi editado na França – e em 1999 no Brasil – já tendo sido traduzido em 17 idiomas, o “Livro Negro do Comunismo”, organizado pelo historiador francês Stephane Courtois, um ex-maoísta convertido em crítico feroz do marxismo. Ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas um instrumento de Estado ou um desvio stalinista. Na França, o livro já vendeu cerca de 170 mil exemplares, e na Itália, a primeira edição, com 30 mil exemplares, está esgotada.

O livro, com 846 páginas, é fruto do trabalho de diversos historiadores e o primeiro compêndio abrangente dos crimes cometidos em todo o mundo pelos regimes comunistas e pelos partidos e movimentos revolucionários de inspiração marxista, desde a Revolução de Outubro.

Pela estimativa dos autores – que tiveram acesso aos arquivos da ex-União Soviética – as ações dos comunistas causaram cerca de 85 milhões de mortes. Destas, a maioria teria sido na China (60 milhões) e na ex-URSS (20 milhões). Na América Latina, os mortos teriam sido 150 mil, em Cuba, Nicarágua e Peru.

Eis a aritmética da matança: 60 milhões na China; 20 milhões na ex-União Soviética; 2 milhões no Cambodja; 2 milhões na Coréia do Norte; 1,5 milhão no Afeganistão; 1 milhão no Vietnã, 1 milhão nos países da Europa Oriental; e 150 mil na América Latina.

A lista dos crimes de Stalin contra a humanidade é especialmente longa e horripilante, envolvendo mais de 10 milhões de pessoas. Ele cometeu o crime de genocídio, conforme definido pelos tribunais internacionais, em diversas ocasiões: contra os kulaks russos, em que um genocídio de classe substituiu o genocídio de raça, em 1930/1932; contra os ucranianos em 1932/1933; contra os poloneses, bálticos, moldavos e bessarábios, em 1939/1941 e, de novo, em 1944/1945; contra os alemães do Volga em 1941; os tártaros da Criméia em 1943; os chechenos em 1944 e os inguches em 1944.

O XVI Congresso do Partido Bolchevique foi realizado em junho de 1934. Quando da votação para o Comitê Central, realizada por voto secreto, 292 delegados votaram contra Stalin, que ficou atrás de todos os demais candidatos. A vingança do ditador, assim desafiado pelos delegados, seria terrível. Em 1936/1938, Stalin liquidou 60 dos 63 membros da Comissão e Contagem de Votos, a maioria dos delegados ao Congresso (1108 em 1936) e a maioria dos membros do próprio Comitê Central eleitos nesse Congresso (98 dos 139 efetivos e suplentes).

Essa contabilidade do horror, no entanto, não chega a ser nenhuma novidade. Em 30 de outubro de 1997, quando do 80° aniversário da Revolução Bolchevique, o jornal “Izvestia” publicou uma ampla reportagem sobre essas matanças, sob o título “Outubro, 1917-1997”.

Recorde-se que nas vésperas da Revolução de Outubro, Lenin abordou a questão do estado em seu livro “O Estado e a Revolução”: “Aqui, o organismo de repressão é a maioria da população e não a minoria. Como sempre tinha acontecido no tempo da escravatura assalariada. Ora, na medida em que é a maioria do povo que domina os seus próprios opressores, deixa de haver necessidade de um poder especial de repressão. É nesse sentido que o Estado começa a extinguir-se”.

Trotsky tinha outra opinião: “Qualquer que seja a interpretação que se dê ao Estado soviético, uma coisa é incontestável: ao fim dos seus primeiros 20 anos, ele está longe de ter definhado; ele nem sequer começou a definhar; e o que é pior, tornou-se um aparelho de coerção sem precedentes na História. A burocracia, longe de desaparecer, tornou-se uma força incontrolável, dominando as massas; o Exército, longe de ser substituído pelo povo em armas, formou uma casta e oficiais privilegiados, na cúpula da qual apareceram marechais, enquanto que o povo, exercendo a ditadura através das armas, nem sequer pode possuir uma arma branca em toda a URSS”.

Segundo o “Izvestia”, o comunismo eliminou pelo menos 110 milhões de pessoas em todo o mundo. Ou seja, nos 23 países do chamado Bloco Comunista, dois terços do total das vítimas causadas por todos os regimes ditatoriais do Século XX.

A título de comparação, a reportagem citou que a Alemanha nazista, no período de 1933 a 1945, foi responsável pelo extermínio de apenas 21 milhões de pessoas.

Para o “Izvestia”, Stalin pode ser considerado “o maior facínora do Século”, cujo regime assassinou 42,6 milhões de pessoas. A seguir aparece Mao-Tsetung, com 37,8 milhões, a partir de 1923, ou seja, muito antes de 1949, quando ele criou a República Popular da China.

Segundo o organizador do “Livro Negro do Comunismo”, os dados recolhidos por sua equipe estariam demonstrando que a violência é um elemento intrínseco à ideologia e à práxis comunista. Em seu longo prefácio Courtois vai além disso, chegando a comparar o “genocídio de raça” (o Holocausto dos judeus) perpetrado pelos nazistas, ao “genocídio de classe”, teorizado e posto em prática pelos comunistas.

Um agora ex-comunista, o Primeiro Ministro a Itália, Massimo D’Alema, definiu o sistema soviético como “uma forma odiosa e terrível de opressão”, enquanto Pietro Ingrao, um ex-lider do Partido Comunista Italiano, sublinhou as “conseqüências nefastas da interpretação da política como enfrentamento militar”, típica de todo o pensamento leninista.

O livro é, em suma, o balanço de uma relação histórica entre comunismo e violência. Entre marxismo e despotismo. Foi escrito para aqueles que, em todo o mundo, pregam um retorno a Marx, e ainda buscam fazer um boca-a-boca na doutrina, acreditando que ela não desapareceu totalmente.

O certo é que ela deixou marcas profundas. O tema de fundo da obra é a descrição do terror prolongado e ininterrupto como característica essencial da política soviética desde que, em 1919, Lenin fundou o Komintern, definindo-o como “o estado-maior político e ideológico do marxismo revolucionário do proletariado”.

Assim, tendo por base a estrutura orgânica do Komintern, e por seu influxo direto, surgiram todos os partidos comunistas e, sob sua égide, foi concretizado o sonho de Marx e Engels de construir uma organização mundial destinada a ganhar todas as nações para o comunismo e, a partir daí, uma vasta e vaga nebulosa, denominada pelo vocabulário do Komintern, de amplas massas.

Em troca da adesão ao Komintern, este outorgava aos demais partidos a patente de revolucionários, numa relação periferia-centro que por cerca de 70 anos ficaria conhecida como Movimento Comunista Internacional.

A obsessiva imitação dos partidos comunistas de todo o mundo à imagem do PC Soviético recebeu o nome de bolchevização. Ou seja, uma ideologia compartilhada onde a política passou a ser traduzida nos termos de uma linguagem simultaneamente sagrada e fictícia. Uma espécie de Clero, destinado, como tal, a não ser compreendido, mas a ser acreditado piamente.

Após a II Guerra Mundial, a indiscutível constatação, por todo o mundo, da contribuição da União Soviética para a derrota do nazismo conduziu à não avaliação que as nações “libertadas” pelo Exército Vermelho passaram a ser submetidas a um regime tão totalitário quanto o nazista.

Em todos os lugares em que o comunismo, sempre pela força, se instalou, ele produziu terror, sem exceções. Alguns poderão dizer: “Ora, isso nós já sabíamos há um tempão”. Todavia, a importância e novidade do “Livro Negro do Comunismo” reside na divulgação da ampla dimensão em que os autores realizaram o exame radiográfico desse regime de terror. Essa obra é a primeira através da qual se poderá aprender que não existe País onde,  após instaurado um regime comunista, não tenha sido imposto, em seguida, um regime de terror.

Podem variar os mecanismos do exercício do terror, a quantidade e qualidade das vítimas, mas sempre, em todos os lugares, temos que repetir com força, em todos os lugares, com idêntica ferocidade, esteve presente a arbitrariedade e a enormidade do uso da violência para a busca e manutenção do poder total.

Esse universalismo despótico é imanente á própria natureza do comunismo histórico. O “Livro Negro do Comunismo” oferece provas irrefutáveis de que é assim como escrevemos e, nesse sentido, os que ainda têm dúvidas poderiam perguntar-se se a forma despótica desenvolvida quando no poder não seria congênita à própria essência da doutrina. Os que, ingenuamente ou de má fé, ainda tentam sua defesa assinalam que “o comunismo realmente existente foi uma forma degenerada do comunismo idealizado por Karl Marx”. Dessa forma, Stalin ou Mao não teriam sido senão “desvios” ou “degenerações” do comunismo. Todavia, como e por que motivos esses “desvios” e essas “degenerações” ocorreram sempre, sem exceção, em todos os lugares?

Há várias respostas, mas a colocação de Trotsky, o comandante do Exército Vermelho, já em 1920, talvez seja a mais importante de todas: “colocada à revolução a tarefa da abolição da propriedade privada – coisa que nenhum regime jamais tentara – não haverá outro caminho a não ser o de um poder ditatorial”.

Diz a doutrina científica que os partidos comunistas conhecem as leis do desenvolvimento da História. Nesse sentido, quem acredita conhecer essas leis se desresponsabiliza moralmente, pois acredita que aqueles que obstam a História devem ser varridos do mapa.

Uma das razões, talvez a principal, para continuar a luta, sem esmorecimento, contra a ocultação da natureza intrinsecamente totalitária e criminosa do comunismo, é a de que, mesmo tendo recuado consideravelmente depois do desmoronamento da União Soviética, ele prossegue sendo uma esperança para os inimigos da liberdade, sempre dispostos e ávidos a instalar a opressão em nome dos oprimidos.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

O Livro Negro do Comunismo está disponível para download no endereço: https://www.mediafire.com/? Não deixe de lê-lo!

O Comunismo segundo o Prof. Olavo de Carvalho

anti_nazism_anti_communism

Fonte: Facebook
Disponível em: https://www.facebook.com/olavo.decarvalho?fref=nf
Acesso em: 01/01/2015

Se algo o ano de 2014 provou, é que a sobrevivência da democracia é incompatível com a existência de partidos comunistas legalizados e a tolerância para com políticos comunistas infiltrados em outros partidos. Mas não era necessário provar semelhante obviedade. O velho Eurico Gaspar Dutra já a havia enxergado e mostrado com mais de meio século de antecedência.
Enquanto o comunismo sob todas as suas formas não for declarado CRIME, ele continuará sendo o mais bem sucedido crime não-declarado de todos os tempos.


Pela milésima ver: o comunismo NÃO É um “modelo de sociedade”, não é uma “ideologia”, não é um ‘sistema econômico”: é um MOVIMENTO, uma REDE DE ORGANIZAÇÕES, um ESQUEMA DE PODER. Para saber se um sujeito é comunista, não perguntem em quê ele “acredita”. Perguntem com quem ele está associado, ostensivamente ou em segredo.


É tão impossível reduzir os vários comunismos a uma fórmula ideológica única ou a uma proposta única de um “sistema de propriedade”, quanto é impossível negar a sua UNIDADE ESTRATÉGICA por baixo dessa variedade.


Marx nada escreveu sobre como seria a sociedade comunista. O comunismo já tinha uma organização mundial MUITO ANTES de saber ou mesmo perguntar pelo que lutava. Só uma mentalidade muito livresca pode tentar compreendê-lo a partir das suas “idéias” em vez de encará-lo como FORÇA POLÍTICA que pode trocar de idéias como quem troca de cuecas.


O comunismo é tão plástico e mutável nas suas ideias que pode utilizar-se até de doutrinas conservadoras, quando lhe servem para sujar a reputação do inimigo. Qual a “unidade ideologica” da KGB quando discursa contra o “ateísmo contemporâneo” e ao mesmo tempo fomenta os movimentos comunistas e anticristãos no Ocidente? Não há unidade ideológica nenhuma. O que há é a unidade estratégica de um combate “per fas et per nefas”.


A vaca socialista

vaca-voadora

Fonte: Facebook
Diponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/842153349161676/?type=1&fref=nf
Acesso em: 01/01/15

Guarulhos Direita Conservadora
AS VACAS SOCIALISTAS DE CUBA
Em Cuba, matar e vender uma vaca pode dar até 18 anos de prisão. Segundo o código penal, trata-se de “sacrifício ilegal de gado e venda de suas carnes”.
O cubano que matar uma vaca sem autorização do governo, mesmo que o animal pertença a ele (50% das cabeças de gado da ilha são particulares ou de cooperativas), fica entre 4 e 10 anos atrás das grades. Se vender essa carne diretamente ao consumidor, no mercado negro, em vez de repassar ao Estado por preços irrisórios, fica mais 3 a 8 anos preso.
Ou seja, quem mata e vende uma vaca em Cuba pode ficar mais tempo preso do que alguém que comete homicídio simples, que passa até 15 anos na prisão.
Resultado: muitos cubanos são “criativos”.
Alguns amarram suas vacas nos trilhos do trem para que elas sofram “acidentes” (ainda que possam ser multados por isso). Outros fingem que o gado foi roubado para poder vender a carne.
De qualquer modo, carne é artigo de luxo. Só turistas, gente que recebe remessas de parentes ou ganha em dólares consegue comprar.
O produto não faz parte da cesta básica disponível em pesos cubanos. Quem precisa de proteína, come frango, quando tem, ou apela para salsicha ou um atroz “picadillo” feito de soja, gordura e miúdos.
Até existe carne à venda nas lojas dolarizadas, que vendem em CUCs, o peso conversível.
Mas o preço é proibitivo. O salário médio em Cuba é de 30 CUC (US$ 33) e o quilo da carne de vaca sai a 12 CUC (US$ 13).
O único jeito é comprar no mercado negro, a 2 CUC o quilo. Isso implica muitas vezes comprar do pessoal que chega com bifes escondidos debaixo do casaco, de procedência duvidosa.
“Segurança, educação e saúde aqui em Cuba são ótimos”, “diz o guia” turístico cubano Alberto Rodríguez. “Mas não podemos passar a vida inteira comendo salsicha e picadinho de soja; as coisas precisam mudar.”
A revolução está ruindo pelo estômago.
E com seu principal patrocinador, a Venezuela, à beira de um colapso econômico, o governo cubano sabe que não tem tempo a perder.
O timing é perfeito para a reaproximação com os EUA, após cinco décadas de hostilidades entre os dois países.
A esperada injeção de investimentos norte-americanos é a última esperança de sobrevivência do regime castrista.
Mas o começo do fim do isolamento de Cuba tem efeitos colaterais: pode adiar ainda mais a abertura política em Cuba, ao dar um oxigênio extra para o ditador Raúl Castro. Para desespero dos presos políticos na ilha, que não se limitam aos 53 cuja libertação foi negociada pelo presidente Barack Obama.


http://www1.folha.uol.com.br/…/1568097-cuba-e-as-vacas.shtml
FOTO: Yusnaby Pérez
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Cuba Libre. Livre?!

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Justo quando os povos da América Latina lutam contra o estabelecimento da ditadura esquerdista na Venezuela, Argentina, Bolivia e agora, no Brasil, Barack Hussein Obama, o presidente mais esquerdista dos Estados Unidos (e o vídeo indicado, legendado, deixa isto mais do que claro) resolve reatar com Cuba.

O vídeo também comprova que foi um posicionamento ideológico, e não o desejo de maior democracia para a Ilha que estava por trás da ação de Barack Hussein em liberar (sem autorização do Congresso) o embargo americano a Cuba.

  • Cuba não admite liberdade de expressão;
  • Cuba não libertou os presso políticos;
  • Cuba não se abriu para o pluripartidarismo;

Estas são algumas das condições que levaram ao embargo pelos Estados Unidos.

Texto a seguir eu trouxe da página “Meu professor de Historia mentiu para mim 2” que também indica o vídeo abaixo:

“O senador republicano Marco Rubio, 43 anos, uma das estrelas em ascensão no partido, fala sobre Cuba com a autoridade de quem nasceu e foi criado na Flórida em meio a comunidade cubana no estado. Ele é filho de imigrantes cubanos fugidos da ilha-presídio e entende como poucos o significado deste gesto. Nesta entrevista, ele comenta a decisão puramente ideológica de Barack Obama de financiar a ditadura castrista que fez a festa da esquerda mundial e de certa “direita”.

O vídeo, legendado pelos Tradutores de Direita, foi publicado no blog do Felipe Moura Brasil: http://abr.ai/1AqtgCq

Link do vídeo: http://youtu.be/eiMDdE-AQr0

“Cuba sem embargo e a esquerda mundial em festa” http://on.fb.me/1GTXxK7 https://www.youtube.com/watch?v=eiMDdE-AQr0&feature=youtu.be

Outras matérias publicadas sobre o assunto: ,b.Lembrar que as respectivas seções de comentários – quando existem – enriquecem bastante o próprio conteúdo da página

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Obama, Cuba e os zumbis bolivarianos

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Blog do Reinaldo de Azevedo
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Cuba e EUA – Bloqueio só fornece munição ideológica ao Coma Andante e ao Anão Tarado

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Três notinhas da semana

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