Dia da Consciência Brasileira ou Nós, Os Racistas

Este blog tem andado parado porque estou renovando ao mesmo tempo em que estou levando uma verdadeira surra do WordPress. Mas sou teimoso e como diz o ditado, “vivo todo arranhado, mas não largo a minha gata”. Nessa luta sei que sairei vencedor. O WordPress não poderá me vencer.

Há muito desejo fazer um post sobre o Racismo no Brasil e depois que acabar esse lance do site novo vou voltar ao assunto.

Por enquanto, estou apenas preservando os vídeos, para não perdê-los.

A intolerância do Movimento Negro

Um negro fala sobre o lamentável atitude do Movimento Negro

O discurso de ódio do Movimento Negro na USP

A Racista da USP e sua hipocrisia

O Dia da Consciência Brasileira

Texto de Flávio Morgenstern sobre O Real Problemada USP

Fernando Holiday

fernando-holiday

O comentário abaixo foi o que literalmente me “obrigou”, no bom sentido, a criar esta matéria

Fonte: Ceticismo Político
Título: Seção de comentários: O Caso Fernando Holiday
Autor: Comentarista Cauê da página Ceticismo Político postado as 12:29 pm
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/11/saiu-a-lista-oficial-com-todas-as-manifestacoes-organizadas-pelo-mbl-para-o-dia-1503/#comment-53665
Acesso: 12 fev 2015
Segue transcrição do Comentário:

[OFF MUITO IMPORTANTE]
Pela primeira vez vi uma nota na imprensa a respeito do caso Fernando Holiday.

Hoje, no jornal Destak (que, felizmente, é claramente contra o governo), o colunista João Pequeno tratou perfeitamente do assunto.

Segue abaixo o texto, cujo qual tomei liberdade de digitá-lo:
—————————————————————-
‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.
“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.
Como diz Lobão, “o frouxo unido jamais será um indivíduo”.
——————————————————————–
Reparem que ele citou inclusive o silêncio da imprensa – não vi nem sequer na Veja menção ao caso.

E eu pergunto: onde estão VOCÊS – vocês, que lêem aqui – que não estão colaborando com o caso, assim como o Luciano colaborou divulgando? Escrever opiniões na caixa de comentários aqui é muito fácil.

Cadê o recado para os grandes jornais, xingando-os de covardes, de cúmplices da escória, por não citarem o caso?

Aconselho escreverem ao colunista João Pequeno parabenizando por noticiar o caso. Foi a ÚNICA menção que vi ao caso na imprensa, E O CASO NÃO É RECENTE.

E-mail dele: joaopequeno77@yahoo.com.br

Passarei logo mais uma lista de e-mails para que possamos enviar à imprensa (eu já enviei na época do caso) pedindo que o caso seja noticiado.

Se novamente vocês – é, você que tá lendo – nada fizer, todo o esforço de Fernando Holiday terá sido em vão. E vamos dispensar o PRATO CHEIO que é essas ameaças vindas da esquerdopatada. Dispensar prato cheio é feio, não é?

Curtido por você
Responder ↓

[BOMBAR NA IMPRENSA O CASO FERNANDO HOLIDAY]
Selecionei apenas os veículos que noticiaram o caso do goleiro Aranha. Ao final coloco uma sugestão de mensagem.

Segue acesso e/ou e-mail:
FOLHA DE SÃO PAULO
-> http://folhaleaks.folha.com.br/ (sessão para enviar pautas para a Folha)
ESTADÃO
-> falecom.estado@estadao.com
portal@estadao.com
PORTAL TERRA
clienteterra@terra.com.br
comunicacao.corporativa@corp.terra.com.br
VEJA (essa não sei como não falou nada. e lembrando que só tá aqui quem falou do caso Aranha)
-> veja@abril.com.br
IG
-> http://faleconosco.ig.com.br/ (não esquecer de selecionar “Redação”)
O GLOBO
-> http://oglobo.globo.com/fale-conosco/
PORTAL R7
-> http://www.r7.com/institucional/fale-com-o-r7/index.html
JOVEM PAN
-> jovempanonline@jovempan.com.br
O POVO ONLINE
-> ombudsman@opovo.com.br
-> arlen@opovo.com.br
-> ananaddaf@opovo.com.br
-> erick@opovo.com.br
-> redacaoportal@opovo.com.br
BRASILEIROS.COM.BR
-> redacao@brasileiros.com.br
-> seminarios@brasileiros.com.br
DIÁRIO DE SÃO PAULO
-> leitor@diariosp.com.br
-> sac@diariosp.com.br
O TEMPO
-> luciacastro@otempo.com.br
-> candido.henrique@otempo.com.br
EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO | IBAHIA
-> http://www.educacaoemmovimento.com/no_cache/faleconosco/
PORTAL VÍRGULA
(cliquem em CONTATO ao final da página que abre um formulário)
-> http://virgula.uol.com.br/musica/black/emicida-grava-video-em-apoio-ao-goleiro-aranha-vitima-de-racismo/
******************Casos Especiais************************
REDE BRASIL ATUAL
Esse site é chapa branquíssima, como neve, como farinha, faz parte da BLOSTA, e se diz democrático. Deitaram e rolaram no caso do goleiro Aranha, mas nada falaram do caso Fernando Holiday. CAPRICHEM NA MENSAGEM!
-> http://www.redebrasilatual.com.br/fale-com-a-gente
ESPORTE FINO | CARTA CAPITAL
Preciso nem falar, né? Divirtam-se.
-> http://esportefino.cartacapital.com.br/contato/
PRAGMATIMO POLÍTICO
Risos
-> http://www.pragmatismopolitico.com.br/contatos
Compartilhem por aqui as respostas que receberem. Vamos mostrar que ESTAMOS DE OLHO. Que vimos o quão hipócritas são, em especial esses que se dizem defensores.
———————————————————-

SUGESTÃO DE MENSAGEM PARA ENVIAREM:
“Caros,
Muito me surpreende que, ano passado, vocês noticiaram com bastante destaque o caso do goleiro Aranha, e há semanas fingem não verem as ameaças reais e o racismo que o vlogger Fernando “Holiday” Silva, negro como o Aranha, sofreu após postar um vídeo no YouTube no qual critica as cotas para negros, bem como a vitimização que os esquerdistas radicais propõem aos negros.

Por que vocês só noticiaram o caso do Aranha e estão se fazendo de cegos diante desse?

Por que demonizaram a torcedora do Grêmio que ofendeu o goleiro no estádio e estão sendo bonzinhos com os esquerdistas radicais que ameaçaram matar o Fernando Holiday e depreciaram de monte o fato de ele ser negro?

Só por que esse grupo de ameaçadores, agressores e racistas são esquerdistas radicais?

Por que não estão denunciando esse crime do qual o Fernando está sendo vítima?

Caso nem façam ideia do caso, seguem os links:

http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

http://lucianoayan.com/2015/01/31/fernando-holiday-fala-com-o-blog-ceticismo-politico-venha-quem-vier-com-as-armas-que-quiserem-nao-irei-me-calar/

Caso não seja suficiente, segue coluna publicada hoje pelo jornal Destak no dia de hoje, 11 de fevereiro de 2015, o ÚNICO que vi até então noticiar o caso, pelo colunista João Pequeno:
—————————————————————-
‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.

“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.

—————————————————————
Espero que vocês, como veículo de comunicação, deem o tratamento merecido ao caso.

Muito me decepciona esse silêncio da imprensa, essa covardia, esse medo, essa falta de informação, esse se fingir de cego, sendo que no caso do Aranha deram cobertura até a exaustão, o que inclusive acabou com a casa da torcedora sendo incendiada.

Grato.”
Curtido por você


fernando-holiday-foto

Quem é Fernando Holiday?
Fernando Holiday é o rapaz da foto. Nâo vou aqui repetir tudo o que já foi dito a respeito dele. Parte do que tem sido publicado (longe da grande mídia) pode ser encontrado nos seguintes links:

Fonte: Em busca do respeito ao cidadão
Título: Fernando Holiday, vítima e o exemplo do puro racismo da esquerda nas Universidades
Autor: Edson Luiz Teles
Disponível em: http://edsonluistelles.blogspot.com.br/2015/02/fernando-holiday-vitima-e-o-exemplo-do.html
Acesso: 16 fev 2015


Fonte: Ceticismo Poliico
Título: O caso de Fernando Holiday. Ou: quando a extrema-esquerda, sempre racista, mostra sua cara
Autor: Luciano Henrique
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

Acesso: 16 fev 2015


O grande mérito do Fernando Holiday nesta história toda, é ele ser um jovem negro (poderia ser um jovem branco ou um jovem amarelo, isto não importa muito exceto pelo fato de que alguns doentes mentais e a esquerda imbecil que hoje domina a mídia querem apresentar a sociedade como dignos de privilégios especiais em relação a toda a população brasileira) que compreende perfeitamente o objetivo controlador das tais “cotas raciais” e se nega a ser escravizado por elas.

Tal controle que a esquerda pretende sobre as pessoas agraciadas pela benesse das “cotas raciais” fica claro na reação à atuação do exmo. sr. Juiz Joaquim Barbosa, atacado porque foi colocado no STF pelo governo do PT, não por que fosse um excelente juiz, mas “por que era negro” e por ser “negro” e ter sido agraciado com o cargo, o partido que nos governa esperava que ele estuprasse a Justiça, libertando seus políticos envolvidos no mensalão. No entanto o Juiz Joaquim Barbosa apegou-se à lei segundo a lógica distorcida dos doentes mentais que nos governam, “se voltou contra” os que achavam que ele lhes devia algo por ter sido indicado por eles para o cargo.

Este controle também fica claro pela reação agressiva que os defensores das cotas – tanto a mídia como outros – mostraram contra ele e que em nenhum momento recebeu a cesura dos que auto designam como defensores dos “direitos humanos”.

Ele quer provar – e tem conseguido fazê-lo com uma coragem invejável e só comparada aos dos grandes homens – que:

  • é inteligente o suficiente para não se deixar vender por falsos afagos do coitadismo esquerdista;
  • não é inferior a ninguém, especialmente aos “não negros”;
  • não precisa de privilégios para vencer e se equiparar a qualquer um que sem poder lançar mão das tais “cotas”, entra para um curso superior; e,
  • que ele é muito superior aos aproveitadores e oportunistas que preferem a preguiça e o atestado de incompetência que as “cotas raciais” lhes confere, junto com a desculpa de serem vitimas infelizes de um passado histórico a respeito do qual ninguém que hoje vive é responsável, ou, menos ainda, pode mudar.

Durante algum tempo já, o Fernando vem publicando seus vídeos na Internet. Tomei a liberdade de trazer alguns para cá, mesmo alguns já tendo sido citados nas matérias que indiquei anteriormente:


Por que somos um país racista? | Preto no Branco


Você já viu um negro racista? | Preto no Branco


Como adestrar seu negro | Preto no Branco

Eurasianismo

comunismo-003
As matérias do Professor e Filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, sempre são instrutivas e esclarecedoras, além de conter um alerta que, se desprezado, nunca deixará de cobrar o seu preço do leitor negligente e descrente.

O professor Olavo apenas usa seu privilegiadissimo cérebro e o volume imenso de dados e informações colhidos ao longo de décadas de estudo e leitura para juntá-los todos numa lógica impecável e que, até onde é do meu conhecimento, nunca deixou de se cumprir.

Agora ele escreve mais uma vez sobre o Professor Dugin, com quem manteve um debate histórico e alerta sobre o mal do eurasianismo que hoje está ameaçando o ocidente, como bem ilustra o conflito na Ucrânia, além das investidas contra a democracia na América Latina e, até mesmo, nos Estados Unidos da América.

Teoria da conspiração? As esquerdas gostariam que todos pensassem assim, assim como eram teorias da conspiração o Foro de São Paulo, a tomada do poder pelos socialistas na América Latina e na América.

Segue a matéria:

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:


(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/.)

O Império Eurasiano tal como o concebem Alexandre Duguin e seu principal discípulo, o presidente Vladimir Putin, é uma síntese da extinta URSS com o Império tzarista. Como a teoria que fundamenta o projeto é por sua vez uma fusão de marxismo-leninismo, messianismo russo, nazismo e esoterismo, e como dificilmente se encontra no Ocidente algum leitor que conheça o suficiente de todas essas escolas de pensamento, cada um só enxerga nela a parte que lhe é mais simpática, comprando às cegas o resto do pacote.

Os saudosistas do stalinismo vêem nela a promessa do renascimento da URSS. Conservadores aplaudem o seu moralismo repressivo soi disant religioso. Velhos admiradores de Mussolini e do Führer apreciam a sua concepção francamente antidemocrática do Estado, bem como seu desprezo racista pelos povos destinados à sujeição imperial. Esoteristas, seguidores de René Guénon e Julius Evola, julgam que ela é a encarnação viva de uma “metapolítica” superior, incompreensível ao vulgo, mais ou menos como aquela que é descrita pelo romancista (e esoterista ele próprio) Raymond Abellio em La Fosse de Babel. Muçulmanos acabam às vezes aderindo ao projeto por conta do seu indisfarçado e odiento anti-ocidentalismo, na vaga esperança de utilizá-lo mais tarde como trampolim para a criação do Califado Universal, que por sua vez os “eurasianos” acreditam poder usar para seus próprios fins.

Não seria errado entender o eurasianismo como uma sistematização racionalizada do caos mental internacional. Neste sentido, sua unidade essencial não pode ser buscada no nível ideológico, mas na estratégia de conjunto que articula num projeto de poder mundial uma variedade de discursos ideológicos heterogêneos e, em teoria, conflitantes.

Não se deve pensar, no entanto, que esse traço definidor é único e original. Ao contrário do que geralmente se imagina, todos os movimentos revolucionários, sem exceção, cresceram no terreno fértil da confusão das línguas. O eurasianismo só de destaca dos outros por cultivar, desde a origem, uma consciência muito clara desse fator e, portanto, um aproveitamento engenhoso do confusionismo revolucionário.

Qualquer que seja o caso, o uso da violência genocida como instrumento de ocupação territorial está tão arraigado nos seus princípios estratégicos que, sem isso, o projeto inteiro não faria o menor sentido.

Essa obviedade não impede, no entanto, que cada deslumbrado do eurasianismo continue vendo nele só aquilo que bem entende, tapando os olhos para as partes desagradáveis. Se milhões de idiotas fizeram isso com o marxismo durante um século e meio, recusando-se a enxergar o plano genocida que ele trazia no seu bojo desde o princípio — e explicando ex post facto os crimes e desvarios como meros acidentes de percurso — , por que não haveriam de dar uma chance ao mais novo e fascinante estupefaciente revolucionário à venda no mercado?

***

A propósito do xingamento coletivo à Sra. Dilma Rousseff, que tanto indignou o ex-presidente Lula e o levou abrir guerra contra os que “não sabem do que somos capazes”, coloquei na minha página do Facebook estas duas notinhas, que se tornaram imediatamente virais e acho oportuno reproduzir aqui:

(1) “O governo petista habituou a população a desrespeitar tudo — a ordem, a família, a moral, as Forças Armadas, a polícia, as leis, o próprio Deus. Se esperava sair ileso e ser aceito como a única coisa respeitável no meio do esculacho universal, então é até mais louco do que parece.”

(2) “O sr. Lula xingou o então presidente Itamar Franco de “f. da p.”, disse que a cidade de Pelotas é “exportadora de veados”, gabou-se (por brincadeira, segundo Sílvio Tendler) de tentar estuprar um colega de cela e confessou (em entrevista à Playboy) ter nostalgia dos tempos em que os meninos do Nordeste faziam — se é que faziam – sexo com cabritas e jumentas. É a pessoa adequada para dar lições de respeitabilidade à nação brasileira. Todo mundo sabe do que ele é capaz.”

Fonte: Mídia Sem Máscara
Título: Eurasianismo e genocídio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/15281-2014-06-20-22-02-48.html
Acesso: 21 jun 2014

Tradução da matéria postada no sítio Ucrânia Unida (em inglês), indicado na matéria do prof. Olavo.


A página web de petições eletrônicas change.org publicou uma petição dos estudantes aos dirigentes da principal instituição de alta educação de Moscou, a Universidade Estatal Lomonosov de Moscou para demitir o odioso “filósofo” Alexandr Dugin de lecionar no país. A razão foram suas declarações militaristas sobre os ucranianos.

Os autores da petição acreditam que

“as atividades públicas do ‘professor’ Dugin estão em desacordo com a posião que ele ocupa no sistema de educação pública, causam dano à imagem da ciência russa e ao status da Universidade Estatal Lomonosov de Moscou. Como tal, o professor Dugin fez apelos diretos ao assassinato, alegando que esta era sua posição como professor:

Como professor é isso que eu penso.

O filósofo Sergey Datsiuk publicou mais tarde uma declaração com a qual os autores da petição estão em completo acordo:

Em 6 de maio de 2014, numa entrevista à agência Anna-News, o professor Alexandr Gelievich Dugin, da Universidade Estatal M. V. Lomonosov de Moscou, ao descrever a alegada não-humanidade dos ucranianos apelou para o seu extermínio. Sobre os ucranianos, ele diz o seguinte, literalmente, aos 18 minutos da entrevista

Matar, matar, matar! Chega de conversa! Como professor é assim que eu penso.

  1. Como a declaração de Dugin se enquadra no estatuto da MSU e na sua [da Universidade] posição na sociedade da Rússia e no resto do mundo?
  2. Dugin é mesmo um professor da MSU e se é, continuará professor depois dessa entrevista?
  3. È a posição de Dugin a posição oficial da MSU e compartilham de sua opinião todos professores da MSU?

Fonte: Ukraine is United
Título: Moscow students demand to fire Dugin from the Moscow State University for sparking hatred towards Ukrainians
Autor: Rufabula (em russo)
Tradução para o inglês: Mariya Shcherbinina
Disponível em:
Acesso: 21 jun 2014

Um grito contra o preconceito!

Monumento_ao_Imigrante

Monumento ao Imigrante (Caxias do Sul)

Apenas divulgando!

Autor: Isabela Raposeira
Fonte: Coffee Lab
Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=676311849109351&set=a.297292433677963.68199.138459719561236&type=1&relevant_count=1
Acesso: 21 jun 2014

Descobri na semana passada que faço parte de uma minoria que sofre preconceito e discriminação: a elite branco-europeia nascida no Brasil.

Sim, sou branca e, pelo jeito, elite.

Tenho uma empresa que emprega (e paga acima do mercado) há 10 anos.

Pago TODOS os impostos (motivo de incredulidade e chacota por parte de familiares).

Pago no mínimo 3 vezes mais aos meus fornecedores de café, podendo chegar a 5.

Poderia ter comprado os caríssimos ingressos para a abertura da copa brasileira. Apenas não o fiz por não apoiá-la desde seu anúncio, anos atrás.

Conquistei, trabalhando honesta e enlouquecidamente, cada vitória e crescimento, da empresa e na minha vida pessoal.

Não sentirei vergonha pelas minhas conquistas, pelo meu status social, pela minha pele branca.

E minha empresa, certamente, faz muito do que o governo deixa de fazer, ajudando famílias, fazendo doações e, especialmente, pagando dignamente – fornecedores e funcionários.

Sou parte desta nação, tanto quanto aqueles que têm outro tipo de ascendência ou que sofrem exatamente pela negligência dos que me discriminam.

Discriminação é crime e minha voz é representativa, sim.

Isabela Raposeiras

PS1: post em resposta às recentes colocações inacreditáveis e racistas do Sr. Lula e de alguns jornalistas.
PS2: O Bolsa Família não é suficiente para comprar ingresso da copa.

Equívocos do feminazismo

feminazis-01

Achei muito interessantes o comentário transcrito a seguir e os 3 vídeos a ele anexados.

Sobre o video da sra. Sara Winter tenho os seguintes comentários:

O assunto me interessa particularmente porque tenho uma pessoa muito querida da família que foi capturada pelos ideologistas da Teoria de Gênero, o que me cria um estado de angústia permanente. Por mais que ame esta pessoa – e a amo incondicionalmente -, não tenho tempo para me dedicar a um assunto que abominei desde os dias da velha Betty Friedan. Tenho muito a aprender sobre o marxismo, e o socialismo para me dedicar a este absurdo que é a Teoria de Gênero. Por isso, embora muito superficialmente, para mim os vídeos foram bastante instrutivos.

Pude observar o que, em minha opinião, além das denuncias do Strieder Hien, foram pelo menos dois, os equívocos que observei, da sra. Sara Winter, no vídeo “mimimi” que encabeça a lista dos comentários do Cidadão.

O primeiro quando ela fala que foi buscar seu marido no quartel e estava vestida com blusa decotada e saia curta “para mim”, diz ela, ” e para meu marido”. Quer dizer ela tem plena consciência e sabe com certeza absoluta que a roupa que ela estava usando era capaz de produzir no marido dela a sensação erótica – ou talvez fosse apenas o sentimento de admiração estética pela beleza, acredito, de seu visual -, que ela, aparentemente, buscava dele!

O que a faz concluir que os demais homens do quartel, se possuidores de sentimentos iguais aos do marido dela, não fossem também reagir de acordo? Ainda mais num lugar repleto de homens jovens, alguns com 18 anos, ou pouco mais, de idade?

É uma idiotice burra dessas feminazis querer aparecer semidespidas, quando não totalmente nuas e ainda por cima esperar que os homens presentes reajam como se estivessem vendo um mapa da Bolsa de Valores do Paraguai e que não tenham nenhuma reação fisiológica, que é a principal característica evolutiva que permitiu a existência da espécie humana desde que o primeiro anfíbio rastejou para a terra até nosso dias.

Um segundo deslize, em minha opinião, foi quando a Sra. Winter reclamou (com certa razão) de ser chamada, nas próprias palavras dela, de “vadia, piranha e puta”. Ora, elas mesmas, as feminazis, se rebaixam e se desclassificam quando identificam seu movimento como “A Marcha das Vadias”. Se elas mesmas se identificam como Vadias (que, em outra palavras quer dizer que se aceitam como “piranhas e putas”), porque se ofendem quando outros as rotulam pelo que se identificam?

Bem, sei que há entre essas minorias uma estranha atitude para com palavras que eram usadas paa desqulificá-las. Quando são militantes da mesma corrente que as usam, é uma brincadeira, algo a ser tratado como “engraçadinho”. Quando alguém de fora usa essas mesmas palavras em relação a eles, aí é uma ofensa e um preconceito. Por exemplo, os homossexuais às vezes se dirigem uns aos outros como “viados” mas, se um hetero chama um homossexual de “viado, corre o risco de ser preso. Um negro chama outro negro de crioulo” mas se um branco chamar um negro de “crioulo”, é processado como racista.

Muito esquisito este mundo orwelliano que as esquerdas estão se esforçando por criar. no Brasil e no mundo. 😦

Segue transcrição do comentário:

Luciano, você viu este vídeo recente da Sara Winter?

E você viu o Strider Hien militando largamente, não só falando do que a ex-Femen disse como também desmontando aquelas invenções gramscistas recentes de “gordofobia” e slut-shaming?

Cinco dias antes do que disse o Strider, houve esta outra resposta do canal bematematica (sendo que esse cara não pode ser considerado como contrário ao marxismo-humanismo-neoateísmo):

Observe como há um bom grau de coincidência de pontos de vista, mesmo sendo pessoas de espectro completamente diferente. Aqui vou acabar sendo humanitário e me preocupar com a Sara Winter, pois ela acabou por me dar uma ideia de como pode ser a reação de alguém que foi inocenteutilizado e racionaliza o quanto pode para não ter de admitir que foi inocenteutilizado. Pode ser que ela esteja contando coisas meio absurdas (como uma centena de soldados falando grosserias ou os tais velhos gordos) meio que querendo acreditar no que diz.

Vou me preocupar também com o estado a que pode chegar um marxista-humanista-neoateísta com alto grau de funcionalidade e pouco ou nenhum beneficiarismo ao constatar que os beneficiários se deram bem e ele continua e continuará na mesma, podendo inclusive ser deixado para trás por aqueles que diziam apoiá-lo. Não devem ser poucos os que estão em uma situação que a mim soa tão lastimável quanto a da outrora cara do Femen Brasil. No caso dela, até chegou a ter algum beneficiarismo mas subitamente este lhe foi tirado, o que pode gerar reação depressiva assemelhada à de quem teve muito dinheiro e perdeu tudo. Poderemos também perguntar se o Rivotril que ela diz tomar não teve algum efeito colateral que pode ter culminado em ela gravar esse vídeo tão fossa, tão estranho e comentado por dois caras de visões diametralmente opostas em vídeos que apresentam bom grau de coincidências opinativas.

Aqui também fica aquela questão de que há muito MHN (marxistas-humanistas-neoateístas) por aí que investiu demais na tal ideologia, ganhou fama por causa dela e está no que poderíamos chamar de “ponto de não-retorno” (usando termo aeronáutico referente àquela altura da pista em que se o avião não decolar irá fatalmente gerar acidente em terra). Sara é só uma delas e chegou aonde chegou porque não tinha nada além de feminismo em sua vida, mas sendo desprezada não só pelas feministas brasileiras como pelo próprio Femen mundial. Aqui podemos também considerar o fato de que MHNs costumam ser extremamente inseridos na tal ideologia, a ponto de a mesma virar, mais do que uma religião, uma seita, que vai descartando aqueles que não se encaixam rigorosamente nela, ou uma pirâmide política análoga a uma pirâmide financeira, que vai arruinando os peixes pequenos quando chega ao ponto de insustentabilidade absoluta. O cara vive o MHN, convive com MHNs, recusa o convívio com não-MHNs, demoniza anti-MHNs e, quando deixado para trás pelos próprios MHNs, acaba indo para um fundo de poço sem tamanho que pode fazê-lo ficar devastado, mas com o problema de aqui não notar que aquilo que está fazendo é que o está levando à ruína.

Desejo que Sara Winter se recupere, até por ser pessoa como nós e, como tal, única e irrepetível. Que ela consiga em algum momento pôr a mão na cabeça e jogar fora toda essa ideologia e passar a ver as coisas com mais realidade. É algo muito difícil e a maior parte dos MHNs que passaram do ponto de não-retorno não conseguirá fazer, mas ainda assim desejável, ainda mais quando pensamos que muitos dos anti-MHNs de hoje já forma MHNs ou propagadores inconscientes de gramscismo em passado não muito distante. Enfim, que Deus a abençoe. E que mais e mais pessoas consigam deixar o MHN para trás sem ser preciso chegar a um ponto em que aparentemente se está transtornado.

Comentário de “Cidadão”
Fonte: Ceticismo Político
Título: Thomas Pikaretty OU Por que o socialismo deu mais certo do que muitos pensam?
Publicado em: Seção “Cometários” da página
Acesso em: 08 jun 2014

Rigoberto e Enriquinho

Meme anti-PT Rigoberto
Autor: P1T
orígem: Reaçonaria
Disponível em: http://reaconaria.org/colunas/trotsky/conheca-enriquinho/
Acesso em: 18 mar 2014

Na última semana, circulou no Facebook a biografia de Rigoberto, rapaz fartamente amparado e financiado pela família, que se posiciona contrário ao Bolsa-Família e demais programas sociais — a seu ver, “não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar” (esqueceram de ensinar Rigoberto a pescar outro argumento que não um clichê).

Acontece que Rigoberto tem um amigo da época do escola, Enrique, o qual, ao contrário dele, passou no vestibular de uma universidade pública (Rigoberto tem a mensalidade de sua faculdade particular paga pelo pai).

P1T localizou Enriquinho e tem agora o prazer de apresentar aos leitores da Reaçonaria a trajetória deste cidadão altruísta e com consciência social.

Uma conversa sobre racismo


O que é racismo?
Quem é racista?
É racismo criticar os brancos?
É racismo criticar os negros?
Que “raças” têm representação no governo para defendê-las?
Que “raças” não têm defensores no Congresso?
O que define uma “raça”?
Os brancos roubaram os índios?
O que devem os brancos americanos aos negros americanos?
E os hispânicos, o que fazer com eles?
Como professores e escolas têm contribuído para o racismo?

Essas são algumas das perguntas respondidas por pessoas que creem firmemente haver racismo na América e que deram seu depoimento no documentário aqui indicado, de Craig Bodeker, de quase uma hora. Quem assistir, não interrompa antes do vídeo terminar porque algumas surpresas estão ali guardadas para os que acompanharam todos os depoimentos. Vale a pena!

As pessoas que comentaram são americanos comuns, de várias “raças”, que vivem na América e que expressam suas impressões, seus conceitos e suas soluções para o problema racial. Embora realizado nos Estados Unidos da América, tudo que se mostra ali, serve, também para o momento atual em que a Presidência da República acaba de aprovar mais “cotas” (privilégios para uma “raça” em detrimento do reto da população brasileira) para negros, agora no Serviço Público, além das vergonhosas “cotas para negros” das Universidades Federais brasileiras.