Porque 12/04/15 é importante!

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Copacabana – 15 de março de 2015 ——— Candelária – 15 de março de 2015

12 de abril próximo será crucial para a continuidade da luta contra o comunismo. E não só o 12 de abril. Apenas a manutenção do povo mobilizado, até que suas reivindicações sejam TOTALMENTE atendidas nos garantirá a vitória.

Temos que continuar apoiando TODOS os verdadeiros movimentos de protesto (cuidado para não se ver apoiando protestos governistas como do MST, CNBB, UNE, MTST, MPL etc.) que ainda forem necessários para pressionar o Congresso para fazer o que o VERDADEIRO povo brasileiro – não militontos pagos e psicopatas – quer e para apoiar em público os poucos oposicionistas DE FATO que lutam no Congresso contra as facções esquerdistas que sempre andaram de mãos dadas.

Para mim está óbvio que o 15 de março abalou as estruturas petistas e governistas e os obrigou a tirar a máscara de “democratas” e revelar nua e cruamente suas intenções.

Lula está completamente desvairado.

As demais lideranças do partido e sua linha auxiliar estão atacando os opositores com todas as armas que possuem.

O Congresso (Câmara dos Deputados) encontra um meio termo, colocando em votação projetos até agora engavetados pelas esquerdas como a redução da maioridade penal, a lei antiterrorismo e o estatuto do desarmamento e uma assim chamada “Reforma Política” alternativa à Reforma Política petista hoje defendida pelos “movimentos sociais” comunistas (UNE, MST MTST e sindicatos). Mas nada ainda foi definitivamente decidido. Agem como se estivessem esperando o povo arrefecer em sua vontade e então voltarem à calmaria dos conluios, do “toma lá dá cá” que é a tradição secular do nosso Congresso.

Além disso, os comunistas, ainda conseguem obstacular todo o projeto de reconstrução democrática brasileiro.

Nada mudou de fato, apenas de direito, além da pantomima congressista que de efetivo não resultou em nada para os manifestantes de 15/03/15.

Portanto, embora 15 de março de 2015, tenha sido um marco histórico é apenas o primeiro passo de uma virada que estava engatinhando e que conseguiu ficar de pé e começar a se mover.

Para finalizar segue um vídeo que prova o que está por trás do cenário político brasileiro. Veja-o e entenda porque nada a favor da Democracia participativa foi conseguido. Fique alerta e apoie o 12 de abril, pelo seu bem, da sua família e das futuras geraçõess de brasileiros.

Outros links que comprovam até onde vai a infiltração comunista na República e porque o povo não pode desistir de i r às ruas enquanto o que ele pede não for realizado:
https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/888163347894009/?type=1
https://www.facebook.com/revoltadosonline/photos/a.144712112222016.28960.144205978939296/1142980465728504/?type=1
Ser comunista é motivo de excomunhão? Como pode a CNBB apoiar o comunismo e ainda se apresentar como entidade católica e, pior ainda, cristã?
CNBB apoia a libertação de 24 mil criminosos no Brasil.
CNBB e PT unidos há 35 anos para implantar o comunismo no Brasil
OAB é contra a redução da maioridade penal
OAB Nacional repreende Barbosa por declarações contra Cardozo

FHC em Cuba!

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Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: FHC vai passar férias . . . em Cuba
Autor: ND
Disponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/865262750184069/?type=1
Acesso: 14 fev 2015

O site 14ymedio, da blogueira cubana Yoani Sanchéz, publicou que o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), vai passar o período pós-Carnaval em nada mais, nada menos que… Cuba!
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Fernando Henrique Cardoso, que foi presidente de seu país entre 1995 e 2003, vai visitar Cuba entre 17 e 21 de Fevereiro, de acordo com uma fonte da embaixada do Brasil em Cuba, que pediu anonimato. Não há informações ainda sobre o seu programa na ilha.

O sociólogo e cientista político foi o primeiro presidente brasileiro a visitar Cuba em novembro de 1999, quando ele participou da nona Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo. Naquela época, ele se reuniu com o presidente da Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, Elizardo Sánchez, e outros ativistas da sociedade civil.

O Cardoso Executivo terminou vários anos de distanciamento entre os dois países e o Brasil voltou a investir em Cuba para financiar a compra de alimentos em 1998 e veículos para o transporte público em 2000, totalizando US $ 43 milhões.

Durante sua presidência, chegou ao Brasil a primeira brigada de médicos cubanos.

Em 2001, Cardoso novamente reuniu com o presidente cubano, Fidel Castro, em seguida, na Venezuela para a inauguração de uma usina.

O Brasil tem hoje grandes investimentos em Cuba. A construtora Odebrecht, que no ano passado se envolveu em um escândalo de corrupção por peculato, é responsável pelas obras no porto de Mariel. Depois de uma primeira fase em que investiu $ 957.000.000-dos quais cerca de 682 milhões de financiamento vem e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) do país sudamericano-, o Brasil deverá contribuir com financiamento adicional de 290 milhões dólares.

http://www.14ymedio.com/internacional/expresidente-brasileno-Cardoso-viajara-Cuba_0_1722427747.html

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Segundo o PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PDT e quejandos, esta é a “direita” brasileira! Agora, entenda porque e como eu, você, nós, isto é, o povo brasileiro, estamos sendo enganados há décadas!


socialismo-fabiano

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: ND
Autor: ND
Disponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/863243947052616/?type=1
Acesso: 10 fev 2015

[…] No poder, os fabianos dão uma maquiada na economia capitalista enquanto fomentam por canais aparentemente neutros a disseminação de idéias socialistas, promovem a intromissão da burocracia em todos os setores da vida (não necessariamente os econômicos) e subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário. Quando este está de novo pronto para a briga, eles saem de cena envergando o rótulo de “direitistas”, que lhes permitirá um eventual retorno ao poder como salvadores da pátria se os capitalistas voltarem a achar que precisam deles para deter a ascensão do marxismo revolucionário. Então novamente eles fingirão salvar a pátria enquanto salvam, por baixo do pano, o socialismo. […]

http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2014/08/a-mao-de-stalin-esta-sobre-nos.html

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Escrevi o comentário que segue em 10/02;15 quando capturei a mensagem do grupo Guarulhos Direita Conservadora, mas não publiquei aqui porque às vezes me deixo vencer pelo desânimo e pelo derrotismo. Mas agora a oportunidade surge mais uma vez e não vou deixar ela escapar. Aí vai uma explicação – pela qual o professor Olavo de Carvalho se bate há muito tempo – da estratégia comunista de tomada do poder que está sendo colocada em prática.

    É isso que vemos na alegada dicotomia PT x PSDB. São dois partidos de esquerda aparentemente se degladiando, mas observe:

  1. Avisado desde o 2º mandato do FHC pelo prof. Olavo de Carvalho sobre o Foro de São Paulo, o PSDB se omitiu e tem se omitido até hoje em tocar no assunto;
  2. A maioria dos avanços esquerdistas, inclusive o Bolsa Família e as tais “cotas” para negros, surgiram e começaram no governo FHC (alguns vieram até do Regime Militar);
  3. O PSDB se posicionou a favor do PT na disputa pela presidência da Câmara;
  4. Os marqueteiros do PSDB tiveram uma atuação pífia na disputa pela presidência do país. Deixaram de focar as mentiras do PT e permitiram que o PT desqualificasse o PSDB, ao acusar o partido de Aécio Neves de ser tão corrupto quanto é o partido da terrorista que nos governa;
  5. Alckmin, logo após as eleições emitiu um decreto que, se aprovado, instituiria no Estado de São Paulo os Sovietes que a Dilma quer instituir no País inteiro;
  6. O PSDB sempre foi claudicante no seu combate ao PT e aos partidos de esquerda radical;
  7. complete você mesmo com suas observações do comportamento cúmplice do PSDB com o PT e sua linha auxiliar . . .

E, para acrescentar à lista: FHC vai “descansar” em Cuba!

Acompanhe a atuação do PSDB no Congresso, ele cada vez mais se mostra conivente e participante da estratégia das tesouras.

Mais uma Vez, o Olavo tem razão!

Atualizado em 15 fev 2015 – 20:14

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: Globalismo e Socialismo Fabiano de FHC – Parte 1 de 2
Autor: Vídeo de Olavo de Carvalho
Disponível em: https://www.facebook.com/video.php?v=866088210101523&ref=notif&notif_t=notify_me
Acesso: 15 fev 2015

Todos sabemos que Fernando Henrique é SOCIALISTA FABIANO e que pertence ao Diálogo Interamericano e que o mesmo fez um pacto, conhecido como o PACTO DE PRINCETON.
Vamos aos poucos aprendendo mais sobre isso para compreendermos o porque estamos vivendo situação tão complicada e inaceitável.

Lembrem-se sempre que nosso compromisso é com a verdade e sem partidos!
BRASIL É A NOSSA BANDEIRA!

Tem dúvidas? Escute o que diz o Dr. Enéas no link do vídeo:
https://www.facebook.com/video.php?v=866080983435579&set=vb.700932409950438&type=2&theater

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Atualizado em 16 fev 2015 – 19:51

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: Globalismo e Socialismo Fabiano de FHC – Parte 2 de 2
Autor: Vídeo de Olavo de Carvalho
Disponível em: https://www.facebook.com/video.php?v=866106760099668
Acesso: 16 fev 2015

Todos sabemos que Fernando Henrique é SOCIALISTA FABIANO e que pertence ao Diálogo Interamericano e que o mesmo fez um pacto, conhecido como o PACTO DE PRINCETON.
Vamos aos poucos aprendendo mais sobre isso para compreendermos o porque estamos vivendo situação tão complicada e inaceitável.

Lembrem-se sempre que nosso compromisso é com a verdade e sem partidos!
BRASIL É A NOSSA BANDEIRA!

Tem dúvidas? Escute o que diz o Dr. Enéas no link do vídeo:
https://www.facebook.com/video.php?v=866080983435579&set=vb.700932409950438&type=2&theater

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O Comunismo segundo o Prof. Olavo de Carvalho

anti_nazism_anti_communism

Fonte: Facebook
Disponível em: https://www.facebook.com/olavo.decarvalho?fref=nf
Acesso em: 01/01/2015

Se algo o ano de 2014 provou, é que a sobrevivência da democracia é incompatível com a existência de partidos comunistas legalizados e a tolerância para com políticos comunistas infiltrados em outros partidos. Mas não era necessário provar semelhante obviedade. O velho Eurico Gaspar Dutra já a havia enxergado e mostrado com mais de meio século de antecedência.
Enquanto o comunismo sob todas as suas formas não for declarado CRIME, ele continuará sendo o mais bem sucedido crime não-declarado de todos os tempos.


Pela milésima ver: o comunismo NÃO É um “modelo de sociedade”, não é uma “ideologia”, não é um ‘sistema econômico”: é um MOVIMENTO, uma REDE DE ORGANIZAÇÕES, um ESQUEMA DE PODER. Para saber se um sujeito é comunista, não perguntem em quê ele “acredita”. Perguntem com quem ele está associado, ostensivamente ou em segredo.


É tão impossível reduzir os vários comunismos a uma fórmula ideológica única ou a uma proposta única de um “sistema de propriedade”, quanto é impossível negar a sua UNIDADE ESTRATÉGICA por baixo dessa variedade.


Marx nada escreveu sobre como seria a sociedade comunista. O comunismo já tinha uma organização mundial MUITO ANTES de saber ou mesmo perguntar pelo que lutava. Só uma mentalidade muito livresca pode tentar compreendê-lo a partir das suas “idéias” em vez de encará-lo como FORÇA POLÍTICA que pode trocar de idéias como quem troca de cuecas.


O comunismo é tão plástico e mutável nas suas ideias que pode utilizar-se até de doutrinas conservadoras, quando lhe servem para sujar a reputação do inimigo. Qual a “unidade ideologica” da KGB quando discursa contra o “ateísmo contemporâneo” e ao mesmo tempo fomenta os movimentos comunistas e anticristãos no Ocidente? Não há unidade ideológica nenhuma. O que há é a unidade estratégica de um combate “per fas et per nefas”.


O “affaire” Jair Bolsonaro x Maria do Rosário

Aqui vai um pequeno apanhado do que rolou desde o dia 10/12/14 em virtude de um pronunciamento do Deputado Federal pelo Rio de Janeiro, o Capitão Jair Bolsonaro.

Embora o foco aqui sejam as declarações do deputado e a defesa (ou ataque) que fizeram a ele com base nessas declarações, que fique claro que quem começou a discussão desrespeitando-o como parlamentar e, mais grave ainda, como homem de bem foi a Maria do Rosário que o chamou textualmente de estuprador o que lhe valeu a resposta atravessada que recebeu e o comentário de alguns nas redes sociais, no sentido de que se o Bolsonaro fosse mesmo estuprador ela, a Maria do Rosário, estaria defendendo-o.

O Estopim!

O Resultado

Em todas as páginas recomenda-se a leitura da área de comentários (quando houver) pois os comentadores também acrescentam muito ao texto principal.

Primeiro, um aula de estratégia que todo opositor do pêtê pode usar para aprender a lidar com essa gente:

Ceticismo Politico
Autor (de todos os textos): Luciano Ayan
Acesso em: 21 dez 2014

Textos indicados para a leitura:

  1. Por que Jair Bolsonaro vai perder mais uma batalha política? Vamos falar um pouco mais do óbvio.
  2. Os discursos da guerra política: o acerto de Olavo de Carvalho e o erro de Jair Bolsonaro
  3. Será que um demônio possuiu Ricardo Noblat para ele perder a honra ao falar do caso Bolsonaro X Rosario? Seja lá como for, vamos ao exorcismo.
  4. O caso Bolsonaro X Rosario. Alguns updates do dia.
  5. A pior chaga moral da postura governista no caso Bolsonaro X Rosário
  6. Por que expor a monstruosidade moral de Maria do Rosário e sua tropa não é “defender Jair Bolsonaro”?
  7. Por que a questão Bolsonaro X Rosário nos leva para a Dinamarca da época da polêmica das charges de Maomé?
  8. E, fechando a serie com chave de ouro, um exemplo da hipocrisia petista, que, protege os bandidos e estupradores e pede diálogo com os terroristas do ISIS ao mesmo tempo em que tem chiliques histéricos com as palavras do Deputado Jair Bolsonaro:
    ISIS lança folheto incentivando o estupro de mulheres e meninas capturadas. Agora é só assistir a (ausência de) reação petista…


Neste segundo bloco, “ligações” para a opinião do grande jornalista Reinaldo de Azevedo sobre o ocorrido:

Blog do Reinaldo de Azevedo
Autor de todos os textos deste bloco: Reinaldo de Azevedo
Acesso: 21 dez 2014

  1. É chegada a hora de dar um “Basta!” às boçalidades de Bolsonaro, hoje o mais importante aliado da esquerda boçal: ambos se alimentam e se merecem!
  2. Bolsonaro responde a meu post. E eu respondo a Bolsonaro. Ou: Seguidores do deputado pedem a minha cabeça à VEJA numa “petição”. Não me digam!
  3. Conselho de Ética abre processo contra Bolsonaro. É o certo! Se ele não se desculpar com as mulheres, que seja punido. Ou: Será mesmo que eu quero a simpatia das esquerdas?
  4. Minha coluna na Folha: “Petrossauro e Bolsonassauro”

Outras opiniões:

Autor: professor Olavo de Carvalho
Publicado em: Mídia Sem Máscara
Disponível em: Sobre Jair Bolsonaro: Olavo de Carvalho envia mensagem a Reinaldo Azevedo
Acesso em: 21 dez 2014

Disponível em: Três notinhas da semana
Acesso em: 21 dez 2014

Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro. Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.

Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário, ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem pensar.

Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda, tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.

Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi “uma boçalidade”, como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a “outra boçalidade”, como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime, que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida e o crime fique impune.

Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.

Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer, pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria? Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa. Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador…” O restante da frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.

Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas –, ele não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente golpista.

Fonte: Midia Sem Mascara
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Acesso: 21 dez 2014
Texto: Sobre Jair Bolsonaro: Olavo de Carvalho envia mensagem a Reinaldo Azevedo
Disponivel em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/15591-sobre-jair-bolsonaro-olavo-de-carvalho-envia-mensagem-a-reinaldo-azevedo.html

Fonte: Diario do Comercio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Acesso: 21 dez 2014
Texto: Psicopatia e Histeria
Disponivel em: http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/psicopatia_e_histeria_


Que os governistas são totalmente histéricos comprova o vídeo a seguir:


Fonte: A Folha de Sao Paulo
Autor: Jair Bolsonaro
Texto: O Grito dos Canalhas
Disponivel em: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1563973-jair-bolsonaro-o-grito-dos-canalhas.shtml
Acesso em: 21 dez 2014


Autor: Alexandre Borges
Fonte: Facebook
Publicado em: https://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/799877550070058/?type=1
Acesso em: 21 dez 2014

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Alexandre Borges

Esqueça as “meninas do Jô”, é a hora e a vez do “rapaz do Jô”.

Tratado pela imprensa como “um rapaz”, um membro da platéia do Jô Soares se rebelou contra os ataques boçais a Jair Bolsonaro e saiu bravamente em sua defesa, como vocês já devem estar sabendo.

A reação negativa e estúpida de Jô, destratando o rapaz apenas com adjetivos vulgares, era previsível e é o que menos importa no episódio. O que é digno de nota é a reação espontânea e corajosa deste brasileiro cansado da doutrinação ideológica das celebridades globais e que ousou pensar e falar com a própria voz e consciência.

Falar mal do Jô no Facebook é mole, mas confrontar diretamente um dos mais conhecidos artistas do país em seu programa e em rede nacional, sabendo que poderia ser humilhado por ele em público, não é para qualquer um. Ainda há gente que honra as calças que veste no Brasil.

Esse “rapaz” precisa ser identificado, precisa ter nome, história e ter sua coragem reconhecida publicamente. Se alguém tiver informações sobre ele, por favor me passe para que repassemos ao deputado.

Acredito que Jair Bolsonaro deveria receber o rapaz em seu gabinete e mostrar que seu exemplo serve de estímulo para que outros brasileiros parem de tratar artistas, jornalistas ou intelectuais de esquerda como oráculos e semideuses. Quando saem das suas áreas de competência e falam de política, são meros mortais que podem e devem ser confrontados como qualquer pessoa comum.

O “rapaz do Jô” é um símbolo da náusea que a campanha de assassinato de reputação contra Bolsonaro está causando em seus eleitores e em todos que perceberam a boçalidade e a canalhice das críticas.

Desde que saiu de vez do armário vermelho, Jô Soares vinha recebendo críticas ácidas nas redes sociais, mas o que aconteceu ontem deveria ser visto como um divisor de águas.

Um viva para o “rapaz do Jô”!

[UPDATE] O nome dele é Renato Oliveira, uma informação que conseguimos aqui em poucos minutos após a publicação do post (chupa, imprensa!). Deixem uma mensagem de apoio para Renato aqui: https://www.facebook.com/renato.oliveira.9279

Jair Messias Bolsonaro agradece Renato Oliveira em vídeo: https://www.facebook.com/video.php?v=582009535263812

“Em seu programa, Jô repreende rapaz que grita palavras de apoio a Bolsonaro” http://televisao.uol.com.br/noticias/redacao/2014/12/17/em-seu-programa-jo-repreende-rapaz-que-grita-palavras-de-apoio-a-bolsonaro.htm

Tendo em vista os excelentes serviços prestados pelo comediante Jô Soares ao pêtê e aos esforços da esquerda em implantar o comunismo no Brasil segue minha sugestão sobre o programa do Jô:

jo-soares

Eu acuso

jaccuse1919

Sem dúvida, o professor e filósofo Olavo de Carvalho ocupa um lugar de honra no grande movimento de recuperação da dignidade do povo brasileiro que culminará em breve com a derrocada e exclusão na República do governo petista, a primeira de uma longa série de etapas que levarão à total eliminação do câncer petista de nossa sociedade.

Há mais de vinte anos, o prof. Olavo nos alerta dos perigos mortais que se escondem sob o manto da assim chamada “revolução cultural”, nada mais do que a solução gramcista de tomada do poder, baseada na infiltração sutil e na destruição de valores que visa as próprias bases da sociedade: a moral, a ética e a religião.

Já em seus artigos, transcritos em A Nova Era e a Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci[01] de 1994, o primeiro que compõe a trilogia que se completa com O Jardim das Aflições, de 1995, e oO Imbecil ColetiVo, de 1996, temos disponíveis as pérfidas intenções e táticas revolucionárias que tomaram de assalto o imaginário do povo brasileiro a ponto de firmar um distorcido “senso comum”, contra o qual a um bom número de pessoas ainda se calam, temendo ser pejorativamente identificadas como reacionários e conservadores, “senso comum” criado no povo brasileiro, de acordo com a mais pura técnica imaginada e desenvolvida pelo fundador do Partido Comunista Italiano, Antonio Gramsci.

Uma das consequências da cultura gramsciana que vem sendo impingida à opinião pública brasileira por um grupo de “intelectuais” comprometidos com o pensamento marxista que ainda dominam a nossa cultura, é o glamour que esses auto proclamados “intelectuais” dão à contravenção e aos contraventores. Glamour esse distribuído ao público através de nossa literatura, nossa música popular, nosso teatro e nosso cinema. Tal santificação do bandidagem, acompanhada pela demonização da sociedade em geral pelos mentores gramscianos do pensamento único só tem contribuído para maior sofrimento da população e para a impunidade dos verdadeiros criminosos. Tais intelectuais e políticos sociopatas culpam a Sociedade e a responsabilizam pelo comportamento do meliante que trafica, do assassino que mata, e do pervertido que estupra. Afirmam que o criminoso é assim por causa das injustiças da Sociedade e não porque tenha algum grave desvio moral / psicológico.

Comentando um incidente ocorrido depois de noticiada a transferência do líder do PCC (Primeiro Comando da Capital), Marcos Camacho (o Marcola), a matéria OS Gurus do Crime, publicada em 2001 conclui, com palavras que, embora tendo sido escritas em 2001 continuam tão atuais como se estivessem sendo escritas neste exato momento:

  • São culpados da rebelião carcerária todos os que, há cinco décadas, a desejam e a fomentam com seus discursos ideológicos, seja por decisão voluntária ou por cumplicidade sonsa.
  • São culpados todos os que, rejeitando nominalmente esses discursos, se abstêm de combatê-los sob a desculpa infame de que se tornaram inofensivos após a queda do Muro de Berlim.
  • São culpados todos os que, sabendo que doses letais de ódio revolucionário são diariamente injetadas nas cabeças de milhões de crianças brasileiras, nada fazem para desmascarar essa pedagogia do abismo.
  • São culpados todos os que, por comodismo, por paternalismo, por medo de levar na testa rótulos pejorativos, por desejo abjeto de fazer bonito ante o esquerdismo chique, não movem um dedo para impedir que a cultura e a psique da nossa gente seja infectada com os germes dos mais baixos instintos de vingança política, adornados com rótulos edificantes como se fossem a expressão mais alta da moralidade humana.

[01]CARVALHO, OLAVO. A Nova Era e a Revolução Cultural:Fritjof Capra & Antonio Gramsci. 4ª Edição. São Paulo:VIDE Editorial. 2014. ISBN 978-85-67394-26-8.

Uma história americana

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[Re]Pense!

O que nos interessa, a nós brasileiros, às vésperas da Copa e de um SEN-SA-CIO-NAL amistoso entre a nossa auriverde seleção e a Sérvia, o que acontece com nossos “brothers” do norte? Talvez, nada, para os socialistas morenos. Talvez tudo, para quem tem pelo menos um dos 3 olhos BEM abertos (antes que alguém divague para outras plagas, informo que o terceiro olho é aquele que os budistas acreditam que todos temos). Barak Hussein Obama está para os americanos o que Lula está para os brasileiros.

Meus amigos neo-ateus viviam acusando o Prof. Olavo de Carvalho de não gostar do Obama e de “imaginar teorias da conspiração”. O interessante é que era a mesma acusação que faziam com relação à exposição feita pelo filósofo daquele organismo agitador internacional, liderado pelos Castro de Cuba e pelo PT e que é aqui conhecido como Foro de São Paulo que, infelizmente, graças ao completo silêncio da mídia sobre o assunto e à bem sucedida campanha difamatória movida contra o professor pelas esquerdas, provou-se ser, não uma “teoria da conspiração” de um louco, mas um verdadeiro organismo ligado à Internacional Comunista que pretende – e está em vias de conseguir – recuperar na América Latina, o que o comunismo perdeu no leste europeu.

Bem, os brasileiros acreditaram nos socialistas e na mídia chapa branca, vendida. Em resultado estamos penando e, se nada for feito com urgência, em breve, muito breve, estaremos, como os nossos “hermanos” venezuelanos e argentinos, comendo o pão que o diabo (literalmente) está amassando.

Aos americanos ainda resta a possibilidade de acreditar que o Professor Olavo não está sonhando “Teorias da Conspiração”, ou, caso prefiram, agir como os brasileiros e se descobrir, um dia lutando desesperadamente para manter o mínimo de liberdade que os socialistas ainda não teriam conseguido destruir. Será que o povo americano vai agir? Ou vai “pagar para ver”?

Mas, voltando à pergunta do primeiro parágrafo, o que nos interessa o que está acontecendo lá, acima do Equador? Não pode ser pelo mero acaso que lá, como cá, estejam acontecendo exatamente as mesmas coisas, resultado das mesmas ações, perpetradas pelos mesmos atores: mídia, midiáticos, acadêmicos e políticos.

Segue transcrição da matéria!

Do Enigma ao Desastre

Os historiadores do futuro, se houver futuro, talvez nos dêem a solução do maior enigma político de todos os tempos. Por enquanto, tudo são névoas e perguntas sem respostas. Um homem que veio não se sabe de onde, que nunca teve um emprego fixo, que pagou seus estudos nas universidades mais caras com dinheiro de fonte misteriosa, que trocou de nome pelo menos quatro vezes, que nunca exibiu um só documento de identidade válido mas apresentou pelo menos três falsificados, que tem uma história de vida toda repleta de episódios suspeitos e passou anos em companhia íntima de gangsters e terroristas, um dia se elegeu senador pelo Estado de Illinois e, depois de apenas alguns meses de experiência política – se é que se pode chamar de experiência a ausência na maioria das sessões –, foi guindado à presidência da nação mais poderosa do globo sob aplausos gerais, despertando em centenas de milhões de eleitores a maior onda de esperanças messiânicas de que se tem notícia desde Lênin, Mussolini, Stálin, Hitler e Mao Dzedong. Decorridos seis anos de administração indescritivelmente desastrosa, continua no posto, impávido colosso, sem que ninguém possa investigar as zonas obscuras da sua biografia sem ser xingado de tudo quanto é nome pelos maiores jornais do país, bem como pela elite dos dois partidos, Democrata e Republicano. Aparentemente a obrigação mais incontornável do eleitor americano hoje em dia é deixar-se governar sem perguntar por quem, e fazendo de conta que tudo está perfeitamente normal.

Uma vez persuadido a acomodar-se a essa situação, sob pena de tornar-se um inimigo público, o cidadão está pronto para aceitar silencioso e cabisbaixo qualquer decisão que venha do governo, por absurda, imoral e inconstitucional que seja.

A última foi essa incrível troca de cinco dos mais temíveis líderes do Taliban por um soldadinho desertor – sem consulta ao Senado, é claro, o que soma à injúria o insulto.

Mas antes disso o número e a gravidade dos crimes do presidente já haviam ultrapassado as mais tétricas especulações futuristas: duplicou a dívida nacional que prometera reduzir, desmantelou o sistema de saúde para colocar em seu lugar a fraude monumental do Obamacare, pressionou hospitais religiosos para que realizassem abortos, entregou armas a traficantes mexicanos e terroristas sírios, encheu de dinheiro estatal firmas falidas de seus amigos e contribuintes de campanha, desmoralizou o dólar, estragou as relações diplomáticas com Israel, fez mil e um discursos culpando os EUA de tudo quanto acontece de mau no mundo, teve dezenas de encontros secretos com membros e parceiros da Fraternidade Muçulmana, usou o imposto de renda para perseguir inimigos políticos, instalou um monstruoso sistema de espionagem interna para chantagear jornalistas, incentivou o quanto pôde o ódio racial, armou a polícia civil com equipamentos de guerra para aterrorizar cidadãos desarmados, acabou com a liderança americana no mundo, recusou socorro a um embaixador cercado por terroristas e, depois que ele foi assassinado, tentou enganar o país inteiro com a historinha ridícula de que foi tudo culpa de um vídeo do youtube. Nesse ínterim, tirou mais férias, deu mais festas e jogou mais partidas de golfe do qualquer dos seus antecessores, além de faltar sistematicamente ao briefing diário com seus assessores. Nas horas vagas, sua esposa se dedicava a uma campanha altamente humanitária para que as crianças comessem mais nabos e menos batatinhas fritas, provocando a ira da população infantil.

A sucessão de ações maldosas e antipatrióticas, entremeada aqui e ali de futilidades obscenas, é tão incessante, tão coerente, que toda tentativa de explicá-la pela mera incompetência vai contra o mais mínimo senso de verossimilhança. Como escreveu Eileen F. Toplansky no último número do American Thinker, o homem não é um fracasso: é um sucesso. Sucesso num empreendimento frio e calculado de destruição do país (v. http://www.americanthinker.com/2014/05/a_most_successful_president.html).

Se, a despeito disso, ele continua blindado e inatingível, é porque a Constituição e as leis foram desativadas, sendo substituídas por um novo princípio de ordem: a autoridade da grande mídia, aliada à força de intimidação de uma vasta rede de colaboradores dispostos a tudo e amparada em corporações bilionárias interessadas em remover os EUA do caminho do governo mundial.

O Sistema americano, em suma, já não é mais o mesmo, e a restauração do antigo, se for possível, levará décadas. A obra de devastação foi muito além dos seus efeitos políticos imediatos: mudou o quadro inteiro da autoconsciência americana, fez da grande potência um país doente e aleijado, incapaz de reagir às mais brutais agressões psicológicas. Incapaz até mesmo de escandalizar-se.

A passagem de Barack Hussein Obama pela presidência é o acontecimento mais desastroso que já se abateu sobre os EUA desde o bombardeio de Pearl Harbor.

Publicado no Diário do Comércio.

www.olavodecarvalho.org

Origem: Mídia Sem Máscara
Autor: Olavo de Carvalho
Título original: Do enigma ao desastre
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/15241-do-enigma-ao-desastre.html
Acesso em: 06 jun 2014

Feliz aniversário – Olavo de Carvalho!

bolo-de-aniversário

No campo das ideias a maior influência que tive em minha vida, sem dúvida, foi o Professor e Filósofo Olavo de Carvalho. Só o conheço através de seus livros (principalmente) e seus vídeos e cursos na Internet. Sou aluno (meio relapso, é verdade) de seu Curso de Filosofia, mas acompanho como posso conforme me permite o tempo disponível. Ao mesmo tempo, compreendo que o Curso não é para pessoas como eu, com 65 anos de vida. O prof. Olavo tem o objetivo muito bem sucedido, de treinar os nossos jovens, tão carentes de verdadeira educação, considerando os centros de divulgação da religião Marxista em que se tornaram as nossas Universidades e no sacerdócio praticado pelos professores universitários, mais empenhados em catequizá-los do que lhes municiar de ferramentas que permitam analisar por si mesmos onde está a verdade dos fatos, que deveria ser o verdadeiro papel das Universidades.

Felipe Moura Brasil, sem dúvida o mais completo e melhor exemplo disponível de jovem educado pelo professor Olavo publicou em 30/04 p.p. matéria festejando os 67 anos completados pelo ilustre filósofo em 29 de abril.

Se quisesse homenagear o professor dificilmente escreveria mais e melhor do que o jovem Felipe de quem transcrevo matéria (apenas o texto com as referências) a seguir, postada na página que mantém no sítio da revista Veja:

ALERTA: Este é um texto longo (ocupou no rascunho que preservo, mais de 13 páginas tamanho A4, com fonte Times New Rome de 11 pontos. Portanto o ideal é imprimi-lo (de preferência do sítio do Felipe Moura Brasil) e deixar para ler à noite, nos feriados ou fins de semana, na praia, no campo, na varanda de casa, no jardim, no “play” enquanto toma conta das crianças ou de cima da laje.

Não importa de onde mas leia o texto e, principalmente, consulte os links: são muito reveladores.

Boa leitura!

Autor: Felipe Moura Brasil
Título: Olavo tem razão. Parabéns, professor
Publicado em: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/04/30/olavo-tem-razao-parabens-professor/
Acesso em: 01 maio 2014

Olavo tem razão. Parabéns, professor Olavo de Carvalho

Olavo de Carvalho completou 67 anos nesta terça-feira, 29 de abril, o dia em que comemorei o recorde de 1.217.590 visitas que meu blog recebeu na véspera. Isto seria impossível – tanto o espaço que ocupo hoje quanto o recorde – se não existisse a obra do maior educador brasileiro vivo (e, por isso mesmo, o mais odiado e difamado do país), que facilitou a minha compreensão da cultura ambiente e apontou o caminho para que me elevasse acima dela.

Na grande imprensa, que se derrama anualmente por qualquer Chico Buarque da patota, não houve nem uma palavra sobre o seu aniversário, é claro. Nas redes sociais, dezenas de milhares de leitores e alunos lhe prestaram a merecida homenagem, ainda que ele cisme em dizer: “Isto é muito mais do que mereço”, com o que seus “críticos” decerto concordam.

Falar em críticos de Olavo de Carvalho sem aspas é impossível, porque só o que há – para além dos ingratos vaidosos que aprenderam com ele, mas fingem ter descoberto tudo sozinhos – são militantes do anti-olavismo, que nunca leram um livro sequer do autor, muito menos escreveram uma crítica ou têm uma obra própria a apresentar, mas se julgam aptos para condenar a sua pessoa, o seu pensamento e os seus alunos, como se estes nunca tivessem estudado mais nada senão a sua obra mesma – e como se esta não levasse a outras milhares.

Para que os incautos não caiam no engodo desses impostores cínicos (como os que comentarão no seu compartilhamento, leitor), e para que uma nova geração de jornalistas crie vergonha na cara ao menos durante esses 3 anos até Olavo completar 70, faço aqui um resuminho educativo, incluindo (no item VI) o prefácio que escrevi para o seu best seller, idealizado e organizado por mim, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, um dos livros mais vendidos do Brasil em 2013 e 2014.

Só os idiotas, de fato, não sabem ainda que #OlavoTemRazão.

Parabéns, professor. A minha gratidão é eterna como o seu legado.

I. OS ADMIRADORES:

Admiro Olavo de Carvalho não apenas pelo alto valor de sua obra intelectual, que inclui livros importantes sobre a filosofia aristotélica, sobre o relacionamento entre Epicuro e Marx e sobre a ‘revolução cultural’ provocada por Gramsci, mas também pelo vigor polêmico com que está enfrentando o que ele mesmo classifica como as ‘atualidades inculturais brasileiras’.”
J. O. DE MEIRA PENNA

“Temível inteligência e imbatível domínio filosófico.”
ÂNGELO MONTEIRO

“Olavo de Carvalho vai aos filósofos que fizeram a tradição ocidental de pensamento, dando ao leitor jovem a oportunidade de atravessar esses clássicos.”
PAULO FRANCIS

“Estupendo. Sua obra tem como que o sopro de uma epopéia da palavra, a palavra destemidamente lúcida e generosamente insurgente, rebelde e justa, brava e exata.”
HERBERTO SALES

“De reconhecida competência na área da filosofia, tem obtido grande sucesso tanto em suas pesquisas como no trato com seus alunos.”
JORGE AMADO

“Curiosamente, [Otto Maria] Carpeaux e Olavo [de Carvalho] não se conheceram. Um dos desencontros que eu considero mais cruéis do destino, uma vez que os dois, guardadas as posições radicalmente pessoais de cada um, tinham um approach idêntico da condição humana. Até mesmo na capacidade da exaltação e da polêmica. De minha parte, considero-me redimido por encontrar na presente edição das obras de Carpeaux o sonho que persegui durante anos mas para a qual não tive tempo e competência para realizá-lo.”
CARLOS HEITOR CONY

“Inexaurível erudição e incontornável honestidade intelectual… O clarim de uma adiada e temida ressurreição da independência crítico-filosófica da nação.”
BRUNO TOLENTINO

“Filósofo de grande erudição.”
ROBERTO CAMPOS

“Olavo de Carvalho leva-nos mais longe na busca pela sabedoria, salientando que não esquecer nossa condição mortal é o ponto de partida da investigação metafísica. Aqui, ele ultrapassa a filosofia – e assemelha-se aos mestres da espiritualidade monástica, que recomendam a reflexão sobre a própria morte para curar uma das mais nocivas doenças da alma: a acídia.”
RODRIGO GURGEL

*****
Mas não foi desses renomados intelectuais brasileiros o elogio favorito do filósofo:

“O maior elogio que já recebi na vida foi quando dei trinta reais a um mendigo negão no Rio de Janeiro. Ele olhou as notas com ar incrédulo e me chamou de CB: Çangue Bão. Vale por um Prêmio Nobel.” (O. de C.)

Veja também a lista mais completa:

– Alguns admiradores e detratores do Olavo de Carvalho. Comparem o nível.

Imperdível também as notas do autor sobre admiração – “um sentimento que se tornou raro e quase proibitivo no Brasil dos últimos anos” e que os idiotas confundem com puxa-saquismo.

II. OBRAS DE OLAVO DE CARVALHO

Em 26 de agosto de 2013, Olavo postou no Facebook a seguinte introdução à lista de seus livros, trabalhos editoriais, vídeos e cursos, que segue no link abaixo:

MODESTA CONTRIBUIÇÃO À EDUCAÇÃO DOS MEUS CRÍTICOS

Como determinados sujeitos adquiriram o hábito de condenar integralmente a minha obra com base em dois ou três programas de rádio que ouviram e um ou dois artigos de mídia que leram, forneço aqui uma breve lista dos meus trabalhos, a qual, embora ainda incompleta, lhes dará os recursos essenciais para que, conhecendo o meu pensamento com base documental suficiente, possam, com aquela pujança intelectual que os caracteriza, demoli-lo, desmascará-lo, reduzi-lo a pó num estalar de dedos e brilhar ante seus queridos aluninhos e devotas leitoras para todo o sempre. Peço aos visitantes desta página que, quando lerem por aí análises profundíssimas da minha pessoa e obra como aquelas que me dedicaram os srs. Apanhman, Bostone, Pirula, Poeteu e tutti quanti, sem contar outros mais conhecidos nos meios universitários e jornalísticos, enviem cópias desta lista aos autores de tais maravilhas, para reforçá-los naquele sentimento de domínio absoluto do assunto, que os levou a escrever o que escreveram.

VER A LISTA DAS OBRAS (até fim de 2013) – AQUI.

III. O ANTI-OLAVISMO

Organizei abaixo algumas respostas de Olavo de Carvalho às vigarices da militância:

1) Teses fundamentais

Em 16 de janeiro:

Teses fundamentais da filosofia do Olavo de Carvalho, refutadas e reduzidas a pó por Frank Jaava, Pirula, Maestro Bogs, Punheteu, Paulo Ghiraldelli, Eli Vieira e uma plêiade de outros doutores em filosofia internacionalmente reconhecidos:

1. A Pepsi faz adoçante com fetos abortados.
2. O Sol gira em torno da Terra.
3. O destino está nos astros, ligue já!
4. O petróleo não é combustível fóssil.
5. Cigarro não faz mal à saúde.
6. Lula é comunista.
7. Tudo neste mundo é decidido por meia dúzia de conspiradores.

Depois disso, que resta da obra desse astrólogo embusteiro metido a filósofo? Nada, picas, p@*** nenhuma. O homem está destruído, acabado, f****inho da silva. Só quem o leva a sério são jovens semi-analfabetos, olavettes que o idolatram e o obedecem cegamente.

2) Truques

Em 15 de janeiro:

É a mesma coisa de sempre: pepsi-cola, geocentrismo, cigarros, astrologia. Esse sujeito diz que leu, mas não leu nada, apenas reuniu várias críticas youtubísticas, todas baseadas nos mesmos truques de dar sentido absoluto a afirmações relativas, inflar hiperbolicamente o que eu disse ou negar fatos só porque parecem estranhos aos ouvidos de quem não os conhece. Vejam e dêem sua opinião livremente, like it or hate it.

Em 16 de janeiro:

Os anti-olavistas em atividade não têm a mínima idéia do que se passa no debate científico internacional e por isso não sabem que as leis científicas que aprenderam no ginásio continuam sendo discutidas, contestadas e aperfeiçoadas no mundo civilizado. Imaginam que elas são verdades definitivas das quais só um louco ousaria duvidar. Para complicar mais as coisas, eles não conhecem duas regras elementares de lógica, segundo as quais (1) negar uma afirmação não é afirmar a sua oposta e (2) negar as provas de uma afirmação não é negar a afirmação mesma. Assim, pois, se digo que não há provas cabais do heliocentrismo e que a questão continua em discussão, concluem que estou defendendo o geocentrismo e, pior, fazendo-o contra todo o consenso cientítico atual. E, se digo que a teoria de Newton se baseia em premissas metafísicas que em si mesmas são impossíveis de provar (espaço e tempo absolutos), concluem que “refutei a lei da gravidade” e que portanto sou um doido. Soma-se a isso a compulsão irresistível de dar sentido absoluto a afirmações relativas, ou de atribuir a mim a autoria de notícias que simplesmente retransmiti de passagem, e tem-se então o panorama completo da mentalidade anti-olavista, ela mesma, talvez, o mais nítido sintoma da estupidez nacional.

OBS: Uma resposta à difamação sobre a Pepsi pode ser vista neste vídeo.

3) Astrólogos

Em 5 de novembro de 2013:

Trabalhei de astrólogo por dois anos, entre 1978 e 1980. Por achar que a técnica astrológica, embora não totalmente desprovida de valor, não entregava os bens que prometia, larguei a profissão há 33 anos. Daí as Genizahs e os Ghiraldellis tiram a conclusão altamente científica: “Olavo de Carvalho não é filósofo, é astrólogo.” Com muito mais razão, tendo em vista o maior tempo de prática, deveriam concluir também que:

Fernando Pessoa [foto 1] não foi poeta, foi astrólogo.
Henry Miller [foto 2] não foi escritor, foi astrólogo.
Johannes Kepler não foi astrônomo, foi astrólogo.
Carl G. Jung não foi psiquiatra, foi astrólogo.
Sto. Alberto Magno não foi frade nem filósofo, foi astrólogo.
Mohieddin Ibn ‘Arabi não foi filósofo, foi astrólogo.
Francis Bacon não foi filósofo, foi astrólogo.
Roger Bacon não foi frade nem cientista, foi astrólogo.
Giordano Bruno não foi filósofo, foi astrólogo.
Tommaso Campanella não foi escritor, foi astrólogo.
Geoffrey Chaucer não foi escritor, foi astrólogo.
Nicolau Copérnico não foi astrônomo, foi astrólogo.
William Drummond não foi poeta, foi astrólogo.
Abraham Ibn Ezra não foi rabino nem filósofo, foi astrólogo..
Marsilio Ficino não foi filósofo, foi astrólogo.
Philip Melanchton não foi teólogo protestante, foi astrólogo.
Galileu Galilei não foi matemático, foi astrólogo.
Hipócrates não foi médico, foi astrólogo.
André Breton não foi poeta, foi astrólogo.
Raimundo Lulio não foi filósofo, foi astrólogo.
John Napier não foi matemático, foi astrólogo.
Carl von Reichenbach não foi químico, foi astrólogo.
O Papa Silvestre II não foi papa, foi astrólogo.
William Butler Yeats não foi poeta, foi astrólogo.

E assim por diante. A erudição dos meus críticos me deslumbra cada vez mais.

4) Erros

Em 6 de setembro de 2013, respondendo àqueles que usam erros banais de detalhe para invalidar a obra inteira e desmerecer o autor:

Aristóteles escreveu que as mulheres têm mais dentes que os homens. Se fosse brasileiro, haveria mil pirulas em cada esquina para zombar: Filósofo? Ha-Ha-Haaaaaaaa!

5) Anti-Olavettes

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V. COMO SUPERAR OLAVO DE CARVALHO (segundo ele mesmo)


§ 1: Se você está tão ansioso para superar o Olavo de Carvalho, é fácil:

(1) Escreva dezesseis livros melhores que os dele, sem contar milhares de artigos de jornal não recolhidos em livros, e mais 20 mil páginas de aulas transcritas;

(2) Eduque alguns milhares de pessoas;

(3) Fure, sozinho, o bloqueio esquerdista na mídia e abra espaço para dezenas de opinadores dissidentes que antes não tinham a menor chance;

(4) Introduza na cultura do seu país algumas centenas de autores e livros indispensáveis, até então amplamente desconhecidos no meio editorial, acadêmico e jornalístico nacional;

(5) Produza, ao longo de décadas, análises políticas com previsões acertadas, em assuntos onde todo mundo errava;

(6) Escreva num estilo tal que mereça aplausos de escritores do porte de um Josué Montello, de um Herberto Sales, de um Antonio Olinto, de um Jorge Amado.

(7) Sem nunca ter feito um curso universitário, receba convites para dar conferências na Unesco, na Universidade Georgetown, na Atlas Foundation, no Unilog, no Hudson Institute e em mais não sei quantas instituições culturais e acadêmicas internacionais;

(8) Obtenha do governo dos EUA um certificado de que você é autor de uma obra literária e filosófica de valor internacional, habilitado portanto a receber um visto de permanência em razão das contribuições relevantes que possa fazer à cultura americana. Feito isso, cante vitória. Eu serei o primeiro a aplaudi-lo.

§ 2: Em qualquer campo da atividade humana, para superar alguém você tem de CONCORRER com ele na mesma atividade em que ele se destacou. Se é futebol, você tem de jogar futebol. Se é música, você tem de tocar música. Entendeu ou quer que eu desenhe? Se você quer, portanto, superar alguém que se destacou como escritor, filósofo, jornalista e educador (e – a pedidos – “até astrólogo”), você tem de começar a concorrer com ele nesses campos, criando uma obra de escritor, filósofo, jornalista e educador (“e até astrólogo”). A pergunta, então, é: Quando vai começar? Se tudo o que você faz é falar mal do sujeito e pentelhá-lo com mensagens ranhetas no Facebook, você não está concorrendo com ele de maneira alguma, e não poderá superá-lo JAMAIS. Você não está atuando no campo dele e sim no da PENTELHAÇÃO, onde ele não se destacou no mais mínimo que fosse e no qual dificilmente ele desejará concorrer com você.

§ 3: Ninguém jamais construiu uma obra notável em qualquer área de atividade movido pelo desejo de superar alguém. Se você entra em campo com essa idéia, em vez de tentar prestar ao distinto público algum serviço que ele considere relevante, o distinto público não vai lhe prestar a mais mínima atenção, porque só quem está interessado em alardear que você é maior do que fulano ou beltrano é você mesmo e, na mais generosa das hipóteses, talvez a sua mãezinha.

§ 4: Se você está tão interessado em superar fulano ou beltrano, tudo o que você faz é em função dele e não de algum objetivo próprio e distinto. Você não terá portanto nenhuma existência própria e nunca passará de uma sombra, apêndice ou até caricatura daquele a quem deseja superar. Beethoven não se tornou Beethoven porque desejasse superar Haydn, mas porque desejava compor as músicas de Beethoven. Quando você vai parar de pensar no Olavo de Carvalho e começar a pensar no que quer fazer da sua porca vida?

§ 5: Lamento plagiar a Campanha da Fraternidade, mas, de fato, só o amor constrói. Pare de encher o saco e comece a fazer alguma coisa boa, ok?

V. ENTREVISTA DE OLAVO DE CARVALHO A GUILHERME MACALOSSI

Trecho:

“Se o sujeito está seriamente desconfiado de que ele é um idiota, e em geral tem razão, então ele tem motivos para se sentir ofendido pelo título [do livro “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”]. Agora: a mim, se me oferecem uma chance para deixar de ser um idiota, eu agarro essa chance com muita gratidão, como tive essa chance muitas vezes na vida. A idiotice é o destino do ser humano. Ninguém nasce sabendo. E nós, desde que nascemos, nós vivemos situações que são infinitamente mais complexas do que a nossa inteligência pode alcançar. Então estamos sempre sendo atropelados pela complexidade dos fatos. Então a idiotice é uma espécie de destino, é difícil escapar disso. Se alguém lhe oferece uma chance, estende uma corda quando você está se afogando, você tem que ficar grato em vez de ficar ofendido.”

Em outra ocasião, aliás, Olavo já sentenciou:

“A facilidade de sentir-se ofendido é sinal de mesquinharia.”

VI. PREFÁCIO DE FELIPE MOURA BRASIL PARA O BEST SELLER “O MÍNIMO QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA“

O mínimo que você precisa saber sobre a idiotice, o autor e o livro

A idiotice

“Em grego, idios quer dizer ‘o mesmo’.
Idiotes, de onde veio o nosso termo ‘idiota’,
é o sujeito que nada enxerga além dele mesmo,
que julga tudo pela sua própria pequenez.”
Olavo de Carvalho

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Você conhece pessoalmente algum idiota?

Só de ler a pergunta, talvez já lhe tenham vindo um ou dois à cabeça. Eu mesmo, enquanto escrevo, estou pensando em vários. Quem não conhece, não é? Que os idiotas estão por aí, creio estarmos todos de acordo (você, eu, Platão, Sertillanges, Nelson Rodrigues — um timaço, o nosso). Vou passar para a próxima pergunta.

O que você realmente faz para não ser um idiota, nem ser feito de idiota?

Bom, talvez esta seja um pouquinho mais difícil. Talvez você precise de um momento de reflexão e autoanálise. Se quiser, pode desviar os olhos do livro (eu costumo olhar para os pés) e pensar por mais alguns segundos em suas atividades anti-idiotice. Pensou?

Agora confesse: você já se fez essa pergunta antes? Sim? Não? Inconscientemente? Formulada de outra maneira? Ok. Mas alguma vez, ou agora, você respondeu a si mesmo, por exemplo, que estuda as estratégias dos canalhas? Seus métodos? Suas técnicas de manipulação? Suas ocultações? Seu legado no ambiente cultural?

Diga-me: como você pretende não ser um idiota, nem ser feito de idiota, se você pouco ou nada sabe sobre a história e os avanços da canalhice? Sim: os avanços. A canalhice é a ciência mais avançada do mundo atual— opera em escala global, inclusive — e o seu resultado é justamente a multiplicação de idiotas que jamais se dão conta de sê-lo.

Lembre-se:
Os pequenos canalhas se aproveitam da idiotice pronta. Os grandes a fabricam.

Nelson Rodrigues já alertava: “O mundo só se tornou viável porque antigamente as nossas leis, a nossa moral, a nossa conduta eram regidas pelos melhores. Agora a gente tem a impressão de que são os canalhas que estão fazendo a nossa vida, os nossos costumes, as nossas ideias. Ou são os canalhas ou são os imbecis, e eu não sei dizer o que é pior. Porque você sabe que são milhões de imbecis para dez sujeitos formidáveis.”

Se estou chamando você de idiota? Claro que não. Estou convidando você a escapar desse estado, ainda que futuro, conhecendo para isso, entre outras coisas, a influência de canalhas (ou imbecis) sobre “a nossa vida, os nossos costumes, as nossas ideias”, “as nossas leis, a nossa moral, a nossa conduta”, através da obra de um (hum) sujeito formidável, que vale por dez. Estou convidando você a enxergar não além, mas muito além do seu umbigo (e em benefício dele), ampliando a sua imaginação para conceber uma realidade infinitamente mais complexa (embora aqui mastigadinha, como se pode ver pelo índice) do que qualquer idiota supõe existir.

É melhor ser persuadido do que ser manipulado.

“Ninguém, hoje em dia”, escreve Olavo de Carvalho, “pode se dizer um cidadão livre e responsável, apto a votar e a discutir como gente grande, se não está informado das técnicas de manipulação da linguagem e da consciência, que certas forças políticas usam para ludibriá-lo, numa agressão mortal à democracia e à liberdade.”

Em outras palavras:
Você não precisa ser um gênio. Mas convém descobrir qual é “O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”.

O autor

É um grande sinal de mediocridade elogiar sempre moderadamente.
(Leibniz)

Olavo de Carvalho é uma inteligência demolidora.

Você vem com a frase feita, ele vem com a britadeira. Você vem com o reflexo condicionado, ele vem com o tratamento de choque. Você vem com o senso comum, ele vem com a história universal.

Para cada ideia compactada em slogan, ele tem um unzip terapêutico. Para cada cretinice repetida pelo processo inconsciente de copy and paste, ele tem um arsenal de rastreadores que localizam a fraude na origem, não sem revelar o seu percurso.

Como um educador de verdade, Olavo dinamita o mal que paralisa a sua inteligência e oferece as ferramentas com as quais você pode erguê-la, deixando claro que não fará isso por você, porque a educação é uma conquista pessoal.

“Educação”, ensina ele, “vem de ex ducere, que significa levar para fora”, exatamente o contrário do que se costuma fazer no Brasil, onde o simples diálogo entre pessoas de áreas profissionais ou “tribos” distintas tornou-se, senão impossível, no mínimo deprimente.

Se as universidades formam habitantes de cada departamento, Olavo orienta você a ser um habitante da cultura. Se as escolas fabricam um exército de militantes, Olavo indica o caminho para voltar a ser gente, de preferência madura. Se a mídia encobre a realidade com eufemismos, Olavo alfabetiza você de novo, chamando as coisas pelo nome, doa a quem doer. Se o empresariado dá provas de ódio ao conhecimento, Olavo dá receitas de como alcançá-lo, incutindo ao mesmo tempo este desejo. Se o ambiente visual urbano torna o essencial indiscernível do irrelevante, Olavo conduz você pela selva, enquanto vai ordenando o caos. Se o acesso a lazeres e prazeres ilimitados infunde nas pessoas um sentimento de culpa traiçoeiro, Olavo mostra com quantos sacrifícios se restitui a sanidade, em prol de uma felicidade duradoura.

Tudo com o mais autêntico bom humor. Tudo com o mais envolvente dos estilos.

Seja em livros, artigos de jornal, apostilas de curso, aulas, vídeos ou programas de rádio, Olavo une a linguagem popular à alta cultura, no todo e nas partes, variando apenas, de acordo com o formato, a intensidade de cada uma, mas sempre com o poder de educar e divertir ao mesmo tempo os seus milhares de leitores, ouvintes e alunos, e com a coragem de expor ao ridículo a quadrilha de “intelectuais” que corrompe o país.

É um homem de fé, sem dúvida. “A fé”, dizia José Ingenieros, “se confirma no choque com as opiniões contrárias; o fanatismo teme vacilar diante delas e intenta afogá-las, enquanto agonizam suas velhas crenças”. Incapazes de manter suas ideias de pé no choque com as opiniões e argumentações demolidoras de Olavo, seus adversários tentam afogá-las, marginalizá-las e xingá-las — não raro fingindo-se alvos de insultos injustificados ou afetando superioridade à base de risadinhas — no intuito de afastar o público do mais breve contato com o autor.

Se você quiser obedecer ao comando e maldizê-lo sem ler ou fugir, fique à vontade.

Olavo de Carvalho não é para frouxos.

O livro

Regra: a busca da perfeição não é nada se não for inseparável da necessidade de difundir todo o bem que se possui.
(Louis Lavelle)

Este livro é fruto espontâneo dos meus estudos da obra de Olavo de Carvalho e da necessidade incontornável de divulgá-la aos amigos, parentes, leitores e brasileiros em geral, da maneira que julgo mais objetiva, educativa e contundente para despertar suas inteligências e orientá-los em questões fundamentais da existência e da convivência humanas, sem deixar de mostrar como o ambiente cultural do país e a canalhice global interferem em cada uma.

Dado o abismo cada vez maior entre o universo midiático-educacional e a realidade, e portanto entre o povo exposto às classes falantes e os verdadeiros sábios, as recomendações de leituras esparsas via e-mail ou link nas redes sociais, muito embora importantes, não me pareciam suficientes para cumprir estes objetivos, de modo que tratei de montar um material ao mesmo tempo consistente e abrangente que eu pudesse atirar no colo das pessoas ao meu redor, sobretudo as mais dispostas a discutir o que não estudaram, e dizer:

“Toma. Sem isto aqui, não dá nem para começar a conversar.”

Sim. É verdade que Olavo de Carvalho publicou outros livros extraordinários, que também devem ser lidos por quem queira avançar na vida intelectual, mas nenhum deles facilita tanto a vida do leitor comum — leigo ou iniciante em assuntos políticos e técnicas filosóficas — quanto este, do qual só não se pode dizer que o pega pela mão porque seria mais correto dizer que o pega pela orelha, não sem lhe dar umas boas e merecidas palmadas por ter vivido tanto tempo como um bichinho, sem saber que diabos está acontecendo.

Se “a suprema alegria de um professor (…) é a de poder abrir a seus alunos um horizonte bem maior que a circunferência de um prato de lentilhas”, a do organizador de sua obra é torná-la ainda mais atraente e acessível ao grande público, em prol da formação de uma elite pensante não apenas capaz de distinguir um prato de lentilhas de todo o legado da cultura universal, mas também de perceber que a absorção deste último pode ser bem mais nutritiva.

Em busca deste resultado, nada mais natural do que recorrer aos artigos jornalísticos de Olavo de Carvalho, chamarizes instigantes de uma obra quase inabarcável e sob o impacto dos quais muitos de seus leitores — os menos frouxos, modéstia à parte — saem em busca de suas aulas, descobrindo, então, as dimensões infinitamente maiores da sabedoria do filósofo — para muito além, é claro, da caricatura que dele fazem seus adversários políticos e do próprio rótulo de “polemista”, quase sempre usado no Brasil para rebaixar quem exibe provas, documentos e análises lógicas irrefutáveis a um nível igual ou inferior ao daqueles que fazem discurso histérico-militante.

Na maior parte dos casos, a polêmica está nos olhos de quem não lê.

Este livro, no entanto, não é uma simples compilação de artigos, mas sim uma compilação de temas essenciais — todos eles renegados à obscuridade no país —, sobre os quais os artigos vêm lançar luz, importando para a seleção menos a data e o veículo em que foram publicados do que o potencial de cada um em iluminar esses temas, ainda que, em favor da abrangência, eu tenha priorizado os mais sintéticos entre os milhares que reli ou descobri durante este trabalho, enquanto me perdia, como tantos leitores, ouvintes e alunos, nas páginas virtuais do site de Olavo de Carvalho.

Tratei, pois, não apenas de organizar aquele empilhamento sem fim de textos, mas de resgatar na obra jornalística recente e antiga do autor o que ela tem de atemporal, de ferramenta útil à compreensão da realidade em outras circunstâncias para além daquelas das quais cada texto emergiu, não sem a intenção de exemplificar o quanto o jornal também é, ou deveria ser, um espaço para análises capazes de sobreviver ao tempo — e até de prever, com acerto, uma infinidade de acontecimentos —, sendo bem mais do que o simples comentário das notícias da semana. Não é porque a notícia envelhece, afinal, que a reflexão correspondente deve envelhecer junto.

Se há (e garanto: como há!) uma dificuldade em agrupar textos de Olavo de Carvalho por temas para fins editorais, isto se deve não à obsolescência deles, mas, pelo contrário, ao fato de o autor buscar sempre a unidade por trás das manifestações isoladas e os fundamentos por trás das discussões públicas, o que torna cada texto seu um amálgama (duradouro) dos elementos mais díspares, entre os quais só um organizador irresponsável (ou obsessivo) como eu ousaria procurar um fio condutor interno e comum a outros textos, capaz de justificar o nome e a composição de capítulos e seções — uma raridade compreensível, aliás, em seus livros, cujas seleções costumam ser justificadas apenas pelo título geral da obra e limitadas aos artigos recentes.

De todo modo, como os textos de Olavo de Carvalho são sobre tudo e mais alguma coisa, cada capítulo deste livro contém um tanto dos temas de outros; e, portanto, nenhum se esgota em si mesmo, mas sim fornece a base mínima para a compreensão dos demais. Por exemplo: como falar de Cultura sem falar de Conhecimento? Pior: como falar de Obama sem falar de Mídia, Ocultação e Manipulação? No entanto, há seções ou capítulos isolados com cada um (ou dois) desses nomes, podendo o leitor recorrer às suas especificidades para entender melhor o todo, sem deixar de ter alguma visão do todo dentro de cada um.

Se seguir a ordem é importante? Sim e não. Ela tem decerto um propósito, qual seja, o de guiar o leitor a partir das questões individuais de formação da personalidade, de busca da sinceridade, do sentido da vida e do conhecimento, de obtenção enfim das ferramentas mentais e morais necessárias para não ser um idiota, para depois introduzi-lo gradativamente (ou violentamente, dependendo do caso) em problemas culturais, sociais, políticos e intelectuais, cujos efeitos sobre a sua visão de mundo, a sua psique e as suas ações são bem maiores do que ele (você?) talvez imaginasse antes.

Por viver no Rio de Janeiro (e no facebook), entre inúmeras pessoas que só de ouvir a palavra “política” saem correndo desinteressadas do que quer que se diga depois, quisera eu ter empurrado para o fim — ou para fora — deste livro as partes referentes a ela, mas a culpa não é minha nem de Olavo de Carvalho se a politização de tudo, da linguagem à vida humana, foi e é instrumento e causa da idiotização geral, da qual já não se pode escapar sem entender minimamente a atuação dos grupos que disputam ou monopolizam o poder, manipulando e demolindo as consciências. Se o capítulo Revolução, portanto, vem antes de Educação, Religião e Linguagem, por exemplo, é porque já não se pode compreender o estado destas sem compreender o estágio daquela.

Contudo, convém ressaltar: este é um livro educativo; não didático. O leitor seguramente encontrará pelo caminho referências a questões que só serão examinadas em detalhe mais adiante — ou mesmo fora do livro, posto que seu objetivo também é servir de convite à obra do autor —, de modo que pode usar e abusar da liberdade de escolher a sua própria ordem de leitura e até os temas de sua predileção, como se estivesse diante de uma minienciclopédia carvalheana, eterna fonte de consultas para esclarecimentos variados.

Se, em vez de encher o índice de descrições, usei apenas uma palavra (Vocação; Inveja; Democracia) para nomear os capítulos, e uma ou duas — ora em par (como Analfabetismo & Glória; História & Besteirol), ora em oposição (como Sociedade x Culpa; Revolucionários x Mundo Melhor) — para as seções, não é (só) porque sofro de TOC literário (e você não imagina com que dor me rendi ao famigerado “Mundo Melhor”, composto por abomináveis duas palavrinhas em vez de uma), nem (só) porque quero atrair o maior número de leitores, mas pelo simples fato de que, salvo algum novo padrão revolucionário de conduta, ninguém vai a um restaurante (nem a um bordel, soprou-me o diabo) para comer o cardápio. Quanto mais preciso e visual ele for, creio, mais favorecerá o apetite — agora e para sempre.

De resto, só a assimilação do conteúdo fará o leitor notar que Gayzismo, por exemplo, não é, no mundo real, um capítulo isolado como é no livro; mas se alguns temas não vêm dentro de outros que o englobam ou que lhe deram origem, é justamente pelo motivo citado, isto é: eu não quis transformar o índice em uma árvore genealógica mais complexa do que já é, incluindo itens como o 3.7.4.2 da seção 5.6.1 do capítulo 8 parte B; muito menos deixar metade do livro dentro do capítulo Revolução. Ou seria Criminalidade?

Jorge Luis Borges escreveu em O Aleph: “O que viram meus olhos foi simultâneo; o que transcreverei, sucessivo, pois a linguagem o é. Algo, entretanto, registrarei.” Olavo de Carvalho, como Borges, vê tudo simultaneamente na realidade, transcreve de forma sucessiva em cada texto — embora muitos pareçam em 3-D —, e eu, contando que o leitor vai tirar conclusões menos do índice do que da leitura do livro, organizo-os de forma sucessiva, também, por seções e capítulos. Algo, entretanto, registraremos.

Neste “algo”, estará decerto o analfabetismo funcional e moral das classes falantes, tema recorrente na obra do autor e no presente livro, ainda que este não seja uma documentação, como o best seller O imbecil coletivo, da “redução da vida intelectual a megafone de interesses partidários” através da análise do discurso de seus representantes. Digo isto para o caso de leitores desconfiados ou mal-intencionados não encontrarem nesta compilação — temática, repito — prova suficiente de que o sistema de ensino e os meios de comunicação brasileiros foram quase inteiramente ocupados pela pseudointelectualidade esquerdista, já que aqui a prioridade é, além de descrever o quadro geral, oferecer, em doses homeopáticas, os meios de descontaminação moral e linguística de seus venenos idiotizantes.

Da juventude à maturidade, do fingimento à sinceridade, da economia à cultura, da ciência à religião, da linguagem à discussão, da militância à vocação, do regime militar ao petismo de Lula e Dilma, do governo de George W. Bush ao de Barack Hussein Obama (passando pela Guerra do Iraque e pela crise financeira americana), da democracia à ditadura mundial, do capitalismo ao socialismo — de tudo a mais um pouco, enfim, não há tema obscuro que os donos do microfone não obscureçam ainda mais. E não há melhor antídoto para o provincianismo mental brasileiro do que ler Olavo de Carvalho.

Este livro, cuja gestação também me serviu de automedicação, é, portanto, uma tentativa dupla: a de organizar o saber — “condição mais óbvia para o desenvolvimento da inteligência”, segundo Olavo — e a de compartilhá-lo, a fim de “levar para fora” o leitor e consolidar aquilo que o nosso maior filósofo e educador definiu em “Espírito e cultura: o Brasil ante o sentido da vida”:

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Acontece que a esse impulso fundamental [para o conhecimento] corresponde um outro, derivado mas não menos forte: aquele que leva o homem que entreviu a ordem e o sentido a desejar repartir com os outros homens um pouco daquilo que viu. Não há certamente maior benefício que se possa fazer a um semelhante: mostrar-lhe o caminho do espírito e da liberdade, pelo qual ele pode se elevar a uma condição que, dizia o salmista, é apenas um pouco inferior à dos anjos. Tal é, substancialmente, a forma concreta do amor ao próximo: dar ao outro o melhor e o mais alto do que um homem obteve para si mesmo. Amamos o nosso próximo na medida em que o elevamos à altura dos anjos. Fazemos-lhe o mal quando o rebaixamos à condição de bichinho, seja com maus-tratos, seja com afagos. Nessas duas exigências está contida, dizia Cristo, toda a lei e os profetas.

Neste livro está contido, digo eu, um pouco do melhor e do mais alto que obtive para mim mesmo.

Eu vi Olavo de Carvalho. E agora o reparto com você, leitor, na esperança de que também se afaste da condição de bichinho e se eleve à altura dos anjos.

Se eu acho que você deve agradecer a mim, à Editora Record e a quem lhe indicou ou deu de presente este livro por tamanho gesto de amor?

“Ora porra!”, como diria Olavo.

Sem dúvida que sim.

Felipe Moura Brasil – http://www.veja.com/felipemourabrasil

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Livro: O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, eleito o melhor de 2013 pela Arata Acadamy.

Página oficialAQUI.

Ver também: Os palavrões de Olavo de Carvalho (Org. FMB)

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O pensamento de Olavo e Carvalho (Anotado em 10 set 2013)

o-minimo-que-voce-precisa-saberEm “A escolha fundamental” (pg.135), Olavo discorre sobre o homem espiritual e o militante. A gente pode até discordar quando ele fala dos “santos” cujas vidas estão testemunhadas nos catecismos e outros escritos sagrados. Eu discordo, já que não acredito em “santos”, entre outras coisas porque, para mim, é um dogma/conceito que, em si mesmo, é uma contradição ao ensino religioso do pecado original. Mas isso são dogmas e eu não discuto mais dogmas. Entretanto ninguém, em sã consciência, pode discordar de trechos como este:

“Na perspectiva espiritual, a meta da existência é cada um buscar sua perfeição na vida agora, fazendo o bem a pessoas de carne e osso, que podem lhe responder e julgá-lo, dizendo se foi um bem de verdade ou um falso bem que só lhes trouxe o mal. Na ótica revolucionária, o que importa é “transformar o mundo” e beneficiar as gerações futuras pouco importando o mal que isto custe à geração atual.” CARVALHO, Olavo de. O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Pg. 136.

Olavo de Carvalho – 0001

Olavo de Carvalho - 0001

Durante a minha leitura do livro do filósofo e professor Olavo de Carvalho, tomei nota de alguns trechos que me chamaram a atenção. Copiava os trechos do livro enquanto me dirigia ao trabalho no metro Rio de Janeiro e depois de algum tempo passei não só a transcrever o que achava marcante, como também incluir meus comentários.

Este meme inaugura a série.

Todos os textos transcritos nesta série pertence ao livro:
CARVALHO, Olavo do . O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Organização de: BRASIL, Felipe Moura.1. ed. – Rio de janeiro:Record, 2013. ISBN 978-85-01-40251-6