17 de Agosto – A Ressaca

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Créditos da imagem:

Fonte: A Gazeta Digital
Autor: Aroeira
Título: Fim de Festa e a Ressaca da Dilma
Disponível em: http://agazetadigital.blogspot.com.br/2015/03/fim-de-festa-e-ressaca-da-dilma.html
Acesso em: 18 ago 2015

O jornalista Reinaldo de Azevedo, em seu blog, postou hoje (18/08/15) matéria sobre cobrança de um “programa de governo” feita por alguns às lideranças dos movimentos de protesto que levaram, de graça, no último domingo, 16 de agosto, milhões de brasileiros às ruas. Típica cobrança imbecil dos que desejam desmobilizar os protestos contra Dilma e o governo do PT. Continuar a ler

16 de agosto – É HOJE!

Obviamente, se o PT cair e a Dilma for expelida da Presidência da República, eles e sua linha auxiliar, como fizeram durante décadas afirmando que “lutaram contra a revolução”, repetirão “ad nauseam” que “foi golpe fascista porque Dilma foi ‘eleita democraticamente'”. Nós, a oposição ao comunopetismo, não podemos ter a ilusão que, caso consigamos “tirar a tartaruga (Dilma) de cima do poste (da Presidência)”, poderemos todos voltar para nossas casas e continuar com nossos afazeres. A luta terá que ser eterna porque a experiência do Brasil com o Regime Militar deixou claro que o comunismo não se combate apenas na guerra de guerrilhas, ele tem que ser combatido sempre, diariamente (“diuturnamente” como diria a nossa PresidAnta). Continuar a ler

16 de agosto – Falta 1 dia – Parte II

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No post anterior, comentei a matéria publicada pelo Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), a respeito da manifestação contra a Presidente da República, Dilma Roussef e seu partido, programada para amanhã em todo o Brasil. Ali, comentei que a comparação entre os protestos de 2015, direcionados ao PT e à Presidente, nada tinham em comum com os movimentos de junho de 2013, em que se reivindicava tudo e nada ao mesmo tempo, sem qualquer foco específico, e que acabou promovendo o caos nas grandes cidades, tendo conseguido envolver no movimento “espontâneo” e “pacífico” pessoas que, se ao menos soubessem que estavam sendo manipuladas por uma tática trotskysta, jamais teriam concordado em ir para as ruas apoiar o que, na verdade, era uma estratégia revolucionária de uma ideologia-doutrina-religião-cultura (onde quer que possamos enquadrar o marxismo) que deseja escravizar uma boa parte dos brasileiros e aniquilar todos os que a ela se opõem. Esta conclusão só foi possível, graças à leitura que estou fazendo do livro de Morgenstern “Por Trás da Máscara”. Continuar a ler

16 de agosto – Faltam 2 dias

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Orígem: Blog do Reinaldo de Azvedo
Autor: Reinaldo de Azevedo
Título: Aliança Nacional dos Movimentos Democráticos também cobra Janot e repudia Renan
Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/alianca-nacional-dos-movimentos-democraticos-tambem-cobra-janot-e-repudia-renan/
Acesso em: 14 ago 2015

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Ataques violentos X palavras violentas

Acho o conselho dado na matéria do link a seguir muito oportuno, por isso estou recomendando enfaticamente a sua leitura e aplicação. Principalmente nestes tempos de verdadeira guerra de opiniões entre os diversos movimentos da oposição.

É com extremo pesar que vejo intervencionistas e “impeachistas” (se é que isso existe) se degladiando e, o que é pior, se odiando, o que, na minha opinião nada mais é do que fazer o jogo da política do ódio comunista e dar aos petistas mais duas “classes” para eles instigarem e se alimentarem do ódio mútuo. Ou a oposição se une, ou teremos que chegar ao estágio que chegou a Venezuela para que todos se unam, como ocorreu naquele país, no sábado passado no movimento 30M.

Por oportuno, aproveito para sugerir o vídeo a seguir, onde o Dalmo Accorsini presta esclarecimentos sobre as táticas que está empregando para denunciar a Smartmatic, no Brasil e em Haia, bem como para tentar “melar” a indicação de Lula, ao Nobel da Paz. Para quem ainda não conhece o trabalho do Dalmo, achei o vídeo bastante esclarecedor.

http://www.youtube.com/watch?v=yjncUoOZbXg

Ceticismo Político

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Na guerra política, o agressor geralmente prevalece. Eis um fato da vida, para o qual não há mais discussão. Mas essa regra é muito mal compreendida.

Veja exemplos de comentários que deletei em meu blog ontem:

  • Se eu estivesse lá tinha arrumado uma confusão porque pelo menos um murro na cara desse velho eu tinha dado.
  • (x) é um p* no c*, e ela é uma vadia que esfrega garrafa na x*
  • (y) tem mais é que levar porrada mesmo
  • se eu ver (j) vai levar um cacete bem dado. vai apanhar até perder a catinga de v*…

Essas são palavras violentas, mas não servem a absolutamente nada, a não ser munição para o adversário. Alias, eu deletei porque nem sei se todos são leitores ou são enviados pelo adversário – se bem que ao menos um eu sei que é leitor. Agora com o Humaniza Redes, bem podem os…

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Como pressionar a oposição

cidadania

Sugestão sobre como pressionar os parlamentares da oposição para agir em defesa da democracia e do Brasil.

Uma das maneiras de se tentar democraticamente derrubar o partido que está no poder é pressionar os parlamentares que votam e propões leis a resistir aos decretos totalitários que estão partindo do Palácio do Planalto na atual etapa do governo do PT.

Minha dúvida sempre foi: Como pressionar essas pessoas que são inalcançáveis pela maioria dos mortais?

Uma das maneiras é através das redes sociais e de mensagens de correio eletrônico .

Este “post” registra algumas informações que poderão ser de ajuda para se atingir o objetivo de pressionar os parlamentares para fazer o que é certo e cumprir com o propósito para o qual foram eleitos, que é o de defender os interesses do povo e do país.

Dividi o material em duas partes:

  1. Relação de endereços de correio eletrônico de alguns dos principais parlamentares no congresso de 2015; e,
  2. Um exemplo (e apenas isso exemplo) de mensagem que pode ser encaminhada.

Não é tudo que pode ser feito por nós, eleitores, mas já é alguma coisa.

Um alerta: Se você for utilizar o exemplo aqui listado, lembre-se de que foi escrito para atender à uma necessidade específica: Indicar ao recém eleito Presidente da Câmara dos Deputados o que um eleitor espera da atuação dele no cargo. O seu assunto pode ser – e certamente será – completamente diferente e portanto lembro da necessidade de se certificar de que não está cometendo nenhuma gafe se simplesmente decidir copiar e colar o material aqui disponibilizado. Na verdade simplesmente “copiar e colar” dificilmente irá atender a uma – ou qualquer- situação específica diferente da do exemplo aqui disponibilizado.

Este “post” se baseia em dois depoimentos de pessoas que comentaram na Internet. A elas todo o mérito!

Endereços de correio eletrônico, perfis no Facebook e no Twitter de parlamentares do DEM e do PSDB

Fonte: Ceticismo Político
Título: O patético papel do PSDB na questão Chinaglia X Cunha
Publicado em : http://lucianoayan.com/2015/01/27/o-patetico-papel-do-psdb-na-questao-chinaglia-x-cunha/#comment-52604 (Seção de omentários da matéria)
Acesso em: 28 jan 2015

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Exemplo de texto encaminhado a um parlamentar

Fonte: Seção de comentários de Ufa! Eduardo Cunha é eleito Presidente da Câmara. E aqui vai um puxão de orelha ao PSDB e alguns direitistas.
Título: ND
Autor: Daniel
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/01/ufa-eduardo-cunha-e-eleito-presidente-da-camara-e-aqui-vai-um-puxao-de-orelha-ao-psdb-e-alguns-direitistas/#comment-52963
Acesso: 04 fev 2015

Excelência,
Em primeiro lugar, o parabenizo pela vitória recém-conquistada no pleito pela presidência da Câmara.

Em segundo lugar, acredito que é mais que chegada a hora de enfrentar o Partido dos Trabalhadores em suas propostas totalitárias que visam amordaçar o cidadão – recordo-me de quando V. Ex. disse que “colocaria na gaveta” qualquer projeto de regulamentar a mídia, e sinceramente espero que essas palavras sejam francas e guiem a condução de sua gestão parlamentar.

Não podemos tolerar que um partido no governo queira controlar os meios de comunicação para repassar verba àqueles que lhe apoiem incondicionalmente. Estamos num Estado democrático de direito, não numa ditadura de partido único à chinesa!
Espero sinceramente que nesta gestão se efetuem providências para barrar os projetos de poder do PT, que incluem unificar as polícias sob o jugo direto de Brasília, tirando-lhes autonomia, e a regulação econômica da mídia, que, como já disse, não passa de implantação de censura. Espero também que volte à discussão o decreto 8.243/2014, para que ele seja efetivamente derrubado, porque é inaceitável que esteja em vigor um decreto que só serve para quebrar a autonomia do Legislativo e a própria ordem constitucional.

Grato.

Dilema da direita: Responsabilidade X Derrotismo

Manifestação em Ipanema
Participação do povo carioca na única manifestação contra o governo Dilma feita na cidade (Pça. Gen Osório) em 6 de dezembro de 2014


A foto publicada tem meramente o caráter de ilustração!

É, também, uma denúncia contra o comodismo e o egotismo – ou será simplesmente analfabetismo político? – da população da cidade do Rio de Janeiro que sofre tanto quanto qualquer brasileiro com o Governo Federal, ou até mais, se considerarmos os incríveis, inacreditáveis, transtornos na mobilidade urbana provocados pelos delírios megalomaníacos de nosso ex-governador e seu atual prefeito, os quais se somam aos problemas criados pelo governo petista, comuns a todos os brasileiros.

Todo carioca reclama das dificuldades porque passa para se locomover, pagar suas contas e arrumar emprego na Cidade Maravilhosa, mas um número muito pequeno de pessoas, quase insignificante mesmo, se dispõe a pelo menos com sua presença, dar força aos movimentos de protesto que bravamente lutam para despertar o sentimento de indignação e revolta do alegre cidadão que é ” mora num ‘patropi’, é flamengo e tem uma nêga chamada Tereza”.

A mensagem a seguir é uma tentativa de alertar a quem se permitir ser alertado, para o fato de que temos que ir muito além da mera reclamação e dos comentários sobre o baixo nível da programação de TV e a desinformação de nossos jornais.


Para Pensar!

Fonte Facebook Página de Luciano Ayan
Disponível em: https://www.facebook.com/ceticismopolitico/posts/831854390208371?fref=nf
Acesso em: 20 jan 2015

O discurso desculpista de direita é baseado em determinados padrões de comportamento. Um dos mais bizarros é aquele que apresenta uma proposta petista, seguida pelo vislumbre de um futuro pavoroso, e do anúncio: “(x) é questão de tempo”.
Esse tipo de posicionamento é sempre uma manifestação do desculpismo.

Por uma perspectiva responsabilista a questão não é tempo, mas sim se deixamos ou não algo acontecer.
A constatação óbvia vem apenas de uma dinâmica: quando se fala em “questão de tempo”, esconde-se a responsabilidade de todos aqueles ao seu lado, mas quando se menciona “questão de responsabilidade nossa”, então reconhecemos nossa parcela de responsabilidade no resultado. Quem não aceita responsabilidade (nem mesmo a sua pequena parcela), tira da cartola a variável “tempo”.

Eu já disse mais de uma vez que a grande ameaça não era o Foro de São Paulo, mas uma doença que viralizou nos intelectuais orgânicos de direita do Brasil: a ingenuidade política.

Mas não é apenas a ingenuidade política o problema. O desculpismo político é outro fator doentio.

Observe ao seu redor quantos impulsos por desculpismos surgem por aí. Vemos a todo momento desabafos como “ah, não tem mais jeito” ou “ei, não adianta, desista”, que são verdadeiros mísseis teleguiados disparados contra nós… a partir de dentro.
As duas maiores lutas de nosso tempo são: responsabilistas X desculpistas, e conscientes X inconscientes no jogo político. A vitória do primeiro time contra o segundo, em ambos os casos, é suficiente para derrotar qualquer ameaça “maior”, inclusive o Foro de São Paulo.


Comentando:
Quantas vezes a gente se depara com a mensagem “os próximos seremos nós”. Seremos? Sim, seremos enquanto permanecermos em casa com os traseiros colados na poltrona ou nas praias apreciando a campanha de “Topless” em Ipanema!

1) O assassinato de chargistas, autores de um humor – em MINHA opinião- de péssimo gosto, em menos de 1 semana mobilizou a Europa inteira contra o terrorismo e a favor da Liberdade de Expressão, levando milhões de pessoas para as ruas em defesa da democracia ocidental.
2) Morre de maneira suspeita o procurador que no dia seguinte iria apresentar provas incriminando a Kirchner, e o povo argentino se mobiliza.

No Brasil, o Governo há 12 anos, a cada pronunciamento, a cada demonstração de solidariedade e de “indignação”, a cada decreto que publica, estupra as nossas mais íntimas e preciosas convicções e nós, o máximo que fazemos é escrever nas redes sociais que “seremos os próximos”?

Sim, nós corremos o seriíssimo risco de “sermos os próximos”, e com certeza seremos, se não resistirmos, se não nos indignaremos publicamente e se não nos mobilizarmos contra eles nas ruas.

Resoluções de Ano Novo

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Feliz 2015

Sempre que um novo ano começa, as pessoas relacionam uma lista de coisas que se comprometem fazer durante o novo ano. A maioria dessas listas já esta desacreditada antes do dia 15 de janeiro. Entretanto, a lista que é apresentada nos “posts” a seguir precisa ser levada bem mais a serio do que as costumeiras “resoluções de ano novo” porque, a nossa liberdade e, talvez, nossa própria sobrevivência podem estar dependendo de darmos a ela nossa atenção e dedicação.


Uma aula sobre estratégia de guerra. O primeiro ponto que a oposição ao governo federal precisa ter em mente é que o partido do governo está em guerra contra a Sociedade Brasileira. Desse modo, se queremos derrubar o PT e sua linha auxiliar, é fundamental ter bastante claro que, como acontece em qualquer guerra, a vitória depende, principalmente da ESTRATÉGIA a ser seguida. Estratégia esta que hoje, no caso da oposição, está diluída entre as várias demandas (justas). A variedade de temas a serem defendidos contra as investidas dos socialistas é enorme, mas há alguns assuntos que são prioritários em relação aos demais. Enquanto a oposição se perde em lutas secundárias, o inimigo vai conquistando cada vez mais territórios importantes para vencer a guerra, como foi por exemplo o “marco civil da Internet”. Assim, os dois comentários reproduzidos a seguir visam definir este foco de defesa da oposição. Os itens citados nos dois comentários, se vencidos pelos socialistas significarão a curtíssimo prazo a capitulação do Brasil diante da ditadura socialista a exemplo do que aconteceu na Venezuela, Bolívia, Argentina, e demais países sulamericanos..

Outra coisa, o único partido hoje com força para derrubar o PT é o PSDB por isso ele é o partido que mais necessita ser pressionado pelos eleitores a defender as estratégias da oposição no Congresso, do contrário, o PT já venceu!

FOCO e ESTRATÉGIA é o que precisamos construir antes que o PT engula de vez o nosso país!


Fonte:Facebook
Disponível em: https://www.facebook.com/ceticismopolitico?fref=nf
Acesso: 01/01/15

Feliz 2015 a todos! Que neste ano a direita descubra o caminho para a Grande Jerusalém, que envolve:

1 – fim de aparelhamento estatal de campanha (e derrubada do projeto petista de usar o estado petista para aparelhar as campanhas políticas)
2 – derrubada de projetos de censura de mídia, que, se aprovada, dará a vitória completa ao PT (pois, com a mídia censura, esqueçam denúncias de corrupção e visibilidade da destruição econômica)
3 – fim de coletivos não-eleitos (ou seja, a derrubada do decreto 8243)
4 – evitar que Dilma consiga unificar as polícias


Um pouco sobre prioridade.

O PT está batendo tanto, mas tanto na tecla de “reforma política” que em um determinado momento até o PSDB pode entrar nessa, assim como entrou na onda do Marco Civil da Internet.

Quando isso acontecer, muitos direitistas vão xingar o PSDB, mas não deveriam fazê-lo, pois na verdade foram estes próprios direitistas que não comunicaram mensagens para o PSDB do tipo “queremos fim do aparelhamento estatal de campanha”.

Ao invés de focarem neste tipo de demanda, muitos estarão reclamando do Foro de São Paulo (que é um problema, mas não é uma demanda para o momento), das urnas eletrônicas, pedindo impeachment e, em alguns casos, conclamando uma intervenção militar. Como resultado, o Foro não será encerrado, as eleições não serao canceladas, o impeachment não ocorrerá (a não ser que surjam provas muito contundentes contra Dilma) e, felizmente, nem a intervenção militar.

Enquanto isso, a continuar por esse andar da carruagem, o governo consegue em 1 ou 2 semestres implementar o aparelhamento estatal de campanha, a censura de mídia e solidificar os conselhos não eleitos.

Nesse caso: será que temos como criticar o PMDB e o PSDB ao mesmo tempo em que a mensagem que comunicamos para eles é “para nós, o importante é anular eleições, impeachment e falar do Foro, enquanto não é tão importante proteger a mídia, evitar aparelhamento estatal de campanha e evitar que coletivos não eleitos solapem os votos do povo”?

É por isso que em 2015 a luta maior será entre nós, para, dialeticamente, corrigimos nossas rotas, para, enfim, disputar o que é realmente importante e factível.

As quatro metas do desafio político

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Na última parte do primeiro capítulo de seu livro1, Gene Sharp nos fala de quatro alvos que precisam ser imediatamente atingidos para que o desafio político seja bem sucedido em seu propósito de derrubar uma ditadura.

São elas:

  1. necessidade de fortalecer aqueles que apoiam o movimento em três aspectos:
    1. determinação;
    2. autoconfiança;
    3. habilidades de resistência
  2. fortalecer grupos sociais e associações independentes que compartilhem do mesmo sentimento de opressão governamental que os demais manifestantes percebem;
  3. criar uma poderosa força interna de resistência; e,
  4. desenvolver um plano estratégico abrangente e inteligente.

Ao longo dos capítulos seguintes, Sharp estabelece os meios básicos para se alcançar estes quatro objetivos e conclui:

…A libertação das ditaduras, em última análise, depende da capcidade das pessoas de libertar a si mesmas.”

Conclusão

O autor deixa clato que estes pontos fundamentais precisam estar firmemente enraizados no coração dos que fazem da luta não violenta com fins políticos (o desafio político) sua técnica de resistência à ditadura.

Antes de se partir para a luta aqueles que se empenharão nela precisam ter:

  • autodeterminação confiar apenas em sua própria determinação em participar na luta. Não se pode ser claudicante ;
  • precisam manter-se unidos e este é um desafio e tanto, pois luta-se contra diversas técnicas e estratégias para promover a desunião interna (boatos, desinformação, intriga etc.);
  • precisam compreender que todos os empenhados no desafio político são humanos. Uns são mais fracos do que os outros. Estes precisam ser ajudados perseverar e não desistir da luta, porque o desafio político pode ser um combate de longa duração;
  • O grupo, mantendo-se unido e organizado sairá vencedor. Charles Stewart Parnell, líder politico irlandês, nacionalista, citado por Sharp, e que participou da resistência irlandesa em 1879, afirmou que os decididos a usar o desafio politico somente deveriam passar para a ação quando estas questões estivessem plenamente internalizadas pelos empenhados no desafio.

    Desafio político x ajuda internacional

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    A última das quatro alternativas ao desafio político analisadas por Sharp é o apelo à ajuda internacional para derrubar uma ditadura opressiva. Segundo o autor, o cenário propício para o desenvolvimento entre os oprimidos do desejo de apelar para ajuda externa ocorre quando não se sentem capazes de vencer a opressão do Estado e quando alguns precisam sair do país para escapar às ações do governo opressor.

    Vimos isso acontecer no caso dos exilados cubanos e, mais recentemente, na vizinha Venezuela, durante os distúrbios de fevereiro deste ano, quando alguns dos aflitos venezuelanos fizeram vídeos solicitando ajuda estrangeira contra o governo Maduro.

    Sharp aponta para as armadilhas sob as quais se esconde a impressão de que a ajuda externa é de ajuda para resolver os problemas internos de uma nação:

    Algumas realidades duras sobre dependência de intervenção estrangeira devem ser enfatizados aqui:

    • Frequentemente, estados estrangeiros tolerarão, ou até mesmo ajudarão positivamente uma ditadura, a fim de defender seus próprios interesses econômicos ou políticos.
    • Estados estrangeiros também podem estar dispostos a vender um povo oprimido em vez de manter as promessas de ajudar em sua libertação à custa de outro objetivo.
    • Alguns estados estrangeiros agirão contra uma ditadura só para ganhar o controle econômico, político ou militar sobre o país.
    • Os estados estrangeiros podem se envolver ativamente para fins positivos somente se e quando o movimento de resistência interna já começou a abalar a ditadura, tendo, assim, a atenção internacional direcionada para a natureza brutal do regime.

    Fonte: SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação . Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo:The Alert Einstein Institution. pg. 10. 2010. ISBN 1-880813-09-2.

    E Sharp explica por que isso acontece:

    Ditaduras normalmente existem principalmente por causa da distribuição interna do poder no país de origem. A população e a sociedade são demasiado fracas para causar à ditadura sérios problemas; a riqueza e o poder estão concentrados em muito poucas mãos. Embora a ditadura possa se beneficiar ou ser um pouco debilitado por ações internacionais, sua existência depende principalmente de fatores internos.

    Pressões internacionais podem ser muito úteis; mas quando elas estão apoiando um poderoso movimento de resistência interna. (Sharp, op. Cit. pg. 10 – ênfase acrescentada)

    Assim, antes de se apelar para ajuda internacional é preciso haver no país um movimento expressivo de resistência interna. Isto significa que, a principal mola mestra da mudança é o povo do próprio país. Sem ele esperar pela ajuda externa pode ser vã.

    Por esta razão, a censura à mídia é tão importante para as ditaduras é através dela que impedem a divulgação junto à opinião pública dos movimentos populares ao mesmo tempo que, internamente, buscam com o auxílio da mídia censurada, desacreditar os movimentos oposicionistas. Esta é uma das razões porque os democratas não devem desistir de resistir aos esforços dos ditadores de censurar e controlar a mídia.

    Além dos vários exemplos históricos que estão nos registrados nos livros especializados sobre as diversa s ditaduras que exisitiarm no passado e que ainda sobrevivem no mundo, os países da América do Sul já sob o controle do Foro de São Paulo (ex. Argentina, Venezuela, Bolíva, Equador, Uruguai, Colômbia e Brasil) são os exemplos vivos do poder deletério que o controle do Estado sobre os meios de comunicação exerce sobre o imaginário de uma opinião pública de baixo nível cultural e mal informada.

    As considerações finais do capítulo que abre a obra citada de Gene Sharp serão o objeto do próximo post. Nela o autor traça um roteiro para se remover os principais obstáculos que podem dificultar a evolução do desafio político no caminho para a libertação da ditadura opressora.