Desafio político x eleições

Kim Jong Um vota em si mesmo

Eleito com 100% dos votos!


Origem da foto:
Fonte: Ouside the Beltway (em inglês)
Título: Why Do Dictators Like Kim Jong Un Bother To Hold Fake Elections? (em inglês)
Disponível em: http://www.outsidethebeltway.com/why-do-dictators-like-kim-jong-un-bother-to-hold-fake-elections/
Acesso em: 23 nov 2014

Sobre a esperança nutrida pelos democratas de que através de eleições poderão se livrar de uma ditadura, Gene Sharp escreve:

Não existem eleições sob ditaduras como instrumento de mudança política significativa.

Fonte: SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação . Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo: Pgs. 9, 10. 2010. ISBN 1-880813-09-2. (ênfase acrescentada)

A frase por si só é suficiente para provar porque os democratas não deveriam nutrir grandes esperanças sobre os resultados das últimas eleições presidenciais em 26 de outubro de 2014.

De fato, como afirma Sharp

Alguns regimes ditatoriais, tais como as do antigo bloco oriental dominado pelos soviéticos, passava por esse trâmite, com o objetivo de parecer democráticos. Aquelas eleições, no entanto, eram apenas plebiscitos rigidamente controlados para obter endosso público dos candidatos já escolhidos a dedo pelos ditadores. Ditadores sob pressão às vezes podem concordar com novas eleições, mas depois eles as instrumentalizam para colocar fantoches civis em cargos governamentais. 1

O que Sharp descreve aqui, explica porque foi (e é ilusório) se esperar “eleições limpas” sob ditaduras.

Vemos isso acontecendo, na prática, em toda a América do Sul. Embora nesses países, aos olhos do mundo mal informado, não se viva numa ditadura explícita, onde ditadores “de fato”, para “ceder a pressões externas” precisem convocar eleições, é de interesse do poder que hoje controla ao continente seguir as legislações vigentes – inicialmente para eleger seus comandados, os quais depois de eleitos, alteram as leis e as constituições desses países para se perpetuarem no poder – e convocar periodicamente eleições em que todos são sistematicamente reeleitos, para conferir legitimidade democrática às suas ações ditatoriais, incluindo, aparelhamento do Estado, fim da independência entre os 3 poderes democráticos, criação de sovietes, chantagem econômica e implantação de censura à grande mídia, perseguição aos opositores, desvio de recursos nacionais, censura da internet, criação de milícias governamentais para repressão de protestos contra o governo etc. até à total destruição do Estado de Direito.

Já apontei aqui várias atitudes do PT que indicam o partido como agindo ditatorialmente. Na verdade, apenas juntando os pontos, isto é, avaliando o que tem acontecido na América do Sul nas duas últimas décadas, sou de opinião que a ditadura que hoje controla uma boa parte dos governos sul-americanos é supranacional e vai além das pessoas que lideram tais governos, os quais, a meu ver, usando a expressão de Sharp, são meros “fantoches” às mãos do poder real por trás desses acontecimentos.

Desde os anos 1990 pelo menos, o prof. Olavo de Carvalho vem afirmando insistentemente, com excesso de provas documentais, que Fidel Castro e Lula haviam criado uma poderosa organização internacional, batizada com o nome de Foro e São Paulo, cujo principal objetivo era restaurar na América Latina o que o comunismo perdeu no Leste Europeu.

Apesar dos incessantes e numerosos avisos do professor, para a opinião pública, esta organização, graças à colaboração da mídia brasileira e com o apoio de partidos políticos como o próprio PSDB, passou quase 10 anos no mais completo anonimato, estendendo suas garras sobre as nações da América do Sul, sendo totalmente ignorada pelo povo brasileiro. Neste meio tempo, ela pode, aos poucos, ir colocando por meio de “eleições” seus fantoches como principais mandatários de seus países. Isto aconteceu, entre outros, na Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai e o próprio Brasil. Em todos esses países os testas de ferro do Foro de São Paulo foram mantidos no poder por meio de eleições ditas “democráticas”, ou como afirma Sharp “apenas para obter endosso público”, e invariavelmente, em todos os casos, sob acusações de terem praticado eleições fraudulentas, a última das quais tendo ocorrido no Brasil há pouco menos de um mês.

O que foi confirmado pela fala de Lula mostrada acima e, em outra ocasião, pela presidente candidata que declarou textualmente que podia fazer o diabo na hora da eleição: e fizeram!


1. Op. cit. pg. 9.

Rio de Janeiro-15 de novembro de 2014-Movimento Fora Dilma!

O Copacabana Palace hasteia a Bandeira Nacional durante o evento. Participantes cantam o Hino Nacional

O Copacabana Palace hasteia a Bandeira Nacional durante o evento. Participantes cantam o Hino Nacional

Atualizado em 18/11/14

O Rio de Janeiro, Estado em que o partido que ficou famoso por mais defender os bandidos do que o cidadão honesto e trabalhador, o PSOL, teve uma votação expressiva, ainda engatinha no movimento de oposição ao esquerdismo sanguinário representado pelo PT e sua linha auxiliar.

O movimento, uma iniciativa definitivamente popular e cheia de muito amor pela liberdade e dedicação de seus organizadores, para mim foi um sucesso. Ainda temos um longo caminho a percorrer. Mas a manifestação cumpriu com o seu objetivo. Também aqui no Rio existem as pessoas que não se calam diante do mal.

Manifestantes concentrados na praça em frente ao Copacabana Palace

Manifestantes concentrados na praça em frente ao Copacabana Palace

Não foi um movimento de massa, como o de São Paulo, no dia 01/11/14, Talvez umas 200 ou 300 pessoas, no máximo. Chovia razoavelmente. Mas em 01/11/14 também foi pequena a participação e nesse dia, estava um sol de rachar e o metrô estava lotado de banhistas. Portanto, o problema não é o sol ou a chuva. Talvez, a dispersão das lideranças, que fez com que o evento não tivesse a divulgação que merecia, aliado, naturalmente, ao macunaímico comodismo do brasileiro médio (com o quê têm contado os partidos de esquerda para dominar e manter o povo na sonolência que foi responsável para que a deterioração de nossa democracia chegasse ao ponto em que o demonstram as recentes ações da Polícia Federal em todo o Brasil).

Como quem me acompanha no FB sabe, tentei exaustivamente descobrir se haveria – e onde – seria a manifestação aqui no Rio.

A favor da liberdade de imprensa!

A favor da liberdade de imprensa!

Foi assim que descobri (e participei) de uma pequena manifestação na quinta feira, 13/11/14, na Candelária. Desta, em frente ao Copacabana Palace, só obtive confirmação há uns 3 ou 4 dias. Pois, no final do evento, foi comunicado que havia sido programado outro, também para hoje, 15/11/14, em outro ponto da Praia de Copacabana, às 10:00 h da manhã. Nunca li nada a respeito na Internet, malgrado meus esforços em descobrir se haveria no Rio algo parecido ao que se programava para São Paulo. Uma desavença entre as lideranças das manifestações nesse momento levou ao que, segundo pareceu, um esforço para haver entendimento entre as lideranças para os próximos eventos. Tentarão se unir. Espero que o façam em nome de nossa luta que não é por nenhuma bandeira senão uma democracia forte, adulta, à prova de quadrilhas e gângsteres, com os 3 poderes independentes, atuando juntos para o progresso e bem-estar do sofrido povo brasileiro.

Manifestantes cantam o Hino Nacional perante a Banderia do Brasil hasteada no Copacabana Palace.

Manifestantes cantam o Hino Nacional perante a Banderia do Brasil hasteada no Copacabana Palace.

Não podia terminar este relato sem um comentário sobre um dos momentos mais emocionantes do movimento que quase me levou lágrimas aos olhos. Em dado momento alguém anunciou que o Hotel havia hasteado no seu ponto mais alto a Bandeira Nacional. Todos se voltaram para ver e ao mesmo tempo em que os participantes se perfilavam em direção ao nosso emblema maior. foi entoado o Hino Nacional. Mesmo que tivessem apenas 2 ou 3 pessoas, esse momento foi único e mostrou o verdadeiro símbolo que nos une como povo, como nação e como país livre e independente!

Eleições de 2014 – As Mentiras

Créditos da imagem: Fonte: Twitter Disponível em: https://twitter.com/g1/status/518942333187129346 Acesso em: 02/11/14 Créditos da imagem:
Fonte: Twitter
Disponível em: https://twitter.com/g1/status/518942333187129346
Acesso em: 02/11/14

Atualizado em 15 de novembro de 2014

Matéria indicada para leitura: Dilma em estado puro

Fonte: Blog do Augusto Nunes
Diponível em: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/opiniao-2/dilma-em-estado-puro-de-j-r-guzzo/
Acesso em: 15/11/14

—-
Conforme provas em excesso apresentadas durante os últimos 20 anos pelo professor e filósofo Olavo de Carvalho, o PT segue religiosamente o pensamento pervertido do fundador do Partido Comunista italiano, Antonio Gramsci.

Uma das máximas gramscianas que são repetidamente divulgadas pelo PT e “vendidas” pela mídia em geral é a de que “A Verdade é aquilo que no momento favorece ao Novo Príncipe (o Partido)”.

Assim, para um petista retinto não há verdade nem mentira. Há apenas aquele fato (ou factoide) que serve aos seus interesses do momento. E após os resultados das urnas, vemos mais uma vez o partido lançar mão desse adágio com o apoio (inocente?) da mídia nacional.

Relaciono, a seguir, algumas dessas mentiras que, em minha opinião, têm sido exaustivamente “vendidas” pela imprensa em geral e “compradas” de maneira simplória pelo público analfabeto político brasileiro , o que, infelizmente, constitui a maior parte de nossa população.

Impostura nº 1: O Nordeste deu a vitória para Dilma

Com a curiosidade aguçada por uma mensagem que li no Facebook, fui ao sítio de O Globo e construí a seguinte tabela com os dados fornecidos naquele sítio:

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

Clique sobre a imagem para ampliá-la.

Da tabela, pode-se constatar que os votos no PT das regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste, ultrapassaram 30 milhões de votos e os votos da região norte-nordeste foram pouco mais de 24 milhões de votos. Sem contar que no Acre e na Rondônia, venceu a oposição.

Com estes números, por que ficam a mídia e alguns divulgando que foi o norte-nordeste que elegeu o PT? Com certeza, há vários interesses aqui, em minha opinião, alguns escusos, outros claramente desinformativos. Um deles é propalar a ideia de que existe territorialmente dois “Brasis” diferentes, o que nos leva à próxima mentira destas últimas eleições.

Impostura nº 2: O Brasil foi dividido pelas eleições

O PT e suas linhas auxiliares (PSTU, PSOL, PCdoB e tutti quanti) se alimentam de sangue, isto é crescem e sobrevivem estimulando o ódio e a divisão da sociedade. Para eles é extremamente útil instigar uma guerra social entre os eleitores de Dilma (51.64% dos votos válidos) e os eleitores de Aécia (48,36% dos votos válidos), pois as porcentagens com que ambos se elegeram, matemática mente e no mundo real parecem deixar claro que metade dos brasileiros apoia o PT e a outra metade é contra.

Acontece que estão deixando de considerar o seguinte detalhe: levando-se em conta todos os eleitores cadastrados, entre votos depositados nas urnas (para o PT, PSDB, brancos e nulos) e as abstenções (21,50% segundo a página http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/manchetes-anteriores/abstencao-de-21-5-nas-eleicoes-e-a-maior-desde-94/, tem-se o total de 141.193.586 eleitores (este número pode não estar preciso, já que abstenções me parece que foram arredondadas e não encontrei o número oficial). Destes 38,47% se posicionaram a favor do PT e 61,53% foi contra a manutenção do PT no poder. Em números gerais, o Brasil não está dividido, mas a maioria esmagadora dos brasileiros é contra o PT

Impostura nº 3: É golpe contra a democracia exigir revisão da contagem de votos e questionar os resultados

O voto é a maior arma da democracia e no Brasil não só tem sido apresentado como tal mas, pior ainda, como a única arma da democracia , já que as demais como: independência dos três poderes, a preservação da soberania nacional, a defesa da população contra criminosos e tudo o mais, tem sido pisoteado pelos partidos de esquerda.

Ficam então as perguntas:

  • Por que é golpe contra a democracia pedir a auditoria das urnas?
  • Por que os números que apenas o TSE conhecem não podem ser verificados?
  • Por que o cômputo que deu a vitória ao PT não pode ser transparente?
  • Por que as acusações de fraude que têm sido levantadas não são apuradas?

Apenas depois de termos as repostas claras a estas perguntas básicas, poderemos concluir se procede a alegação dos petistas de “Golpe” ao se pedir informações e investigações sobre os resultados das urnas.

Sobre o uso gramsciano da acusação de “Golpe”, ver também a excelente matéria Venezuela 2: PT tenta iniciar um golpe de estado ao lançar rotulagem desonesta e antecipada sobre o PSDB

Dilma

Dilma

Não tenho mais por hábito – fiz muito isso no meu antigo blog – transcrever a matéria que foi postada em outros locais muito mais importante e sérios do que este blog. Apenas quando a matéria é tão grave e importante, como esta do Marco Antonio Villa, que transcrevo a seguir, é que a copio na íntegra.

Publiquei, hoje, n’O Estado de S. Paulo:

O Brasil é um país fantástico. Nulidades são transformadas em gênios da noite para o dia. Uma eficaz máquina de propaganda faz milagres. Temos ao longo da nossa História diversos exemplos.O mais recente é Dilma Rousseff.

Surgiu no mundo político brasileiro há uma década. Durante o regime militar militou em grupos de luta armada, mas não se destacou entre as lideranças. Fez política no Rio Grande do Sul exercendo funções pouco expressivas. Tentou fazer pós graduação em Economia na Unicamp, mas acabou fracassando,não conseguiu sequer fazer um simples exame de qualificação de mestrado. Mesmo assim,durante anos foi apresentada como “doutora” em Economia. Quis-se aventurar no mundo de negócios, mas também malogrou. Abriu em Porto Alegre uma lojinha de mercadorias populares, conhecidas como “de 1,99″. Não deu certo. Teve logo de fechar as portas.

Caminharia para a obscuridade se vivesse num país politicamente sério. Porém, para sorte dela, nasceu no Brasil. E depois de tantos fracassos acabou premiada:virou ministra de Minas e Energia. Lula disse que ficou impressionado porque numa reunião ela compareceu munida de um laptop. Ainda mais: apresentou um enorme volume de dados que, apesar de incompreensíveis, impressionaram favoravelmente o presidente eleito.

Foi nesse cenário, digno de O Homem que Sabia Javanês, que Dilma passou pouco mais de dois anos no Ministério de Minas e Energia. Deixou como marca um absoluto vazio. Nada fez digno de registro. Mas novamente foi promovida. Chegou à chefia da Casa Civil após a queda de José Dirceu, abatido pelo escândalo do mensalão. Cabe novamente a pergunta: por quê? Para o projeto continuísta do PT a figura anódina de Dilma Rousseff caiu como uma luva. Mesmo não deixando em um quinquênio uma marca administrativa um projeto, uma ideia, foi alçada a sucessora de Lula.

Nesse momento, quando foi definida como a futura ocupante da cadeira presidencial, é que foi desenhado o figurino de gestora eficiente, de profunda conhecedora de economia e do Brasil, de uma técnica exemplar,durona,implacável e desinteressada de política. Como deveria ser uma presidente a primeira no imaginário popular.

Deve ser reconhecido que os petistas são eficientes. A tarefa foi dura,muito dura. Dilma passou por uma cirurgia plástica, considerada essencial para, como disseram à época, dar um ar mais sereno e simpático à então candidata. Foi transformada em “mãe do PAC”. Acompanhou Lula por todo o País. Para ela e só para ela a campanha eleitoral começou em 2008.Cada ato do governo foi motivo para um evento público, sempre transformado em comício e com ampla cobertura da imprensa. Seu criador foi apresentando homeopaticamente as qualidades da criatura ao eleitorado. Mas a enorme dificuldade de comunicação de Dilma acabou obrigando o criador a ser o seu tradutor, falando em nome dela e violando abertamente a legislação eleitoral.

Com base numa ampla aliança eleitoral e no uso descarado da máquina governamental, venceu a eleição. Foi recebida com enorme boa vontade pela imprensa. A fábula da gestora eficiente, da administradora cuidadosa e da chefe implacável durante meses foi sendo repetida. Seu figurino recebeu o reforço, mais que necessário, de combatente da corrupção. Também,pudera:não há na História republicana nenhum caso de um presidente que em dois anos de mandato tenha sido obrigado a demitir tantos ministros acusados de atos lesivos ao interesse público.

Como esgotamento do modelo de desenvolvimento criado no final do século 20 e um quadro econômico internacional extremamente complexo,a presidente teve de começar a viver no mundo real. E aí a figuração começou a mostrar suas fraquezas. O crescimento do produto interno bruto (PIB) de 7,5% de 2010, que foi um componente importante para a vitória eleitoral, logo não passou de uma recordação. Independentemente da ilusão do índice (em 2009 o crescimento foi negativo: -0,7%),apesar de todos os artifícios utilizados,em 2011 o crescimento foi de apenas 2,7%. Mas para piorar, tudo indica que em 2012 não tenha passado de 1%.Foi o pior biênio dos tempos contemporâneos, só ficando à frente,na América do Sul,do Paraguai. A desindustrialização aprofundou-se de tal forma que em 2012 o setor cresceu negativamente: -2,1%. O saldo da balança comercial caiu 35% em relação à 2011, o pior desempenho dos últimos dez anos,e em janeiro deste ano teve o maior saldo negativo em 24 anos. A inflação dá claros sinais de que está fugindo do controle. E a dívida pública federal disparou: chegou a R$ 2 trilhões.

As promessas eleitorais de 2010 nunca se materializaram. Os milhares de creches desmancharam-se no ar. O programa habitacional ficou notabilizado por acusações de corrupção. As obras de infraestrutura estão atrasadas e superfaturadas. Os bancos e empresas estatais transformaram-se em meros instrumentos políticos a Petrobrás é a mais afetada pelo desvario dilmista.

Não há contabilidade criativa suficiente para esconder o óbvio: o governo Dilma Rousseff é um fracasso. E pusilânime: abre o baú e recoloca velhas propostas como novos instrumentos de política econômica. É uma confissão de que não consegue pensar com originalidade. Nesse ritmo, logo veremos o ministro Guido Mantega anunciar uma grande novidade para combater o aumento dos preços dos alimentos: a criação da Sunab.

Ah, o Brasil ainda vai cumprir seu ideal: ser uma grande Bruzundanga. Lá, na cruel ironia de Lima Barreto, a Constituição estabelecia que o presidente “devia unicamente saber ler e escrever; que nunca tivesse mostrado ou procurado mostrar que tinha alguma inteligência; que não tivesse vontade própria; que fosse, enfim, de uma mediocridade total”.

Origem: Blog Vou me embora para Bruzudanga
Disponível em: http://www.marcovilla.com.br/2013/02/vou-me-embora-pra-bruzundanga.html
Acesso em: 13 abr 2014