Cuba exporta a desgraça!

O Historiador Carlos Azambuja está entre aqueles autores cuja leitura nunca é cansativa e sempre é enriquecedora. O texto a seguir, publicado originalmente no jornal on line “Alerta Total”, está sendo reproduzido aqui por sua alta qualidade didática em expor o mau caratismo do governo Cubano, tão admirado por “personalidades” como Chico Buarque, Luiz Fernando Veríssimo, Dilma Roussef e tantos outros deslumbrados que o são ou por oportunismo aproveitador ou por idiotice útil.

Recentemente comentei aqui o artigo de Rodrigo Cavalheiro, publicado no jornal O Estado de São Paulo onde entre outras coisas engraçadas, o jornalista louvava o sistema de “câmaras de vigilância” composto por cidadãos cubanos instalados quais “vigias” de seus vizinhos, literalmente “em cada quadra”. Sistema esse que, segundo o jornalista, teria “impedido” o narcotráfico de se instalar na Ilha (esquecendo-se, naturalmente que, conforme diversas denuncias internacionais, os próprios donos da Ilha caribenha o praticam, intermediando os países produtores da América do Sul e os traficantes dos EUA e da Europa).

Foi justamente uma descrição detalhada de tal sistema de “câmaras de vigilância” humano, montado pelo Diretório Geral de Informações (DGI) cubano que me motivou trazer para cá a matéria do Professor Carlos Azambuja e aproveito para perguntar ao leitor: que tal viver num lugar em que um de seus vizinhos – que obviamente você não sabe quem é – está ali monitorando cada ato, palavra e até mesmo, pensamento que você tenha para se certificar de que você, ou sua família, não são uma ameaça para o Estado?

Publicado em Alerta Total
Título: A Bandidagem Revolucionária
Autor: Carlos I. S. Azambuja
Disponível em:http://www.alertatotal.net/2015/01/a-bandidagem-revolucionaria.html
Acesso em 06 jan 2015

Texto para Obama ler na cama

“Meu povo está subjugado na mais negra miséria. Torturam-se pessoas e um quinto da população fugiu por razões políticas. O povo cubano vive esperando o abraço solidário dos mandatários ibero-americanos. Estes, porém, o negam às vítimas e o oferecem ao carrasco” (Armando Valladares, poeta que passou 22 anos nas masmorras cubanas).

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

O Diretório Geral de Informações (DGI) é um dos serviços de Inteligência do Estado cubano. Está sob a jurisdição do Ministério do Interior (MININT), sendo que o seu diretor, durante mais de 30 anos foi Manuel Piñero Losada (falecido em 1998, em Havana, em um estranho acidente de automóvel dirigido por ele próprio). Ele assumiu a chefia dos serviços de segurança e informações ainda quando a guerrilha castrista combatia em Sierra Maestra. Após a tomada do Poder, Piñero recebeu de Fidel a tarefa de exportar a revolução, o que lhe permitiu realizar um sem número de ações fora do território cubano.

O efetivo do DGI está integrado por sociólogos, psiquiatras, jornalistas, advogados, psicólogos, médicos, líderes religiosos e estudantis, locutores, cientistas e outros profissionais.

Todos os organismos da administração central do Estado, assim como as empresas, estabelecimentos, instituições de investigação científica, meios de difusão, organizações sociais, etc., são sistematicamente supervisionadas por oficiais do DGI. Em cada quadra há uma ou mais pessoas classificadas pelo DGI como “pessoal de confiança”. Essas pessoas geralmente mantêm uma falsa atitude de crítica ativa ao sistema ou de pouca militância política.

Seu objetivo consiste em informar ao DGI o que ocorre em seus locais de residência. Sua missão é independente daquela que realizam os membros dos CDR (Comitês de Defesa da Revolução), cuja estrutura organizativa possui um “Responsável de Vigilância” que também colabora com o DGI, porém sem a capacitação e alcance do “Pessoal de Confiança”.

O DGI também organiza, assessora, capacita e mobiliza as temíveis Brigadas de Resposta Rápida encarregadas de reprimir com violência as atividades dos movimentos de oposição política. Há numerosos testemunhos de oposicionistas do regime que sofreram ataques dessas Brigadas. Em cada comunidade foram criados pelo DGI os Sistemas Únicos de Exploração e Vigilância, formados por pessoas adeptas incondicionais do regime, dirigidas por militantes do Partido Comunista.

A partir de 1967, em sua tarefa de exportar a revolução, inclusive antes do triunfo de Allende, começaram a chegar ao Chile agentes da Inteligência cubana sob a cobertura de “bolsas de estudo”. Essa afirmação é de Rafael Nuñez, um ex-funcionário cubano que cumpriu várias missões em Santiago durante o governo da Unidade Popular. Segundo ele, o objetivo era converter o país em uma base de apoio à subversão na América Latina: “Desde a embaixada cubana em Santiago se administravam as operações na Argentina, Brasil e Uruguai”.

O próprio Manuel Piñero esteve várias vezes no Chile antes da deposição de Allende e em uma dessas visitas conheceu a chilena Marta Harnecker, uma militante do MAPU (Movimento Unificado de Ação Popular), que seria sua segunda esposa.

Em 1974, a fim de potenciar a exportação da ação revolucionária a todo o Continente, Fidel Castro criou um aparato de Inteligência próprio, paralelo ao DGI e às Tropas Especiais, que já existiam sob a dependência do Ministério do Interior. Essa nova entidade, que ficou a cargo de Piñero, foi denominada Departamento América, dentro do organograma do Comitê Central, com orçamento próprio e ampla autonomia. Por quase duas décadas, esse organismo foi o oxigênio da insurgência continental e, mais tarde, com o desmanche do socialismo real, o foco dirigente da chamada “bandidagem revolucionária”, o “Ministério da Revolução”, como o batizou Fidel Castro.

Com seu espírito conspirativo, Manuel Piñero moldou a seu modo a sua gente da América Latina, em sua maioria jovens humildes aos quais transmitiu o gosto por “los fierros” (armas).

Os membros do Departamento América foram distribuídos sob a cobertura das embaixadas cubanas, coordenando todas as operações nos diversos países. Após a deposição de Allende, como no governo Pinochet não havia representação cubana no Chile, o lugar das operações foi transferido para Buenos Aires, de onde os grupos terroristas chilenos eram ajudados com dinheiro, informação, armas e documentação falsa para viagens a Cuba, quase sempre via Lima, Peru, e daí para Havana, pela Cubana de Aviación.

Em dezembro de 1989, quando do seqüestro do empresário Abílio Diniz, no Brasil, por um grupo de argentinos, chilenos e canadenses, em algumas agendas apreendidas com os seqüestradores figurava o nome do embaixador de Cuba na Argentina, Santiago Eduardo Díaz Paez, codinome “Terry”, membro do Departamento América desde, pelo menos, 1985. Nessa época, 1989, o Conselheiro Político da embaixada na Argentina era Daniel Enrique Herrera Perez, subchefe do DA para o Cone Sul.

As operações dirigidas pelo Departamento América, que chamamos de “bandidagem revolucionária” foram inúmeras, todas ou quase todas utilizando a mão de obra ociosa do MIR chileno, que era considerado “o filho predileto” de Piñero. Essas operações consistiam basicamente em seqüestros e assaltos a bancos.

O Departamento América apontava os alvos, organizava as ações e grupos compostos por guerrilheiros de distintos países as realizavam. Um dos personagens mais importantes dessa estrutura era o chileno René Valenzuela Bejas (“El Gato”), que chefiou no Brasil o seqüestro de Abílio Diniz, embora na época não tenha sido identificado, tendo sido posteriormente detido, em 1992, na Espanha por participar de seqüestros junto com a organização Eta-Basca. Valenzuela era, então, um dos dirigentes do MIR chileno, responsável pela obtenção de “solidariedade no exterior”.

Foram realizados vários assaltos a bancos no México e um dos seqüestros mais comentados ocorreu em 1984, quando militantes do MIR chileno se apoderaram do empresário panamenho Sam Kardensky, no Panamá, que foi libertado quase um ano depois no Equador. O resgate pago foi de US$ 9 milhões.

Os seqüestros de Luiz Salles, Geraldo Alonso, Antonio Beltran Martinez, Washington Olivetto e Abílio Diniz, todos em São Paulo, foram operações do Departamento América. O objetivo era arrecadar fundos destinados às guerrilhas ainda existentes na América Latina, em face da escassez de recursos decorrente do desmantelamento do socialismo real, que pôs um fim ao fluxo do chamado “ouro de Moscou”. Observe-se a coincidência da modalidade do primeiro contato, em todos esses seqüestros, com as famílias dos seqüestrados, feito através de cartas acompanhadas de ramos de flores.

Alguns livros confirmaram a “bandidagem revolucionária”: “A Utopia Desarmada” do mexicano Jorge Castañeda (editado no Brasil em 1994), “Fin de Siglo em Havana”, dos jornalistas franceses Jean Pierre Fogel e Bertrand Rosenthal, lançado em Bogotá, Quito e Caracas em 1994, e “Uma Questão de Justiça”, da jornalista canadense Isabel Vincent, lançado simultaneamente no Brasil e Canadá em 1995. Segundo ela, “o cartel (de seqüestros) teria ramificações em mais de doze países, incluindo terroristas do grupo separatista basco Eta-Basca”.

Também o atentado ao general Pinochet (“Operação Século XX”) em 1986 – quando cinco militares da sua segurança foram mortos e dez ficaram feridos -, o atentado que causou ferimentos ao general Gustavo Leigh, bem como o seqüestro de Christian Edwards Del Río, filho do proprietário do jornal “El Mercúrio”, em 1991, contaram com a assessoria da Inteligência cubana.

O poder de Piñero já vinha sofrendo danos com o fortalecimento dos “Contras” na Nicarágua, com o fim da guerrilha em El Salvador, mediante um acordo de paz e, fundamentalmente, pela queda do bloco soviético, nos anos de 1989, 1990 e 1991. Finalmente, a demissão de Piñero da chefia do Departamento América, em 24 de fevereiro de 1992, parece ter sido em conseqüência da “bandidagem revolucionária”, pois para os Serviços de Inteligência da América Latina não era mais segredo a responsabilidade cubana nos bastidores.

Observe-se que no ano de 1978 Manuel Piñero respaldou a chamada “Operação Retorno”, do MIR, mediante a qual voltaram ao Chile, clandestinamente, inúmeros militantes com formação militar em Cuba. Não obstante, essa operação fracassou, sendo detida a maior parte dos retornados, desarticulado o núcleo urbano e aniquilado o “Foco Guerrilheiro” que havia sido instalado na região de Netume. Apesar desse fracasso, Piñero sobreviveu na chefia do DA graças ao saldo acumulado pela participação na vitória sandinista, em 1979, na Nicarágua e ao estabelecimento de um regime pró-castrista em Granada.

Finalmente, uma referência deve ser feita ao Departamento de Operações Especiais, órgão a cargo das Tropas Especiais, unidade paramilitar vinculada ao Ministério do Interior, através do qual militantes dos chamados movimentos de libertação nacional, escolhidos pelo Departamento América, recebem treinamento militar em Cuba. Embora oficiais desse Departamento mantenham contatos diretos com membros do aparato militar de determinados movimentos de libertação, a supervisão de tais contatos é, no entanto, do DA.

Observe-se que em 26 de agosto de 2004, a presidente do Panamá, Mireya Moscoso, decidiu soberanamente indultar quatro anticastristas presos sob a acusação de conspirar para matar Fidel Castro. Imediatamente o governo cubano divulgou uma nota anunciando o rompimento das relações diplomáticas entre os dois países, tachando a presidente do Panamá de “cúmplice e protetora do terrorismo”.

O governo cubano, descaradamente, conta com a falta de memória da mídia e dos povos para acusar a outros daquilo que sempre fez e que constitui o bê-a-bá de sua política externa: a bandidagem revolucionária.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

A vaca socialista

vaca-voadora

Fonte: Facebook
Diponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/842153349161676/?type=1&fref=nf
Acesso em: 01/01/15

Guarulhos Direita Conservadora
AS VACAS SOCIALISTAS DE CUBA
Em Cuba, matar e vender uma vaca pode dar até 18 anos de prisão. Segundo o código penal, trata-se de “sacrifício ilegal de gado e venda de suas carnes”.
O cubano que matar uma vaca sem autorização do governo, mesmo que o animal pertença a ele (50% das cabeças de gado da ilha são particulares ou de cooperativas), fica entre 4 e 10 anos atrás das grades. Se vender essa carne diretamente ao consumidor, no mercado negro, em vez de repassar ao Estado por preços irrisórios, fica mais 3 a 8 anos preso.
Ou seja, quem mata e vende uma vaca em Cuba pode ficar mais tempo preso do que alguém que comete homicídio simples, que passa até 15 anos na prisão.
Resultado: muitos cubanos são “criativos”.
Alguns amarram suas vacas nos trilhos do trem para que elas sofram “acidentes” (ainda que possam ser multados por isso). Outros fingem que o gado foi roubado para poder vender a carne.
De qualquer modo, carne é artigo de luxo. Só turistas, gente que recebe remessas de parentes ou ganha em dólares consegue comprar.
O produto não faz parte da cesta básica disponível em pesos cubanos. Quem precisa de proteína, come frango, quando tem, ou apela para salsicha ou um atroz “picadillo” feito de soja, gordura e miúdos.
Até existe carne à venda nas lojas dolarizadas, que vendem em CUCs, o peso conversível.
Mas o preço é proibitivo. O salário médio em Cuba é de 30 CUC (US$ 33) e o quilo da carne de vaca sai a 12 CUC (US$ 13).
O único jeito é comprar no mercado negro, a 2 CUC o quilo. Isso implica muitas vezes comprar do pessoal que chega com bifes escondidos debaixo do casaco, de procedência duvidosa.
“Segurança, educação e saúde aqui em Cuba são ótimos”, “diz o guia” turístico cubano Alberto Rodríguez. “Mas não podemos passar a vida inteira comendo salsicha e picadinho de soja; as coisas precisam mudar.”
A revolução está ruindo pelo estômago.
E com seu principal patrocinador, a Venezuela, à beira de um colapso econômico, o governo cubano sabe que não tem tempo a perder.
O timing é perfeito para a reaproximação com os EUA, após cinco décadas de hostilidades entre os dois países.
A esperada injeção de investimentos norte-americanos é a última esperança de sobrevivência do regime castrista.
Mas o começo do fim do isolamento de Cuba tem efeitos colaterais: pode adiar ainda mais a abertura política em Cuba, ao dar um oxigênio extra para o ditador Raúl Castro. Para desespero dos presos políticos na ilha, que não se limitam aos 53 cuja libertação foi negociada pelo presidente Barack Obama.


http://www1.folha.uol.com.br/…/1568097-cuba-e-as-vacas.shtml
FOTO: Yusnaby Pérez
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Segundo o Estadão, os cubanos temem que a abertura da economia aumente a criminalidade

Old buildings and string of shoes.

O tweet que divulgou o artigo:
https://twitter.com/estadao/status/546991057360019456
estadao-twitter-20141226

Fonte: O Estado de São Paulo
Título: Cubanos temem que abertura na economia aumente criminalidade
Autor: Rodrigo Cavalheiro – enviado especial do jornal em Havana
Disponível em: http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,cubanos-temem-que-abertura-na-economia-aumente-criminalidade-imp-,1610782
Acesso: 26 dez 2014

Vamos analisar um pouco esta matéria.

Já no título Cubanos temem que abertura na economia aumente criminalidade, percebemos que segundo o jornal, aos olhos dos cubanos, a “abertura na economia” irá “aumentar a criminalidade” ou em outras palavras: Enquanto sob a ditadura comunista, os cubanos viviam num paraíso sem crimes (ou com “o menor índice de homicídios da América Latina” – mais adiante examinamos esta afirmação). Agora, com a “abertura capitalista” teme-se o aumento da criminalidade.

Ótimo o jornal conseguiu, com apenas 8 palavras gravar na mente do leitor ingênuo o binômio:
Comunismo = segurança
Capitalismo = aumento do crime.

Para chegar a esta conclusão, o jornalista se apoia em três depoimentos de cubanos, todos com mais de sessenta anos de idade. Não informa qual a autoridade que tais cidadãos têm para representar a população de Cuba, como quer dar a entender o título da matéria.

Mais adiante o jornal nos informa:

Moradores de um dos países mais seguros da América Latina creem que mudança na relação com EUA afetará sua tranquilidade.

Cuba é “um dos países mais seguros da América Latina” no entanto, um pouco depois o jornalista foi obrigado a reconhecer que

“Dados gerais sobre a criminalidade em Cuba são segredo de Estado”.

Apesar do “segredo de Estado”, surpreendentemente, o índice de 4,2 homicídios por 100.000 pessoas está publicado e é nele que o jornal baseia a sua conclusão sobre o lugar de Cuba no “ranking” da Segurança da América Latina.

Qualquer leitor atento se fará pelo menos duas perguntas:

  1. se os índices de criminalidade são “segredo de Estado”, qual a credibilidade que este número deve ter?
  2. se os índices de criminalidade são “segredo de Estado”, por que este índice foi divulgado?

As respostas não são nada difíceis para quem conhece um pouco do comportamento padrão de todas ditaduras e, por ser parte de um abrangente “segredo de Estado” tal índice jamais estará aberto ao escrutínio de entidades isentas e não comprometidas com a divulgação da ditadura Cubana.

Um dado revelador aparece nesta matéria que corrobora todas as acusações de privação das liberdades individuais que existe em Cuba. Para justificar porque os cubanos vivem em tal mundo maravilhoso em que a violência é tão insignificante que precisa ser mantida como “segredo de Estado”, o jornalista atesta:

“Além de policiais uniformizados, as ruas de Havana tem segurança invisível. cada quadra há um Comitê de Defesa da Revolução (CDR), onde os problemas da região são debatidos e levados ao regime. Nos anos 90, quando o narcotráfico tentou entrar na Ilha, informantes do CDR o inibiram. Hoje eles são uma versão das câmaras de segurança. (grifo acrescentado)

Um bom exemplo do que se pode esperar do futuro do Brasil, quanto aos papéis a serem desempenhados pelos sovietes do Decreto 8243. Já imaginaram como deve ser boa a vida num país em que, em cada bairro, em cada quadra, há um soviete de “Defesa da Revolução” sempre pronto para “levar para o regime” tudo o que aos olhos desse nefando “regime” constitui “os problemas” da região em que você vive?