Fernando Holiday

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O comentário abaixo foi o que literalmente me “obrigou”, no bom sentido, a criar esta matéria

Fonte: Ceticismo Político
Título: Seção de comentários: O Caso Fernando Holiday
Autor: Comentarista Cauê da página Ceticismo Político postado as 12:29 pm
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/11/saiu-a-lista-oficial-com-todas-as-manifestacoes-organizadas-pelo-mbl-para-o-dia-1503/#comment-53665
Acesso: 12 fev 2015
Segue transcrição do Comentário:

[OFF MUITO IMPORTANTE]
Pela primeira vez vi uma nota na imprensa a respeito do caso Fernando Holiday.

Hoje, no jornal Destak (que, felizmente, é claramente contra o governo), o colunista João Pequeno tratou perfeitamente do assunto.

Segue abaixo o texto, cujo qual tomei liberdade de digitá-lo:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.
“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.
Como diz Lobão, “o frouxo unido jamais será um indivíduo”.
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Reparem que ele citou inclusive o silêncio da imprensa – não vi nem sequer na Veja menção ao caso.

E eu pergunto: onde estão VOCÊS – vocês, que lêem aqui – que não estão colaborando com o caso, assim como o Luciano colaborou divulgando? Escrever opiniões na caixa de comentários aqui é muito fácil.

Cadê o recado para os grandes jornais, xingando-os de covardes, de cúmplices da escória, por não citarem o caso?

Aconselho escreverem ao colunista João Pequeno parabenizando por noticiar o caso. Foi a ÚNICA menção que vi ao caso na imprensa, E O CASO NÃO É RECENTE.

E-mail dele: joaopequeno77@yahoo.com.br

Passarei logo mais uma lista de e-mails para que possamos enviar à imprensa (eu já enviei na época do caso) pedindo que o caso seja noticiado.

Se novamente vocês – é, você que tá lendo – nada fizer, todo o esforço de Fernando Holiday terá sido em vão. E vamos dispensar o PRATO CHEIO que é essas ameaças vindas da esquerdopatada. Dispensar prato cheio é feio, não é?

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[BOMBAR NA IMPRENSA O CASO FERNANDO HOLIDAY]
Selecionei apenas os veículos que noticiaram o caso do goleiro Aranha. Ao final coloco uma sugestão de mensagem.

Segue acesso e/ou e-mail:
FOLHA DE SÃO PAULO
-> http://folhaleaks.folha.com.br/ (sessão para enviar pautas para a Folha)
ESTADÃO
-> falecom.estado@estadao.com
portal@estadao.com
PORTAL TERRA
clienteterra@terra.com.br
comunicacao.corporativa@corp.terra.com.br
VEJA (essa não sei como não falou nada. e lembrando que só tá aqui quem falou do caso Aranha)
-> veja@abril.com.br
IG
-> http://faleconosco.ig.com.br/ (não esquecer de selecionar “Redação”)
O GLOBO
-> http://oglobo.globo.com/fale-conosco/
PORTAL R7
-> http://www.r7.com/institucional/fale-com-o-r7/index.html
JOVEM PAN
-> jovempanonline@jovempan.com.br
O POVO ONLINE
-> ombudsman@opovo.com.br
-> arlen@opovo.com.br
-> ananaddaf@opovo.com.br
-> erick@opovo.com.br
-> redacaoportal@opovo.com.br
BRASILEIROS.COM.BR
-> redacao@brasileiros.com.br
-> seminarios@brasileiros.com.br
DIÁRIO DE SÃO PAULO
-> leitor@diariosp.com.br
-> sac@diariosp.com.br
O TEMPO
-> luciacastro@otempo.com.br
-> candido.henrique@otempo.com.br
EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO | IBAHIA
-> http://www.educacaoemmovimento.com/no_cache/faleconosco/
PORTAL VÍRGULA
(cliquem em CONTATO ao final da página que abre um formulário)
-> http://virgula.uol.com.br/musica/black/emicida-grava-video-em-apoio-ao-goleiro-aranha-vitima-de-racismo/
******************Casos Especiais************************
REDE BRASIL ATUAL
Esse site é chapa branquíssima, como neve, como farinha, faz parte da BLOSTA, e se diz democrático. Deitaram e rolaram no caso do goleiro Aranha, mas nada falaram do caso Fernando Holiday. CAPRICHEM NA MENSAGEM!
-> http://www.redebrasilatual.com.br/fale-com-a-gente
ESPORTE FINO | CARTA CAPITAL
Preciso nem falar, né? Divirtam-se.
-> http://esportefino.cartacapital.com.br/contato/
PRAGMATIMO POLÍTICO
Risos
-> http://www.pragmatismopolitico.com.br/contatos
Compartilhem por aqui as respostas que receberem. Vamos mostrar que ESTAMOS DE OLHO. Que vimos o quão hipócritas são, em especial esses que se dizem defensores.
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SUGESTÃO DE MENSAGEM PARA ENVIAREM:
“Caros,
Muito me surpreende que, ano passado, vocês noticiaram com bastante destaque o caso do goleiro Aranha, e há semanas fingem não verem as ameaças reais e o racismo que o vlogger Fernando “Holiday” Silva, negro como o Aranha, sofreu após postar um vídeo no YouTube no qual critica as cotas para negros, bem como a vitimização que os esquerdistas radicais propõem aos negros.

Por que vocês só noticiaram o caso do Aranha e estão se fazendo de cegos diante desse?

Por que demonizaram a torcedora do Grêmio que ofendeu o goleiro no estádio e estão sendo bonzinhos com os esquerdistas radicais que ameaçaram matar o Fernando Holiday e depreciaram de monte o fato de ele ser negro?

Só por que esse grupo de ameaçadores, agressores e racistas são esquerdistas radicais?

Por que não estão denunciando esse crime do qual o Fernando está sendo vítima?

Caso nem façam ideia do caso, seguem os links:

http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

http://lucianoayan.com/2015/01/31/fernando-holiday-fala-com-o-blog-ceticismo-politico-venha-quem-vier-com-as-armas-que-quiserem-nao-irei-me-calar/

Caso não seja suficiente, segue coluna publicada hoje pelo jornal Destak no dia de hoje, 11 de fevereiro de 2015, o ÚNICO que vi até então noticiar o caso, pelo colunista João Pequeno:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.

“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.

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Espero que vocês, como veículo de comunicação, deem o tratamento merecido ao caso.

Muito me decepciona esse silêncio da imprensa, essa covardia, esse medo, essa falta de informação, esse se fingir de cego, sendo que no caso do Aranha deram cobertura até a exaustão, o que inclusive acabou com a casa da torcedora sendo incendiada.

Grato.”
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Quem é Fernando Holiday?
Fernando Holiday é o rapaz da foto. Nâo vou aqui repetir tudo o que já foi dito a respeito dele. Parte do que tem sido publicado (longe da grande mídia) pode ser encontrado nos seguintes links:

Fonte: Em busca do respeito ao cidadão
Título: Fernando Holiday, vítima e o exemplo do puro racismo da esquerda nas Universidades
Autor: Edson Luiz Teles
Disponível em: http://edsonluistelles.blogspot.com.br/2015/02/fernando-holiday-vitima-e-o-exemplo-do.html
Acesso: 16 fev 2015


Fonte: Ceticismo Poliico
Título: O caso de Fernando Holiday. Ou: quando a extrema-esquerda, sempre racista, mostra sua cara
Autor: Luciano Henrique
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

Acesso: 16 fev 2015


O grande mérito do Fernando Holiday nesta história toda, é ele ser um jovem negro (poderia ser um jovem branco ou um jovem amarelo, isto não importa muito exceto pelo fato de que alguns doentes mentais e a esquerda imbecil que hoje domina a mídia querem apresentar a sociedade como dignos de privilégios especiais em relação a toda a população brasileira) que compreende perfeitamente o objetivo controlador das tais “cotas raciais” e se nega a ser escravizado por elas.

Tal controle que a esquerda pretende sobre as pessoas agraciadas pela benesse das “cotas raciais” fica claro na reação à atuação do exmo. sr. Juiz Joaquim Barbosa, atacado porque foi colocado no STF pelo governo do PT, não por que fosse um excelente juiz, mas “por que era negro” e por ser “negro” e ter sido agraciado com o cargo, o partido que nos governa esperava que ele estuprasse a Justiça, libertando seus políticos envolvidos no mensalão. No entanto o Juiz Joaquim Barbosa apegou-se à lei segundo a lógica distorcida dos doentes mentais que nos governam, “se voltou contra” os que achavam que ele lhes devia algo por ter sido indicado por eles para o cargo.

Este controle também fica claro pela reação agressiva que os defensores das cotas – tanto a mídia como outros – mostraram contra ele e que em nenhum momento recebeu a cesura dos que auto designam como defensores dos “direitos humanos”.

Ele quer provar – e tem conseguido fazê-lo com uma coragem invejável e só comparada aos dos grandes homens – que:

  • é inteligente o suficiente para não se deixar vender por falsos afagos do coitadismo esquerdista;
  • não é inferior a ninguém, especialmente aos “não negros”;
  • não precisa de privilégios para vencer e se equiparar a qualquer um que sem poder lançar mão das tais “cotas”, entra para um curso superior; e,
  • que ele é muito superior aos aproveitadores e oportunistas que preferem a preguiça e o atestado de incompetência que as “cotas raciais” lhes confere, junto com a desculpa de serem vitimas infelizes de um passado histórico a respeito do qual ninguém que hoje vive é responsável, ou, menos ainda, pode mudar.

Durante algum tempo já, o Fernando vem publicando seus vídeos na Internet. Tomei a liberdade de trazer alguns para cá, mesmo alguns já tendo sido citados nas matérias que indiquei anteriormente:


Por que somos um país racista? | Preto no Branco


Você já viu um negro racista? | Preto no Branco


Como adestrar seu negro | Preto no Branco

Google Doodle presta justa homenagem a negro brasileiro

googledoodle-ernesto-carneiro-ribeiros-175th-birthday

Em 12 de setembro de 2014, o Google Doodle foi em homenagem a Ernesto Carneiro Ribeiro. Você sabe quem foi Ernesto Ribeiro Carneiro? Eu não sabia, mas achei que havia algum motivo por trás da homenagem de mais um ilustre desconhecido da iconografia militante brasileira. Fui na Wikipedia e não deu outra:

Ernesto Carneiro Ribeiro (Itaparica, 12 de setembro de 1839 — Salvador, 13 de novembro de 1920), foi um médico, professor, linguista e educador brasileiro, afrodescendente, conhecido entre os historiadores brasileiros por exemplo pela polêmica mantida com Ruy Barbosa, seu ex-aluno, acerca da revisão ortográfica do Código Civil Brasileiro.

Wikipedia, Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Carneiro_Ribeiro, Acesso em: 12/09/14

Em pleno período escravagista, o brasileiro, acima de tudo, Ernesto Carneiro de Souza, se formou como médico, professor, linguista e educador, discutiu com Rui Barbosa, o “Águia de Haia”, aquele brasileiro que foi ensinar inglês na Inglaterra, sem precisar das tais “cotas” para negros, para entrar para universidade.

Fez-se por si mesmo, impondo-se com competência sem ser subvalorizado por “esmolas” e privilégios concedidos por governo populista que, através de tais benesses se mantém no poder sem dar a menor importância ao dano que causa à capacidade de luta e de auto-realização do povo brasileiro.

Cotas Raciais

raca-brasilFonte: http://slideplayer.com.br/slide/1269717/ Acesso em: 13 jul 2014

As cotas raciais tiveram um único grande mérito para mim. Foram o primeiro movimento esquerdista que me mostrou haver algo muito errado com o raciocínio e a lógica dos governistas e isso ainda no governo FHC. Obviamente essa falha lógica se tornou endêmica depois do petê assumir o poder.

Não conseguia entender porque estender o privilégio a uma “raça” – conceito anticientífico, que na realidade nem existe – para suprir a deficiência de representação de pessoas da tal “raça” nas nossas universidades.

A questão racial no Brasil é tão ridiculamente desconsiderada pelo povo nas ruas, que a liderança do movimento negro brasileiro, para se justificar seu coitadismo de “maioria ‘negra’ prejudicada pela minoria ‘branca'” foi obrigada a incluir na categoria de “raça negra” todos os nossos mestiços como mulatos, caboclos, caiçaras, mamelucos, cafusos etc.

Segundo meu entendimento, era óbvio que o baixo números de pessoas de cor nas universidades não se devia a um pretenso “preconceito racial” mas a uma falta de preparo que os tornasse competentes para se formar em bons médicos, bons advogados e bons engenheiros. portanto a causa estava na formação básica dada a essas pessoas nas Escolas Públicas cujos exemplares de referência na área de educação sempre foram raros.

Mas o que se via na área da educação pública era o MEC cada vez mais diminuindo os padrões de qualidade do ensino público com normas que excluíam do currículo matérias consideradas ou difíceis de mais ou impróprias e, até mesmo, impedindo a reprovação de alunos, premiando a incompetência e a vagabundagem.

Para mim era claro que se queríamos mais negros, morenos, cafusos etc. nas nossas Universidades tínhamos que melhorar o padrão de ensino e as exigências de classificação nos cursos mais fundamentais. Mas isto nunca foi o que os Governos fizeram.

Vendo que nada além dos conceitos e justificativas dos racistas negros era escrito em nossa imprensa, comecei a procurar livros e outros materiais na Internet sobre o assunto e foi quando encontrei as matérias publicadas pelo professor e filósofo Olavo de Carvalho nos seus livros “O Imbecil Coletivo I” e “O Imbecil Coletivo II” e os comentários do jornalista Reinaldo de Azevedo, publicados em seu blog.

Mais adiante, comprei o livro “Uma Gota de Sangue” de Demétrio Magnoli, uma excelente compilação que conta a história das ações afirmativas e do seu uso pelo movimento negro nos Estados Unidos para obtenção de privilégios e como através, principalmente, da ação no Brasil da Fundação Ford a estratégia utilizada naquele país para criar um movimento de ódio racial foi sendo paulatinamente implantada no Brasil até chegar às atuais “cotas raciais”. E isso ignorando o fato já mencionado, de que a maioria da população brasileira é composta por mestiços e não negros além de nem sequer considerar que no Brasil nunca ocorreu uma guerra racial como a que havia nos EUA no início do século XX, onde, entre outras arbitrariedades, um negro tinha banheiros e bebedouros públicos separados dos brancos, tinha que sair da calçada se um branco estivesse vindo em sua direção ou tinha que se sentar no fundo dos ônibus ou caso estivesse sentado fora de “seu lugar” , fosse obrigado a se levantar para ceder o lugar para um branco. Escandalosamente absurda e mentirosa é essa tentativa de igualar o Brasil e os Estados Unidos em termos de racismo. Mas eles conseguiram, mesmo assim impor suas ideias sem que a Sociedade que estava sendo estuprada pelo movimento negro pudesse se defender.

Bem o assunto até hoje é motivo de disputa porque as tais “cotas raciais” estão sendo implantadas sem que possa ser debatido na Sociedade de maneira transparente, como ilustram as duas matérias que estou indicando a seguir por dois motivos, primeiro para divulgar a má fé e o mau-caratismo dos que defendem as tais cotas e para esclarecer porque as cotas são injustas, além de ferir a dignidade dos que por elas são beneficiados.

São injustas, porque impedem que pessoas melhor preparadas entrem para as Universidades se as vagas disponíveis para tais tiverem se “esgotado”, restando apenas as vagas reservadas para as “cotas”.

Ferem a dignidade dos cotistas, os “negros”, porque passam a mensagem que, mesmo que lhes fosse dada uma educação básica pelo governo, igual a que a maioria dos aprovados nas Universidades recebiam, eles não teriam competência para competir com os demais não cotistas e que só foram admitidos às Universidades por que tinham as vagas das “cotas” reservadas para eles.

Além disso as “cotas” expõem a população a riscos incalculáveis resultantes da colocação no mercado de profissionais incompetentes, mal capacitados e despreparados para cuidar do povo brasileiro a quem deverão prestar seus serviços quer como médicos, quer como engenheiros, quer como advogados ou profissionais de qualquer outra área para a qual um curso superior de qualidade é fundamental.

Esta semana o tema foi novamente matéria de destaque na Coluna do Rodrigo Constantino: Programa “Na Moral”, de Pedro Bial, tem barraco em debate sobre cotas e sai do ar sendo, posteriormente objeto de mais esclarecimentos na página Amálgama: Atualidade e Cultura, no excelente artigo Cotas raciais e o racismo do movimento de negros, publicado por Eder de Souza

Seguem os “links” para as duas matérias:

Uma conversa sobre racismo


O que é racismo?
Quem é racista?
É racismo criticar os brancos?
É racismo criticar os negros?
Que “raças” têm representação no governo para defendê-las?
Que “raças” não têm defensores no Congresso?
O que define uma “raça”?
Os brancos roubaram os índios?
O que devem os brancos americanos aos negros americanos?
E os hispânicos, o que fazer com eles?
Como professores e escolas têm contribuído para o racismo?

Essas são algumas das perguntas respondidas por pessoas que creem firmemente haver racismo na América e que deram seu depoimento no documentário aqui indicado, de Craig Bodeker, de quase uma hora. Quem assistir, não interrompa antes do vídeo terminar porque algumas surpresas estão ali guardadas para os que acompanharam todos os depoimentos. Vale a pena!

As pessoas que comentaram são americanos comuns, de várias “raças”, que vivem na América e que expressam suas impressões, seus conceitos e suas soluções para o problema racial. Embora realizado nos Estados Unidos da América, tudo que se mostra ali, serve, também para o momento atual em que a Presidência da República acaba de aprovar mais “cotas” (privilégios para uma “raça” em detrimento do reto da população brasileira) para negros, agora no Serviço Público, além das vergonhosas “cotas para negros” das Universidades Federais brasileiras.