Por que expor a monstruosidade moral de Maria do Rosário e sua tropa não é “defender Jair Bolsonaro”?

Não resta dúvida que estão sendo hipócritas os falsos moralistas que acusam o Bolsonaro e ao mesmo tempo defendem a pedofilia e assassinos e estupradores de qualquer idade.

Obviamente, Bolsonaro só respondeu à ministra Maria do Corsário no mesmo tom que ela usou, como qualquer aluno do segundo grau responderia a uma colega que atacasse sua hombridade. Maria do Corsário acusou Bolsonaro de estuprador, um verdadeiro chute no saco de um homem de bem, ele devolveu o chute que recebeu batendo no que qualquer mulher tem de mais precioso, sua vaidade, chamou-a de horrorosa! Tão horrorosa que nem mesmo valia a pena ser estuprada.

Se ela sentiu o soco na boca do estômago, ponto para o Bolsonaro!

E, se ela não sentiu, mas a petralhada sim. Ponto maior ainda para o Deputado, pois atingiu em cheio aqueles que aplaudiram o ódio da Chauí à classe média e aplaudiram a Ghiraldeli, o professor universitário, este sim, um verdadeiro canalha, que escreveu com todas as letras que queria que a Sheherazade fosse estuprada.

https://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/797746593616487/?type=1

ele-nao-abre-mão

Há quem me pergunte: “por que defender Jair Bolsonaro?”.

Este blogueiro que vos escreve não está defendendo Jair Bolsonaro, mas denunciando uma aberração moral praticada durante a semana, na qual a histeria deu lugar ao julgamento racional de valores.

Como já disse anteriormente, é claro que podemos definir o discurso de Bolsonaro dizendo que “Maria Rosário não merece ser estuprada” (na verdade, ele a chamou de mocréia) como algo mais grosso que dedo destroncado. Mas ainda assim, ele é a vítima da história. O máximo que ele encontrou em um momento no qual sofreu um gravíssimo crime levando-o a se destemperar foi uma piada ácida e incômoda.

Imagine um momento em que dois lutadores estão se encarando em uma luta, quando um deles cospe no rosto do outro. Este responde com um xingamento sem nenhum problema maior que não a grosseria. Se a mídia passa a considerar que o xingamento “ultrapassa…

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Desafio político x eleições

Kim Jong Um vota em si mesmo

Eleito com 100% dos votos!


Origem da foto:
Fonte: Ouside the Beltway (em inglês)
Título: Why Do Dictators Like Kim Jong Un Bother To Hold Fake Elections? (em inglês)
Disponível em: http://www.outsidethebeltway.com/why-do-dictators-like-kim-jong-un-bother-to-hold-fake-elections/
Acesso em: 23 nov 2014

Sobre a esperança nutrida pelos democratas de que através de eleições poderão se livrar de uma ditadura, Gene Sharp escreve:

Não existem eleições sob ditaduras como instrumento de mudança política significativa.

Fonte: SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação . Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo: Pgs. 9, 10. 2010. ISBN 1-880813-09-2. (ênfase acrescentada)

A frase por si só é suficiente para provar porque os democratas não deveriam nutrir grandes esperanças sobre os resultados das últimas eleições presidenciais em 26 de outubro de 2014.

De fato, como afirma Sharp

Alguns regimes ditatoriais, tais como as do antigo bloco oriental dominado pelos soviéticos, passava por esse trâmite, com o objetivo de parecer democráticos. Aquelas eleições, no entanto, eram apenas plebiscitos rigidamente controlados para obter endosso público dos candidatos já escolhidos a dedo pelos ditadores. Ditadores sob pressão às vezes podem concordar com novas eleições, mas depois eles as instrumentalizam para colocar fantoches civis em cargos governamentais. 1

O que Sharp descreve aqui, explica porque foi (e é ilusório) se esperar “eleições limpas” sob ditaduras.

Vemos isso acontecendo, na prática, em toda a América do Sul. Embora nesses países, aos olhos do mundo mal informado, não se viva numa ditadura explícita, onde ditadores “de fato”, para “ceder a pressões externas” precisem convocar eleições, é de interesse do poder que hoje controla ao continente seguir as legislações vigentes – inicialmente para eleger seus comandados, os quais depois de eleitos, alteram as leis e as constituições desses países para se perpetuarem no poder – e convocar periodicamente eleições em que todos são sistematicamente reeleitos, para conferir legitimidade democrática às suas ações ditatoriais, incluindo, aparelhamento do Estado, fim da independência entre os 3 poderes democráticos, criação de sovietes, chantagem econômica e implantação de censura à grande mídia, perseguição aos opositores, desvio de recursos nacionais, censura da internet, criação de milícias governamentais para repressão de protestos contra o governo etc. até à total destruição do Estado de Direito.

Já apontei aqui várias atitudes do PT que indicam o partido como agindo ditatorialmente. Na verdade, apenas juntando os pontos, isto é, avaliando o que tem acontecido na América do Sul nas duas últimas décadas, sou de opinião que a ditadura que hoje controla uma boa parte dos governos sul-americanos é supranacional e vai além das pessoas que lideram tais governos, os quais, a meu ver, usando a expressão de Sharp, são meros “fantoches” às mãos do poder real por trás desses acontecimentos.

Desde os anos 1990 pelo menos, o prof. Olavo de Carvalho vem afirmando insistentemente, com excesso de provas documentais, que Fidel Castro e Lula haviam criado uma poderosa organização internacional, batizada com o nome de Foro e São Paulo, cujo principal objetivo era restaurar na América Latina o que o comunismo perdeu no Leste Europeu.

Apesar dos incessantes e numerosos avisos do professor, para a opinião pública, esta organização, graças à colaboração da mídia brasileira e com o apoio de partidos políticos como o próprio PSDB, passou quase 10 anos no mais completo anonimato, estendendo suas garras sobre as nações da América do Sul, sendo totalmente ignorada pelo povo brasileiro. Neste meio tempo, ela pode, aos poucos, ir colocando por meio de “eleições” seus fantoches como principais mandatários de seus países. Isto aconteceu, entre outros, na Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai e o próprio Brasil. Em todos esses países os testas de ferro do Foro de São Paulo foram mantidos no poder por meio de eleições ditas “democráticas”, ou como afirma Sharp “apenas para obter endosso público”, e invariavelmente, em todos os casos, sob acusações de terem praticado eleições fraudulentas, a última das quais tendo ocorrido no Brasil há pouco menos de um mês.

O que foi confirmado pela fala de Lula mostrada acima e, em outra ocasião, pela presidente candidata que declarou textualmente que podia fazer o diabo na hora da eleição: e fizeram!


1. Op. cit. pg. 9.

A lei de mídia caminha de vento em popa na Venezuela: jornal mais antigo do país deixa de circular por falta de papel

A Censura à imprensa, um dos três maiores objetos de desejo do pêtê e dos socialistas radicais (os outros dois são a “constituinte” da reforma política e a perenização do Decreto 8243 da terrorista), continua dando certo na Venezuela.

maduro

Para que servem as leis de mídia bolivarianas? Espero que depois do texto de ontem, Descontruindo o PT – 2 – Um partido golpista, restem poucas dúvidas. Mas sempre é bom ilustrarmos como a coisa funciona. Leia a notícia Jornal mais antigo da Venezuela deixa de circular por falta de papel, da Folha de São Paulo:

Um jornal ligado à oposição conhecido por ser o mais antigo da Venezuela anunciou nesta quarta (10) a suspensão de sua circulação impressa alegando dificuldades de importar papel e outros insumos por causa do controle cambial imposto pelo governo central.

“A partir da segunda-feira 15 [de setembro] e por um período que esperamos ser o mais breve possível, as páginas deste [veículo] não acompanharão o cafézinho das manhãs”, disse, em editorial, o jornal “El Impulso”, criado em 1904 e editado e publicado na cidade de Barquisimeto, 350 km a leste de Caracas.

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As Ditaduras e a Censura

PT e a censura

Festejando os 50 anos do Contra-golpe de 1964, o jornal O Globo, ele mesmo sob forte ameaça de censura, coloca como manchete de capa em sua edição de hoje, domingo, 23 de março de 2014, a matéria “A Censura na Ditadura”. Esta iniciativa daquele que se autodenomina “O maior jornal do país”, sem dúvida, nos dá uma ótima oportunidade para (re)lembrar os esforços promovidos pelas esquerdas para censurar a mídia e até mesmo o cidadão comum – exatamente como aconteceu no período posterior a 1964 -, o mais recente, sendo os esforços do PCdoB em amordaçar a jornalista Sheherazade usando o poder econômico do governo e levando a reboque a censura a toda a mídia.

A iniciativa do jornal carioca é, portanto, mais uma oportunidade de provar o verdadeiro caráter dos que “lutaram contra a ditadura” e que hoje nos governam, por levantar as semelhanças entre uma ditadura e o que eles sempre quiseram para o povo brasileiro.

Por exemplo, eis alguns exemplos colhidos a esmo na Internet, de censura movida pelas esquerdas brasileiras sob a liderança do PT:

PT e censura I: Xingamentos a Lula e Dilma são censurados em talk show de Danilo Gentili

Data da publicação: 19 mar 2014
Acesso em: 23 mar 2014

O Marco Civil e a censura na internet que o PT quer promover
Data da publicação: 10 mar 2014
Acesso em: 23 mar 2013

Sheherazade fala sobre polêmica: PT e PSOL defendem a censura
Data da publicação: 08 fev 2014
Acesso em: 23 mar 2014

PT censura entrevista de Carlos Vereza a Jô Soares em que falam do mensalão
Data da publicação: agosto de 2012
Acesso em: 23 mar 2014

CENSURA: O “marco regulatório” do PT explicado com detalhes (vídeo)
Data da publicação: 11 dez 2012
Acesso em: 23 mar 2014

PT TENTA MAIS UMA VEZ CENSURAR A IMPRENSA. QUER PROIBIR USO DA PALAVRA “MENSALÃO”
Data da publicação: 4 ago 2012
Acesso em: 23 mar 2013

O PT e a censura de imprensa no Brasil (vídeo)
Data da publicação: 24 ago 2010
Acesso em: 23 de mar 2014.