Fernando Holiday

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O comentário abaixo foi o que literalmente me “obrigou”, no bom sentido, a criar esta matéria

Fonte: Ceticismo Político
Título: Seção de comentários: O Caso Fernando Holiday
Autor: Comentarista Cauê da página Ceticismo Político postado as 12:29 pm
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/11/saiu-a-lista-oficial-com-todas-as-manifestacoes-organizadas-pelo-mbl-para-o-dia-1503/#comment-53665
Acesso: 12 fev 2015
Segue transcrição do Comentário:

[OFF MUITO IMPORTANTE]
Pela primeira vez vi uma nota na imprensa a respeito do caso Fernando Holiday.

Hoje, no jornal Destak (que, felizmente, é claramente contra o governo), o colunista João Pequeno tratou perfeitamente do assunto.

Segue abaixo o texto, cujo qual tomei liberdade de digitá-lo:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.
“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.
Como diz Lobão, “o frouxo unido jamais será um indivíduo”.
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Reparem que ele citou inclusive o silêncio da imprensa – não vi nem sequer na Veja menção ao caso.

E eu pergunto: onde estão VOCÊS – vocês, que lêem aqui – que não estão colaborando com o caso, assim como o Luciano colaborou divulgando? Escrever opiniões na caixa de comentários aqui é muito fácil.

Cadê o recado para os grandes jornais, xingando-os de covardes, de cúmplices da escória, por não citarem o caso?

Aconselho escreverem ao colunista João Pequeno parabenizando por noticiar o caso. Foi a ÚNICA menção que vi ao caso na imprensa, E O CASO NÃO É RECENTE.

E-mail dele: joaopequeno77@yahoo.com.br

Passarei logo mais uma lista de e-mails para que possamos enviar à imprensa (eu já enviei na época do caso) pedindo que o caso seja noticiado.

Se novamente vocês – é, você que tá lendo – nada fizer, todo o esforço de Fernando Holiday terá sido em vão. E vamos dispensar o PRATO CHEIO que é essas ameaças vindas da esquerdopatada. Dispensar prato cheio é feio, não é?

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[BOMBAR NA IMPRENSA O CASO FERNANDO HOLIDAY]
Selecionei apenas os veículos que noticiaram o caso do goleiro Aranha. Ao final coloco uma sugestão de mensagem.

Segue acesso e/ou e-mail:
FOLHA DE SÃO PAULO
-> http://folhaleaks.folha.com.br/ (sessão para enviar pautas para a Folha)
ESTADÃO
-> falecom.estado@estadao.com
portal@estadao.com
PORTAL TERRA
clienteterra@terra.com.br
comunicacao.corporativa@corp.terra.com.br
VEJA (essa não sei como não falou nada. e lembrando que só tá aqui quem falou do caso Aranha)
-> veja@abril.com.br
IG
-> http://faleconosco.ig.com.br/ (não esquecer de selecionar “Redação”)
O GLOBO
-> http://oglobo.globo.com/fale-conosco/
PORTAL R7
-> http://www.r7.com/institucional/fale-com-o-r7/index.html
JOVEM PAN
-> jovempanonline@jovempan.com.br
O POVO ONLINE
-> ombudsman@opovo.com.br
-> arlen@opovo.com.br
-> ananaddaf@opovo.com.br
-> erick@opovo.com.br
-> redacaoportal@opovo.com.br
BRASILEIROS.COM.BR
-> redacao@brasileiros.com.br
-> seminarios@brasileiros.com.br
DIÁRIO DE SÃO PAULO
-> leitor@diariosp.com.br
-> sac@diariosp.com.br
O TEMPO
-> luciacastro@otempo.com.br
-> candido.henrique@otempo.com.br
EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO | IBAHIA
-> http://www.educacaoemmovimento.com/no_cache/faleconosco/
PORTAL VÍRGULA
(cliquem em CONTATO ao final da página que abre um formulário)
-> http://virgula.uol.com.br/musica/black/emicida-grava-video-em-apoio-ao-goleiro-aranha-vitima-de-racismo/
******************Casos Especiais************************
REDE BRASIL ATUAL
Esse site é chapa branquíssima, como neve, como farinha, faz parte da BLOSTA, e se diz democrático. Deitaram e rolaram no caso do goleiro Aranha, mas nada falaram do caso Fernando Holiday. CAPRICHEM NA MENSAGEM!
-> http://www.redebrasilatual.com.br/fale-com-a-gente
ESPORTE FINO | CARTA CAPITAL
Preciso nem falar, né? Divirtam-se.
-> http://esportefino.cartacapital.com.br/contato/
PRAGMATIMO POLÍTICO
Risos
-> http://www.pragmatismopolitico.com.br/contatos
Compartilhem por aqui as respostas que receberem. Vamos mostrar que ESTAMOS DE OLHO. Que vimos o quão hipócritas são, em especial esses que se dizem defensores.
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SUGESTÃO DE MENSAGEM PARA ENVIAREM:
“Caros,
Muito me surpreende que, ano passado, vocês noticiaram com bastante destaque o caso do goleiro Aranha, e há semanas fingem não verem as ameaças reais e o racismo que o vlogger Fernando “Holiday” Silva, negro como o Aranha, sofreu após postar um vídeo no YouTube no qual critica as cotas para negros, bem como a vitimização que os esquerdistas radicais propõem aos negros.

Por que vocês só noticiaram o caso do Aranha e estão se fazendo de cegos diante desse?

Por que demonizaram a torcedora do Grêmio que ofendeu o goleiro no estádio e estão sendo bonzinhos com os esquerdistas radicais que ameaçaram matar o Fernando Holiday e depreciaram de monte o fato de ele ser negro?

Só por que esse grupo de ameaçadores, agressores e racistas são esquerdistas radicais?

Por que não estão denunciando esse crime do qual o Fernando está sendo vítima?

Caso nem façam ideia do caso, seguem os links:

http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

http://lucianoayan.com/2015/01/31/fernando-holiday-fala-com-o-blog-ceticismo-politico-venha-quem-vier-com-as-armas-que-quiserem-nao-irei-me-calar/

Caso não seja suficiente, segue coluna publicada hoje pelo jornal Destak no dia de hoje, 11 de fevereiro de 2015, o ÚNICO que vi até então noticiar o caso, pelo colunista João Pequeno:
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‘APRENDER A SER PRETO’
Já tem patrulha doida para proibir até fantasia de nêga maluca, mas uma real ameaça de agressão racista passou batida pela militância. Talvez por vi de seus próprios militantes.

Fernando ‘Holiday’ Silva passou para filosofia na Unifesp sem a necessidade do critério racial de cotas, às quais se declara contrário, em vídeos no YouTube. Bastou para receber ameaças e intimidações – físicas, inclusive – de quem usa maioria numérica para aterrorizar quem não seguir o comportamento da matilha – a própria definição de bullying.

Felizmente, Fernando parece não ter se intimidado e deu queixa à polícia das ameaças, já que as secretarias da Presidência da República teoricamente dedicadas a proteger direitos humanos e vítimas de discriminação racial não fizeram nada – preferem criminalizar inimigos políticos.

“Você vai aprender a ser preto de verdade ou não vai aguentar um mês”, rosnou, no Facebook, uma candidata a professora de como pretos devem se comportar, na ideia de sua cabeça sob um aplique de cabelos claros.

“Espero que os nego (sic) façam uns ataques físico (sic) nessa criação de branco”, emendou um amiguinho, na maior incitação à violência racista desde que um membro da comissão de ética do PT em Natal-RN disse que “Joaquim Barbosa deve ser morto (…) porque não se trata de um ser humano”.

O silêncio na imprensa foi mais alto que o grito contra o goleiro Aranha, e Fernando corre risco, mas, como Joaquim, é um ser humano, que raciocina. Já quem o ameaça, em bando, é mero clone.

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Espero que vocês, como veículo de comunicação, deem o tratamento merecido ao caso.

Muito me decepciona esse silêncio da imprensa, essa covardia, esse medo, essa falta de informação, esse se fingir de cego, sendo que no caso do Aranha deram cobertura até a exaustão, o que inclusive acabou com a casa da torcedora sendo incendiada.

Grato.”
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Quem é Fernando Holiday?
Fernando Holiday é o rapaz da foto. Nâo vou aqui repetir tudo o que já foi dito a respeito dele. Parte do que tem sido publicado (longe da grande mídia) pode ser encontrado nos seguintes links:

Fonte: Em busca do respeito ao cidadão
Título: Fernando Holiday, vítima e o exemplo do puro racismo da esquerda nas Universidades
Autor: Edson Luiz Teles
Disponível em: http://edsonluistelles.blogspot.com.br/2015/02/fernando-holiday-vitima-e-o-exemplo-do.html
Acesso: 16 fev 2015


Fonte: Ceticismo Poliico
Título: O caso de Fernando Holiday. Ou: quando a extrema-esquerda, sempre racista, mostra sua cara
Autor: Luciano Henrique
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/01/30/o-caso-de-fernando-holiday-ou-quando-a-extrema-esquerda-sempre-racista-mostra-sua-cara/

Acesso: 16 fev 2015


O grande mérito do Fernando Holiday nesta história toda, é ele ser um jovem negro (poderia ser um jovem branco ou um jovem amarelo, isto não importa muito exceto pelo fato de que alguns doentes mentais e a esquerda imbecil que hoje domina a mídia querem apresentar a sociedade como dignos de privilégios especiais em relação a toda a população brasileira) que compreende perfeitamente o objetivo controlador das tais “cotas raciais” e se nega a ser escravizado por elas.

Tal controle que a esquerda pretende sobre as pessoas agraciadas pela benesse das “cotas raciais” fica claro na reação à atuação do exmo. sr. Juiz Joaquim Barbosa, atacado porque foi colocado no STF pelo governo do PT, não por que fosse um excelente juiz, mas “por que era negro” e por ser “negro” e ter sido agraciado com o cargo, o partido que nos governa esperava que ele estuprasse a Justiça, libertando seus políticos envolvidos no mensalão. No entanto o Juiz Joaquim Barbosa apegou-se à lei segundo a lógica distorcida dos doentes mentais que nos governam, “se voltou contra” os que achavam que ele lhes devia algo por ter sido indicado por eles para o cargo.

Este controle também fica claro pela reação agressiva que os defensores das cotas – tanto a mídia como outros – mostraram contra ele e que em nenhum momento recebeu a cesura dos que auto designam como defensores dos “direitos humanos”.

Ele quer provar – e tem conseguido fazê-lo com uma coragem invejável e só comparada aos dos grandes homens – que:

  • é inteligente o suficiente para não se deixar vender por falsos afagos do coitadismo esquerdista;
  • não é inferior a ninguém, especialmente aos “não negros”;
  • não precisa de privilégios para vencer e se equiparar a qualquer um que sem poder lançar mão das tais “cotas”, entra para um curso superior; e,
  • que ele é muito superior aos aproveitadores e oportunistas que preferem a preguiça e o atestado de incompetência que as “cotas raciais” lhes confere, junto com a desculpa de serem vitimas infelizes de um passado histórico a respeito do qual ninguém que hoje vive é responsável, ou, menos ainda, pode mudar.

Durante algum tempo já, o Fernando vem publicando seus vídeos na Internet. Tomei a liberdade de trazer alguns para cá, mesmo alguns já tendo sido citados nas matérias que indiquei anteriormente:


Por que somos um país racista? | Preto no Branco


Você já viu um negro racista? | Preto no Branco


Como adestrar seu negro | Preto no Branco

Por que expor a monstruosidade moral de Maria do Rosário e sua tropa não é “defender Jair Bolsonaro”?

Não resta dúvida que estão sendo hipócritas os falsos moralistas que acusam o Bolsonaro e ao mesmo tempo defendem a pedofilia e assassinos e estupradores de qualquer idade.

Obviamente, Bolsonaro só respondeu à ministra Maria do Corsário no mesmo tom que ela usou, como qualquer aluno do segundo grau responderia a uma colega que atacasse sua hombridade. Maria do Corsário acusou Bolsonaro de estuprador, um verdadeiro chute no saco de um homem de bem, ele devolveu o chute que recebeu batendo no que qualquer mulher tem de mais precioso, sua vaidade, chamou-a de horrorosa! Tão horrorosa que nem mesmo valia a pena ser estuprada.

Se ela sentiu o soco na boca do estômago, ponto para o Bolsonaro!

E, se ela não sentiu, mas a petralhada sim. Ponto maior ainda para o Deputado, pois atingiu em cheio aqueles que aplaudiram o ódio da Chauí à classe média e aplaudiram a Ghiraldeli, o professor universitário, este sim, um verdadeiro canalha, que escreveu com todas as letras que queria que a Sheherazade fosse estuprada.

https://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/797746593616487/?type=1

ele-nao-abre-mão

Há quem me pergunte: “por que defender Jair Bolsonaro?”.

Este blogueiro que vos escreve não está defendendo Jair Bolsonaro, mas denunciando uma aberração moral praticada durante a semana, na qual a histeria deu lugar ao julgamento racional de valores.

Como já disse anteriormente, é claro que podemos definir o discurso de Bolsonaro dizendo que “Maria Rosário não merece ser estuprada” (na verdade, ele a chamou de mocréia) como algo mais grosso que dedo destroncado. Mas ainda assim, ele é a vítima da história. O máximo que ele encontrou em um momento no qual sofreu um gravíssimo crime levando-o a se destemperar foi uma piada ácida e incômoda.

Imagine um momento em que dois lutadores estão se encarando em uma luta, quando um deles cospe no rosto do outro. Este responde com um xingamento sem nenhum problema maior que não a grosseria. Se a mídia passa a considerar que o xingamento “ultrapassa…

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Google Doodle presta justa homenagem a negro brasileiro

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Em 12 de setembro de 2014, o Google Doodle foi em homenagem a Ernesto Carneiro Ribeiro. Você sabe quem foi Ernesto Ribeiro Carneiro? Eu não sabia, mas achei que havia algum motivo por trás da homenagem de mais um ilustre desconhecido da iconografia militante brasileira. Fui na Wikipedia e não deu outra:

Ernesto Carneiro Ribeiro (Itaparica, 12 de setembro de 1839 — Salvador, 13 de novembro de 1920), foi um médico, professor, linguista e educador brasileiro, afrodescendente, conhecido entre os historiadores brasileiros por exemplo pela polêmica mantida com Ruy Barbosa, seu ex-aluno, acerca da revisão ortográfica do Código Civil Brasileiro.

Wikipedia, Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernesto_Carneiro_Ribeiro, Acesso em: 12/09/14

Em pleno período escravagista, o brasileiro, acima de tudo, Ernesto Carneiro de Souza, se formou como médico, professor, linguista e educador, discutiu com Rui Barbosa, o “Águia de Haia”, aquele brasileiro que foi ensinar inglês na Inglaterra, sem precisar das tais “cotas” para negros, para entrar para universidade.

Fez-se por si mesmo, impondo-se com competência sem ser subvalorizado por “esmolas” e privilégios concedidos por governo populista que, através de tais benesses se mantém no poder sem dar a menor importância ao dano que causa à capacidade de luta e de auto-realização do povo brasileiro.

Eurasianismo

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As matérias do Professor e Filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, sempre são instrutivas e esclarecedoras, além de conter um alerta que, se desprezado, nunca deixará de cobrar o seu preço do leitor negligente e descrente.

O professor Olavo apenas usa seu privilegiadissimo cérebro e o volume imenso de dados e informações colhidos ao longo de décadas de estudo e leitura para juntá-los todos numa lógica impecável e que, até onde é do meu conhecimento, nunca deixou de se cumprir.

Agora ele escreve mais uma vez sobre o Professor Dugin, com quem manteve um debate histórico e alerta sobre o mal do eurasianismo que hoje está ameaçando o ocidente, como bem ilustra o conflito na Ucrânia, além das investidas contra a democracia na América Latina e, até mesmo, nos Estados Unidos da América.

Teoria da conspiração? As esquerdas gostariam que todos pensassem assim, assim como eram teorias da conspiração o Foro de São Paulo, a tomada do poder pelos socialistas na América Latina e na América.

Segue a matéria:

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:


(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/.)

O Império Eurasiano tal como o concebem Alexandre Duguin e seu principal discípulo, o presidente Vladimir Putin, é uma síntese da extinta URSS com o Império tzarista. Como a teoria que fundamenta o projeto é por sua vez uma fusão de marxismo-leninismo, messianismo russo, nazismo e esoterismo, e como dificilmente se encontra no Ocidente algum leitor que conheça o suficiente de todas essas escolas de pensamento, cada um só enxerga nela a parte que lhe é mais simpática, comprando às cegas o resto do pacote.

Os saudosistas do stalinismo vêem nela a promessa do renascimento da URSS. Conservadores aplaudem o seu moralismo repressivo soi disant religioso. Velhos admiradores de Mussolini e do Führer apreciam a sua concepção francamente antidemocrática do Estado, bem como seu desprezo racista pelos povos destinados à sujeição imperial. Esoteristas, seguidores de René Guénon e Julius Evola, julgam que ela é a encarnação viva de uma “metapolítica” superior, incompreensível ao vulgo, mais ou menos como aquela que é descrita pelo romancista (e esoterista ele próprio) Raymond Abellio em La Fosse de Babel. Muçulmanos acabam às vezes aderindo ao projeto por conta do seu indisfarçado e odiento anti-ocidentalismo, na vaga esperança de utilizá-lo mais tarde como trampolim para a criação do Califado Universal, que por sua vez os “eurasianos” acreditam poder usar para seus próprios fins.

Não seria errado entender o eurasianismo como uma sistematização racionalizada do caos mental internacional. Neste sentido, sua unidade essencial não pode ser buscada no nível ideológico, mas na estratégia de conjunto que articula num projeto de poder mundial uma variedade de discursos ideológicos heterogêneos e, em teoria, conflitantes.

Não se deve pensar, no entanto, que esse traço definidor é único e original. Ao contrário do que geralmente se imagina, todos os movimentos revolucionários, sem exceção, cresceram no terreno fértil da confusão das línguas. O eurasianismo só de destaca dos outros por cultivar, desde a origem, uma consciência muito clara desse fator e, portanto, um aproveitamento engenhoso do confusionismo revolucionário.

Qualquer que seja o caso, o uso da violência genocida como instrumento de ocupação territorial está tão arraigado nos seus princípios estratégicos que, sem isso, o projeto inteiro não faria o menor sentido.

Essa obviedade não impede, no entanto, que cada deslumbrado do eurasianismo continue vendo nele só aquilo que bem entende, tapando os olhos para as partes desagradáveis. Se milhões de idiotas fizeram isso com o marxismo durante um século e meio, recusando-se a enxergar o plano genocida que ele trazia no seu bojo desde o princípio — e explicando ex post facto os crimes e desvarios como meros acidentes de percurso — , por que não haveriam de dar uma chance ao mais novo e fascinante estupefaciente revolucionário à venda no mercado?

***

A propósito do xingamento coletivo à Sra. Dilma Rousseff, que tanto indignou o ex-presidente Lula e o levou abrir guerra contra os que “não sabem do que somos capazes”, coloquei na minha página do Facebook estas duas notinhas, que se tornaram imediatamente virais e acho oportuno reproduzir aqui:

(1) “O governo petista habituou a população a desrespeitar tudo — a ordem, a família, a moral, as Forças Armadas, a polícia, as leis, o próprio Deus. Se esperava sair ileso e ser aceito como a única coisa respeitável no meio do esculacho universal, então é até mais louco do que parece.”

(2) “O sr. Lula xingou o então presidente Itamar Franco de “f. da p.”, disse que a cidade de Pelotas é “exportadora de veados”, gabou-se (por brincadeira, segundo Sílvio Tendler) de tentar estuprar um colega de cela e confessou (em entrevista à Playboy) ter nostalgia dos tempos em que os meninos do Nordeste faziam — se é que faziam – sexo com cabritas e jumentas. É a pessoa adequada para dar lições de respeitabilidade à nação brasileira. Todo mundo sabe do que ele é capaz.”

Fonte: Mídia Sem Máscara
Título: Eurasianismo e genocídio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/15281-2014-06-20-22-02-48.html
Acesso: 21 jun 2014

Tradução da matéria postada no sítio Ucrânia Unida (em inglês), indicado na matéria do prof. Olavo.


A página web de petições eletrônicas change.org publicou uma petição dos estudantes aos dirigentes da principal instituição de alta educação de Moscou, a Universidade Estatal Lomonosov de Moscou para demitir o odioso “filósofo” Alexandr Dugin de lecionar no país. A razão foram suas declarações militaristas sobre os ucranianos.

Os autores da petição acreditam que

“as atividades públicas do ‘professor’ Dugin estão em desacordo com a posião que ele ocupa no sistema de educação pública, causam dano à imagem da ciência russa e ao status da Universidade Estatal Lomonosov de Moscou. Como tal, o professor Dugin fez apelos diretos ao assassinato, alegando que esta era sua posição como professor:

Como professor é isso que eu penso.

O filósofo Sergey Datsiuk publicou mais tarde uma declaração com a qual os autores da petição estão em completo acordo:

Em 6 de maio de 2014, numa entrevista à agência Anna-News, o professor Alexandr Gelievich Dugin, da Universidade Estatal M. V. Lomonosov de Moscou, ao descrever a alegada não-humanidade dos ucranianos apelou para o seu extermínio. Sobre os ucranianos, ele diz o seguinte, literalmente, aos 18 minutos da entrevista

Matar, matar, matar! Chega de conversa! Como professor é assim que eu penso.

  1. Como a declaração de Dugin se enquadra no estatuto da MSU e na sua [da Universidade] posição na sociedade da Rússia e no resto do mundo?
  2. Dugin é mesmo um professor da MSU e se é, continuará professor depois dessa entrevista?
  3. È a posição de Dugin a posição oficial da MSU e compartilham de sua opinião todos professores da MSU?

Fonte: Ukraine is United
Título: Moscow students demand to fire Dugin from the Moscow State University for sparking hatred towards Ukrainians
Autor: Rufabula (em russo)
Tradução para o inglês: Mariya Shcherbinina
Disponível em:
Acesso: 21 jun 2014

Um grito contra o preconceito!

Monumento_ao_Imigrante

Monumento ao Imigrante (Caxias do Sul)

Apenas divulgando!

Autor: Isabela Raposeira
Fonte: Coffee Lab
Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=676311849109351&set=a.297292433677963.68199.138459719561236&type=1&relevant_count=1
Acesso: 21 jun 2014

Descobri na semana passada que faço parte de uma minoria que sofre preconceito e discriminação: a elite branco-europeia nascida no Brasil.

Sim, sou branca e, pelo jeito, elite.

Tenho uma empresa que emprega (e paga acima do mercado) há 10 anos.

Pago TODOS os impostos (motivo de incredulidade e chacota por parte de familiares).

Pago no mínimo 3 vezes mais aos meus fornecedores de café, podendo chegar a 5.

Poderia ter comprado os caríssimos ingressos para a abertura da copa brasileira. Apenas não o fiz por não apoiá-la desde seu anúncio, anos atrás.

Conquistei, trabalhando honesta e enlouquecidamente, cada vitória e crescimento, da empresa e na minha vida pessoal.

Não sentirei vergonha pelas minhas conquistas, pelo meu status social, pela minha pele branca.

E minha empresa, certamente, faz muito do que o governo deixa de fazer, ajudando famílias, fazendo doações e, especialmente, pagando dignamente – fornecedores e funcionários.

Sou parte desta nação, tanto quanto aqueles que têm outro tipo de ascendência ou que sofrem exatamente pela negligência dos que me discriminam.

Discriminação é crime e minha voz é representativa, sim.

Isabela Raposeiras

PS1: post em resposta às recentes colocações inacreditáveis e racistas do Sr. Lula e de alguns jornalistas.
PS2: O Bolsa Família não é suficiente para comprar ingresso da copa.