16 de agosto – Faltam 7 dias

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O próximo domingo, 16 de agosto, dirá ao mundo o quanto o brasileiro ama sua liberdade e está disposto a lutar por ela. Eu estarei aqui, na Av. Atlântica,

Enquanto a tartaruga (Dilma) estiver em cima do poste (Presidência da República) é bom ser otimista mas, também, ficar com as barbas de molho. Como reforça o Rodrigo Constantino ainda temos muita luta pela frente! Por isso não podemos pensar em descansar por que “o PT já morreu”. Não, o PT não morreu! Não vamos repetir o erro que ocorreu com a queda do Muro de Berlin, quando passou a ser divulgado que “o comunismo morreu”. O Comunismo não morreu<. Permaneceu em estado de latência se metamorfoseando na máscara horrenda que usa agora contra os povos da América Latina. Do mesmo modo o PT não morreu, agoniza, mas não morreu. Senão, vejamos apenas algumas das razões porque é preciso manter-nos vigilantes e, mais que isso, atuantes: Continuar a ler

16 de agosto – Porque eu vou

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Na verdade, minha decisão de aderir ao movimento pelo impeachment antecede em muito até mesmo a definição da data de 16 de agosto pelos movimentos de resistência ao governo “Vem Prá Rua”, “Revoltados On-Lin”e e “Movimento Brasil Livre”. Mas o artigo a seguir de Flávio Morgenstern, além de incentivar a participação no dia 16/08, foi a causa que me moveu a adquirir o livro do autor que está repleto de informações sobre esse assunto pouco divulgado que são os movimentos de massa. A matéria abaixo, é apenas um aperitivo, quando comparada ao livro, além de mostrar a diferença entre junho de 2013 e os movimentos que desde o final de 2014 se mobilizam pedindo o afastamento da atual Presidente da República, fornece informações valiosas sobre quem ganhou e quem perdeu nas manifestações de junho 2013. Uma leitura imprescindível, para quem quer entender os verdadeiros objetivos dos grandes movimentos de manifestação das massas do século XXI: “Occupy Wall Street“, “Primavera Árabe” e, não por coincidência, os movimentos de junho de 2013, instigado pelo Movimento Passe Livre e partidos da esquerda radical.

Fonte: Isnstituto Liberal
Autor: Flavio Morgenstern
Titulo: Qual a diferença entre 2013 e 2015?
Disponivel em:http://www.institutoliberal.org.br/blog/qual-a-diferenca-entre-2013-e-2015/
Acesso em: 06/08/15

(Não, a resposta não é 2.)

A pergunta que mais me fazem a respeito do meu livro, “Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil” , é sobre a diferença entre as manifestações de 2013 e as atuais, de 2015.

Não sendo um livro apenas sobre junho de 2013, black blocs ou qualquer dos temas acidentais que começaram em 2013, mas sobre política de massas, uma forma de fazer política que ascendeu com a modernidade (pelo menos desde a Revolução Francesa), as análises do livro surpreenderam algumas pessoas que ainda não entendiam 2013, e por que seus protestos parecem tão diferentes dos de 2015, mas sem conseguir explicar o motivo.

Como já afirmou Thomas Sowell, ninguém escreve um livro de 500 páginas sem estar indignado com alguma coisa. No meu caso, foram os palpites completamente desbaratados da realidade que pulularam sem parar em 2013 (“o povo nas ruas”, “a gota d’água para o brasileiro”, “uma nova democracia nas ruas” etc).

Os filósofos políticos do séc. XX trataram de movimentos de massa em diversos graus de profundidade, como os excelentes Ortega y Gasset, Eric Hoffer, Gustave Le Bon, Elias Canetti, Eric Voegelin, Hannah Arendt, Erik von Kuehnelt-Leddihn, G. K. Chesterton, Bertrand de Jouvenel, Ann Coulter, Kenneth Minogue (que morreu justamente em junho de 2013).

Do lado das opiniões maluco-beleza, temos também Rosa Luxemburgo, Sigmund Freud, Manuel Castells, Noam Chomsky, Slavoj Žižek, Jacques Lacan, István Mészáros, Bill Ayers, Marilena Chaui.

Até algumas pessoas muito bem informadas, mas com índoles discutibilíssimas, como Saul Alinsky (retirando-se o conspiracionismo) e Antonio Negri, mentor dos mentores do Fora do Eixo.

Bastaria aos jornalistas e “especialistas”, então, conhecer algum pensamento mais sólido e traduzir ao público leigo.

Infelizmente, as análises de movimentos de massa não foram citadas em quase lugar nenhum entre o palpitariado brasileiro, as classes falantes que moldam o imaginário coletivo e a interpretação da realidade, tentando atingir alguma verdade.

As manifestações de 2013 foram um movimento de massa. As de 2015 não são. Esta é uma das grandes teses do meu livro que explica a confusão da interpretação histórica contemporânea no país.

Com essa terminologia técnica, não se quer definir qualquer movimento público com muitas pessoas, mas apenas a massa aberta, genérica, abstrata, sem objetivos claros. Algo completamente diferente de 2015 com sua pauta: impeachment (ou impugnação) de Dilma Rousseff. As duas formas de fazer política são completamente diferentes, e com resultados históricos rigorosamente antagônicos.

2013 – 3Um movimento de massa foi o que começou em 2013 (e não só de junho de 2013: perdurou praticamente até antes do período eleitoral de 2014): cartazes, slogans, gritos genéricos, frases de efeito. Mas nenhum objetivo.

Pelo que as pessoas estavam nas ruas? Ninguém sabia. Era um protesto pelo protesto. Até os gritos de guerra diziam isso: “Vem pra rua” ou “O gigante acordou” referem-se apenas ao próprio protesto, não ao seu objetivo. Se parassem para conversar umas com as outras sobre o que pensam, seus valores, posições políticas, objetivos e métodos, provavelmente se esfaqueariam. Mas estavam lá, todas unidas a uma só voz, pelo poder do slogan genérico.

Podemos ver na Wikipedia a descrição da Revolução Russa de 1905, que depôs o tzar e daria ensejo para a futura Revolução de 1917: “A Revolução Russa de 1905 foi um movimento espontâneo, antigovernamental, que se espalhou por todo o Império Russo, aparentemente sem liderança, direção, controle ou objetivos muito precisos.” Sounds familiar?

O cenário é extremamente similar ao do Brasil de 2013. Não se pode, portanto, depositar apenas na conta do acaso que um movimento “quase” idêntico tenha começado 112 anos depois no Brasil justamente por movimentos e partidos trotskystas (PSOL, PSTU, PCO, PCB) – o mesmo Trotsky que cuidou da crise com o Encouraçado Potemkin no turbilhão da Revolução de 1905.

Qualquer pessoa, instintivamente, sabe que os protestos de 2013 foram completamente diferentes das Diretas Já, da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, do impeachment do Collor (e da Dilma), da Marcha da Maconha, das eternas greves fechando ruas no Brasil. Porque estes não são movimentos de massa (embora os dois últimos tenham tentado se tornar um, como explico no livro). São movimentos com pautas, embora também encham as ruas de gente.

O que ainda não é claro ao brasileiro, mesmo com tantas aulas de História dadas em sua maioria por trotskystas, é a forma como Trotsky preconizou e praticou política. Se parece algo ultrapassado e irrelevante para o dia presente, observe 2013.

Em nenhum momento de suas obras podemos flagrar Trotsky sugerindo distribuição de santinhos, panfletos e disputa de eleições livres. Seu método é a mobilização – o PT da década de 90 para trás era trotskysta, antes de ter a grande influência gramscista dada por Ênio Silveira e Carlos Nelson Coutinho. Seu método é a mobilização nas ruas, não a disputa eleitoral limpa (os partidos trotskystas representam, juntos, menos de 1% das intenções de voto, mas certamente mais de 99% dos sindicatos).

Um movimento de massa é criado com uma causa genérica, real ou irreal. O preço do pão na Revolução Francesa, a falta de liberdade religiosa na Rússia tzarista (que pioraria muito com a ascensão do bolchevismo), a derrota alemã na Primeira Guerra no nazismo, a ocidentalização na Revolução Iraniana, as propinas na Primavera Árabe, a “ganância” capitalista no Occupy Wall Street, os subsídios aos estudantes no Chile, o preço da passagem no Brasil.

Com a revolta inicial, cujo “motivo” é sempre abandonado dias depois, cria-se um confronto com a polícia, com vias a questionar a autoridade atual perante a população (mesmo pouco afeita ao “motivo” alegado). Por isso o confronto com a polícia é obrigatório e provocado.

A partir daí, entram mais pessoas, inclusive aquelas pouco interessadas em alguma causa correta ou artificial inicial. Com muita ou pouca afeição pelo pretexto introdutivo, passa-se a questionar a inteireza da autoridade atual, quase sempre exigindo-se soluções políticas para cada vez mais coisas – do preço das passagens à moral religiosa, de uma regulação econômica até a legitimidade de ter partidos políticos corruptos em disputa, quando um só, o do movimento de massa, pode ter todo o poder, garantindo que dará tudo “de graça” para o povo (mas com o próprio suor dos impostos do povo).

Não é uma peculiaridade do Brasil, portanto: todo movimento de massa segue o mesmo script pari passu.

Estas soluções políticas são diferentes de soluções econômicas. A política só funciona tirando o dinheiro de alguém. Soluções políticas que surgem em um movimento de massa, portanto, são sempre para aumentar o poder do Estado e concentrar poder em umas poucas mãos selecionadas a dedo (por mera coincidência, exatamente aquelas que criaram o movimento).

É o que acontece quando se pede, em abstrato, saúde, educação, transporte etc: tais serviços, exigidos de políticos como se fosse um grande golpe em seus bolsos, serão apenas geridos por políticos, ao invés de por pessoas normais. É o que trotskystas mais querem, sem a chatice de passar por eleições e divisão de poder.

Esse meio se torna ainda mais perverso hoje, pois os partidos que criam tais mobilizações se escondem através de seus “coletivos”. Quantas pessoas sabem que as bandeiras da UJS, que aparecem em todo protesto, são do PCdoB, as da ANEL, do PSTU, e as do “Juntos!”, do PSOL?

Claro é que a maior parte das pessoas que integram um movimento de massa nem sequer sabe o que está fazendo. Provavelmente a maioria dos participantes de junho de 2013 não queria um poder totalitário, não acreditava em propostas insanas como “passe livre” (algo que simplesmente sumiu dos cartazes tão logo mais pessoas foram para as ruas, além do Movimento Passe Livre), queriam o fim do PT e dos políticos corruptos.

Todavia, um cartaz pedindo liberdade em meio a um milhão pedindo Estado apenas faz peso a uma manifestação modelo Rússia de 1905.

Não à toa, todas essas pessoas têm um sentimento de “não deu certo” para 2013, enquanto o Movimento Passe Livre, os agitadores virtuais do Fora do Eixo e os políticos trotskystas que capitanearam o movimento sagraram-se como vencedores e conseguiram o que queriam (exceto a revolução).

Nada disso pode ser visto em 2015. De semelhança com 2013, apenas o sentimento que só existiu na segunda fase deste movimento: a insatisfação com os governantes e o partido no poder Executivo federal.

Os protestos atuais têm foco, objetivo, método: querem o impeachment da presidente e serão desfeitos tão logo logrem resultado.

São simples: apenas protestos de rua, feitos no domingo para não atrapalhar ninguém, reunindo milhões de pessoas que querem um impeachment constitucional da presidente com pior popularidade do país.

Nada de confrontos com a polícia, nada de revolução, nada de genérico e “traga sua pauta para fazer peso”, nada de otimismo cego com uma dominação completa do aparato estatal por uma nova mentalidade reivindicatória e dominadora, politizando toda a sociedade, nada de partidos políticos dominando toda a máquina estatal em caso de sucesso. Pelo contrário.

É uma análise razoavelmente simples, seguindo o modelo do common sense que marca a filosofia anglo-saxã. Apenas olhe para as coisas, ignore as descrições e os empolamentos acadêmicos verbosos usados no jornalismo e pelos “intelectuais”.

Infelizmente, tentar entender a história apenas por tais jornais só legou à memória recente nacional uma incompreensão recheada de torções palavrosas para justificar a própria incompreensão.

Não se compreende o atual momento do país sem entender isso – e suas ramificações no jornalismo, na Academia, no imaginário coletivo, no Judiciário etc etc. Por isso recomendo a todos que leiam meu livro, “Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil”.

E dessa vez, todos às ruas no dia 16 de agosto!

Porque 12/04/15 é importante!

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Copacabana – 15 de março de 2015 ——— Candelária – 15 de março de 2015

12 de abril próximo será crucial para a continuidade da luta contra o comunismo. E não só o 12 de abril. Apenas a manutenção do povo mobilizado, até que suas reivindicações sejam TOTALMENTE atendidas nos garantirá a vitória.

Temos que continuar apoiando TODOS os verdadeiros movimentos de protesto (cuidado para não se ver apoiando protestos governistas como do MST, CNBB, UNE, MTST, MPL etc.) que ainda forem necessários para pressionar o Congresso para fazer o que o VERDADEIRO povo brasileiro – não militontos pagos e psicopatas – quer e para apoiar em público os poucos oposicionistas DE FATO que lutam no Congresso contra as facções esquerdistas que sempre andaram de mãos dadas.

Para mim está óbvio que o 15 de março abalou as estruturas petistas e governistas e os obrigou a tirar a máscara de “democratas” e revelar nua e cruamente suas intenções.

Lula está completamente desvairado.

As demais lideranças do partido e sua linha auxiliar estão atacando os opositores com todas as armas que possuem.

O Congresso (Câmara dos Deputados) encontra um meio termo, colocando em votação projetos até agora engavetados pelas esquerdas como a redução da maioridade penal, a lei antiterrorismo e o estatuto do desarmamento e uma assim chamada “Reforma Política” alternativa à Reforma Política petista hoje defendida pelos “movimentos sociais” comunistas (UNE, MST MTST e sindicatos). Mas nada ainda foi definitivamente decidido. Agem como se estivessem esperando o povo arrefecer em sua vontade e então voltarem à calmaria dos conluios, do “toma lá dá cá” que é a tradição secular do nosso Congresso.

Além disso, os comunistas, ainda conseguem obstacular todo o projeto de reconstrução democrática brasileiro.

Nada mudou de fato, apenas de direito, além da pantomima congressista que de efetivo não resultou em nada para os manifestantes de 15/03/15.

Portanto, embora 15 de março de 2015, tenha sido um marco histórico é apenas o primeiro passo de uma virada que estava engatinhando e que conseguiu ficar de pé e começar a se mover.

Para finalizar segue um vídeo que prova o que está por trás do cenário político brasileiro. Veja-o e entenda porque nada a favor da Democracia participativa foi conseguido. Fique alerta e apoie o 12 de abril, pelo seu bem, da sua família e das futuras geraçõess de brasileiros.

Outros links que comprovam até onde vai a infiltração comunista na República e porque o povo não pode desistir de i r às ruas enquanto o que ele pede não for realizado:
https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/888163347894009/?type=1
https://www.facebook.com/revoltadosonline/photos/a.144712112222016.28960.144205978939296/1142980465728504/?type=1
Ser comunista é motivo de excomunhão? Como pode a CNBB apoiar o comunismo e ainda se apresentar como entidade católica e, pior ainda, cristã?
CNBB apoia a libertação de 24 mil criminosos no Brasil.
CNBB e PT unidos há 35 anos para implantar o comunismo no Brasil
OAB é contra a redução da maioridade penal
OAB Nacional repreende Barbosa por declarações contra Cardozo

Como pressionar a oposição

cidadania

Sugestão sobre como pressionar os parlamentares da oposição para agir em defesa da democracia e do Brasil.

Uma das maneiras de se tentar democraticamente derrubar o partido que está no poder é pressionar os parlamentares que votam e propões leis a resistir aos decretos totalitários que estão partindo do Palácio do Planalto na atual etapa do governo do PT.

Minha dúvida sempre foi: Como pressionar essas pessoas que são inalcançáveis pela maioria dos mortais?

Uma das maneiras é através das redes sociais e de mensagens de correio eletrônico .

Este “post” registra algumas informações que poderão ser de ajuda para se atingir o objetivo de pressionar os parlamentares para fazer o que é certo e cumprir com o propósito para o qual foram eleitos, que é o de defender os interesses do povo e do país.

Dividi o material em duas partes:

  1. Relação de endereços de correio eletrônico de alguns dos principais parlamentares no congresso de 2015; e,
  2. Um exemplo (e apenas isso exemplo) de mensagem que pode ser encaminhada.

Não é tudo que pode ser feito por nós, eleitores, mas já é alguma coisa.

Um alerta: Se você for utilizar o exemplo aqui listado, lembre-se de que foi escrito para atender à uma necessidade específica: Indicar ao recém eleito Presidente da Câmara dos Deputados o que um eleitor espera da atuação dele no cargo. O seu assunto pode ser – e certamente será – completamente diferente e portanto lembro da necessidade de se certificar de que não está cometendo nenhuma gafe se simplesmente decidir copiar e colar o material aqui disponibilizado. Na verdade simplesmente “copiar e colar” dificilmente irá atender a uma – ou qualquer- situação específica diferente da do exemplo aqui disponibilizado.

Este “post” se baseia em dois depoimentos de pessoas que comentaram na Internet. A elas todo o mérito!

Endereços de correio eletrônico, perfis no Facebook e no Twitter de parlamentares do DEM e do PSDB

Fonte: Ceticismo Político
Título: O patético papel do PSDB na questão Chinaglia X Cunha
Publicado em : http://lucianoayan.com/2015/01/27/o-patetico-papel-do-psdb-na-questao-chinaglia-x-cunha/#comment-52604 (Seção de omentários da matéria)
Acesso em: 28 jan 2015

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Exemplo de texto encaminhado a um parlamentar

Fonte: Seção de comentários de Ufa! Eduardo Cunha é eleito Presidente da Câmara. E aqui vai um puxão de orelha ao PSDB e alguns direitistas.
Título: ND
Autor: Daniel
Disponível em: http://lucianoayan.com/2015/02/01/ufa-eduardo-cunha-e-eleito-presidente-da-camara-e-aqui-vai-um-puxao-de-orelha-ao-psdb-e-alguns-direitistas/#comment-52963
Acesso: 04 fev 2015

Excelência,
Em primeiro lugar, o parabenizo pela vitória recém-conquistada no pleito pela presidência da Câmara.

Em segundo lugar, acredito que é mais que chegada a hora de enfrentar o Partido dos Trabalhadores em suas propostas totalitárias que visam amordaçar o cidadão – recordo-me de quando V. Ex. disse que “colocaria na gaveta” qualquer projeto de regulamentar a mídia, e sinceramente espero que essas palavras sejam francas e guiem a condução de sua gestão parlamentar.

Não podemos tolerar que um partido no governo queira controlar os meios de comunicação para repassar verba àqueles que lhe apoiem incondicionalmente. Estamos num Estado democrático de direito, não numa ditadura de partido único à chinesa!
Espero sinceramente que nesta gestão se efetuem providências para barrar os projetos de poder do PT, que incluem unificar as polícias sob o jugo direto de Brasília, tirando-lhes autonomia, e a regulação econômica da mídia, que, como já disse, não passa de implantação de censura. Espero também que volte à discussão o decreto 8.243/2014, para que ele seja efetivamente derrubado, porque é inaceitável que esteja em vigor um decreto que só serve para quebrar a autonomia do Legislativo e a própria ordem constitucional.

Grato.

O “affaire” Jair Bolsonaro x Maria do Rosário

Aqui vai um pequeno apanhado do que rolou desde o dia 10/12/14 em virtude de um pronunciamento do Deputado Federal pelo Rio de Janeiro, o Capitão Jair Bolsonaro.

Embora o foco aqui sejam as declarações do deputado e a defesa (ou ataque) que fizeram a ele com base nessas declarações, que fique claro que quem começou a discussão desrespeitando-o como parlamentar e, mais grave ainda, como homem de bem foi a Maria do Rosário que o chamou textualmente de estuprador o que lhe valeu a resposta atravessada que recebeu e o comentário de alguns nas redes sociais, no sentido de que se o Bolsonaro fosse mesmo estuprador ela, a Maria do Rosário, estaria defendendo-o.

O Estopim!

O Resultado

Em todas as páginas recomenda-se a leitura da área de comentários (quando houver) pois os comentadores também acrescentam muito ao texto principal.

Primeiro, um aula de estratégia que todo opositor do pêtê pode usar para aprender a lidar com essa gente:

Ceticismo Politico
Autor (de todos os textos): Luciano Ayan
Acesso em: 21 dez 2014

Textos indicados para a leitura:

  1. Por que Jair Bolsonaro vai perder mais uma batalha política? Vamos falar um pouco mais do óbvio.
  2. Os discursos da guerra política: o acerto de Olavo de Carvalho e o erro de Jair Bolsonaro
  3. Será que um demônio possuiu Ricardo Noblat para ele perder a honra ao falar do caso Bolsonaro X Rosario? Seja lá como for, vamos ao exorcismo.
  4. O caso Bolsonaro X Rosario. Alguns updates do dia.
  5. A pior chaga moral da postura governista no caso Bolsonaro X Rosário
  6. Por que expor a monstruosidade moral de Maria do Rosário e sua tropa não é “defender Jair Bolsonaro”?
  7. Por que a questão Bolsonaro X Rosário nos leva para a Dinamarca da época da polêmica das charges de Maomé?
  8. E, fechando a serie com chave de ouro, um exemplo da hipocrisia petista, que, protege os bandidos e estupradores e pede diálogo com os terroristas do ISIS ao mesmo tempo em que tem chiliques histéricos com as palavras do Deputado Jair Bolsonaro:
    ISIS lança folheto incentivando o estupro de mulheres e meninas capturadas. Agora é só assistir a (ausência de) reação petista…


Neste segundo bloco, “ligações” para a opinião do grande jornalista Reinaldo de Azevedo sobre o ocorrido:

Blog do Reinaldo de Azevedo
Autor de todos os textos deste bloco: Reinaldo de Azevedo
Acesso: 21 dez 2014

  1. É chegada a hora de dar um “Basta!” às boçalidades de Bolsonaro, hoje o mais importante aliado da esquerda boçal: ambos se alimentam e se merecem!
  2. Bolsonaro responde a meu post. E eu respondo a Bolsonaro. Ou: Seguidores do deputado pedem a minha cabeça à VEJA numa “petição”. Não me digam!
  3. Conselho de Ética abre processo contra Bolsonaro. É o certo! Se ele não se desculpar com as mulheres, que seja punido. Ou: Será mesmo que eu quero a simpatia das esquerdas?
  4. Minha coluna na Folha: “Petrossauro e Bolsonassauro”

Outras opiniões:

Autor: professor Olavo de Carvalho
Publicado em: Mídia Sem Máscara
Disponível em: Sobre Jair Bolsonaro: Olavo de Carvalho envia mensagem a Reinaldo Azevedo
Acesso em: 21 dez 2014

Disponível em: Três notinhas da semana
Acesso em: 21 dez 2014

Está aberta a temporada de caça ao deputado Jair Bolsonaro. Na verdade, sempre esteve, não sendo essa portanto a razão pela qual volto ao assunto. A razão é que agora os tiros vêm da mais inesperada das direções: a coluna do Reinaldo Azevedo. E vêm com aquela persistência inflexível do atirador que não aceita como troféu senão a completa destruição do alvo ou, na mais branda das hipóteses, a sua definitiva humilhação pública.

Numa de suas últimas postagens, o colunista da Veja firmou sua posição: ou o sr. Bolsonaro pede desculpas à sua colega Maria do Rosário, ou merece ter seu mandato cassado. Cassar o mandato de Maria do Rosário? Nem pensar.

Já disse, e reafirmo, que sou amigo do Reinaldo Azevedo e não deixarei de sê-lo por causa de uma opinião errada, depois de tantas certas e valiosas que ele já publicou. Mas esta de agora é tão errada, tão absurda, tão indefensável, que eu falharia ao meu dever de amizade se não alertasse o colunista para a injustiça que comete e o vexame a que se expõe.

Que a resposta do sr. Bolsonaro à sra. Maria do Rosário foi “uma boçalidade”, como a qualifica Reinaldo Azevedo, é certo e ninguém duvida. Mas o sr. Bolsonaro a pronunciou em resposta, não a “outra boçalidade”, como pretende Azevedo, e sim a uma falsa imputação de crime, que é por sua vez um crime. Reinaldo Azevedo exige que a boçalidade seja punida e o crime fique impune.

Como todo debatedor teimoso que se empenha na defesa do indefensável, Reinaldo se vê forçado a apelar a expedientes argumentativos notavelmente capciosos que, em situações normais, ele desprezaria.

Um deles é proclamar que a resposta do sr. Bolsonaro a Maria do Rosário transforma o estupro em uma “questão de mérito”. Quer dizer, pergunta Reinaldo, que, se Maria do Rosário merecesse, Bolsonaro a estupraria? Isso é deformar as palavras do acusado para lhe imputar uma intenção criminosa. Na verdade, Bolsonaro disse: “Se eu fosse um estuprador…” O restante da frase, portanto, baseia-se na premissa de que ele não o é, e só pode ser compreendido assim. Reinaldo parte da premissa inversa para dar a impressão de que o deputado fez a apologia do estupro. Com isso, ele endossa o insulto lançado pela deputada Maria do Rosário e usa essa premissa caluniosa como prova de si mesma. Raciocinar tão mal não é hábito de Reinaldo Azevedo, mas, como se sabe, o ódio político move montanhas: montanhas de neurônios para o lixo.

Pior ainda: tendo recebido centenas de objeções sensatas e racionais na área de comentários do seu artigo – inclusive as minhas –, ele não responde a nenhuma, mas tenta dar a impressão de que toda a oposição à sua versão dos fatos vem de “seguidores de Bolsonaro”, exemplificados tipicamente nos signatários de uma petição raivosa que exige a demissão do colunista de Veja. Fui ver a petição, e sabem quantos signatários tinha? Sete e não mais de sete (talvez agora tenha oito ou nove). Ao fazer desses sete os representantes da maioria que não pedia cabeça nenhuma, Reinaldo procedeu exatamente como os repórteres pró-petistas que, na massa de dezenas de milhares de manifestantes anti-Dilma, pinçaram cinco ou seis gatos pingados adeptos da “intervenção militar” para criar a impressão de que a manifestação era essencialmente golpista.

Fonte: Midia Sem Mascara
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Acesso: 21 dez 2014
Texto: Sobre Jair Bolsonaro: Olavo de Carvalho envia mensagem a Reinaldo Azevedo
Disponivel em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/direito/15591-sobre-jair-bolsonaro-olavo-de-carvalho-envia-mensagem-a-reinaldo-azevedo.html

Fonte: Diario do Comercio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Acesso: 21 dez 2014
Texto: Psicopatia e Histeria
Disponivel em: http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/psicopatia_e_histeria_


Que os governistas são totalmente histéricos comprova o vídeo a seguir:


Fonte: A Folha de Sao Paulo
Autor: Jair Bolsonaro
Texto: O Grito dos Canalhas
Disponivel em: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1563973-jair-bolsonaro-o-grito-dos-canalhas.shtml
Acesso em: 21 dez 2014


Autor: Alexandre Borges
Fonte: Facebook
Publicado em: https://www.facebook.com/AlexandreBorrges/photos/a.542916875766128.1073741828.542868939104255/799877550070058/?type=1
Acesso em: 21 dez 2014

Jo-soares-02

Alexandre Borges

Esqueça as “meninas do Jô”, é a hora e a vez do “rapaz do Jô”.

Tratado pela imprensa como “um rapaz”, um membro da platéia do Jô Soares se rebelou contra os ataques boçais a Jair Bolsonaro e saiu bravamente em sua defesa, como vocês já devem estar sabendo.

A reação negativa e estúpida de Jô, destratando o rapaz apenas com adjetivos vulgares, era previsível e é o que menos importa no episódio. O que é digno de nota é a reação espontânea e corajosa deste brasileiro cansado da doutrinação ideológica das celebridades globais e que ousou pensar e falar com a própria voz e consciência.

Falar mal do Jô no Facebook é mole, mas confrontar diretamente um dos mais conhecidos artistas do país em seu programa e em rede nacional, sabendo que poderia ser humilhado por ele em público, não é para qualquer um. Ainda há gente que honra as calças que veste no Brasil.

Esse “rapaz” precisa ser identificado, precisa ter nome, história e ter sua coragem reconhecida publicamente. Se alguém tiver informações sobre ele, por favor me passe para que repassemos ao deputado.

Acredito que Jair Bolsonaro deveria receber o rapaz em seu gabinete e mostrar que seu exemplo serve de estímulo para que outros brasileiros parem de tratar artistas, jornalistas ou intelectuais de esquerda como oráculos e semideuses. Quando saem das suas áreas de competência e falam de política, são meros mortais que podem e devem ser confrontados como qualquer pessoa comum.

O “rapaz do Jô” é um símbolo da náusea que a campanha de assassinato de reputação contra Bolsonaro está causando em seus eleitores e em todos que perceberam a boçalidade e a canalhice das críticas.

Desde que saiu de vez do armário vermelho, Jô Soares vinha recebendo críticas ácidas nas redes sociais, mas o que aconteceu ontem deveria ser visto como um divisor de águas.

Um viva para o “rapaz do Jô”!

[UPDATE] O nome dele é Renato Oliveira, uma informação que conseguimos aqui em poucos minutos após a publicação do post (chupa, imprensa!). Deixem uma mensagem de apoio para Renato aqui: https://www.facebook.com/renato.oliveira.9279

Jair Messias Bolsonaro agradece Renato Oliveira em vídeo: https://www.facebook.com/video.php?v=582009535263812

“Em seu programa, Jô repreende rapaz que grita palavras de apoio a Bolsonaro” http://televisao.uol.com.br/noticias/redacao/2014/12/17/em-seu-programa-jo-repreende-rapaz-que-grita-palavras-de-apoio-a-bolsonaro.htm

Tendo em vista os excelentes serviços prestados pelo comediante Jô Soares ao pêtê e aos esforços da esquerda em implantar o comunismo no Brasil segue minha sugestão sobre o programa do Jô:

jo-soares

Desafio político x golpe militar

exército chinês

Um golpe militar contra uma ditadura pode parecer relativamente uma das maneiras mais simples e rápidas de remover um regime particularmente repugnante.1

A frase introdutória da exposição feita por Gene Sharp em sua análise dos efeitos doe um golpe militar, ilustra bem porque no Brasil de nossos dias tantos apelam para a intervenção militar. O desespero, mais uma vez, move as pessoas a pedir por algo que num passado mais ou menos remoto, nos salvou da ditadura comunista, uma situação para onde as ações do partido do governo parece, a cada dia que passa, mais bem-sucedido em nos empurrar.

As pessoas preocupadas com a estratégia a ser seguida pelos movimentos de oposição ao radicalismo comuno-anarquista do governo federal têm sido enfaticamente contra levantar esta bandeira. Primariamente, porque fere o princípio democrático do estado de direito. Entretanto, Sharp, no ensaio citado, nos oferece mais alguns argumentos que ajudam a entender porque, em relação ao desafio político, esta alternativa é desvantajosa.

Os que apelam pela intervenção militar esperam que ocorra a seguinte cadeia e eventos:

  1. os militares derrubam a o governo em processo de dar o golpe comunista;
  2. estabelecem em seu lugar um governo provisório que visa livrar o Estado da infiltração perniciosa promovida em todos os níveis pelo governo deposto;
  3. passado um período razoável (esperam que seja apenas uns poucos dias – 30 ou 60), convocam eleições livres com uma nova estrutura partidária e novos candidatos; e,
  4. a democracia triunfa e todos viverão felizes para sempre (ou até uma nova ressurreição do comunismo que, como um zumbi, sempre volta em busca de mais carne humana para devorar).

Bem, no país de D. Baratinha, aquela que ‘tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha’ – tinha dinheiro na caixinha, não tem mais, porque o PT roubou tudo – o país das Maravilhas, esta estória até pode acontecer, mas no mundo real é de difícil reprodução. É quanto a isto que Gene Sharp alerta, quando fala dos riscos de um golpe militar:

O governo “provisório”, que substituirá o aparelho atual por outras pessoas, com muita probabilidade substituirá por outros grupos os que estão hoje no poder. Nada garante que esses novos senhores do poder abrirão mão dele quando conseguirem assumir o seu controle. Em alguns casos, os novos detentores do poder poderão ser mais duros do que os antigos ditadores.

Em resumo, uma mudança feita nesse nível e com recurso de forças militares é uma “caixa preta” da qual ninguém pode prever as consequências.

Teoricamente, esse grupo poderia ser mais suave em seu comportamento e mais aberto de forma limitada a reformas democráticas. Mas, é mais provável que aconteça o contrário.

Depois de consolidar sua posição, a nova camarilha pode vir a ser mais cruel e mais ambiciosa que a antiga. Por conseguinte, a nova camarilha – em quem foram depositadas as esperanças – será capaz de fazer o que quiser sem se preocupar com a democracia ou direitos humanos. Essa não é uma resposta aceitável para o problema da ditadura. 2

Um pouco de história. A contrarrevolução de 1964, começou com a expectativa de reestabelecimento “em breve” da democracia. Durou 20 anos. Ocorreram golpes dentro do contragolpe que, não só permitiram 20 anos de regime de exceção, como levaram ao total distanciamento e à apatia da população civil em relação à política, abrindo as portas do país para os teóricos gramcistas dominarem setores vitais de formação da opinião pública, como sejam: as universidades, a mídia, as artes e, até mesmo, as religiões católica e evangélicas.

A matéria indicada a seguir, acrescenta outras justificativas de caráter estratégico por quê o pedido de intervenção militar pode ser um “tiro no pé” da oposição brasileira às esquerdas.

A ligação do PT com a democracia e o que devemos aprender com isso


1. SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação . Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo: pg. 9. 2010. ISBN 1-880813-09-2.

2. Op. cit. pg. 9.

Gene Sharp – Da Ditadura à Democracia – Uma estrutura conceitual para a libertação

Fonte: Álbum de fotos da Komby de Idacildo

Fonte: Álbum de fotos da Komby de Idacildo

Fonte: Facebook de Idacildo Balay Cortes, de Natal, Rio Grande do Norte, que teve sua Kombi pichada por falar mal do PT. Acesso em 18 nov 2014.

Sobre ditaduras

O livro de Gene Sharp, que dá título a esta matéria contém muita informação útil sobre o que pode ser feito pelo povo como resistência pacífica (que ele define como “Desafio político”) às ditaduras.

Talvez alguns se perguntem até que ponto não parece meio histérico se rotular o atual governo petista de ditatorial.

”Infelizmente, o passado ainda está conosco. O problema das ditaduras é profundo. Pessoas em muitos países vêm experimentando décadas ou mesmo séculos de opressão, seja de origem nacional ou estrangeira. Com frequência, a submissão cega a figuras de autoridade e governantes tem sido inculcada por muito tempo. Em casos extremos, as instituições sociais, políticas, econômicas, religiosas e até mesmo da sociedade – fora do controle do estado – foram deliberadamente enfraquecidas, subordinadas, ou mesmo substituídas por novas instituições arregimentadas utilizadas pelo Estado ou pelo partido governante para controlar a sociedade. A população tem sido muitas vezes atomizada (transformada em uma massa de indivíduos isolados) incapazes de trabalhar juntos para alcançar a liberdade, confiar uns nos outros, ou até mesmo fazer muita coisa por sua própria iniciativa.

Fonte: SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação. Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo: . 2010. ISBN 1-880813-09-2. Página 8. (ênfase acrescentada)[1]

Revise os trechos destacados e responda se não é exatamente isto que o partido do Governo fez e continua fazendo nestes 12 anos que detém o poder? O PT se infiltrou rigorosamente em todas as instituições citadas no trecho, inclusives as instituições sociais, como ONGs que, como o próprio título indica são não governamentais, entidades de classe como a OAB, a ABI, os Conselhos Regionais e até mesmo nas religiosas onde, apesar do paradoxo de uma religião defender o socialismo ateu, ele tem pastores e padres engajados e que instruem e incentivam seus rebanhos a apoiar o partido e suas linhas auxiliares (PSOL, PSTU, PCdoB etc.)..

Mais dois pontos citados resultado de um único sentimento inculcado na população pelas ditaduras e que podemos dizer se repetem no Brasil:

    • O primeiro, se refere à incapacidade da população trabalhar junto em prol de sua própria liberdade; e,
    • a incapacidade de, por iniciativa própria o povo poder fazer algo no sentido de mudar a realidade que o cerca.

sendo, em ambos os casos, o medo da retaliação e de perseguição, o principal motivo que leva as pessoas a se calar.

Em pelo menos dois ambientes vemos isso acontecendo. Um deles é nos empregos públicos e nas estatais, onde os funcionários não colaboradores com o partido governista são afastados de suas posições e mantidos fora de qualquer plano de carreira em que o avanço não é automático, mas dependa de suas gerências superiores.

Um segundo ambiente é na mídia onde veículos, jornalistas, artistas e outros formadores de opinião só têm destaque, divulgação e muitas vezes mesmo, o próprio direito à subsistência, como nas recentes chantagens promovidas pelo governo contra empresas com ao Abril e o SBT, se forem apoiadores do governo.

Gene Sharp afirma que protestos em massa de curta duração e manifestações por si só serão ineficientes se não conseguirem superar o medo do povo e o hábito da obediência, pré-requisitos necessários para destruir a ditadura. Estas portanto são premissas básicas que os movimentos resistência devem buscar se haverão de levar a bom termo o processo de exclusão do governo ditatorial. (SHARP, Gene, op. cit. p.8)

O exemplo do amigo Idacildo, de Natal e ilustrado na foto que encabeça esta matéria é mais uma evidência de que o PT e seus defensores nunca foram democráticos. Não podemos nos deixar enganar: vivemos, sim, numa ditadura e cabe a nós, o que prezamos a nossa liberdade, nos organizar para agir contra a ditadura petista.

Mas estas não são as únicas razões porque o atual governo do PT se consolida cada vez mais como uma ditadura. À medida em que for publicando minhas análises sobre o livro de Gene Sharp, outras evidências da ditadura petista, que talvez passem despercebidas pela maioria dos brasileiros, serão acrescentadas.

Atualizado em 18 nov 2014

01 – Sobre Gene Sharp:
Sítio do Gene Sharp (em português): http://daditaduraademocracia.wordpress.com/
Acesso em: 18/11/14

Livro “Da ditadura à democracia” (edição original em inglês): http://www.aeinstein.org/wp-content/uploads/2013/09/FDTD.pdf
Acesso em: 18/11/14

Livro “Da ditadura à democracia” (edição em português): http://bibliot3ca.files.wordpress.com/2011/03/da-ditadura-a-democracia-gene-sharp2.pdf
Acesso em: 18/11/14 (Volta)