Em defesa da Liberdade!

Disponível em:
Acesso: 08 Jul 2016

Algumas das razões porque estou indicando esta matéria:
• Porque os ataques aos que foram às ruas defender Bolsonaro, ao próprio Deputado e as tentativas de calá-lo são, na verdade, “fascismo de esquerda”;

• Porque é no mínimo hipócrita um alegado “democrata” e “isentão” apoiar (e se vangloriar) com os processos que o STF e a comissão de ética movem contra o deputado Jair Bolsonaro em nome de um conceito capenga de “liberdade de expressão limitada” tão crível quanto “meia gravidez” e “democracia relativa”;

• Porque a agressão e mais esta tentativa de exclusão de Bolsonaro de um futuro processo eleitoral não é sinônimo da “estabilidade” e funcionamento de nossas instituições mas, pelo contrário, mais uma evidência que vivemos numa ditadura judicial.

Feliz 2016

Autor: Leonardo Bruno
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=QnTerGAVPgo
Acesso em: 02 Jan 2016

Se gostou do vídeo do Conde, aproveite para ler também:

Belíssimo vídeo de Leonardo Bruno dá uma dica de postura para 2016

Autor: Luciano Ayan
Disponível em: http://lucianoayan.com/2016/01/01/belissimo-video-de-leonardo-bruno-da-uma-dica-de-postura-para-2016
Acesso em: 02 Jan 2016

A luta continua!
Feliz 2016.

Os Movimentos de massa de 2013 diferiram dos protestos de 2015

Prezados, estou colocando o vídeo anexo mais como um ALERTA contra uma provável falsa atribuição, do que como apoio a uma propaganda pseudo favorável (?) aos movimentos legitimamente populares de 2015 porque um pequeno detalhe nele me deu a impressão que estamos diante de uma IMPOSTURA. Isto porque o vídeo citado , começando pelos movimentos de massa de junho de 2013, dá a entender que os protestos que têm levado neste ano de 2015, multidões às ruas foram originados ali, em junho de 2013. NADA MAIS FALSO!!! Continuar a ler

16 de agosto – Afinal!

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Quem conhece o Rio de Janeiro, sabe o que acontece com nossas praias num domingo de sol, com temperatura próxima aos 40º C. Para se ter uma ideia do que significou esta manifestação em termos de carioquice, dê uma olhada na praia e o respectivo calçadão. Isto diz tudo. Continuar a ler

16 de agosto – Faltam 2 dias – Parte B

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Matéria original provando a fraude na Campanha da Dilma publicada em O Antagonista
Disponível em: http://www.oantagonista.com/posts/pixuleco-3-e-dilma-rousseff
Acesso em: 14 ago 2014

Ontem postei noticia publicada no Alerta Geral sobre o poder das manifestações em “mudar o Brasil”. Aquela reportagem não foi muito animadora, principalemente numa hora em que, numa tentativa quase desesperada para salvar a nossa Democracia, fazemos grande esforço para mobilizar as pessoas para a manifestação programada para o próximo domingo 16 de agosto. Continuar a ler

16 de agosto – Faltam 7 dias

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O próximo domingo, 16 de agosto, dirá ao mundo o quanto o brasileiro ama sua liberdade e está disposto a lutar por ela. Eu estarei aqui, na Av. Atlântica,

Enquanto a tartaruga (Dilma) estiver em cima do poste (Presidência da República) é bom ser otimista mas, também, ficar com as barbas de molho. Como reforça o Rodrigo Constantino ainda temos muita luta pela frente! Por isso não podemos pensar em descansar por que “o PT já morreu”. Não, o PT não morreu! Não vamos repetir o erro que ocorreu com a queda do Muro de Berlin, quando passou a ser divulgado que “o comunismo morreu”. O Comunismo não morreu<. Permaneceu em estado de latência se metamorfoseando na máscara horrenda que usa agora contra os povos da América Latina. Do mesmo modo o PT não morreu, agoniza, mas não morreu. Senão, vejamos apenas algumas das razões porque é preciso manter-nos vigilantes e, mais que isso, atuantes: Continuar a ler

16 de agosto – Porque eu vou

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Na verdade, minha decisão de aderir ao movimento pelo impeachment antecede em muito até mesmo a definição da data de 16 de agosto pelos movimentos de resistência ao governo “Vem Prá Rua”, “Revoltados On-Lin”e e “Movimento Brasil Livre”. Mas o artigo a seguir de Flávio Morgenstern, além de incentivar a participação no dia 16/08, foi a causa que me moveu a adquirir o livro do autor que está repleto de informações sobre esse assunto pouco divulgado que são os movimentos de massa. A matéria abaixo, é apenas um aperitivo, quando comparada ao livro, além de mostrar a diferença entre junho de 2013 e os movimentos que desde o final de 2014 se mobilizam pedindo o afastamento da atual Presidente da República, fornece informações valiosas sobre quem ganhou e quem perdeu nas manifestações de junho 2013. Uma leitura imprescindível, para quem quer entender os verdadeiros objetivos dos grandes movimentos de manifestação das massas do século XXI: “Occupy Wall Street“, “Primavera Árabe” e, não por coincidência, os movimentos de junho de 2013, instigado pelo Movimento Passe Livre e partidos da esquerda radical.

Fonte: Isnstituto Liberal
Autor: Flavio Morgenstern
Titulo: Qual a diferença entre 2013 e 2015?
Disponivel em:http://www.institutoliberal.org.br/blog/qual-a-diferenca-entre-2013-e-2015/
Acesso em: 06/08/15

(Não, a resposta não é 2.)

A pergunta que mais me fazem a respeito do meu livro, “Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil” , é sobre a diferença entre as manifestações de 2013 e as atuais, de 2015.

Não sendo um livro apenas sobre junho de 2013, black blocs ou qualquer dos temas acidentais que começaram em 2013, mas sobre política de massas, uma forma de fazer política que ascendeu com a modernidade (pelo menos desde a Revolução Francesa), as análises do livro surpreenderam algumas pessoas que ainda não entendiam 2013, e por que seus protestos parecem tão diferentes dos de 2015, mas sem conseguir explicar o motivo.

Como já afirmou Thomas Sowell, ninguém escreve um livro de 500 páginas sem estar indignado com alguma coisa. No meu caso, foram os palpites completamente desbaratados da realidade que pulularam sem parar em 2013 (“o povo nas ruas”, “a gota d’água para o brasileiro”, “uma nova democracia nas ruas” etc).

Os filósofos políticos do séc. XX trataram de movimentos de massa em diversos graus de profundidade, como os excelentes Ortega y Gasset, Eric Hoffer, Gustave Le Bon, Elias Canetti, Eric Voegelin, Hannah Arendt, Erik von Kuehnelt-Leddihn, G. K. Chesterton, Bertrand de Jouvenel, Ann Coulter, Kenneth Minogue (que morreu justamente em junho de 2013).

Do lado das opiniões maluco-beleza, temos também Rosa Luxemburgo, Sigmund Freud, Manuel Castells, Noam Chomsky, Slavoj Žižek, Jacques Lacan, István Mészáros, Bill Ayers, Marilena Chaui.

Até algumas pessoas muito bem informadas, mas com índoles discutibilíssimas, como Saul Alinsky (retirando-se o conspiracionismo) e Antonio Negri, mentor dos mentores do Fora do Eixo.

Bastaria aos jornalistas e “especialistas”, então, conhecer algum pensamento mais sólido e traduzir ao público leigo.

Infelizmente, as análises de movimentos de massa não foram citadas em quase lugar nenhum entre o palpitariado brasileiro, as classes falantes que moldam o imaginário coletivo e a interpretação da realidade, tentando atingir alguma verdade.

As manifestações de 2013 foram um movimento de massa. As de 2015 não são. Esta é uma das grandes teses do meu livro que explica a confusão da interpretação histórica contemporânea no país.

Com essa terminologia técnica, não se quer definir qualquer movimento público com muitas pessoas, mas apenas a massa aberta, genérica, abstrata, sem objetivos claros. Algo completamente diferente de 2015 com sua pauta: impeachment (ou impugnação) de Dilma Rousseff. As duas formas de fazer política são completamente diferentes, e com resultados históricos rigorosamente antagônicos.

2013 – 3Um movimento de massa foi o que começou em 2013 (e não só de junho de 2013: perdurou praticamente até antes do período eleitoral de 2014): cartazes, slogans, gritos genéricos, frases de efeito. Mas nenhum objetivo.

Pelo que as pessoas estavam nas ruas? Ninguém sabia. Era um protesto pelo protesto. Até os gritos de guerra diziam isso: “Vem pra rua” ou “O gigante acordou” referem-se apenas ao próprio protesto, não ao seu objetivo. Se parassem para conversar umas com as outras sobre o que pensam, seus valores, posições políticas, objetivos e métodos, provavelmente se esfaqueariam. Mas estavam lá, todas unidas a uma só voz, pelo poder do slogan genérico.

Podemos ver na Wikipedia a descrição da Revolução Russa de 1905, que depôs o tzar e daria ensejo para a futura Revolução de 1917: “A Revolução Russa de 1905 foi um movimento espontâneo, antigovernamental, que se espalhou por todo o Império Russo, aparentemente sem liderança, direção, controle ou objetivos muito precisos.” Sounds familiar?

O cenário é extremamente similar ao do Brasil de 2013. Não se pode, portanto, depositar apenas na conta do acaso que um movimento “quase” idêntico tenha começado 112 anos depois no Brasil justamente por movimentos e partidos trotskystas (PSOL, PSTU, PCO, PCB) – o mesmo Trotsky que cuidou da crise com o Encouraçado Potemkin no turbilhão da Revolução de 1905.

Qualquer pessoa, instintivamente, sabe que os protestos de 2013 foram completamente diferentes das Diretas Já, da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, do impeachment do Collor (e da Dilma), da Marcha da Maconha, das eternas greves fechando ruas no Brasil. Porque estes não são movimentos de massa (embora os dois últimos tenham tentado se tornar um, como explico no livro). São movimentos com pautas, embora também encham as ruas de gente.

O que ainda não é claro ao brasileiro, mesmo com tantas aulas de História dadas em sua maioria por trotskystas, é a forma como Trotsky preconizou e praticou política. Se parece algo ultrapassado e irrelevante para o dia presente, observe 2013.

Em nenhum momento de suas obras podemos flagrar Trotsky sugerindo distribuição de santinhos, panfletos e disputa de eleições livres. Seu método é a mobilização – o PT da década de 90 para trás era trotskysta, antes de ter a grande influência gramscista dada por Ênio Silveira e Carlos Nelson Coutinho. Seu método é a mobilização nas ruas, não a disputa eleitoral limpa (os partidos trotskystas representam, juntos, menos de 1% das intenções de voto, mas certamente mais de 99% dos sindicatos).

Um movimento de massa é criado com uma causa genérica, real ou irreal. O preço do pão na Revolução Francesa, a falta de liberdade religiosa na Rússia tzarista (que pioraria muito com a ascensão do bolchevismo), a derrota alemã na Primeira Guerra no nazismo, a ocidentalização na Revolução Iraniana, as propinas na Primavera Árabe, a “ganância” capitalista no Occupy Wall Street, os subsídios aos estudantes no Chile, o preço da passagem no Brasil.

Com a revolta inicial, cujo “motivo” é sempre abandonado dias depois, cria-se um confronto com a polícia, com vias a questionar a autoridade atual perante a população (mesmo pouco afeita ao “motivo” alegado). Por isso o confronto com a polícia é obrigatório e provocado.

A partir daí, entram mais pessoas, inclusive aquelas pouco interessadas em alguma causa correta ou artificial inicial. Com muita ou pouca afeição pelo pretexto introdutivo, passa-se a questionar a inteireza da autoridade atual, quase sempre exigindo-se soluções políticas para cada vez mais coisas – do preço das passagens à moral religiosa, de uma regulação econômica até a legitimidade de ter partidos políticos corruptos em disputa, quando um só, o do movimento de massa, pode ter todo o poder, garantindo que dará tudo “de graça” para o povo (mas com o próprio suor dos impostos do povo).

Não é uma peculiaridade do Brasil, portanto: todo movimento de massa segue o mesmo script pari passu.

Estas soluções políticas são diferentes de soluções econômicas. A política só funciona tirando o dinheiro de alguém. Soluções políticas que surgem em um movimento de massa, portanto, são sempre para aumentar o poder do Estado e concentrar poder em umas poucas mãos selecionadas a dedo (por mera coincidência, exatamente aquelas que criaram o movimento).

É o que acontece quando se pede, em abstrato, saúde, educação, transporte etc: tais serviços, exigidos de políticos como se fosse um grande golpe em seus bolsos, serão apenas geridos por políticos, ao invés de por pessoas normais. É o que trotskystas mais querem, sem a chatice de passar por eleições e divisão de poder.

Esse meio se torna ainda mais perverso hoje, pois os partidos que criam tais mobilizações se escondem através de seus “coletivos”. Quantas pessoas sabem que as bandeiras da UJS, que aparecem em todo protesto, são do PCdoB, as da ANEL, do PSTU, e as do “Juntos!”, do PSOL?

Claro é que a maior parte das pessoas que integram um movimento de massa nem sequer sabe o que está fazendo. Provavelmente a maioria dos participantes de junho de 2013 não queria um poder totalitário, não acreditava em propostas insanas como “passe livre” (algo que simplesmente sumiu dos cartazes tão logo mais pessoas foram para as ruas, além do Movimento Passe Livre), queriam o fim do PT e dos políticos corruptos.

Todavia, um cartaz pedindo liberdade em meio a um milhão pedindo Estado apenas faz peso a uma manifestação modelo Rússia de 1905.

Não à toa, todas essas pessoas têm um sentimento de “não deu certo” para 2013, enquanto o Movimento Passe Livre, os agitadores virtuais do Fora do Eixo e os políticos trotskystas que capitanearam o movimento sagraram-se como vencedores e conseguiram o que queriam (exceto a revolução).

Nada disso pode ser visto em 2015. De semelhança com 2013, apenas o sentimento que só existiu na segunda fase deste movimento: a insatisfação com os governantes e o partido no poder Executivo federal.

Os protestos atuais têm foco, objetivo, método: querem o impeachment da presidente e serão desfeitos tão logo logrem resultado.

São simples: apenas protestos de rua, feitos no domingo para não atrapalhar ninguém, reunindo milhões de pessoas que querem um impeachment constitucional da presidente com pior popularidade do país.

Nada de confrontos com a polícia, nada de revolução, nada de genérico e “traga sua pauta para fazer peso”, nada de otimismo cego com uma dominação completa do aparato estatal por uma nova mentalidade reivindicatória e dominadora, politizando toda a sociedade, nada de partidos políticos dominando toda a máquina estatal em caso de sucesso. Pelo contrário.

É uma análise razoavelmente simples, seguindo o modelo do common sense que marca a filosofia anglo-saxã. Apenas olhe para as coisas, ignore as descrições e os empolamentos acadêmicos verbosos usados no jornalismo e pelos “intelectuais”.

Infelizmente, tentar entender a história apenas por tais jornais só legou à memória recente nacional uma incompreensão recheada de torções palavrosas para justificar a própria incompreensão.

Não se compreende o atual momento do país sem entender isso – e suas ramificações no jornalismo, na Academia, no imaginário coletivo, no Judiciário etc etc. Por isso recomendo a todos que leiam meu livro, “Por trás da máscara: do passe livre aos black blocs, as manifestações que tomaram as ruas do Brasil”.

E dessa vez, todos às ruas no dia 16 de agosto!

CARTA AO JORNALISTA REINALDO AZEVEDO

Introdução:

Há alguns meses não tenho escrito nada aqui. Confesso que me falta “inspiração” diante do cenário cada vez mais decadente que o PT e demais partidos de esquerda montam para o nosso futuro sem que nada possa ser feito para impedi-los.

No entanto, nas minhas andanças pela Internet tenho encontrado muitos textos que, independente de quando foram escritos, merecem ser guardados para serem consultados sempre que situações parecidas acontecem. E situações parecidas estão se repetindo em quantidade assustadora nos últimos dias.

Portanto, decidi deixar de lado meus brios quanto a só postar matérias de minha autoria, quando me falta a motivação para escrevê-las, mas usar este blog como uma espécie de repositório daqueles textos, autores e sítios com os quais me identifico e que sempre gosto de revisitar.

O texto a seguir é cópia da matéria colocada no sítio referenciado
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A matéria do Reinaldo que motivou o desabafo do Dr. Miltom Pires, pode ser lida em:
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/querem-ficar-chocados-pois-nao-a-pf-e-o-mp-exageraram-sim-apesar-dos-carroes-de-collor-o-estado-de-direito-e-coisa-mais-seria-do-que-isso/

Origem: Alerta Total
Autor: Milton Simon Pires
Disponível em: http://www.alertatotal.net/2015/07/carta-ao-jornalista-reinaldo-azevedo.html
Acesso em: 15/07/15

CARTA AO JORNALISTA REINALDO AZEVEDO

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The Siege: Nova York sitiada

Prezado Reinaldo,

Nós nos conhecemos pessoalmente na Livraria Cultura, aqui em Porto Alegre, por ocasião do lançamento de “O País dos Petralhas II” (livro que guardo aqui em casa com a sua dedicatória). Leio seu blog diariamente e, se você escrever outro livro, evidentemente, vou comprar e ler. Apesar disso, muito já me irritei (e vou continuar, provavelmente, me irritando) com declarações suas a respeito do PT. Tenho certeza absoluta que você não se importa com a minha “irritação” e vai manter, como sempre fez, seus pontos de vista que tem sempre, na minha opinião, bases muito sólidas.

Hoje eu lhe escrevo em função da Operação Politeia da Polícia Federal – essa que invadiu propriedade de Fernando Collor e tomou seus carros de luxo – dando origem ao seu post de 15/07/2015 às 9:20 com o título “Os inocentes úteis e inúteis que saem em defesa da truculência da PF e do MP estão é no movimento “Fica Dilma!”

A respeito do seu post, fiz um comentário no Facebook dirigido ao amigo Dalmo Accorsini e que reproduzo aqui: Dalmo, parece-me que agora o Reinaldo Azevedo quer se apresentar ao Brasil como o agente especial Hubbart que, nessa foto, diz ao Coronel Devereaux: “Não, coronel, nós não podemos agir como eles…nós não podemos matar e torturar…se nós fizermos isso, eles já ganharam!” LEMBRE-SE, Dalmo: há uma diferença gigantesca entre o Hubbard e o Reinaldo Azevedo (mesmo que o primeiro seja apenas um personagem do Denzel no filme “Nova York Sitiada”) – no filme HAVIA UM ESTADO DE DIREITO A SER DEFENDIDO, SIM!! Não há, na Suprema Corte, advogados de Partidos Americanos (nem do Hubbard nem do Coronel Deveraux) Ao atacar a ação da PF dizendo que foi “ilegal e espetaculosa”, Reinaldo, mesmo apoiado pela letra fria da lei, está fazendo a defesa de algo que não existe mais.

Veja, Reinaldo, o seguinte: ao contrário do que escrevem na internet, eu jamais pensei ou disse que você é “agente tucano”, nunca disse que é “comunista” (embora já o tenha xingado com palavrões quando você disse que o PT não era) e tenho certeza absoluta que nós dois e 91% (já que a popularidade de Dilma é 9%) do povo brasileiro queremos o fim do governo dessa organização criminosa. Onde estão as nossas diferenças então? Em primeiro lugar, como eu já deixei implícito anteriormente, eu considero, sim, o PT uma organização revolucionária ligada ao narcotráfico e ao Foro de São Paulo; você não. Em segundo: eu não acredito mais que estejamos vivendo naquilo que se costuma chamar “Estado de Direito”. Viver num “Estado Democrático de Direito” é mais ou menos como a mulher que engravida – não existe mulher “meio grávida” assim como não existe Estado com “algumas instituições ainda funcionando”. Toda estrutura do Estado Brasileiro, Reinaldo, foi tomada pelo PT. Disso eu tenho certeza absoluta que você já sabe e volto, portanto, ao ponto – nós discordamos da possibilidade de que alguma coisa possa ser feita “rigorosamente dentro da legalidade”. Você então me perguntaria: “Milton, você acha então que os fins justificam os meios” e eu lhe respondo – “Eu não, mas o PT sim !” e lhe devolvo a pergunta – como poderemos, Reinaldo, trocar o “pneu com o carro andando” ?? As leis estão sendo feitas por eles ! São ELES que dizem o que é legal ou não ! Ou nós devemos ir até o fim (dentro da lei) e depois deixar que isso seja julgado por Toffoli e Lewandowski?? Se é assim, melhor esperar 2018 e aceitar a volta do Lula !

Um abraço,

Milton Pires.
Médico
Porto Alegre.

Tenho um enorme respeito e uma divida muito maior com o jornalista Reinaldo Azevedo, pois foi em seu blog que encontrei um respaldo ao que já havia lido nos livros do Professor Olavo de Carvalho. Entretanto, concordo com o Dr. Milton Pires quando este tenta mostrar a desigualdade da luta entre um cidadão de bem, honesto, e a máfia narcotraficante que nos governa. Finalmente, é forte a conclusão do Dr. Milton quando ele levanta a grande questão da negociação “limpa” (dos que pensam em negociação “Democrática”) com um negociador “sujo” (o PT). Enquanto a direita busca meios e alternativas cavalheirescas que tirem o PT do poder, os gângsteres do partido continuam a fazer as leis que cada vez mais tiram nossa liberdade e nos privam de nosso direitos mais básicos.

Em minha opinião, e acredito seja este também o teor da “Carta” do Dr. Milton, há um limite quando se está negociando com bandidos. Essa foi a única lição que o mundo tirou do relacionamento entre Hitler e Chamberlain, que por pouco não levou a Inglaterra à destruição e não subjugou o mundo ao jugo nazista.

Porque 12/04/15 é importante!

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Copacabana – 15 de março de 2015 ——— Candelária – 15 de março de 2015

12 de abril próximo será crucial para a continuidade da luta contra o comunismo. E não só o 12 de abril. Apenas a manutenção do povo mobilizado, até que suas reivindicações sejam TOTALMENTE atendidas nos garantirá a vitória.

Temos que continuar apoiando TODOS os verdadeiros movimentos de protesto (cuidado para não se ver apoiando protestos governistas como do MST, CNBB, UNE, MTST, MPL etc.) que ainda forem necessários para pressionar o Congresso para fazer o que o VERDADEIRO povo brasileiro – não militontos pagos e psicopatas – quer e para apoiar em público os poucos oposicionistas DE FATO que lutam no Congresso contra as facções esquerdistas que sempre andaram de mãos dadas.

Para mim está óbvio que o 15 de março abalou as estruturas petistas e governistas e os obrigou a tirar a máscara de “democratas” e revelar nua e cruamente suas intenções.

Lula está completamente desvairado.

As demais lideranças do partido e sua linha auxiliar estão atacando os opositores com todas as armas que possuem.

O Congresso (Câmara dos Deputados) encontra um meio termo, colocando em votação projetos até agora engavetados pelas esquerdas como a redução da maioridade penal, a lei antiterrorismo e o estatuto do desarmamento e uma assim chamada “Reforma Política” alternativa à Reforma Política petista hoje defendida pelos “movimentos sociais” comunistas (UNE, MST MTST e sindicatos). Mas nada ainda foi definitivamente decidido. Agem como se estivessem esperando o povo arrefecer em sua vontade e então voltarem à calmaria dos conluios, do “toma lá dá cá” que é a tradição secular do nosso Congresso.

Além disso, os comunistas, ainda conseguem obstacular todo o projeto de reconstrução democrática brasileiro.

Nada mudou de fato, apenas de direito, além da pantomima congressista que de efetivo não resultou em nada para os manifestantes de 15/03/15.

Portanto, embora 15 de março de 2015, tenha sido um marco histórico é apenas o primeiro passo de uma virada que estava engatinhando e que conseguiu ficar de pé e começar a se mover.

Para finalizar segue um vídeo que prova o que está por trás do cenário político brasileiro. Veja-o e entenda porque nada a favor da Democracia participativa foi conseguido. Fique alerta e apoie o 12 de abril, pelo seu bem, da sua família e das futuras geraçõess de brasileiros.

Outros links que comprovam até onde vai a infiltração comunista na República e porque o povo não pode desistir de i r às ruas enquanto o que ele pede não for realizado:
https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/888163347894009/?type=1
https://www.facebook.com/revoltadosonline/photos/a.144712112222016.28960.144205978939296/1142980465728504/?type=1
Ser comunista é motivo de excomunhão? Como pode a CNBB apoiar o comunismo e ainda se apresentar como entidade católica e, pior ainda, cristã?
CNBB apoia a libertação de 24 mil criminosos no Brasil.
CNBB e PT unidos há 35 anos para implantar o comunismo no Brasil
OAB é contra a redução da maioridade penal
OAB Nacional repreende Barbosa por declarações contra Cardozo