16 de agosto – Falta 1 dia – Parte II

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No post anterior, comentei a matéria publicada pelo Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), a respeito da manifestação contra a Presidente da República, Dilma Roussef e seu partido, programada para amanhã em todo o Brasil. Ali, comentei que a comparação entre os protestos de 2015, direcionados ao PT e à Presidente, nada tinham em comum com os movimentos de junho de 2013, em que se reivindicava tudo e nada ao mesmo tempo, sem qualquer foco específico, e que acabou promovendo o caos nas grandes cidades, tendo conseguido envolver no movimento “espontâneo” e “pacífico” pessoas que, se ao menos soubessem que estavam sendo manipuladas por uma tática trotskysta, jamais teriam concordado em ir para as ruas apoiar o que, na verdade, era uma estratégia revolucionária de uma ideologia-doutrina-religião-cultura (onde quer que possamos enquadrar o marxismo) que deseja escravizar uma boa parte dos brasileiros e aniquilar todos os que a ela se opõem. Esta conclusão só foi possível, graças à leitura que estou fazendo do livro de Morgenstern “Por Trás da Máscara”. Continuar a ler

Livro em PDF sobre as urnas eletrônicas

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Ontem, na manifestação aqui no Rio de Janeiro, um senhor, ex funcionário do Banco do Brasil, indicou aos presentes a leitura do livro Burla Eletrônica1, que trata do assunto urnas eletrônicas.

Também na manifestação de ontem, rolou uma informação (que ainda não consegui confirmar) dizendo que tais urnas seriam, agora, utilizadas em toda a América do Sul, pelo menos nos países bolivarianos aliados: Brasil, Argentina, Venezuela, Equador, Bolívia, Uruguai etc. A ser confirmado, o assunto merece a mais séria consideração pois é uma excelente exemplo da “democracia” comunista se apossando ao mundo digital.

Pesquisando na Internet (Google) encontrei a informação no blog Partido Militar Brasileiro transcrita como nota sem data do secretário do PDT: http://pmbnacional.blogspot.com.br/2013/11/burla-eletronica-conheca-este-livro-i.html

No sítio do Centro de Mídia Independente (CMI) do Brasil, encontrei o livro foi disponibilizado em PDF e pode ser baixado do seguinte endereço:

http://www.brunazo.eng.br/voto-e/arquivos/BurlaEletronica.pdf

Recomendo a leitura cuidadosa e criteriosa porque pode ser desinformação. Explico, durante a análise dos lugares onde encontrei as informações sobre este livro me surgiram as seguintes suspeitas (meramente especulativas):

  • O que é esse Partido Militar Brasileiro?
  • Se é mesmo um Partido militar, o que uma nota do PDT (fundado por Brizola que, logicamente, jamais seria citado como creditável num sítio “militar”) o que está fazendo nesse blog?
  • Que centro de Mídia Independente é esse, num país em que toda a mídia está vendida ao governo?

1. FILHO, Amilcar Brunazo et al. Burla Eletrônica. Rio de Janeiro:Fundação Alberto Pasqualini. Disponível em: http://www.brunazo.eng.br/voto-e/arquivos/BurlaEletronica.pdf; Acesso em: 07/12/15

Quem é John Galt?

Quem é John Galt

A Revolta de Atlas Parte III – 0 Filme

Fonte: https://www.kickstarter.com/projects/atlasshrugged/atlas-shrugged-movie-who-is-john-galt

A Revolta de Atlas“, é o título de uma trilogia de filmes baseados no “best seller” de mesmo nome de Ayn Rand. Embora uma obra de ficção e filosófica escrita em 1957, narra uma história bastante atual, e mostra com uma clareza só comparável à de outro grande livro visionário, “1984“, de George Orwell, o que vemos acontecendo no Brasil e no mundo.

Não sou objetivista – o sistema filosófico desenvolvido pela autora – tendo tido uma formação cristã, mesmo sendo ateu, não posso concordar com o egocentrismo defendido por ela em sua filosofia. No entanto, o livro descreve com precisão, e aí está o que, em minha opinião, é um de seus pontos mais altos, as táticas de convencimento popular usadas pela classe dominante (políticos) que vemos ser usada hoje no Brasil e nas demais republiquetas socialistas latino-americanas.

Ela mostra aonde pode levar a coabitação adúltera de empresários, que subornam as autoridades e obtêm troca vantagens para si, bem como a destruição de seus concorrentes.

Ayan descreve no livro, também, como o povo é afetado pela doutrinação maciça no pensamento socialista, Como a imprensa, a academia e os próprios cientistas alinhados com o pensamento dominante, desempenham um papel fundamental na apatia da população e em sua aceitação preguiçosa, interesseira e conivente a tudo que seus governantes lhes dão, tanto pelas sufocantes leis de responsabilidade social que lhes impõem sacrifícios em nome de uma coletividade anônima e nem sempre muito bem definida, como pelo apoio recebido pela compra com esmolas que o governo central lhes distribui com uma das mãos, tirando com a outra, e que cada vez mais leva a nação ao abismo da barbárie, onde marginais e bandidos são convocados pelo governo para “convencer” através de levantes destrutivos os que se lhe opõem.

Enfim, o livro, que foi escrito em 1957, é um romance totalmente afinado com nossa realidade atual, nosso partidos e nosso políticos esquerdistas e, só por isso, já merecia ser lido, nem que fosse para comprovar como são retrógrados e conservadores os que gostam de se rotular como “progressistas”.

O mais interessante é que os comentaristas mostrados no vídeo (em inglês) que está no sítio indicado, dizem que a situação é a mesma nos EUA. Lamento por esta grande nação, embora, no momento, me preocupa mais a nossa combalida condição e sob a gangue comandada pelo Forum de São Paulo. A eles se ajusta como uma luva o apelido que Ayan Rand batizou os socialistas:

Saqueadores!