16 de agosto – Falta 1 dia – Parte II

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No post anterior, comentei a matéria publicada pelo Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), a respeito da manifestação contra a Presidente da República, Dilma Roussef e seu partido, programada para amanhã em todo o Brasil. Ali, comentei que a comparação entre os protestos de 2015, direcionados ao PT e à Presidente, nada tinham em comum com os movimentos de junho de 2013, em que se reivindicava tudo e nada ao mesmo tempo, sem qualquer foco específico, e que acabou promovendo o caos nas grandes cidades, tendo conseguido envolver no movimento “espontâneo” e “pacífico” pessoas que, se ao menos soubessem que estavam sendo manipuladas por uma tática trotskysta, jamais teriam concordado em ir para as ruas apoiar o que, na verdade, era uma estratégia revolucionária de uma ideologia-doutrina-religião-cultura (onde quer que possamos enquadrar o marxismo) que deseja escravizar uma boa parte dos brasileiros e aniquilar todos os que a ela se opõem. Esta conclusão só foi possível, graças à leitura que estou fazendo do livro de Morgenstern “Por Trás da Máscara”. Continuar a ler

Histórias do paraíso Socialista – Os campos de trabalhos forçados da Coreia do Norte

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Fonte: Pagina no Facebook de Guarulhos Direita Conservadora
Título: ND
Autor: ND
Disponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/posts/861560560554288:0
Acesso: 08 fev 2015

Comemos sementes do esterco por fome”, diz norte-coreana

Refugiada conta o inferno em que viveu por um ano em campo de detenção .

Em um depoimento impressionante à Anistia Internacional em um curta-metragem chamado “A outra entrevista” (em referência ao filme da Sony ‘A entrevista’), a refugiada Ji-hyun Park conta como é ser prisioneira de um dos países mais fechados do mundo: “você pode dizer que a Coreia do Norte é uma grande prisão”. As informações são do Daily Mail.

Hoje, refugiada na Mongólia, ela chora por se lembrar das condições vividas no país durante anos. Ji-hyun ficou um ano dentro de um campo prisional depois de ser deportada da China, país para o qual tentou fugir da fome e miséria em que se encontravam todos os conterrâneos durante a década de 1990. A estimativa é de que pelo menos 4 milhões de pessoas morreram na década por más condições. Ji-hyun lamenta por ter abandonado o pai, que estava morrendo de desnutrição.

“Entre 1996 e 1998, a muita gente faleceu. Nas plataformas das estações ferroviárias, era possível encontrar corpos diversos. Todas as pessoas estão famintas por lá. Agora, não existem nem ratos, nem cobras e nem plantas para comerem”, afirma.

O país era dirigido por Kim Jong-il, líder totalitário e pai do atual presidente Kim Kong-un.

“Meu pai não conseguia mais falar, pois estava muito fraco. Mas gesticulou para eu ir. Eu não estava ao seu lado quando faleceu. Deixei-o ali naquela sala fria. Deixei-lhe uma tigela de arroz e uma muda de roupa. Deixei a Coreia do Norte assim. Fui como uma criança egoísta, deixando-o apenas para salvar minha própria pele”.

Entre as atividades realizadas pelas prisioneiras, estava a de abrir campos em regiões montanhosas do país (apenas com as mãos)

Após chegar à China, a norte-coreana conta que foi vendida por R$ 2 mil e, a partir dali, foi escravizada, tendo de obedecer às ordens de seu ‘dono’, de quem engravidou. Depois de ter o filho, a quem chamou de Chol (algo como ferro, em português, pois queria um nome que lembrasse algo forte). Porém, depois de alguns meses, foi separada do filho e dono, sendo deportada para a prisão da Coreia do Norte, que a castigou pela fuga.

O campo de prisioneiros da cidade de Songpyong foi o inferno na vida da mulher. Ela revela que todos lá devem começar a trabalhar às 4h30 da manhã, encerrando suas atividades depois da meia-noite. Entre os trabalhos estavam lavar banheiros sujos sem luvas e instrumentos sanitários, puxar carros-de-boi com toneladas de terra, além de abrir campos em regiões montanhosas – com as mãos. Tudo isso, sem comer.

Mulheres famintas comiam batatas cruas retiradas do solo, ainda com a terra, de tão desesperadas ficavam por comida. Os presos também recolhiam sementes do esterco dos animais para comer, além de terem de brigar pelos restos deixados para cães e vacas.

“Tudo isso não era feito em ‘ritmo de passeio’. Tínhamos que correr”, diz.

Após um ano na prisão, ela teve tétano na perna, perdendo os movimentos. Considerada “inútil”, foi retirada do campo. Assim, conseguiu ir para a China e reencontrar seu filho, com quem fugiu a pé até a Mongólia, onde mora atualmente com o namorado – que a salvou na fronteira do país, cortando uma cerca de arame.
http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/comemos-sementes-do-esterco-por-fome-diz-norte-coreana,fbf921014ee5b410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html

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Foi bom este assunto ter surgido:

Em 2012 foi publicado o livro “Fuga do Campo 14”, escrito pelo jornalista Blaine Harden, em que Shin Dong-hyuk relata sua experiência de ter nascido e vivido 23 anos num campo de concentração morte-coreano porque os ditadores comunistas daquele país jogavam a inteira família (primos, tios, irmãos . . todos) dos dissidentes e as mantêm em campos de concentração até à terceira geração para pagar os crimes de seu ancestral. Não consegui terminar de ler o livro, tais as atrocidades que o rapaz narra.

Matéria sobre o livro pode ser lida aqui:

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/fuga-do-campo-14/; Acesso em: 08 fev 2015

Resenha sobre o livro também pode ser lida aqui: http://resumodopera.blogspot.com.br/2013/10/resenha-fuga-do-campo-14.html

O vídeo a seguir narra uma das mais chocantes histórias que Shin Dong revelou:


Fuga do Campo 14 – A odisseia de Shin Dong-Hyuk para fora da Coreia de Norte

Em 26/10/12, o IG comenta documentário sobre a vida de Shin Dong:

http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/cinema/2012-10-26/documentario-mostra-vida-de-prisioneiro-em-campo-de-concentracao-norte-coreano.html; Acesso em: 08 fev 2015

Em 18/03/13, a Conectas Direitos Humanos publica vídeo no Youtube em que Shin Dong pede ajuda ao Brasil:


Shin Dong-hyuk: nascido num campo de trabalho forçado, norte coreano apela por ajuda do Brasil

Nem é preciso comentar o fato de que Maria do Rosário, Dilma Roussef, e outras sociopatas, prestimosas defensoras do diálogo com fanaticos religiosos psicopatas, decapitadores e sádicos e de privilégios para estupradores, assassinos e narcotraficantes ignoraram e nada fizeram em relação a tal pedido.

Cuba exporta a desgraça!

O Historiador Carlos Azambuja está entre aqueles autores cuja leitura nunca é cansativa e sempre é enriquecedora. O texto a seguir, publicado originalmente no jornal on line “Alerta Total”, está sendo reproduzido aqui por sua alta qualidade didática em expor o mau caratismo do governo Cubano, tão admirado por “personalidades” como Chico Buarque, Luiz Fernando Veríssimo, Dilma Roussef e tantos outros deslumbrados que o são ou por oportunismo aproveitador ou por idiotice útil.

Recentemente comentei aqui o artigo de Rodrigo Cavalheiro, publicado no jornal O Estado de São Paulo onde entre outras coisas engraçadas, o jornalista louvava o sistema de “câmaras de vigilância” composto por cidadãos cubanos instalados quais “vigias” de seus vizinhos, literalmente “em cada quadra”. Sistema esse que, segundo o jornalista, teria “impedido” o narcotráfico de se instalar na Ilha (esquecendo-se, naturalmente que, conforme diversas denuncias internacionais, os próprios donos da Ilha caribenha o praticam, intermediando os países produtores da América do Sul e os traficantes dos EUA e da Europa).

Foi justamente uma descrição detalhada de tal sistema de “câmaras de vigilância” humano, montado pelo Diretório Geral de Informações (DGI) cubano que me motivou trazer para cá a matéria do Professor Carlos Azambuja e aproveito para perguntar ao leitor: que tal viver num lugar em que um de seus vizinhos – que obviamente você não sabe quem é – está ali monitorando cada ato, palavra e até mesmo, pensamento que você tenha para se certificar de que você, ou sua família, não são uma ameaça para o Estado?

Publicado em Alerta Total
Título: A Bandidagem Revolucionária
Autor: Carlos I. S. Azambuja
Disponível em:http://www.alertatotal.net/2015/01/a-bandidagem-revolucionaria.html
Acesso em 06 jan 2015

Texto para Obama ler na cama

“Meu povo está subjugado na mais negra miséria. Torturam-se pessoas e um quinto da população fugiu por razões políticas. O povo cubano vive esperando o abraço solidário dos mandatários ibero-americanos. Estes, porém, o negam às vítimas e o oferecem ao carrasco” (Armando Valladares, poeta que passou 22 anos nas masmorras cubanas).

Artigo no Alerta Total – http://www.alertatotal.net
Por Carlos I. S. Azambuja

O Diretório Geral de Informações (DGI) é um dos serviços de Inteligência do Estado cubano. Está sob a jurisdição do Ministério do Interior (MININT), sendo que o seu diretor, durante mais de 30 anos foi Manuel Piñero Losada (falecido em 1998, em Havana, em um estranho acidente de automóvel dirigido por ele próprio). Ele assumiu a chefia dos serviços de segurança e informações ainda quando a guerrilha castrista combatia em Sierra Maestra. Após a tomada do Poder, Piñero recebeu de Fidel a tarefa de exportar a revolução, o que lhe permitiu realizar um sem número de ações fora do território cubano.

O efetivo do DGI está integrado por sociólogos, psiquiatras, jornalistas, advogados, psicólogos, médicos, líderes religiosos e estudantis, locutores, cientistas e outros profissionais.

Todos os organismos da administração central do Estado, assim como as empresas, estabelecimentos, instituições de investigação científica, meios de difusão, organizações sociais, etc., são sistematicamente supervisionadas por oficiais do DGI. Em cada quadra há uma ou mais pessoas classificadas pelo DGI como “pessoal de confiança”. Essas pessoas geralmente mantêm uma falsa atitude de crítica ativa ao sistema ou de pouca militância política.

Seu objetivo consiste em informar ao DGI o que ocorre em seus locais de residência. Sua missão é independente daquela que realizam os membros dos CDR (Comitês de Defesa da Revolução), cuja estrutura organizativa possui um “Responsável de Vigilância” que também colabora com o DGI, porém sem a capacitação e alcance do “Pessoal de Confiança”.

O DGI também organiza, assessora, capacita e mobiliza as temíveis Brigadas de Resposta Rápida encarregadas de reprimir com violência as atividades dos movimentos de oposição política. Há numerosos testemunhos de oposicionistas do regime que sofreram ataques dessas Brigadas. Em cada comunidade foram criados pelo DGI os Sistemas Únicos de Exploração e Vigilância, formados por pessoas adeptas incondicionais do regime, dirigidas por militantes do Partido Comunista.

A partir de 1967, em sua tarefa de exportar a revolução, inclusive antes do triunfo de Allende, começaram a chegar ao Chile agentes da Inteligência cubana sob a cobertura de “bolsas de estudo”. Essa afirmação é de Rafael Nuñez, um ex-funcionário cubano que cumpriu várias missões em Santiago durante o governo da Unidade Popular. Segundo ele, o objetivo era converter o país em uma base de apoio à subversão na América Latina: “Desde a embaixada cubana em Santiago se administravam as operações na Argentina, Brasil e Uruguai”.

O próprio Manuel Piñero esteve várias vezes no Chile antes da deposição de Allende e em uma dessas visitas conheceu a chilena Marta Harnecker, uma militante do MAPU (Movimento Unificado de Ação Popular), que seria sua segunda esposa.

Em 1974, a fim de potenciar a exportação da ação revolucionária a todo o Continente, Fidel Castro criou um aparato de Inteligência próprio, paralelo ao DGI e às Tropas Especiais, que já existiam sob a dependência do Ministério do Interior. Essa nova entidade, que ficou a cargo de Piñero, foi denominada Departamento América, dentro do organograma do Comitê Central, com orçamento próprio e ampla autonomia. Por quase duas décadas, esse organismo foi o oxigênio da insurgência continental e, mais tarde, com o desmanche do socialismo real, o foco dirigente da chamada “bandidagem revolucionária”, o “Ministério da Revolução”, como o batizou Fidel Castro.

Com seu espírito conspirativo, Manuel Piñero moldou a seu modo a sua gente da América Latina, em sua maioria jovens humildes aos quais transmitiu o gosto por “los fierros” (armas).

Os membros do Departamento América foram distribuídos sob a cobertura das embaixadas cubanas, coordenando todas as operações nos diversos países. Após a deposição de Allende, como no governo Pinochet não havia representação cubana no Chile, o lugar das operações foi transferido para Buenos Aires, de onde os grupos terroristas chilenos eram ajudados com dinheiro, informação, armas e documentação falsa para viagens a Cuba, quase sempre via Lima, Peru, e daí para Havana, pela Cubana de Aviación.

Em dezembro de 1989, quando do seqüestro do empresário Abílio Diniz, no Brasil, por um grupo de argentinos, chilenos e canadenses, em algumas agendas apreendidas com os seqüestradores figurava o nome do embaixador de Cuba na Argentina, Santiago Eduardo Díaz Paez, codinome “Terry”, membro do Departamento América desde, pelo menos, 1985. Nessa época, 1989, o Conselheiro Político da embaixada na Argentina era Daniel Enrique Herrera Perez, subchefe do DA para o Cone Sul.

As operações dirigidas pelo Departamento América, que chamamos de “bandidagem revolucionária” foram inúmeras, todas ou quase todas utilizando a mão de obra ociosa do MIR chileno, que era considerado “o filho predileto” de Piñero. Essas operações consistiam basicamente em seqüestros e assaltos a bancos.

O Departamento América apontava os alvos, organizava as ações e grupos compostos por guerrilheiros de distintos países as realizavam. Um dos personagens mais importantes dessa estrutura era o chileno René Valenzuela Bejas (“El Gato”), que chefiou no Brasil o seqüestro de Abílio Diniz, embora na época não tenha sido identificado, tendo sido posteriormente detido, em 1992, na Espanha por participar de seqüestros junto com a organização Eta-Basca. Valenzuela era, então, um dos dirigentes do MIR chileno, responsável pela obtenção de “solidariedade no exterior”.

Foram realizados vários assaltos a bancos no México e um dos seqüestros mais comentados ocorreu em 1984, quando militantes do MIR chileno se apoderaram do empresário panamenho Sam Kardensky, no Panamá, que foi libertado quase um ano depois no Equador. O resgate pago foi de US$ 9 milhões.

Os seqüestros de Luiz Salles, Geraldo Alonso, Antonio Beltran Martinez, Washington Olivetto e Abílio Diniz, todos em São Paulo, foram operações do Departamento América. O objetivo era arrecadar fundos destinados às guerrilhas ainda existentes na América Latina, em face da escassez de recursos decorrente do desmantelamento do socialismo real, que pôs um fim ao fluxo do chamado “ouro de Moscou”. Observe-se a coincidência da modalidade do primeiro contato, em todos esses seqüestros, com as famílias dos seqüestrados, feito através de cartas acompanhadas de ramos de flores.

Alguns livros confirmaram a “bandidagem revolucionária”: “A Utopia Desarmada” do mexicano Jorge Castañeda (editado no Brasil em 1994), “Fin de Siglo em Havana”, dos jornalistas franceses Jean Pierre Fogel e Bertrand Rosenthal, lançado em Bogotá, Quito e Caracas em 1994, e “Uma Questão de Justiça”, da jornalista canadense Isabel Vincent, lançado simultaneamente no Brasil e Canadá em 1995. Segundo ela, “o cartel (de seqüestros) teria ramificações em mais de doze países, incluindo terroristas do grupo separatista basco Eta-Basca”.

Também o atentado ao general Pinochet (“Operação Século XX”) em 1986 – quando cinco militares da sua segurança foram mortos e dez ficaram feridos -, o atentado que causou ferimentos ao general Gustavo Leigh, bem como o seqüestro de Christian Edwards Del Río, filho do proprietário do jornal “El Mercúrio”, em 1991, contaram com a assessoria da Inteligência cubana.

O poder de Piñero já vinha sofrendo danos com o fortalecimento dos “Contras” na Nicarágua, com o fim da guerrilha em El Salvador, mediante um acordo de paz e, fundamentalmente, pela queda do bloco soviético, nos anos de 1989, 1990 e 1991. Finalmente, a demissão de Piñero da chefia do Departamento América, em 24 de fevereiro de 1992, parece ter sido em conseqüência da “bandidagem revolucionária”, pois para os Serviços de Inteligência da América Latina não era mais segredo a responsabilidade cubana nos bastidores.

Observe-se que no ano de 1978 Manuel Piñero respaldou a chamada “Operação Retorno”, do MIR, mediante a qual voltaram ao Chile, clandestinamente, inúmeros militantes com formação militar em Cuba. Não obstante, essa operação fracassou, sendo detida a maior parte dos retornados, desarticulado o núcleo urbano e aniquilado o “Foco Guerrilheiro” que havia sido instalado na região de Netume. Apesar desse fracasso, Piñero sobreviveu na chefia do DA graças ao saldo acumulado pela participação na vitória sandinista, em 1979, na Nicarágua e ao estabelecimento de um regime pró-castrista em Granada.

Finalmente, uma referência deve ser feita ao Departamento de Operações Especiais, órgão a cargo das Tropas Especiais, unidade paramilitar vinculada ao Ministério do Interior, através do qual militantes dos chamados movimentos de libertação nacional, escolhidos pelo Departamento América, recebem treinamento militar em Cuba. Embora oficiais desse Departamento mantenham contatos diretos com membros do aparato militar de determinados movimentos de libertação, a supervisão de tais contatos é, no entanto, do DA.

Observe-se que em 26 de agosto de 2004, a presidente do Panamá, Mireya Moscoso, decidiu soberanamente indultar quatro anticastristas presos sob a acusação de conspirar para matar Fidel Castro. Imediatamente o governo cubano divulgou uma nota anunciando o rompimento das relações diplomáticas entre os dois países, tachando a presidente do Panamá de “cúmplice e protetora do terrorismo”.

O governo cubano, descaradamente, conta com a falta de memória da mídia e dos povos para acusar a outros daquilo que sempre fez e que constitui o bê-a-bá de sua política externa: a bandidagem revolucionária.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

Ditadura à brasileira

Ditadura à brasileira

Imprenta: VILLA, Marco Antonio. Ditadura à brasileira: 1964 – 1985: A democracia golpeada à esquerda e à direita. São Paulo:Leya. 2014 ISBN 978-85-8044-958-7

Terminei de ler o livro “Ditadura a Brasileira”. que me serviu de fonte no post que escrevi neste blog sobre a revolução de 1964. Um livro de leitura fácil, agradável e rápida e que se aprofunda com correção, sem ser extremamente detalhista e técnico, no período em que o Brasil viveu sob o regime militar.

O período é acompanhado ano a ano através do livro apenas com os fatos históricos registrados. Sem interpretações.

A única seção detalhada é a do penúltimo capítulo, dedicado a descrever a luta e o processo que levou à eleição de Tancredo Neves, o primeiro civil a ser eleito para Presidente da República do Brasil, após a tomada do poder, em 1964 pelo militares. Neste capítulo somos informados dos papéis desempenhados pelos principais atores daqueles dias: Tancredo Neves, Ulisses Guimarães, o Presidente João Batista Figueiredo, Paulo Salim Maluf e José Sarney. Alguns desses nomes tiveram comportamento verdadeiramente vergonhoso. Outros foram os verdadeiros heróis, responsáveis pela democracia em que vivemos hoje.

Mas é, especialmente na análise que faz do movimento de 1964, no último capítulo, o qual leva o nome do livro, que Marco Antonio Villa destrói os mitos que a esquerda tem tentado empurrar goela abaixo do povo brasileiro reescrevendo a história. Em minha opinião, só este capítulo já é leitura obrigatória para todo aquele que bosca saber a verdade sobre o Brasil daquele período e o papel histórico dos terroristas que hoje controlam o país.

Marco Antonio Villa mantém o blog Vou me embora pra bruzundanga.

1964 e o “Bullying” Esquerdista

Alerta nacional

Atualizado em: 13/04/14 – 14:14

Introdução

Não foi com surpresa (porque sempre foi uma prática esquerdista) embora fosse com certo espanto (pelo grau de desinformação que está sendo apresentado à população brasileira como sendo verdade) que observei o bullying maciço da grande mídia nacional com relação ao movimento militar de 1964 “comemorando” os 50 anos da Revolução de 31 de março. É verdade que muita arbitrariedade foi praticada, o que depõe não só contra o que se tornou o movimento de 31 de março, como contra todas as ditaduras, quer sejam elas de direita ou de esquerda, como a que estamos vivendo agora, no Brasil.

Não se pode negar que muito sofrimento foi causado às famílias brasileiras não só pelos militares que fizeram a revolução, como pelos esquerdistas, terroristas, adeptos da luta armada. Mas tentar reescrever a historia, negando ao povo brasileiro os fatos e afirmando que a Revolução de 1964 foi um mal desnecessário e, ao mesmo tempo, esconder da opinião pública que foi um ato legítimamente apoiado na vontade do povo, é uma FALÁCIA e uma DESLAVADA MENTIRA!

Os fatos provam exatamente o contrário. O povo não só apoiou maciçamente o movimento de 1964, como, de fato, estava se lixando para os terroristas e e os adeptos da luta armada que inutilmente buscavam, no interior do Brasil, o apoio popular, tornando-se, pela constatação dessa falta de apoio, objeto de terror para as famílias indefesas que viviam à mercẽ das ações guerrilheiras nessas regiões isoladas.

Seguem alguns exemplos históricos que provam a parcialidade – e a covardia – da grande mídia brasileira neste 31 de março de 2014 e que em sua quase totalidade não se envergonha de divulgar apenas um lado da questão – o lado dos derrotados.

“Bullying” (postado em 05/04/14)

O que é “bullying”? Segundo o dicionário Merrian Webster on line, a palavra origina-se de “bully” que significa

Pessoa agressiva, violenta, ameaçadora, alguém habitualmente cruel com outros mais fracos.

Na época do governo militar, os “bullies” eram os militares da linha-dura que transformaram o movimento de 31 de março de 1964 num regime de exceção.

Cinquenta anos depois, os “bullies” são claramente identificados com os esquerdistas agora no poder e que desde sempre usaram a técnica de “bullying” para intimidar e constranger os que deles discordam

Ben Shapiro, no seu livro Bullies: How the Left’s Culture of Fear and Intimidation Silences Americans(“Bullies”: Como a Cultura Esquerdista do Medo e da Intimidação Silencia os Americanos”) – e que poderia muito bem ser intitulado “Bullies”: Como a Cultura Esquerdista do Medo e da Intimidação Tem Calado os Brasileiros – explica que há duas estratégias usada pelos “bullies”:

A primeira, mais antiga é usar o governo para molestar seus oponentes: Clinton usou o FBI para perseguir seus adversários e Obama, durante sua campanha de 2008, usou a Receita Federal americana para perseguir um adversário que o questionou sobre sua política de impostos. Esta técnica, embora “ruim” do ponto de vista do molestador, por ser muito explícita e reveladora da verdadeira fonte do “bullying”, ainda é válida e a vemos sendo aplicada no Brasil, por exemplo, na blindagem do governo para impedir a CPI da Petrobras, nas ameaças feitas pelos governistas às organizações Globo e ao SBT.

Mas as esquerdas se sofisticaram lançam mão hoje de outros mecanismos mais sutis de “bullying” para perseguir e calar seus adversários. mecanismos que aparentemente não tendo nada com o governo, na verdade estão fazendo o seu jogo, sem que a opinião pública perceba que a fonte é o próprio centro de poder.

Em seu livro, Shapiro lista cinco ferramentas de ataque usadas pelas esquerdas para calar e destruir seus adversários:

  1. primariamente, ela lança mão do poder como governo;
  2. a imprensa é a segunda ferramenta de “bullying” esquerdista;
  3. a classe artística (cita especificamente Hollywood, mas no Brasil podemos citar o cinema, o teatro e a televisão como as armas de “bullying” da esquerda brasileira)
  4. o sistema educacional é o quarto poder usado pelas esquerdas para intimidar e ridicularizar os seus adversários; e,
  5. último, mas não menos importante, as organizações esquerdistas não-governamentais.

No Brasil de hoje, “bully” significa entre outros:

  • taxar de homofóbico qualquer que discorde dos excessos e privilégios pleiteados pelo movimento homossexual;
  • chamar de “racista” quem é contra ações afirmativas como as tais cotas para negros;
  • rotular de fascistas quem clama pelo direito de possuir uma arma para defender a si e sua família dos saqueadores, quem pede punição para os criminosos e pleiteia a redução da maioridade penal;
  • censurar a mídia que se posiciona contra as verdades “oficiais”;
  • justificar o banimento profissional, quer nas universidades, quer nos locais de trabalho, quer nas redes sociais de quem discorda do pensamento único, inclusive quem vê benfícios (e não foram pouocs) no movimetno de 1964.

O “bullying” promovido hoje pelo governo esquerdista, diretamente com a atuação da auto denominada Comissão da Verdade, que só vê os crimes da linha dura do governo militar e não toca nas vítimas dos participantes da luta armada que levaram ao endurecimento do regime e militar, acompanhada da campanha de difamação do movimento de 1964 orquestrado pela mídia explicitam de maneira óbvia o “bullying” esquerdista e sua tentativa totalitária de mudar a história.

Por si só, este argumento justifica esta matéria, que visa não esconder os fatos relacionados aos crimes cometidos pela linha dura, mas apresentar o que de positivo o Brasil herdou dao Moimento Militar de 1964, o lado mais fraco da questão – pela tentativa de calar seus defensores – e que é a verdadeira face do governo militar.

Créditos do material apresentado a seguir:
Todas as citações a seguir são das seguintes fontes, a menos que o contrário seja informado no texto.
Texto: VILLA, Marco Antônio. Ditadura à brasileira: 1964 – 1985: A democracia golpeada à esquerda e à direita. São Paulo:Leya. 2014 ISBN 978-85-8044-958-7
Fotos:
Disponíveis em: http://homemculto.com/
Acesso: 01 abr 2014

O Brasil em 1964

Os brizolistas apoiavam o Grupo dos Onze, uma organização política que deveria se transformar em instrumento da luta armada. Tinham muita influência entre sargentos, cabos, soldados e marinheiros. O objetivo era dividir na base as Forças Armadas e trazer, para o “campo revolucionário”, combatentes que já tivessem experiência. Brizola buscou o alinhamento ideológico no que era chamado á época de nacionalismo revolucionário.

A radicalização tomou conta do país. A democracia era vista por esses atores como um empecilho aos seus planos. Queriam chegar ao poder pelas armas. As correntes políticas que desejavam manter a democracia eram consideradas reformistas, ingênuas, ora aliadas de Mscou, ora aliadas de Washington.

A coleção “Cadernos do Povo Brasileiro” com 28 volumes e tiragens gigantescas, representa bem o momento. Pelos títulos é possível imaginar o espírito da coleção:
De que morre o nosso povo?
Quem dará o golpe no Brasil?
Como seria o Brasil socialista?
Quem são os inimigos do povo?
Como atua o imperialismo ianque? (op. cit. pgs. 43, 44)

Exemplo marcante do que se propunha a coleção é o artigo “Por que os ricos não fazem greve?” que, depois de uma exposição de 117 páginas concluía:

Quando esse novo dia tiver raiado em nossa pátria, o presente livro não terá mais razão de ser, terão desaparecido os motivos que justificam a pergunta que lhe dá título; com efeito, daí em diante não haverá mais greves, simplesmente porque não haverá mais “ricos”. (Op. cit. pg. 44)

Enquanto isso, João Goulart agia para dar o golpe:

Jango aproveitou os dois primeiros meses do ano para discursar em várias cerimônias militares. Buscou associar as reformas de base ao discurso militar sobre o Brasil. A administração pública estava parada.

O Congresso reabriria em 15 de março, um domingo. Jango marcou um comício para dois dias antes, uma sexta-feira, 13. A ideia era buscar apoio popular para finalmente enviar os projetos das reformas de base. Para o presidente era um momento decisivo. Tinha perdido o apoio da ala esquerda do PTB, controlada por Brizola. … o PSD – o maior partido do Congresso – estava rompendo com o governo passando para a oposição. O isolamento de Jango no Congresso era evidente – recordando que a UDN, terceiro maior partido, estava na oposição desde 1962. (op. cit. pg. 44 e 45)

O Apoio Popular

Marcha da Família com Deus
Foto: Marcha da Família com Deus – 22 de março de 1964

A consequência quase imediata do movimento militar de 31 de março de 1964, foi a repressão aos mais identificados com o que é identificado como a “velha ordem”, ou seja o governo João Goulart. Em 15 de abril de 1964, Castello Branco assumiu a presidência da República.

Era de se esperar, caso esses representantes da “velha ordem” refletissem os verdadeiros anseios do povo, que a população fosse contrária à ação dos militares, mas o que provam os fatos?

Cinco dias após a posse de Castello, uma pesquisa de opinião pública realizada no Rio de Janeiro indicou que 69% dos entrevistados acreditavam que a queda de Goulart devera-se ao repúdio ao comunismo. 72% não queriam a volta do ex-presidente à política e 85% eram a favor da cassação de mandatos. (op. cit. pgs. 59, 60)

Considerado aquele que é apontado como o mais repressor de todos os governos militares, lemos, relatada por Nelson Rodrigues, a reação popular à figura do Presidente, o general Emílio Garrastazu Médici, um grande apreciador do futebol que fez questão de estar presente à inauguração do Estádio do Morumbi, em 1970:

É preciso não esquecer o que houve nas ruas de São Paulo e dentro do Morumbi. No estádio Mário Filho, ex-Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio, e, como dizia o outro, vaia-se até mulher nua, Vi o Morumbi lotado, aplaudindo o presidente Garrastazu. Antes do jogo e depois do jogo, o aplauso das ruas. Eu queria ouvir um assobio, sentir um foco de vaia. Só Palmas. (Op. cit. pg. 170

Em julho de 1972, o Brasil havia ganho um torneio (a Taça Independência, também conhecida como Minicopa). Na final, entre Brasil e Portugal, o Brasil havia vencido o time português por 1 a 0:

Claro que Médici esteve presente no Maracanã e entregou a taça ao capitão, o meio-campista Gérson, em meio a uma grande ovação popular.

Popular, com as Forças Armadas sob controle, usando de todo o arsenal de legislação autoritária dos órgãos de repressão, e com o país crescendo a taxas de dois dígitos, Médici fechou o ano [de 1972] como o grande eleitor para a a sua própria sucessão. (Op. Cit. pg. 199)

Conquistas da Revolução de 1964 (postado em 06/04/14)

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Sem dúvida, uma das conquistas mais importantes, porque atingiu toda a classe trabalhadora, foi a institucionalização do FGTS. Sobre esse momento, descreve o livro já citado, Ditadura à Brasileira

A 13 de setembro, por decursso de prazo, foi aprovada a Lei nº 5.107, que criou o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Alterava radicalmente o direito à estabilidade no emprego. Até então, ao completar 10 anos em uma mesma empresa, o trabalhador adquiria estabilidade. (Op. cit. pg. 89)

Isto, a estabilidade, significava que o trabalhador só poderia ser mandado embora se fosse indenizado por um valor que correspondia ao seu salário multiplicado pelo número de anos que ele esteve trabalhando na empresa. As consequências da estabilidade eram principalmente duas: ou o trabahador era dispensado do trabalho antes de completar os 10 anos que o tornavam estável no emprego, ou, em rarissimas exceções, simplesmente, completados os dez anos, não era demitido e acabava se aposentando sem receber nenhum adicional pelo tempo de sua vida que dedicou ao empregador.

A criação do FGTS praticamente acabou com a estabilidade, porque, embora ao ser contratado o trabalhador tivesse o direito de optar, os novos contratos só eram assinados se o proponente ao cargo concordasse com o novo sistema. Mas, em compensação nenhum trabalhador deixaria mais o seu emprego sem uma reserva mnetária adicional que poderia ser de ajuda para ele nos difíceis tempos da busca de um novo emprego ou depois de aposentado.

Os sindicatos, – já bastante enfraquecidos – eram contra o FGTS. O MDB também. Queriam manter o regime vigente. Para facilitar a aprovação do projeto, foi incclçuída uma clásula que dava direito ao tabalhador de optar pelo novo regime. Isso acabou figurando como letra morta, pois as empresas só contratavam trabalhadores que aderissem ao novo regime. (Op. cit. pg. 90)

Como seria o Brasil se os militares não tivessem intervido em 1964 (postado em 06/04/14)

A seguir transcrição do artigo “Se os comunistas tivessem vencido em 64…”
Autor: Paulo Briguet
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/15089-se-os-comunistas-tivessem-vencido-em-64.html
Acesso em : 06 abr 2014.

Se os comunistas tivessem vencido em 64, Marighella e Lamarca seriam considerados heróis nacionais. Escolas, ruas e viadutos estariam recebendo seus nomes. Os livros de história e os cursos universitários apresentariam Che, Fidel e Mao como grandes defensores da liberdade.

Invasões e desapropriações de fazendas produtivas aconteceriam com frequência. O BNDES e a Caixa financiariam manifestações do MST. Quase 50 milhões de pessoas dependeriam de mesada estatal para sobreviver.

Antigos companheiros de viagem da esquerda seriam hoje considerados inimigos do povo. Os oligarcas tornar-se-iam amigos do governo desde criancinhas.

Se os comunistas tivessem vencido em 64, correríamos o risco de ser governados por ex-informantes da ditadura ou ex-terroristas. A história do País seria reescrita apenas por um lado. Todos os crimes desse lado seriam esquecidos e apagados para sempre. Seria criada uma Comissão da Verdade para humilhar e punir os reacionários.

Era até capaz de o governo fazer um mensalão! Talvez o Judiciário viesse a sofrer ataques maciços quando alguma de suas decisões desagradasse o partido dominante. Grande parte da imprensa estaria mergulhada na autocensura. Vozes críticas seriam atacadas por militantes raivosos.

A gente nunca sabe do que os comunistas seriam capazes se tivessem vencido em 64. A maior parte dos governos da América Latina, a esta altura, poderia estar sob o controle de uma instituição chamada Foro de São Paulo.

Os crucifixos seriam banidos das repartições públicas. Grupos de pressão fariam esforços descomunais para a liberação do aborto e da maconha, mesmo contra a vontade da maioria da população. A Petrobras perderia 30% do seu valor de mercado e despencaria da 12ª para a 120ª posição entre as maiores empresas do mundo. A atividade empresarial seria criminalizada através de um mar de impostos e burocracia. E Paulo Freire seria considerado o Patrono da Educação Brasileira.

Nossa! Ainda bem que os comunistas não venceram em 64, né?

Outras Referências à Revolução de 1964

Reinaldo de Azevedo: Ainda a violência na Faculdade de Direito da USP e a tolerância. Ou: A sabedoria que vem da guilhotina, do paredão e do fuzilamento

Reinaldo de Azevedo: DIA DA MENTIRA 2 – Mais um terrorista exibe o caráter pacífico e grandioso da “luta”. Aqui, como se podia matar até um “companheiro” em nome da revolução… Ou: A paz dos clementes

Reinaldo de Azevedo: 1964 – A sindicância das Forças Armadas e algumas verdades inconvenientes

Reinaldo de Azevedo: DIA DA MENTIRA – Abaixo, o caráter pacífico, cordato, doce, sensível e humanista dos terroristas de esquerda. Uma homenagem a Franklin Martins, um dos chefões da campanha de Dilma: “A decisão era de executar”

Reinaldo de Azevedo: Não toquei instrumento de sopro para general. Então não preciso pedir desculpas!

Reinaldo de Azevedo: 31 de Março – 1: Viva a democracia! Nada devemos à esquerda armada além de violência, mortes, sequestros, assaltos e indenizações milionárias. O regime de liberdades é obra dos que fizeram a luta pacífica

Reinaldo de Azevedo: 31 de Março – 2: De como o mensalão, os aloprados e o assalto à Petrobras nasceram com Marighella, Lamarca e afins…

Reinaldo de Azevedo: 31 de Março – 3: Surpresa? Há mais brasileiros querendo punir ex-terroristas do que ex-torturadores. No Estado de Direito, as duas coisas são impossíveis!

Olavo de Carvalho: Olavo de Carvalho: 50 anos do Contra-Golpe de 1964

Marco Antonio Villa: Os gigolôs da memória: Não é possível ignorar o caos instalado no país em março de 1964