Esquerda-Direita a farsa por trás das palavras

Fonte: Olavo de Carvalho
Autor: Olavo de Carvalho
Disponível em: http://www.olavodecarvalho.org/semana/080519dc.html
Acesso: 08 ago 2015

Neste texto impecável do Professor Olavo de Carvalho, ele esclarece, entre outras coisas, 3 diferentes usos das expressões “direita” e “esquerda”. Revela a hipocrisia de quem durante décadas desviou a atenção do mundo para oque efetivamente estava acontecendo com a América Latina, que desde a ascensão do Foro de São Paulo, tem se tornado feudo da esquerda mundial.

Ler os textos do Professor Olavo sempre vai muito além da mera informação, é uma revitalização de nossa alma quando nos permitimos meditar sobre o texto e analisá-lo dialeticamente com a base das ideias e conceitos que defendemos e acreditamos.

Touraine, por qué no te callas?

Olavo de Carvalho
Diário do Comércio, 19 de maio de 2008

Em recente entrevista à France-Presse, em Lima, o mundialmente célebre sociólogo francês Alain Touraine disse que “a América Latina caminha para a direita”. O argumento que ele apresentou para justificar uma afirmativa tão extravagante foi que “nenhum dos países da região fez reformas para reduzir a desigualdade”.

A ciência política nasceu quando Platão e Aristóteles distinguiram entre o discurso do agente político que quer produzir certos efeitos práticos e o discurso teorético do estudioso que quer apenas compreender a ação política. Decorridos dois mil e quatrocentos anos, ainda há quem se esforce para apagar essa distinção, de modo a que o olhar atento do filósofo não constitua obstáculo à ação política baseada na confusão e no erro. Hoje em dia esse esforço é premiado com honras acadêmicas e aplausos da mídia, constituindo mesmo tudo o que um cidadão precisa fazer para celebrizar-se como cientista político.

“Direita” e “esquerda” são termos que podem ser usados seja por um observador para descrever entidades políticas concretas, seja por essas mesmas entidades para definir-se a si próprias ou a seus adversários. Têm, portanto, três camadas básicas de significado. São, em primeiro lugar, nomes de grupos políticos atuantes, perfeitamente identificáveis. Em segundo lugar, nomeiam um conjunto de ideais e valores, reais ou fictícios, alegados para legitimar as ações desses grupos. Em terceiro lugar, e com emprego inverso, constituem o nome de vícios e crimes que cada um dos grupos imputa ao respectivo adversário. Só o primeiro desses três sentidos corresponde diretamente a uma realidade objetiva: os outros dois são expressões simbólicas de emoções e preferências subjetivas.

Deixar claro em qual desses três sentidos as expressões estão sendo usadas é um dever que incumbe até mesmo às pessoas empenhadas na pura ação política, quanto mais ao estudioso acadêmico. Confundir os significados é a obra dos demagogos e charlatães.

Na primeira das três acepções, “esquerda” é o nome das entidades que sustentam a política de Lula, no Brasil, de Hugo Chávez, na Venezuela, de Evo Morales, na Bolívia, etc. Na segunda acepção, representa o conjunto de pretextos ideológicos que legitimam essa sustentação, o mais veemente dos quais é a promessa de “reduzir as desigualdades”. Na terceira, expressa a auto-imagem desses grupos enquanto inimigos da “direita”, identificada, para fins de propaganda, como criadora e beneficiária da desigualdade.

Nos países latino-americanos presentemente governados pela esquerda, os partidos que ela denomina “de direita” — dos quais alguns se autodefinem como tal e outros não — encontram-se cada vez mais distanciados não só do poder como da mera possibilidade de alcançá-lo um dia, tal a força dos mecanismos repressivos e de controle, ostensivos ou sutis, que a esquerda dominante mobilizou contra eles.

Em segundo lugar, a esquerda latino-americana está organizada supranacionalmente, através do Foro de São Paulo e da sua bem azeitada rede de contatos, que lhe tem propiciado vitórias em cima de vitórias, enquanto os partidos de direita se limitam a reações locais e inconexas, incapazes de fazer face a uma estratégia continental unificada. Muitos desses partidos encontram-se tão debilitados que já temem ostentar o rótulo de direitistas e buscam adaptar-se ao esquerdismo triunfante por meio de toda sorte de concessões pusilânimes e mimetismos simiescos.

Mais ainda, as organizações de esquerda, apoiadas por fundações bilionárias, por organismos internacionais e pela grande mídia da Europa e dos EUA, tem hoje recursos financeiros com que nenhum partido de direita ousaria nem mesmo sonhar.

Por fim, o governo dos EUA, em vez de contrabalançar a situação ajudando os partidos latino-americanos de direita no seu próprio interesse, insiste na velha tática de buscar “conter a esquerda radical” por meio do apoio à “esquerda moderada”, ignorando solenemente a solidariedade profunda entre as duas esquerdas e ajudando a marginalizar e estrangular as poucas forças de direita e pró-americanas que possam restar no continente.

Nesse panorama, a coisa mais evidente é que a esquerda, como força concreta organizada, já domina a América Latina como nenhuma outra corrente política unificada jamais dominou antes, e que as perspectivas de afastá-la do poder são cada vez mais remotas e, a curto prazo, praticamente inexistentes.

Por outro lado, é um fato histórico inegável que a esquerda, justamente nos países que dominou da maneira mais completa e incontrastada, como a URSS, a China ou Cuba, não só fez pouco ou nada para reduzir as desigualdades, como realmente as aumentou. Tanto do ponto de vista político quanto do econômico, a distância entre os privilegiados e a massa popular aí cresceu a um ponto que o cidadão comum das democracias mal pode conceber, mas que se mede em números: jamais se morreu de fome, no mundo, como se morreu nessas nações governadas por nababos revolucionários. Em matéria de fome e miséria, nada, nos países capitalistas, ou mesmo na maior parte das colônias das antigas potências européias, se compara ao que se passou na Ucrânia em 1932-33 ou na China durante o “Grande Salto para a Frente”.

Definir a esquerda pela “luta contra a desigualdade” é defini-la pelo seu discurso de auto-exaltação ideológica exclusivamente, vendendo como realidade atual e concreta o que é somente um slogan publicitário e uma promessa jamais cumprida. Isso não é ciência, é vigarice intelectual. Vigarice tanto mais intolerável quando acoplada à fraude semântica complementar e inversa que, recusando à direita o privilégio conferido à esquerda, de autodefinir-se por seus ideais nominais, a define pelos males e pecados que a esquerda lhe imputa.

Mas fazer desse truque imoral o fundamento para o diagnóstico de uma situação política concreta, saltando da mera confusão proposital de conceitos à falsificação de um estado de fato, já é ir além da pura vigarice, é abdicar da condição de intelectual e rebaixar-se ao nível dos demagogos mais chinfrins e desprezíveis.

Além de camuflar o poder da esquerda sob o falso alarma de uma guinada à direita, desviando as atenções gerais de um desastre atual e presente para um perigo remoto e fictício, o prof. Touraine transforma em propaganda esquerdista aquilo que, pela sua substância fática, só poderia e deveria ser um ataque frontal à hipocrisia das organizações de esquerda, ao já proverbial cinismo com que, uma vez chegadas ao poder, elas só se ocupam em conquistar mais poder ainda, em vez de zelar pelo bem do povo que nelas confiou.

Não, o que define a esquerda, historicamente, não é a luta contra a desigualdade. É a luta pela concentração de poder político, sob o pretexto de combater a desigualdade. Foi isso o que se viu na Revolução Francesa, na Revolução Russa, na Revolução Chinesa, na Revolução Cubana e por toda parte onde a esquerda reinou sem ser atrapalhada pela presença da maldita direita. Mesmo nas nações democráticas, onde tem adversários a enfrentar, a esquerda busca sempre aumentar por todos os meios possíveis o poder da burocracia estatal. E, como a concentração do poder político concentra também necessariamente o poder econômico – motivo pelo qual os capitalistas monopolistas ajudam sempre a esquerda, não a direita –, a esquerda mundial deve ser definida estritamente, segundo a substância da sua realidade histórica, como a força política que há pelo menos dois séculos promove a desigualdade em nome da igualdade.

Nenhum cientista social, mesmo sem o prestígio do prof. Touraine, tem jamais o direito de tomar slogans como realidades, seja para favorecer o seu próprio grupo político, seja para denegrir o adversário.

Ataques violentos X palavras violentas

Acho o conselho dado na matéria do link a seguir muito oportuno, por isso estou recomendando enfaticamente a sua leitura e aplicação. Principalmente nestes tempos de verdadeira guerra de opiniões entre os diversos movimentos da oposição.

É com extremo pesar que vejo intervencionistas e “impeachistas” (se é que isso existe) se degladiando e, o que é pior, se odiando, o que, na minha opinião nada mais é do que fazer o jogo da política do ódio comunista e dar aos petistas mais duas “classes” para eles instigarem e se alimentarem do ódio mútuo. Ou a oposição se une, ou teremos que chegar ao estágio que chegou a Venezuela para que todos se unam, como ocorreu naquele país, no sábado passado no movimento 30M.

Por oportuno, aproveito para sugerir o vídeo a seguir, onde o Dalmo Accorsini presta esclarecimentos sobre as táticas que está empregando para denunciar a Smartmatic, no Brasil e em Haia, bem como para tentar “melar” a indicação de Lula, ao Nobel da Paz. Para quem ainda não conhece o trabalho do Dalmo, achei o vídeo bastante esclarecedor.

marketing_grito_boca_no_trombone

Na guerra política, o agressor geralmente prevalece. Eis um fato da vida, para o qual não há mais discussão. Mas essa regra é muito mal compreendida.

Veja exemplos de comentários que deletei em meu blog ontem:

  • Se eu estivesse lá tinha arrumado uma confusão porque pelo menos um murro na cara desse velho eu tinha dado.
  • (x) é um p* no c*, e ela é uma vadia que esfrega garrafa na x*
  • (y) tem mais é que levar porrada mesmo
  • se eu ver (j) vai levar um cacete bem dado. vai apanhar até perder a catinga de v*…

Essas são palavras violentas, mas não servem a absolutamente nada, a não ser munição para o adversário. Alias, eu deletei porque nem sei se todos são leitores ou são enviados pelo adversário – se bem que ao menos um eu sei que é leitor. Agora com o Humaniza Redes, bem podem os…

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FHC em Cuba!

fhc-em-cuba

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: FHC vai passar férias . . . em Cuba
Autor: ND
Disponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/865262750184069/?type=1
Acesso: 14 fev 2015

O site 14ymedio, da blogueira cubana Yoani Sanchéz, publicou que o ex-presidente, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), vai passar o período pós-Carnaval em nada mais, nada menos que… Cuba!
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Fernando Henrique Cardoso, que foi presidente de seu país entre 1995 e 2003, vai visitar Cuba entre 17 e 21 de Fevereiro, de acordo com uma fonte da embaixada do Brasil em Cuba, que pediu anonimato. Não há informações ainda sobre o seu programa na ilha.

O sociólogo e cientista político foi o primeiro presidente brasileiro a visitar Cuba em novembro de 1999, quando ele participou da nona Cimeira dos Chefes de Estado e de Governo. Naquela época, ele se reuniu com o presidente da Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional, Elizardo Sánchez, e outros ativistas da sociedade civil.

O Cardoso Executivo terminou vários anos de distanciamento entre os dois países e o Brasil voltou a investir em Cuba para financiar a compra de alimentos em 1998 e veículos para o transporte público em 2000, totalizando US $ 43 milhões.

Durante sua presidência, chegou ao Brasil a primeira brigada de médicos cubanos.

Em 2001, Cardoso novamente reuniu com o presidente cubano, Fidel Castro, em seguida, na Venezuela para a inauguração de uma usina.

O Brasil tem hoje grandes investimentos em Cuba. A construtora Odebrecht, que no ano passado se envolveu em um escândalo de corrupção por peculato, é responsável pelas obras no porto de Mariel. Depois de uma primeira fase em que investiu $ 957.000.000-dos quais cerca de 682 milhões de financiamento vem e do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) do país sudamericano-, o Brasil deverá contribuir com financiamento adicional de 290 milhões dólares.

http://www.14ymedio.com/internacional/expresidente-brasileno-Cardoso-viajara-Cuba_0_1722427747.html

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Segundo o PT, PCdoB, PSOL, PSTU, PDT e quejandos, esta é a “direita” brasileira! Agora, entenda porque e como eu, você, nós, isto é, o povo brasileiro, estamos sendo enganados há décadas!


socialismo-fabiano

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: ND
Autor: ND
Disponível em: https://www.facebook.com/GuarulhosDireitaConservadora/photos/a.794142217296123.1073741828.700932409950438/863243947052616/?type=1
Acesso: 10 fev 2015

[…] No poder, os fabianos dão uma maquiada na economia capitalista enquanto fomentam por canais aparentemente neutros a disseminação de idéias socialistas, promovem a intromissão da burocracia em todos os setores da vida (não necessariamente os econômicos) e subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário. Quando este está de novo pronto para a briga, eles saem de cena envergando o rótulo de “direitistas”, que lhes permitirá um eventual retorno ao poder como salvadores da pátria se os capitalistas voltarem a achar que precisam deles para deter a ascensão do marxismo revolucionário. Então novamente eles fingirão salvar a pátria enquanto salvam, por baixo do pano, o socialismo. […]

http://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2014/08/a-mao-de-stalin-esta-sobre-nos.html

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Escrevi o comentário que segue em 10/02;15 quando capturei a mensagem do grupo Guarulhos Direita Conservadora, mas não publiquei aqui porque às vezes me deixo vencer pelo desânimo e pelo derrotismo. Mas agora a oportunidade surge mais uma vez e não vou deixar ela escapar. Aí vai uma explicação – pela qual o professor Olavo de Carvalho se bate há muito tempo – da estratégia comunista de tomada do poder que está sendo colocada em prática.

    É isso que vemos na alegada dicotomia PT x PSDB. São dois partidos de esquerda aparentemente se degladiando, mas observe:

  1. Avisado desde o 2º mandato do FHC pelo prof. Olavo de Carvalho sobre o Foro de São Paulo, o PSDB se omitiu e tem se omitido até hoje em tocar no assunto;
  2. A maioria dos avanços esquerdistas, inclusive o Bolsa Família e as tais “cotas” para negros, surgiram e começaram no governo FHC (alguns vieram até do Regime Militar);
  3. O PSDB se posicionou a favor do PT na disputa pela presidência da Câmara;
  4. Os marqueteiros do PSDB tiveram uma atuação pífia na disputa pela presidência do país. Deixaram de focar as mentiras do PT e permitiram que o PT desqualificasse o PSDB, ao acusar o partido de Aécio Neves de ser tão corrupto quanto é o partido da terrorista que nos governa;
  5. Alckmin, logo após as eleições emitiu um decreto que, se aprovado, instituiria no Estado de São Paulo os Sovietes que a Dilma quer instituir no País inteiro;
  6. O PSDB sempre foi claudicante no seu combate ao PT e aos partidos de esquerda radical;
  7. complete você mesmo com suas observações do comportamento cúmplice do PSDB com o PT e sua linha auxiliar . . .

E, para acrescentar à lista: FHC vai “descansar” em Cuba!

Acompanhe a atuação do PSDB no Congresso, ele cada vez mais se mostra conivente e participante da estratégia das tesouras.

Mais uma Vez, o Olavo tem razão!

Atualizado em 15 fev 2015 – 20:14

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: Globalismo e Socialismo Fabiano de FHC – Parte 1 de 2
Autor: Vídeo de Olavo de Carvalho
Disponível em: https://www.facebook.com/video.php?v=866088210101523&ref=notif&notif_t=notify_me
Acesso: 15 fev 2015

Todos sabemos que Fernando Henrique é SOCIALISTA FABIANO e que pertence ao Diálogo Interamericano e que o mesmo fez um pacto, conhecido como o PACTO DE PRINCETON.
Vamos aos poucos aprendendo mais sobre isso para compreendermos o porque estamos vivendo situação tão complicada e inaceitável.

Lembrem-se sempre que nosso compromisso é com a verdade e sem partidos!
BRASIL É A NOSSA BANDEIRA!

Tem dúvidas? Escute o que diz o Dr. Enéas no link do vídeo:
https://www.facebook.com/video.php?v=866080983435579&set=vb.700932409950438&type=2&theater

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Atualizado em 16 fev 2015 – 19:51

Fonte: Guarulhos Direita Conservadora
Título: Globalismo e Socialismo Fabiano de FHC – Parte 2 de 2
Autor: Vídeo de Olavo de Carvalho
Disponível em: https://www.facebook.com/video.php?v=866106760099668
Acesso: 16 fev 2015

Todos sabemos que Fernando Henrique é SOCIALISTA FABIANO e que pertence ao Diálogo Interamericano e que o mesmo fez um pacto, conhecido como o PACTO DE PRINCETON.
Vamos aos poucos aprendendo mais sobre isso para compreendermos o porque estamos vivendo situação tão complicada e inaceitável.

Lembrem-se sempre que nosso compromisso é com a verdade e sem partidos!
BRASIL É A NOSSA BANDEIRA!

Tem dúvidas? Escute o que diz o Dr. Enéas no link do vídeo:
https://www.facebook.com/video.php?v=866080983435579&set=vb.700932409950438&type=2&theater

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Dilema da direita: Responsabilidade X Derrotismo

Manifestação em Ipanema
Participação do povo carioca na única manifestação contra o governo Dilma feita na cidade (Pça. Gen Osório) em 6 de dezembro de 2014


A foto publicada tem meramente o caráter de ilustração!

É, também, uma denúncia contra o comodismo e o egotismo – ou será simplesmente analfabetismo político? – da população da cidade do Rio de Janeiro que sofre tanto quanto qualquer brasileiro com o Governo Federal, ou até mais, se considerarmos os incríveis, inacreditáveis, transtornos na mobilidade urbana provocados pelos delírios megalomaníacos de nosso ex-governador e seu atual prefeito, os quais se somam aos problemas criados pelo governo petista, comuns a todos os brasileiros.

Todo carioca reclama das dificuldades porque passa para se locomover, pagar suas contas e arrumar emprego na Cidade Maravilhosa, mas um número muito pequeno de pessoas, quase insignificante mesmo, se dispõe a pelo menos com sua presença, dar força aos movimentos de protesto que bravamente lutam para despertar o sentimento de indignação e revolta do alegre cidadão que é ” mora num ‘patropi’, é flamengo e tem uma nêga chamada Tereza”.

A mensagem a seguir é uma tentativa de alertar a quem se permitir ser alertado, para o fato de que temos que ir muito além da mera reclamação e dos comentários sobre o baixo nível da programação de TV e a desinformação de nossos jornais.


Para Pensar!

Fonte Facebook Página de Luciano Ayan
Disponível em: https://www.facebook.com/ceticismopolitico/posts/831854390208371?fref=nf
Acesso em: 20 jan 2015

O discurso desculpista de direita é baseado em determinados padrões de comportamento. Um dos mais bizarros é aquele que apresenta uma proposta petista, seguida pelo vislumbre de um futuro pavoroso, e do anúncio: “(x) é questão de tempo”.
Esse tipo de posicionamento é sempre uma manifestação do desculpismo.

Por uma perspectiva responsabilista a questão não é tempo, mas sim se deixamos ou não algo acontecer.
A constatação óbvia vem apenas de uma dinâmica: quando se fala em “questão de tempo”, esconde-se a responsabilidade de todos aqueles ao seu lado, mas quando se menciona “questão de responsabilidade nossa”, então reconhecemos nossa parcela de responsabilidade no resultado. Quem não aceita responsabilidade (nem mesmo a sua pequena parcela), tira da cartola a variável “tempo”.

Eu já disse mais de uma vez que a grande ameaça não era o Foro de São Paulo, mas uma doença que viralizou nos intelectuais orgânicos de direita do Brasil: a ingenuidade política.

Mas não é apenas a ingenuidade política o problema. O desculpismo político é outro fator doentio.

Observe ao seu redor quantos impulsos por desculpismos surgem por aí. Vemos a todo momento desabafos como “ah, não tem mais jeito” ou “ei, não adianta, desista”, que são verdadeiros mísseis teleguiados disparados contra nós… a partir de dentro.
As duas maiores lutas de nosso tempo são: responsabilistas X desculpistas, e conscientes X inconscientes no jogo político. A vitória do primeiro time contra o segundo, em ambos os casos, é suficiente para derrotar qualquer ameaça “maior”, inclusive o Foro de São Paulo.


Comentando:
Quantas vezes a gente se depara com a mensagem “os próximos seremos nós”. Seremos? Sim, seremos enquanto permanecermos em casa com os traseiros colados na poltrona ou nas praias apreciando a campanha de “Topless” em Ipanema!

1) O assassinato de chargistas, autores de um humor – em MINHA opinião- de péssimo gosto, em menos de 1 semana mobilizou a Europa inteira contra o terrorismo e a favor da Liberdade de Expressão, levando milhões de pessoas para as ruas em defesa da democracia ocidental.
2) Morre de maneira suspeita o procurador que no dia seguinte iria apresentar provas incriminando a Kirchner, e o povo argentino se mobiliza.

No Brasil, o Governo há 12 anos, a cada pronunciamento, a cada demonstração de solidariedade e de “indignação”, a cada decreto que publica, estupra as nossas mais íntimas e preciosas convicções e nós, o máximo que fazemos é escrever nas redes sociais que “seremos os próximos”?

Sim, nós corremos o seriíssimo risco de “sermos os próximos”, e com certeza seremos, se não resistirmos, se não nos indignaremos publicamente e se não nos mobilizarmos contra eles nas ruas.

Resoluções de Ano Novo

brasil-luto

Feliz 2015

Sempre que um novo ano começa, as pessoas relacionam uma lista de coisas que se comprometem fazer durante o novo ano. A maioria dessas listas já esta desacreditada antes do dia 15 de janeiro. Entretanto, a lista que é apresentada nos “posts” a seguir precisa ser levada bem mais a serio do que as costumeiras “resoluções de ano novo” porque, a nossa liberdade e, talvez, nossa própria sobrevivência podem estar dependendo de darmos a ela nossa atenção e dedicação.


Uma aula sobre estratégia de guerra. O primeiro ponto que a oposição ao governo federal precisa ter em mente é que o partido do governo está em guerra contra a Sociedade Brasileira. Desse modo, se queremos derrubar o PT e sua linha auxiliar, é fundamental ter bastante claro que, como acontece em qualquer guerra, a vitória depende, principalmente da ESTRATÉGIA a ser seguida. Estratégia esta que hoje, no caso da oposição, está diluída entre as várias demandas (justas). A variedade de temas a serem defendidos contra as investidas dos socialistas é enorme, mas há alguns assuntos que são prioritários em relação aos demais. Enquanto a oposição se perde em lutas secundárias, o inimigo vai conquistando cada vez mais territórios importantes para vencer a guerra, como foi por exemplo o “marco civil da Internet”. Assim, os dois comentários reproduzidos a seguir visam definir este foco de defesa da oposição. Os itens citados nos dois comentários, se vencidos pelos socialistas significarão a curtíssimo prazo a capitulação do Brasil diante da ditadura socialista a exemplo do que aconteceu na Venezuela, Bolívia, Argentina, e demais países sulamericanos..

Outra coisa, o único partido hoje com força para derrubar o PT é o PSDB por isso ele é o partido que mais necessita ser pressionado pelos eleitores a defender as estratégias da oposição no Congresso, do contrário, o PT já venceu!

FOCO e ESTRATÉGIA é o que precisamos construir antes que o PT engula de vez o nosso país!


Fonte:Facebook
Disponível em: https://www.facebook.com/ceticismopolitico?fref=nf
Acesso: 01/01/15

Feliz 2015 a todos! Que neste ano a direita descubra o caminho para a Grande Jerusalém, que envolve:

1 – fim de aparelhamento estatal de campanha (e derrubada do projeto petista de usar o estado petista para aparelhar as campanhas políticas)
2 – derrubada de projetos de censura de mídia, que, se aprovada, dará a vitória completa ao PT (pois, com a mídia censura, esqueçam denúncias de corrupção e visibilidade da destruição econômica)
3 – fim de coletivos não-eleitos (ou seja, a derrubada do decreto 8243)
4 – evitar que Dilma consiga unificar as polícias


Um pouco sobre prioridade.

O PT está batendo tanto, mas tanto na tecla de “reforma política” que em um determinado momento até o PSDB pode entrar nessa, assim como entrou na onda do Marco Civil da Internet.

Quando isso acontecer, muitos direitistas vão xingar o PSDB, mas não deveriam fazê-lo, pois na verdade foram estes próprios direitistas que não comunicaram mensagens para o PSDB do tipo “queremos fim do aparelhamento estatal de campanha”.

Ao invés de focarem neste tipo de demanda, muitos estarão reclamando do Foro de São Paulo (que é um problema, mas não é uma demanda para o momento), das urnas eletrônicas, pedindo impeachment e, em alguns casos, conclamando uma intervenção militar. Como resultado, o Foro não será encerrado, as eleições não serao canceladas, o impeachment não ocorrerá (a não ser que surjam provas muito contundentes contra Dilma) e, felizmente, nem a intervenção militar.

Enquanto isso, a continuar por esse andar da carruagem, o governo consegue em 1 ou 2 semestres implementar o aparelhamento estatal de campanha, a censura de mídia e solidificar os conselhos não eleitos.

Nesse caso: será que temos como criticar o PMDB e o PSDB ao mesmo tempo em que a mensagem que comunicamos para eles é “para nós, o importante é anular eleições, impeachment e falar do Foro, enquanto não é tão importante proteger a mídia, evitar aparelhamento estatal de campanha e evitar que coletivos não eleitos solapem os votos do povo”?

É por isso que em 2015 a luta maior será entre nós, para, dialeticamente, corrigimos nossas rotas, para, enfim, disputar o que é realmente importante e factível.

As quatro metas do desafio político

quatro-metas

Na última parte do primeiro capítulo de seu livro1, Gene Sharp nos fala de quatro alvos que precisam ser imediatamente atingidos para que o desafio político seja bem sucedido em seu propósito de derrubar uma ditadura.

São elas:

  1. necessidade de fortalecer aqueles que apoiam o movimento em três aspectos:
    1. determinação;
    2. autoconfiança;
    3. habilidades de resistência
  2. fortalecer grupos sociais e associações independentes que compartilhem do mesmo sentimento de opressão governamental que os demais manifestantes percebem;
  3. criar uma poderosa força interna de resistência; e,
  4. desenvolver um plano estratégico abrangente e inteligente.

Ao longo dos capítulos seguintes, Sharp estabelece os meios básicos para se alcançar estes quatro objetivos e conclui:

…A libertação das ditaduras, em última análise, depende da capcidade das pessoas de libertar a si mesmas.”

Conclusão

O autor deixa clato que estes pontos fundamentais precisam estar firmemente enraizados no coração dos que fazem da luta não violenta com fins políticos (o desafio político) sua técnica de resistência à ditadura.

Antes de se partir para a luta aqueles que se empenharão nela precisam ter:

  • autodeterminação confiar apenas em sua própria determinação em participar na luta. Não se pode ser claudicante ;
  • precisam manter-se unidos e este é um desafio e tanto, pois luta-se contra diversas técnicas e estratégias para promover a desunião interna (boatos, desinformação, intriga etc.);
  • precisam compreender que todos os empenhados no desafio político são humanos. Uns são mais fracos do que os outros. Estes precisam ser ajudados perseverar e não desistir da luta, porque o desafio político pode ser um combate de longa duração;
  • O grupo, mantendo-se unido e organizado sairá vencedor. Charles Stewart Parnell, líder politico irlandês, nacionalista, citado por Sharp, e que participou da resistência irlandesa em 1879, afirmou que os decididos a usar o desafio politico somente deveriam passar para a ação quando estas questões estivessem plenamente internalizadas pelos empenhados no desafio.

    Desafio político x eleições

    Kim Jong Um vota em si mesmo

    Eleito com 100% dos votos!


    Origem da foto:
    Fonte: Ouside the Beltway (em inglês)
    Título: Why Do Dictators Like Kim Jong Un Bother To Hold Fake Elections? (em inglês)
    Disponível em: http://www.outsidethebeltway.com/why-do-dictators-like-kim-jong-un-bother-to-hold-fake-elections/
    Acesso em: 23 nov 2014

    Sobre a esperança nutrida pelos democratas de que através de eleições poderão se livrar de uma ditadura, Gene Sharp escreve:

    Não existem eleições sob ditaduras como instrumento de mudança política significativa.

    Fonte: SHARP, Gene. Da Ditadura à Democracia. Uma estrutura conceptual para a libertação . Tradução: FILARDI, José a. S. 4ª Edição. São Paulo: Pgs. 9, 10. 2010. ISBN 1-880813-09-2. (ênfase acrescentada)

    A frase por si só é suficiente para provar porque os democratas não deveriam nutrir grandes esperanças sobre os resultados das últimas eleições presidenciais em 26 de outubro de 2014.

    De fato, como afirma Sharp

    Alguns regimes ditatoriais, tais como as do antigo bloco oriental dominado pelos soviéticos, passava por esse trâmite, com o objetivo de parecer democráticos. Aquelas eleições, no entanto, eram apenas plebiscitos rigidamente controlados para obter endosso público dos candidatos já escolhidos a dedo pelos ditadores. Ditadores sob pressão às vezes podem concordar com novas eleições, mas depois eles as instrumentalizam para colocar fantoches civis em cargos governamentais. 1

    O que Sharp descreve aqui, explica porque foi (e é ilusório) se esperar “eleições limpas” sob ditaduras.

    Vemos isso acontecendo, na prática, em toda a América do Sul. Embora nesses países, aos olhos do mundo mal informado, não se viva numa ditadura explícita, onde ditadores “de fato”, para “ceder a pressões externas” precisem convocar eleições, é de interesse do poder que hoje controla ao continente seguir as legislações vigentes – inicialmente para eleger seus comandados, os quais depois de eleitos, alteram as leis e as constituições desses países para se perpetuarem no poder – e convocar periodicamente eleições em que todos são sistematicamente reeleitos, para conferir legitimidade democrática às suas ações ditatoriais, incluindo, aparelhamento do Estado, fim da independência entre os 3 poderes democráticos, criação de sovietes, chantagem econômica e implantação de censura à grande mídia, perseguição aos opositores, desvio de recursos nacionais, censura da internet, criação de milícias governamentais para repressão de protestos contra o governo etc. até à total destruição do Estado de Direito.

    Já apontei aqui várias atitudes do PT que indicam o partido como agindo ditatorialmente. Na verdade, apenas juntando os pontos, isto é, avaliando o que tem acontecido na América do Sul nas duas últimas décadas, sou de opinião que a ditadura que hoje controla uma boa parte dos governos sul-americanos é supranacional e vai além das pessoas que lideram tais governos, os quais, a meu ver, usando a expressão de Sharp, são meros “fantoches” às mãos do poder real por trás desses acontecimentos.

    Desde os anos 1990 pelo menos, o prof. Olavo de Carvalho vem afirmando insistentemente, com excesso de provas documentais, que Fidel Castro e Lula haviam criado uma poderosa organização internacional, batizada com o nome de Foro e São Paulo, cujo principal objetivo era restaurar na América Latina o que o comunismo perdeu no Leste Europeu.

    Apesar dos incessantes e numerosos avisos do professor, para a opinião pública, esta organização, graças à colaboração da mídia brasileira e com o apoio de partidos políticos como o próprio PSDB, passou quase 10 anos no mais completo anonimato, estendendo suas garras sobre as nações da América do Sul, sendo totalmente ignorada pelo povo brasileiro. Neste meio tempo, ela pode, aos poucos, ir colocando por meio de “eleições” seus fantoches como principais mandatários de seus países. Isto aconteceu, entre outros, na Argentina, Venezuela, Bolívia, Equador, Uruguai e o próprio Brasil. Em todos esses países os testas de ferro do Foro de São Paulo foram mantidos no poder por meio de eleições ditas “democráticas”, ou como afirma Sharp “apenas para obter endosso público”, e invariavelmente, em todos os casos, sob acusações de terem praticado eleições fraudulentas, a última das quais tendo ocorrido no Brasil há pouco menos de um mês.

    O que foi confirmado pela fala de Lula mostrada acima e, em outra ocasião, pela presidente candidata que declarou textualmente que podia fazer o diabo na hora da eleição: e fizeram!


    1. Op. cit. pg. 9.