O Livro Negro do Comunismo

Livro Negro do Comunismo

Publicado em Alerta Total
Título: O Livro Negro do Comunismo
Autor: Carlos I. S. Azambuja
Disponível em:http://www.alertatotal.net/2014/10/o-livro-negro-do-comunismo.html
Acesso em 06 jan 2015

Através dos tempos muito já foi escrito sobre o comunismo e a doutrina pretensamente científica que iria transformar o mundo, criar o homem-novo e conduzi-lo ao Paraíso.

Em 1977 foi editado na França – e em 1999 no Brasil – já tendo sido traduzido em 17 idiomas, o “Livro Negro do Comunismo”, organizado pelo historiador francês Stephane Courtois, um ex-maoísta convertido em crítico feroz do marxismo. Ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas um instrumento de Estado ou um desvio stalinista. Na França, o livro já vendeu cerca de 170 mil exemplares, e na Itália, a primeira edição, com 30 mil exemplares, está esgotada.

O livro, com 846 páginas, é fruto do trabalho de diversos historiadores e o primeiro compêndio abrangente dos crimes cometidos em todo o mundo pelos regimes comunistas e pelos partidos e movimentos revolucionários de inspiração marxista, desde a Revolução de Outubro.

Pela estimativa dos autores – que tiveram acesso aos arquivos da ex-União Soviética – as ações dos comunistas causaram cerca de 85 milhões de mortes. Destas, a maioria teria sido na China (60 milhões) e na ex-URSS (20 milhões). Na América Latina, os mortos teriam sido 150 mil, em Cuba, Nicarágua e Peru.

Eis a aritmética da matança: 60 milhões na China; 20 milhões na ex-União Soviética; 2 milhões no Cambodja; 2 milhões na Coréia do Norte; 1,5 milhão no Afeganistão; 1 milhão no Vietnã, 1 milhão nos países da Europa Oriental; e 150 mil na América Latina.

A lista dos crimes de Stalin contra a humanidade é especialmente longa e horripilante, envolvendo mais de 10 milhões de pessoas. Ele cometeu o crime de genocídio, conforme definido pelos tribunais internacionais, em diversas ocasiões: contra os kulaks russos, em que um genocídio de classe substituiu o genocídio de raça, em 1930/1932; contra os ucranianos em 1932/1933; contra os poloneses, bálticos, moldavos e bessarábios, em 1939/1941 e, de novo, em 1944/1945; contra os alemães do Volga em 1941; os tártaros da Criméia em 1943; os chechenos em 1944 e os inguches em 1944.

O XVI Congresso do Partido Bolchevique foi realizado em junho de 1934. Quando da votação para o Comitê Central, realizada por voto secreto, 292 delegados votaram contra Stalin, que ficou atrás de todos os demais candidatos. A vingança do ditador, assim desafiado pelos delegados, seria terrível. Em 1936/1938, Stalin liquidou 60 dos 63 membros da Comissão e Contagem de Votos, a maioria dos delegados ao Congresso (1108 em 1936) e a maioria dos membros do próprio Comitê Central eleitos nesse Congresso (98 dos 139 efetivos e suplentes).

Essa contabilidade do horror, no entanto, não chega a ser nenhuma novidade. Em 30 de outubro de 1997, quando do 80° aniversário da Revolução Bolchevique, o jornal “Izvestia” publicou uma ampla reportagem sobre essas matanças, sob o título “Outubro, 1917-1997”.

Recorde-se que nas vésperas da Revolução de Outubro, Lenin abordou a questão do estado em seu livro “O Estado e a Revolução”: “Aqui, o organismo de repressão é a maioria da população e não a minoria. Como sempre tinha acontecido no tempo da escravatura assalariada. Ora, na medida em que é a maioria do povo que domina os seus próprios opressores, deixa de haver necessidade de um poder especial de repressão. É nesse sentido que o Estado começa a extinguir-se”.

Trotsky tinha outra opinião: “Qualquer que seja a interpretação que se dê ao Estado soviético, uma coisa é incontestável: ao fim dos seus primeiros 20 anos, ele está longe de ter definhado; ele nem sequer começou a definhar; e o que é pior, tornou-se um aparelho de coerção sem precedentes na História. A burocracia, longe de desaparecer, tornou-se uma força incontrolável, dominando as massas; o Exército, longe de ser substituído pelo povo em armas, formou uma casta e oficiais privilegiados, na cúpula da qual apareceram marechais, enquanto que o povo, exercendo a ditadura através das armas, nem sequer pode possuir uma arma branca em toda a URSS”.

Segundo o “Izvestia”, o comunismo eliminou pelo menos 110 milhões de pessoas em todo o mundo. Ou seja, nos 23 países do chamado Bloco Comunista, dois terços do total das vítimas causadas por todos os regimes ditatoriais do Século XX.

A título de comparação, a reportagem citou que a Alemanha nazista, no período de 1933 a 1945, foi responsável pelo extermínio de apenas 21 milhões de pessoas.

Para o “Izvestia”, Stalin pode ser considerado “o maior facínora do Século”, cujo regime assassinou 42,6 milhões de pessoas. A seguir aparece Mao-Tsetung, com 37,8 milhões, a partir de 1923, ou seja, muito antes de 1949, quando ele criou a República Popular da China.

Segundo o organizador do “Livro Negro do Comunismo”, os dados recolhidos por sua equipe estariam demonstrando que a violência é um elemento intrínseco à ideologia e à práxis comunista. Em seu longo prefácio Courtois vai além disso, chegando a comparar o “genocídio de raça” (o Holocausto dos judeus) perpetrado pelos nazistas, ao “genocídio de classe”, teorizado e posto em prática pelos comunistas.

Um agora ex-comunista, o Primeiro Ministro a Itália, Massimo D’Alema, definiu o sistema soviético como “uma forma odiosa e terrível de opressão”, enquanto Pietro Ingrao, um ex-lider do Partido Comunista Italiano, sublinhou as “conseqüências nefastas da interpretação da política como enfrentamento militar”, típica de todo o pensamento leninista.

O livro é, em suma, o balanço de uma relação histórica entre comunismo e violência. Entre marxismo e despotismo. Foi escrito para aqueles que, em todo o mundo, pregam um retorno a Marx, e ainda buscam fazer um boca-a-boca na doutrina, acreditando que ela não desapareceu totalmente.

O certo é que ela deixou marcas profundas. O tema de fundo da obra é a descrição do terror prolongado e ininterrupto como característica essencial da política soviética desde que, em 1919, Lenin fundou o Komintern, definindo-o como “o estado-maior político e ideológico do marxismo revolucionário do proletariado”.

Assim, tendo por base a estrutura orgânica do Komintern, e por seu influxo direto, surgiram todos os partidos comunistas e, sob sua égide, foi concretizado o sonho de Marx e Engels de construir uma organização mundial destinada a ganhar todas as nações para o comunismo e, a partir daí, uma vasta e vaga nebulosa, denominada pelo vocabulário do Komintern, de amplas massas.

Em troca da adesão ao Komintern, este outorgava aos demais partidos a patente de revolucionários, numa relação periferia-centro que por cerca de 70 anos ficaria conhecida como Movimento Comunista Internacional.

A obsessiva imitação dos partidos comunistas de todo o mundo à imagem do PC Soviético recebeu o nome de bolchevização. Ou seja, uma ideologia compartilhada onde a política passou a ser traduzida nos termos de uma linguagem simultaneamente sagrada e fictícia. Uma espécie de Clero, destinado, como tal, a não ser compreendido, mas a ser acreditado piamente.

Após a II Guerra Mundial, a indiscutível constatação, por todo o mundo, da contribuição da União Soviética para a derrota do nazismo conduziu à não avaliação que as nações “libertadas” pelo Exército Vermelho passaram a ser submetidas a um regime tão totalitário quanto o nazista.

Em todos os lugares em que o comunismo, sempre pela força, se instalou, ele produziu terror, sem exceções. Alguns poderão dizer: “Ora, isso nós já sabíamos há um tempão”. Todavia, a importância e novidade do “Livro Negro do Comunismo” reside na divulgação da ampla dimensão em que os autores realizaram o exame radiográfico desse regime de terror. Essa obra é a primeira através da qual se poderá aprender que não existe País onde,  após instaurado um regime comunista, não tenha sido imposto, em seguida, um regime de terror.

Podem variar os mecanismos do exercício do terror, a quantidade e qualidade das vítimas, mas sempre, em todos os lugares, temos que repetir com força, em todos os lugares, com idêntica ferocidade, esteve presente a arbitrariedade e a enormidade do uso da violência para a busca e manutenção do poder total.

Esse universalismo despótico é imanente á própria natureza do comunismo histórico. O “Livro Negro do Comunismo” oferece provas irrefutáveis de que é assim como escrevemos e, nesse sentido, os que ainda têm dúvidas poderiam perguntar-se se a forma despótica desenvolvida quando no poder não seria congênita à própria essência da doutrina. Os que, ingenuamente ou de má fé, ainda tentam sua defesa assinalam que “o comunismo realmente existente foi uma forma degenerada do comunismo idealizado por Karl Marx”. Dessa forma, Stalin ou Mao não teriam sido senão “desvios” ou “degenerações” do comunismo. Todavia, como e por que motivos esses “desvios” e essas “degenerações” ocorreram sempre, sem exceção, em todos os lugares?

Há várias respostas, mas a colocação de Trotsky, o comandante do Exército Vermelho, já em 1920, talvez seja a mais importante de todas: “colocada à revolução a tarefa da abolição da propriedade privada – coisa que nenhum regime jamais tentara – não haverá outro caminho a não ser o de um poder ditatorial”.

Diz a doutrina científica que os partidos comunistas conhecem as leis do desenvolvimento da História. Nesse sentido, quem acredita conhecer essas leis se desresponsabiliza moralmente, pois acredita que aqueles que obstam a História devem ser varridos do mapa.

Uma das razões, talvez a principal, para continuar a luta, sem esmorecimento, contra a ocultação da natureza intrinsecamente totalitária e criminosa do comunismo, é a de que, mesmo tendo recuado consideravelmente depois do desmoronamento da União Soviética, ele prossegue sendo uma esperança para os inimigos da liberdade, sempre dispostos e ávidos a instalar a opressão em nome dos oprimidos.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

O Livro Negro do Comunismo está disponível para download no endereço: https://www.mediafire.com/? Não deixe de lê-lo!

Cuba Libre. Livre?!

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Justo quando os povos da América Latina lutam contra o estabelecimento da ditadura esquerdista na Venezuela, Argentina, Bolivia e agora, no Brasil, Barack Hussein Obama, o presidente mais esquerdista dos Estados Unidos (e o vídeo indicado, legendado, deixa isto mais do que claro) resolve reatar com Cuba.

O vídeo também comprova que foi um posicionamento ideológico, e não o desejo de maior democracia para a Ilha que estava por trás da ação de Barack Hussein em liberar (sem autorização do Congresso) o embargo americano a Cuba.

  • Cuba não admite liberdade de expressão;
  • Cuba não libertou os presso políticos;
  • Cuba não se abriu para o pluripartidarismo;

Estas são algumas das condições que levaram ao embargo pelos Estados Unidos.

Texto a seguir eu trouxe da página “Meu professor de Historia mentiu para mim 2” que também indica o vídeo abaixo:

“O senador republicano Marco Rubio, 43 anos, uma das estrelas em ascensão no partido, fala sobre Cuba com a autoridade de quem nasceu e foi criado na Flórida em meio a comunidade cubana no estado. Ele é filho de imigrantes cubanos fugidos da ilha-presídio e entende como poucos o significado deste gesto. Nesta entrevista, ele comenta a decisão puramente ideológica de Barack Obama de financiar a ditadura castrista que fez a festa da esquerda mundial e de certa “direita”.

O vídeo, legendado pelos Tradutores de Direita, foi publicado no blog do Felipe Moura Brasil: http://abr.ai/1AqtgCq

Link do vídeo: http://youtu.be/eiMDdE-AQr0

“Cuba sem embargo e a esquerda mundial em festa” http://on.fb.me/1GTXxK7 https://www.youtube.com/watch?v=eiMDdE-AQr0&feature=youtu.be

Outras matérias publicadas sobre o assunto: ,b.Lembrar que as respectivas seções de comentários – quando existem – enriquecem bastante o próprio conteúdo da página

Página Ceticismo Político
Obama, Cuba e os zumbis bolivarianos

O despertar dos zumbis bolivarianos 2 – Alucinação e teatro sobre o acordo entre Estados Unidos e CubaO despertar dos zumbis bolivarianos 2 – Alucinação e teatro sobre o acordo entre Estados Unidos e Cuba

Blog do Reinaldo de Azevedo
Sabem que importância tem o acordo entre Obama e os Irmãos Castro? Nenhuma!

Cartas do papa Francisco abriram caminho para acordo entre EUA e Cuba

Cuba e EUA – Bloqueio só fornece munição ideológica ao Coma Andante e ao Anão Tarado

EUA e Cuba trocam prisioneiros. Obama deve anunciar mudanças nas relações com a ilha

,A href=”http://www.midiasemmascara.org/” tarfet=”_blank”>Mídia Sem Máscara
Três notinhas da semana

Obama e Raúl esqueceram o principal

Por que tudo o que o PT fala sobre seus “indicadores de sucesso” é mentira deslavada?

Hoje no meu FB apareceram vários vídeos sobre a Venezuela e as condições do país. Venezuelanos no exterior pedindo ao povo que resista.

Também recebi um vídeo português que me parece da época da primeira eleição de Lulla.

Os coletivos não-eleitos se assanham e estendem cada vez mais as suas garras sobre a República, graças ao Decreto 8243 contra o qual nenhum político está se mexendo, todos preocupados com suas respectivas campanhas ou de seus apadrinhados. Será que eles não percebem que se nada fizerem contra esse decreto bolivariano em breve estaremos todos como a Venezuela e o cargo deles não servirá para mais nada, a não ser roubar o que resta da dignidade do povo brasileiro?

Bem, estou republicando a matéria do Luciano Ayan. Quem sabe ainda há tempo para mexer com a cabeça de algumas pessoas.

Chega a ser assustador como os adversários do PT ainda não perceberam o tamanho do embuste que o partido lança sobre eles (e o eleitorado) enquanto propaga seus “indicadores de sucesso”. Geralmente, eles dizem “no meu governo criei isso, aumentei aquilo, reduzi isso, etc.”. Pela técnica da metralhadora muitos espectadores ficam hipnotizados. O pior é que o mesmo parece ocorrer com os adversários. E olhem que até mesmo os dados do governo são distorcidos.

O PT faz uso de um viés da mente humana que tende a ser suscetível à apresentação de números em sequência. Por exemplo, se alguém diz “aumentei seu salário 3 vezes este ano”, essa informação pode ser impactante, não? Mas e se o aumento foi de 1% a cada correção, enquanto a inflação do período foi de 6%? Isso significa que os três aumentos não significam um mérito, mas um demérito para a empresa empregadora. E o funcionário…

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O Foro de São Paulo – Informações

Atualizado em 19/10/14

Eleições 2014 – Estratégias

O Foro de São Paulo, partidos integrantes e objetivos

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Texto publicado na Página Meu professor de história mentiu para mim 2

Disponível em: https://www.facebook.com/pages/Meu-professor-de-Hist%C3%B3ria-mentiu-pra-mim-2/512063975587518
Acesso em: 14/09/14
Compartilhado no sítio original em: 07/09/14

O Foro de São Paulo foi criado por Lula e pelo cubano Fidel Castro em 1990, inclusive sendo idealizado por Lula, que é uma grande organização política, que participam todos os governantes de esquerda do continente, com a união de vários partidos legais e diversas organizações criminosas que estão relacionadas com ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como por exemplo, as FARC e o MIR chileno, com o objetivo de alcançar benefícios recíprocos, de acordo com o filósofo Olavo de Carvalho.
Nos dias atuais tal organização é composta por mais de 100 partidos, juntamente com grupos guerrilheiros, como as FARC com o abjetivo de formar uma organização que apoia ditaduras e sistemas políticos “ditatoriais e assassinos”, através da implementação do socialismo-comunismo na América Latina. Por isso, tal documento é muito criticado pelos estudiosos, dentre eles o filósofo Olavo de Carvalho e o jornalista Felipe Moura. segue a seguir a lista de participantes do Foro de São Paulo:

Argentina

1. Frente Grande – http://www.frentegrande.org.ar
2. Frente Transversal Nacional y Popular – http://www.frentetransversal.org.ar
3. Movimiento Evita – http://www.movimiento-evita.org.ar
4. Movimiento Libres del Sur – http://www.libresdelsur.org.ar
5. Partido Comunista
6. Partido Comunista – Congreso Extraordinario
7. Partido Humanista
8. Partido Intransigente
9. Partido Obrero Revolucionario-Posadista
10. Partido Socialista
11. Partido Solidario – http://www.partidosolidario.org.ar
12. Unión de Militantes por el Socialismo – http://www.uniondemilitantes.org.ar

Aruba
1. Partido Red Democrática

Bolivia
1. Movimiento al Socialismo
2. Movimiento Bolivia Libre
3. Partido Comunista de Bolivia

Brasil
1. Partido Democrático Trabalhista – http://www.pdt.org.br
2. Partido Comunista del Brasil – http://www.pcdob.org.br
3. Partido Comunista Brasileiro – http://www.pcb.org.br
4. Partido Patria Libre – http://www.partidopatrialivre.org.br
5. Partido Popular Socialista – http://www.pps.org.br
6. Partido Socialista Brasileiro – http://www.psb.org.br
7. Partido de los Trabajadores – http://www.pt.org.br

Chile
1. Izquierda Cristiana
2. Movimiento Amplio Social
3. Movimiento de Izquierda Revolucionaria
4. Partido Comunista – http://www.pcchile.cl
5. Partido Humanista – http://www.partidohumanista.cl
6. Partido Socialista

Colombia

1. Marcha Patriótica
2. Partido Comunista Colombiano – http://www.pacocol.org
3. Polo Democrático Alternativo – http://www.polodemocratico.org
4. Presentes por el Socialismo

Costa Rica
1. Partido Frente Amplio – http://www.frenteamplio.org
2. Partido Vanguardia Popular – Partido Comunista

Cuba
1. Partido Comunista de Cuba – http://www.pcc.cu

Curazao
1. Partido Pueblo Soberano

Ecuador
1. Movimiento de Unidad Plurinacional Pachakutik – Nuevo País
2. Movimiento Alianza PAIS – http://www.movimientoalianzapais.com.ec
3. Movimiento Popular Democrático
4. Partido Comunista del Ecuador
5. Partido Comunista Marxista-Leninista del Ecuador
6. Partido Socialista-Frente Amplio

El Salvador
1. Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional – http://www.fmln.org.sv

Guatemala
1. Alianza Nueva Nación
2. Movimiento Político Winaq
3. Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca – http://www.urng-maiz.org.gt

Haití
1. Organización del Pueblo en Lucha

Honduras
1. Frente Nacional de Resistencia Popular – http://www.resistenciahonduras.net
2. Partido Libertad y Refundación – LIBRE

Martinica
1. Partido Comunista por la Independencia y el Socialismo
2. Consejo Nacional de Comités Populares – http://www.m-apal.com

México
1. Partido de los Comunistas Mexicanos
2. Partido Comunista de México
3. Partido de la Revolución Democrática
4. Partido del Trabajo – http://www.partidodeltrabajo.org.mx

Nicaragua
1. Frente Sandinista de Liberación Nacional

Panamá
1. Partido del Pueblo
2. Partido Revolucionario Democrático

Paraguay
1. Frente Guasú
2. Partido Popular Tekojoja
3. Partido Convergencia Popular Socialista – http://www.convergenciapopular.blogspot.com.br
4. Partido Comunista Paraguayo
5. Partido del Movimiento al Socialismo – http://www.pmas.org.py
6. Partido País Solidario

Perú
1. Partido Comunista del Perú-Patria Roja
2. Partido Comunista Peruano
3. Partido Nacionalista del Perú
4. Partido del Pueblo
5. Partido Socialista del Perú

Puerto Rico
1. Frente Socialista – http://www.frentesocialistapr.org
2. Movimiento Independentista Nacional Hostosiano – www .minhpuertorico.org
3. Partido Nacionalista de Puerto Rico – http://www.partidonacionalistapuertorico.blogspot.com.br

República Dominicana
1. Alianza por la Democracia
2. Fuerza de la Revolución
3. Movimiento Izquierda Unida
4. Partido Comunista del Trabajo
5. Partido de la Liberación Dominicana
6. Partido de los Trabajadores Dominicanos
7. Partido Revolucionario Dominicano

Trinidad y Tobago
1. Movimiento por la Justicia Social

Uruguay
1. Asamblea Uruguay
2. Compromiso Frenteamplista
3. Frente Amplio
4. Movimiento 26 de marzo
5. Movimiento de Liberación Nacional Tupamaros
6. Movimiento de Participación Popular
7. Movimiento Popular Frenteamplista
8. Partido Comunista del Uruguay: http://www.pcu.org.uy
9. Partido Obrero Revolucionario Troskista-Posadista
10. Partido por la Victoria del Pueblo
11. Partido Socialista de los Trabajadores
12. Partido Socialista del Uruguay
13. Vertiente Artiguista

Venezuela
1. Liga Socialista
2. Movimiento Electoral del Pueblo
3. Partido Comunista de Venezuela
4. Partido Socialista Unificado de Venezuela
5. Patria para Todos

Além disso, o jornal estado de São Paulo (disponível no site: (http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,um-Foro-anacronico-imp-,106…), em 13 de agosto de 2013 comprovou que os países que participam do Foro de São Paulo possuem o pior desempenho econômico do continente e que possuem um burocratíssismo aparelhamento estatal muito parecido com o que levou à falência da união Soviética e que nunca conseguiram alcançar a “verdadeira democracia social e de massas”.
É importante ressaltar que, a título de curiosidade, o documento do Foro de São Paulo foi foi aprovado no seu primeiro encontro na cidade de São Paulo, em 1990 e por isso possui esse nome.
No Blog do Felipe Moura Brasil você poderá encontrar vídeos que comprovam a existência do Foro de São Paulo, com por exemplo, mensagens de Lula apoiando Hugo Chávez, no qual afirma que a esquerda já governa um grande número de países, também com vídeos de Hugo Chávez confessando a união de Lula de da FARC no Foro em 1995, além da entrevista do comandante das forças armadas Raúl Reyes, à folha de São Paulo confirmando a parceria entre a FARC e o PT, disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/03/24/conheca-o-f….
Também é importante destacar que o artigo 17 da Constituição Federal, nos seus incisos I e II estabelece que o partido político deverá ter o caráter nacional e que não pode receber recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiro e nem pode ser subordinado a estes, senão vejamos:
“Art. 17. É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados a soberania nacional, o regime democrático, o pluripartidarismo, os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos:
I – caráter nacional;
II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes (…)”. (GRIFOU-SE).
Além disso, o artigo 28, incisos I e II da Lei 9096/95, conhecida como a lei dos partidos políticos, prevê o cancelamento de registro de partido político contra o qual fique provada a sua subordinação de partido político a entidade ou governos estrangeiros ou ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira e o parágrafo segundo do mesmo artigo ainda dispõe que o processo de cancelamento de registro civil de partido político poderá ser iniciado através de denúncia de qualquer eleitor, de representante de partido político, ou de representação do Procurador-Geral Eleitoral. Veja-se:

” Art. 28. O Tribunal Superior Eleitoral, após trânsito em julgado de decisão, determina o cancelamento do registro civil e do estatuto do partido contra o qual fique provado:
I – ter recebido ou estar recebendo recursos financeiros de procedência estrangeira;
II – estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros;
III – não ter prestado, nos termos desta Lei, as devidas contas à Justiça Eleitoral;
IV – que mantém organização paramilitar.
§ 1º A decisão judicial a que se refere este artigo deve ser precedida de processo regular, que assegure ampla defesa.
§ 2º O processo de cancelamento é iniciado pelo Tribunal à vista de denúncia de qualquer eleitor, de representante de partido, ou de representação do Procurador-Geral Eleitoral”.( GRIFOU-SE).
Portanto, diante do exposto não restam dúvidas de que os partidos do PT, do PDT, do PCdoB, do PCB, do PSB, do PPS e do PPL participam do Foro de São Paulo e que afrontam totalmente a constituição Federal e a Lei dos Partidos Políticos na medida em que tais partidos se unem à outros integrantes de diversos países, não preservando, assim, o seu caráter nacional e sendo subordinado a governos ou entidades estrangeiras. Por isso, diante dos fatos narrados acima, segue o link com uma petição pública visando o cancelamento do registro de todos os partidos participantes do Foro de São Paulo e consequentemente a anulação das eleições de 2014, para que possamos ter uma eleição LIMPA, JUSTA e DE ACORDO COM A LEI.

Eurasianismo

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As matérias do Professor e Filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, sempre são instrutivas e esclarecedoras, além de conter um alerta que, se desprezado, nunca deixará de cobrar o seu preço do leitor negligente e descrente.

O professor Olavo apenas usa seu privilegiadissimo cérebro e o volume imenso de dados e informações colhidos ao longo de décadas de estudo e leitura para juntá-los todos numa lógica impecável e que, até onde é do meu conhecimento, nunca deixou de se cumprir.

Agora ele escreve mais uma vez sobre o Professor Dugin, com quem manteve um debate histórico e alerta sobre o mal do eurasianismo que hoje está ameaçando o ocidente, como bem ilustra o conflito na Ucrânia, além das investidas contra a democracia na América Latina e, até mesmo, nos Estados Unidos da América.

Teoria da conspiração? As esquerdas gostariam que todos pensassem assim, assim como eram teorias da conspiração o Foro de São Paulo, a tomada do poder pelos socialistas na América Latina e na América.

Segue a matéria:

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:


(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/.)

O Império Eurasiano tal como o concebem Alexandre Duguin e seu principal discípulo, o presidente Vladimir Putin, é uma síntese da extinta URSS com o Império tzarista. Como a teoria que fundamenta o projeto é por sua vez uma fusão de marxismo-leninismo, messianismo russo, nazismo e esoterismo, e como dificilmente se encontra no Ocidente algum leitor que conheça o suficiente de todas essas escolas de pensamento, cada um só enxerga nela a parte que lhe é mais simpática, comprando às cegas o resto do pacote.

Os saudosistas do stalinismo vêem nela a promessa do renascimento da URSS. Conservadores aplaudem o seu moralismo repressivo soi disant religioso. Velhos admiradores de Mussolini e do Führer apreciam a sua concepção francamente antidemocrática do Estado, bem como seu desprezo racista pelos povos destinados à sujeição imperial. Esoteristas, seguidores de René Guénon e Julius Evola, julgam que ela é a encarnação viva de uma “metapolítica” superior, incompreensível ao vulgo, mais ou menos como aquela que é descrita pelo romancista (e esoterista ele próprio) Raymond Abellio em La Fosse de Babel. Muçulmanos acabam às vezes aderindo ao projeto por conta do seu indisfarçado e odiento anti-ocidentalismo, na vaga esperança de utilizá-lo mais tarde como trampolim para a criação do Califado Universal, que por sua vez os “eurasianos” acreditam poder usar para seus próprios fins.

Não seria errado entender o eurasianismo como uma sistematização racionalizada do caos mental internacional. Neste sentido, sua unidade essencial não pode ser buscada no nível ideológico, mas na estratégia de conjunto que articula num projeto de poder mundial uma variedade de discursos ideológicos heterogêneos e, em teoria, conflitantes.

Não se deve pensar, no entanto, que esse traço definidor é único e original. Ao contrário do que geralmente se imagina, todos os movimentos revolucionários, sem exceção, cresceram no terreno fértil da confusão das línguas. O eurasianismo só de destaca dos outros por cultivar, desde a origem, uma consciência muito clara desse fator e, portanto, um aproveitamento engenhoso do confusionismo revolucionário.

Qualquer que seja o caso, o uso da violência genocida como instrumento de ocupação territorial está tão arraigado nos seus princípios estratégicos que, sem isso, o projeto inteiro não faria o menor sentido.

Essa obviedade não impede, no entanto, que cada deslumbrado do eurasianismo continue vendo nele só aquilo que bem entende, tapando os olhos para as partes desagradáveis. Se milhões de idiotas fizeram isso com o marxismo durante um século e meio, recusando-se a enxergar o plano genocida que ele trazia no seu bojo desde o princípio — e explicando ex post facto os crimes e desvarios como meros acidentes de percurso — , por que não haveriam de dar uma chance ao mais novo e fascinante estupefaciente revolucionário à venda no mercado?

***

A propósito do xingamento coletivo à Sra. Dilma Rousseff, que tanto indignou o ex-presidente Lula e o levou abrir guerra contra os que “não sabem do que somos capazes”, coloquei na minha página do Facebook estas duas notinhas, que se tornaram imediatamente virais e acho oportuno reproduzir aqui:

(1) “O governo petista habituou a população a desrespeitar tudo — a ordem, a família, a moral, as Forças Armadas, a polícia, as leis, o próprio Deus. Se esperava sair ileso e ser aceito como a única coisa respeitável no meio do esculacho universal, então é até mais louco do que parece.”

(2) “O sr. Lula xingou o então presidente Itamar Franco de “f. da p.”, disse que a cidade de Pelotas é “exportadora de veados”, gabou-se (por brincadeira, segundo Sílvio Tendler) de tentar estuprar um colega de cela e confessou (em entrevista à Playboy) ter nostalgia dos tempos em que os meninos do Nordeste faziam — se é que faziam – sexo com cabritas e jumentas. É a pessoa adequada para dar lições de respeitabilidade à nação brasileira. Todo mundo sabe do que ele é capaz.”

Fonte: Mídia Sem Máscara
Título: Eurasianismo e genocídio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/15281-2014-06-20-22-02-48.html
Acesso: 21 jun 2014

Tradução da matéria postada no sítio Ucrânia Unida (em inglês), indicado na matéria do prof. Olavo.


A página web de petições eletrônicas change.org publicou uma petição dos estudantes aos dirigentes da principal instituição de alta educação de Moscou, a Universidade Estatal Lomonosov de Moscou para demitir o odioso “filósofo” Alexandr Dugin de lecionar no país. A razão foram suas declarações militaristas sobre os ucranianos.

Os autores da petição acreditam que

“as atividades públicas do ‘professor’ Dugin estão em desacordo com a posião que ele ocupa no sistema de educação pública, causam dano à imagem da ciência russa e ao status da Universidade Estatal Lomonosov de Moscou. Como tal, o professor Dugin fez apelos diretos ao assassinato, alegando que esta era sua posição como professor:

Como professor é isso que eu penso.

O filósofo Sergey Datsiuk publicou mais tarde uma declaração com a qual os autores da petição estão em completo acordo:

Em 6 de maio de 2014, numa entrevista à agência Anna-News, o professor Alexandr Gelievich Dugin, da Universidade Estatal M. V. Lomonosov de Moscou, ao descrever a alegada não-humanidade dos ucranianos apelou para o seu extermínio. Sobre os ucranianos, ele diz o seguinte, literalmente, aos 18 minutos da entrevista

Matar, matar, matar! Chega de conversa! Como professor é assim que eu penso.

  1. Como a declaração de Dugin se enquadra no estatuto da MSU e na sua [da Universidade] posição na sociedade da Rússia e no resto do mundo?
  2. Dugin é mesmo um professor da MSU e se é, continuará professor depois dessa entrevista?
  3. È a posição de Dugin a posição oficial da MSU e compartilham de sua opinião todos professores da MSU?

Fonte: Ukraine is United
Título: Moscow students demand to fire Dugin from the Moscow State University for sparking hatred towards Ukrainians
Autor: Rufabula (em russo)
Tradução para o inglês: Mariya Shcherbinina
Disponível em:
Acesso: 21 jun 2014

Uma história americana

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[Re]Pense!

O que nos interessa, a nós brasileiros, às vésperas da Copa e de um SEN-SA-CIO-NAL amistoso entre a nossa auriverde seleção e a Sérvia, o que acontece com nossos “brothers” do norte? Talvez, nada, para os socialistas morenos. Talvez tudo, para quem tem pelo menos um dos 3 olhos BEM abertos (antes que alguém divague para outras plagas, informo que o terceiro olho é aquele que os budistas acreditam que todos temos). Barak Hussein Obama está para os americanos o que Lula está para os brasileiros.

Meus amigos neo-ateus viviam acusando o Prof. Olavo de Carvalho de não gostar do Obama e de “imaginar teorias da conspiração”. O interessante é que era a mesma acusação que faziam com relação à exposição feita pelo filósofo daquele organismo agitador internacional, liderado pelos Castro de Cuba e pelo PT e que é aqui conhecido como Foro de São Paulo que, infelizmente, graças ao completo silêncio da mídia sobre o assunto e à bem sucedida campanha difamatória movida contra o professor pelas esquerdas, provou-se ser, não uma “teoria da conspiração” de um louco, mas um verdadeiro organismo ligado à Internacional Comunista que pretende – e está em vias de conseguir – recuperar na América Latina, o que o comunismo perdeu no leste europeu.

Bem, os brasileiros acreditaram nos socialistas e na mídia chapa branca, vendida. Em resultado estamos penando e, se nada for feito com urgência, em breve, muito breve, estaremos, como os nossos “hermanos” venezuelanos e argentinos, comendo o pão que o diabo (literalmente) está amassando.

Aos americanos ainda resta a possibilidade de acreditar que o Professor Olavo não está sonhando “Teorias da Conspiração”, ou, caso prefiram, agir como os brasileiros e se descobrir, um dia lutando desesperadamente para manter o mínimo de liberdade que os socialistas ainda não teriam conseguido destruir. Será que o povo americano vai agir? Ou vai “pagar para ver”?

Mas, voltando à pergunta do primeiro parágrafo, o que nos interessa o que está acontecendo lá, acima do Equador? Não pode ser pelo mero acaso que lá, como cá, estejam acontecendo exatamente as mesmas coisas, resultado das mesmas ações, perpetradas pelos mesmos atores: mídia, midiáticos, acadêmicos e políticos.

Segue transcrição da matéria!

Do Enigma ao Desastre

Os historiadores do futuro, se houver futuro, talvez nos dêem a solução do maior enigma político de todos os tempos. Por enquanto, tudo são névoas e perguntas sem respostas. Um homem que veio não se sabe de onde, que nunca teve um emprego fixo, que pagou seus estudos nas universidades mais caras com dinheiro de fonte misteriosa, que trocou de nome pelo menos quatro vezes, que nunca exibiu um só documento de identidade válido mas apresentou pelo menos três falsificados, que tem uma história de vida toda repleta de episódios suspeitos e passou anos em companhia íntima de gangsters e terroristas, um dia se elegeu senador pelo Estado de Illinois e, depois de apenas alguns meses de experiência política – se é que se pode chamar de experiência a ausência na maioria das sessões –, foi guindado à presidência da nação mais poderosa do globo sob aplausos gerais, despertando em centenas de milhões de eleitores a maior onda de esperanças messiânicas de que se tem notícia desde Lênin, Mussolini, Stálin, Hitler e Mao Dzedong. Decorridos seis anos de administração indescritivelmente desastrosa, continua no posto, impávido colosso, sem que ninguém possa investigar as zonas obscuras da sua biografia sem ser xingado de tudo quanto é nome pelos maiores jornais do país, bem como pela elite dos dois partidos, Democrata e Republicano. Aparentemente a obrigação mais incontornável do eleitor americano hoje em dia é deixar-se governar sem perguntar por quem, e fazendo de conta que tudo está perfeitamente normal.

Uma vez persuadido a acomodar-se a essa situação, sob pena de tornar-se um inimigo público, o cidadão está pronto para aceitar silencioso e cabisbaixo qualquer decisão que venha do governo, por absurda, imoral e inconstitucional que seja.

A última foi essa incrível troca de cinco dos mais temíveis líderes do Taliban por um soldadinho desertor – sem consulta ao Senado, é claro, o que soma à injúria o insulto.

Mas antes disso o número e a gravidade dos crimes do presidente já haviam ultrapassado as mais tétricas especulações futuristas: duplicou a dívida nacional que prometera reduzir, desmantelou o sistema de saúde para colocar em seu lugar a fraude monumental do Obamacare, pressionou hospitais religiosos para que realizassem abortos, entregou armas a traficantes mexicanos e terroristas sírios, encheu de dinheiro estatal firmas falidas de seus amigos e contribuintes de campanha, desmoralizou o dólar, estragou as relações diplomáticas com Israel, fez mil e um discursos culpando os EUA de tudo quanto acontece de mau no mundo, teve dezenas de encontros secretos com membros e parceiros da Fraternidade Muçulmana, usou o imposto de renda para perseguir inimigos políticos, instalou um monstruoso sistema de espionagem interna para chantagear jornalistas, incentivou o quanto pôde o ódio racial, armou a polícia civil com equipamentos de guerra para aterrorizar cidadãos desarmados, acabou com a liderança americana no mundo, recusou socorro a um embaixador cercado por terroristas e, depois que ele foi assassinado, tentou enganar o país inteiro com a historinha ridícula de que foi tudo culpa de um vídeo do youtube. Nesse ínterim, tirou mais férias, deu mais festas e jogou mais partidas de golfe do qualquer dos seus antecessores, além de faltar sistematicamente ao briefing diário com seus assessores. Nas horas vagas, sua esposa se dedicava a uma campanha altamente humanitária para que as crianças comessem mais nabos e menos batatinhas fritas, provocando a ira da população infantil.

A sucessão de ações maldosas e antipatrióticas, entremeada aqui e ali de futilidades obscenas, é tão incessante, tão coerente, que toda tentativa de explicá-la pela mera incompetência vai contra o mais mínimo senso de verossimilhança. Como escreveu Eileen F. Toplansky no último número do American Thinker, o homem não é um fracasso: é um sucesso. Sucesso num empreendimento frio e calculado de destruição do país (v. http://www.americanthinker.com/2014/05/a_most_successful_president.html).

Se, a despeito disso, ele continua blindado e inatingível, é porque a Constituição e as leis foram desativadas, sendo substituídas por um novo princípio de ordem: a autoridade da grande mídia, aliada à força de intimidação de uma vasta rede de colaboradores dispostos a tudo e amparada em corporações bilionárias interessadas em remover os EUA do caminho do governo mundial.

O Sistema americano, em suma, já não é mais o mesmo, e a restauração do antigo, se for possível, levará décadas. A obra de devastação foi muito além dos seus efeitos políticos imediatos: mudou o quadro inteiro da autoconsciência americana, fez da grande potência um país doente e aleijado, incapaz de reagir às mais brutais agressões psicológicas. Incapaz até mesmo de escandalizar-se.

A passagem de Barack Hussein Obama pela presidência é o acontecimento mais desastroso que já se abateu sobre os EUA desde o bombardeio de Pearl Harbor.

Publicado no Diário do Comércio.

www.olavodecarvalho.org

Origem: Mídia Sem Máscara
Autor: Olavo de Carvalho
Título original: Do enigma ao desastre
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/15241-do-enigma-ao-desastre.html
Acesso em: 06 jun 2014

[Re]Pense!

schwarzenegger-nazista-sionista

Fonte para a imagem: Illuminati, a Nova Ordem Mundial e a Farsa do 9/11
Disponível em: https://www.facebook.com/NewWorldOrderNo
Acesso em: 20/11/13

A análise a seguir se refere exclusivamente à foto, sem entrar no mérito da comunidade onde ela foi postada, mesmo porque desconheço qual a linha de pensamento que a comunidade dá ao que divulga.

É apenas um exercício para constatar como a esquerda usa mensagens subliminares que semeiam falsas verdades para vender ao povo americano a imagem de radicais que eles atribuem aos membros e apoiadores do Partido Conservador. A técnica também é usado pelos esquerdistas brasileiros para silenciar qualquer oposição ao que defendem.

Vamos pensar um pouco sobre a ilustração? OK? A pergunta que devemos nos fazer é: de quem será a ideia e por que a divulgação?

Primeiro: Não é uma ilustração brasileira, pois não? As nossas crianças não são “louras de olho azul” nem o Schwarzenegger faz parte de nossa cultura.

Mas vamos continuar analisando:
– Crianças aparentemente desamparadas, chorando sem ter quem as socorra;
– aviões despejando agrotóxicos sobre um campo cheio de crianças que, indefesas, inclusive deficientes físico, fogem em busca de abrigo.
– em primeiro plano sorrindo, feliz o Governador Republicano da Califórnia, marcado pela imagem criada no filme O Exterminador do Futuro, rindo, satisfeito, com a cena das criancinhas desesperadas e fazendo o sinal de “Tudo Bem”, com o símbolo do nazismo (que a esquerda teima em afirmar que é direita radical) na camisa (preta como era a camisa das SS nazistas) e com uma pulseira na mão direita (mais uma coincidência?) com o Sionismo judaico, o eterno bode expiatório dos comunistas.

Um doce para quem adivinhar que lado da atual guerra política está interessado na gravura!

Uma dica: não se trata de cartaz da campanha para atrair a simpatia do brasileiro pela aprovação da nova lei, em análise pelo nosso congresso, que santifica a pedofilia.