16 de agosto – Falta 1 dia – Parte II

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No post anterior, comentei a matéria publicada pelo Deputado Federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), a respeito da manifestação contra a Presidente da República, Dilma Roussef e seu partido, programada para amanhã em todo o Brasil. Ali, comentei que a comparação entre os protestos de 2015, direcionados ao PT e à Presidente, nada tinham em comum com os movimentos de junho de 2013, em que se reivindicava tudo e nada ao mesmo tempo, sem qualquer foco específico, e que acabou promovendo o caos nas grandes cidades, tendo conseguido envolver no movimento “espontâneo” e “pacífico” pessoas que, se ao menos soubessem que estavam sendo manipuladas por uma tática trotskysta, jamais teriam concordado em ir para as ruas apoiar o que, na verdade, era uma estratégia revolucionária de uma ideologia-doutrina-religião-cultura (onde quer que possamos enquadrar o marxismo) que deseja escravizar uma boa parte dos brasileiros e aniquilar todos os que a ela se opõem. Esta conclusão só foi possível, graças à leitura que estou fazendo do livro de Morgenstern “Por Trás da Máscara”. Continuar a ler

As ditaduras e a Imprensa

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O Silêncio mata a Democracia, mas uma Imprensa Livre fala!

Liberdade de Imprensa

Texto de Ludwig von Mises.

misesA liberdade de imprensa é um dos pontos fundamentais de um país de cidadãos livres. É um dos itens essenciais do programa político do velho liberalismo clássico. Até hoje, ninguém conseguiu apresentar objeções convincentes contra a argumentação de duas obras clássicas: Areopagitica, de John Milton, em 1644, e On Liberty, de John Stuart Mill, em 1859. Imprimir livros proibidos é o sangue vivo da literatura.

A imprensa livre só existe onde os controles dos meios de produção é privado. Na comunidade socialista, na qual todos os meios para publicar e as máquinas impressoras pertencem e são acionadas pelo governo, não pode existir imprensa livre. O governo determina sozinho quem deve dispor de tempo e de ocasião para escrever, bem como o que deve ser impresso e publicado. Comparado com as condições predominantes na Rússia soviética, até a Rússia dos czares, retrospectivamente, parece um país de imprensa livre. Quando os nazistas realizaram o famoso auto-de-fé do livro, agiram perfeitamente com o que preconizou um dos maiores autores socialistas, Cabet1.

Como todas nações estão caminhando para o socialismo, a liberdade dos autores desaparece pouco a pouco. Torna-se cada dia mais difícil para alguém publicar um livro ou artigo cujo conteúdo não agrade ao governo ou a fortes grupos de pressão. Os hereges não são, no entanto, “liquidados”, como na Rússia, nem seus livros são queimados por ordem da Inquisição. Também não há retorno ao velho sistema de censura. Os que se consideram progressistas dispõem de armas mais eficientes. Seu principal instrumento de opressão é boicotar autores, organizadores, editores, livreiros, impressores, anunciantes e leitores.

Qualquer um é livre para abster-se de ler livros, revistas e jornais que lhe desagradam, assim como para recomendar a outros que evitem esses livros, revistas e jornais. Mas a coisa muda de figura quando algumas pessoas ameaçam outras com graves represálias, caso estas não deixem de patrocinar certas publicações e seus editores. Em muitos países, os editores de jornais e revistas ficam apavorados com a ameaça de boicote por parte dos sindicatos. Evitam discussões abertas sobre o assunto e tacitamente cedem às ordens dos líderes sindicais2. Esses líderes “trabalhistas” são muito mais delicados do que as majestades reais imperiais das épocas passadas; não admitem gracejos. Sua instabilidade rebaixou a sátira, a comédia e a comédia musical do verdadeiro teatro e condenou os filmes à esterilidade.

No ancien régime3 os teatros tinham liberdade para apresentar as zombarias de Beaumarchais4 sobre a aristocracia e a ópera imortal composta por Mozart. Sob o segundo império francês5, a “Grã Duquesa de Gerolstein“, de Offenbach e Halévy, parodiou o absolutismo, o militarismo e a vida na corte. O próprio Napoleão III e outros monarcas europeus divertiam-se com a peça que os ridicularizava. Na época vitoriana, o censor dos teatros britânicos, Lord Chamberlain, não proibiu a exibição das comédias musicais de Gilbert e Sullivan que faziam pilhérias de todas as veneráveis instituições do sistema de governo britânico. Os lordes lotavam os camarotes enquanto, no palco, o Conde Montararat cantava: “The House of Peers made no pretence to intellectual eminence” (A Casa dos Nobres não tem nenhuma pretenção a destaque intelectual).

Hoje em dia, não se pode fazer a mínima paródia no palco a respeito dos poderes existentes. Nenhuma observação desrespeitosa sobre sindicatos, cooperativas, empresas dirigidas pelo governo, déficits orçamentários e outros aspectos previdenciário é tolerada. Os líderes sindicais e os burocratas são sagrados, e o que resta para comédia são os assuntos que tornaram a opereta e afarsa de Hollywood execráveis.

Fonte:
MISES, Ludwig von. A Mentalidade Anticapitalista. Tradução: ABREU, Carlos dos Santos. 2013. Campinas:VIDE Editorial (sob licença do Instituto Liberal – RJ). Pgs. 89-91. ISBN 978-85-62910-22-7.


1. Cf. Cabet, Voyage en Icarie, Paris, 1848, p. 127.
2. Sobre o sistema de boicote estabelecido pela Igreja Católica, cf-P. Blanshard, American Freedon and Catholic power, Boston, 1949, pp. 194-198.
3. O ancien régime (o “antigo regime) era o sistema social e político, monárquico, aristocrático estabelecido na França desde, aproximadamente o século XV até o final do século XVIII, quando foi derrubado pela Revolução.
4. Beaumarchais autor das peçasO Barbeiro de Sevilha, As Bodas de Fígaro e A Mãe Culpada, peças consideradas subversivas pelos governos imperiais da época e citadas pelos historiadores como instigadoras da Revolução Francesa.
5. O retorno á monarquia institucional na França, após as guerras napoleônicas que se seguiram ao fracasso da Revolução

Causas para ascenção do socialismo nos EUA

propaganda da guerra fria

Ben Shapiro é um autor que tem trazido à tona alguns dos problemas que a direita americana tem enfrentado e que tem significado para ela, derrota nas últimas eleições presidenciais. Suas credenciais estão no final da matéria a seguir. Neste breve depoimento, ele argumenta a respeito das vantagens do Capitalismo sobre o Socialismo, um assunto propositalmente mantido fora das salas de aula de nossas escolas (secundárias e universidades) e que portanto merece ser considerado por todos os que buscam basear suas posições em conhecimento e não em “ouvir falar”. Esta atitude é a mais inteligente, nem que seja para consolidar opiniões já formadas que, muitas vezes, o foram sem muita compreensão de seus significados mais profundos.

A leitura da matéria aqui, sem dúvida ajudará a esclarecer alguns aspectos e talvez, até, mudar certos pontos de vista equivocados e baseados em conhecimetno parcial. O blog do Felipe Moura Brasil contêm outras matérias relacionadas, as squais também poderão aumentar o entendimento dessa disputa que hoje voltou a ser motivo de preocupação no mundo inteiro.

Segue a matéria citada:

Autor: Ben Shapiro
Tradução: Felipe Moura Brasil
Publicado em: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/01/12/por-que-o-socialismo-esta-em-ascensao-um-artigo-fundamental-de-ben-shapiro-sobre-o-perigo-vermelho/
Acesso em: 23 mar 2014

Por que o socialismo está vencendo

O capitalismo levou meio século para se recuperar da Grande Depressão. O socialismo levou metade desse tempo para se recuperar do colapso da União Soviética.
 
Em Nova York, o prefeito reconhecidamente socialista Bill de Blasio [matérias da VEJA sobre sua eleição e posse: aqui e aqui] afirmou que seu objetivo é dar um “tiro fatal no Conto da Cidade Partida” [no original, “Tale of Two Cities” [nota do RV: “Tale of Two Cities” é a estória de Charles Dickens sobre a Paris do “Terror” e a Londres do mesmo período]] – o fosso entre ricos e pobres. Em Seattle, o recém-eleito vereador Kshama Sawant se dirigiu a seus apoiadores, explicando: “Eu uso o emblema de socialista com honra.” Para grande aclamação da esquerda, o colunista Jesse Myerson, da revista Rolling Stone, fez uma coluna dizendo à geração Y [“millenials”: nascidos entre 1980 e 2000] que eles devem lutar por emprego garantido pelo governo, renda básica universal, coletivização da propriedade privada, nacionalização de ativos privados e de bancos públicos.
 
Os botões recém-floridos do marxismo já não residem na periferia. Não quando o presidente dos Estados Unidos [Barack Obama] declarou o combate à desigualdade de renda sua principal tarefa como comandante-chefe. Não quando o líder da maioria no Senado, Harry Reid, democrata de Nevada, disse que “não há maior desafio” enfrentado pela América do que a disparidade de renda. Não quando a emissora de TV MSNBC, o jornal The New York Times e os amalgamados meios de comunicação pró-Obama declararam todos como a sua missão para 2014 uma campanha contra os ricos.
 
Menos de 20 anos atrás, o ex-presidente Bill Clinton, disputando a reeleição, declarou encerrada “a era do Estado inchado”. Em 2011, Clinton voltou atrás, declarando que era papel do governo “dar às pessoas as ferramentas e criar as condições para tirar o máximo de nossas vidas.”
 
O que aconteceu então?
 
O capitalismo não conseguiu apresentar boas razões para si mesmo. Em 1998, pouco depois de o mundo parecer ter chegado a um consenso sobre a ineficácia dos sistemas socialistas, os economistas Daniel Yergin e Joseph Stanislaw escreveram que o livre mercado requeria algo além do mero sucesso: ele requeria “legitimidade”. Mas, disseram Yergin e Stanislaw, “um sistema que leva a busca do autointeresse e do lucro como sua luz-guia não necessariamente satisfaz o anseio da alma humana para a crença e para algum sentido mais elevado do que o materialismo”. Em outras palavras, eles escreveram que, enquanto os comunistas espanhóis morreriam com a palavra “Stalin” em seus lábios, “poucas pessoas iriam morrer com a expressão ‘livre mercado’ em seus lábios.”
 
A incapacidade de apresentar boas razões morais para o capitalismo condenou o capitalismo ao status de um eterno plano B. Quando as pessoas estão desesperadas ou ricas, elas se voltam para o socialismo; somente quando elas não têm outra alternativa é que abraçam o livre mercado. Afinal, mentiras sobre a garantia de segurança são muito mais sedutoras do que palestras sobre responsabilidade pessoal.
 
Quais são, então, as boas razões morais para o capitalismo?
 
Elas são o reconhecimento de que o socialismo não é uma ótima ideia que deu errado – é uma filosofia diabólica em ação. Não é impulsionado pelo altruísmo, é impulsionado pela ganância e pela inveja. [Ver também o vídeo “Milton Friedman fala sobre a ganância”, no fim do meu post “Celebridades hipócritas de Hollywood – 2013“.] O socialismo afirma que você me deve alguma coisa simplesmente porque eu existo. O capitalismo, por sua vez, resulta em uma espécie de altruísmo forçado pela realidade: eu posso não querer ajudar você, eu posso não gostar de você, mas se eu não der a você um produto ou um serviço que você quer, eu vou morrer de fome. Troca voluntária é moralmente superior a redistribuição forçada. O socialismo viola pelo menos três dos Dez Mandamentos: ele transforma o governo em Deus, ele legaliza o roubo e ele eleva a cobiça. Discussões sobre desigualdade de renda, afinal, não são sobre prosperidade, mas, ao contrário, sobre mesquinharia. Por que você deveria se preocupar com quanto dinheiro eu faço, contanto que você esteja feliz?
 
Conservadores falam em resultados quando discutem as deficiências do socialismo. Eles estão certos: o socialismo é ineficaz, destrutivo e atrofiador para o espírito humano. Mas eles estão errados em abandonar o campo da moralidade quando discutem o contraste entre liberdade e controle. E é este abandono – esta preguiça perversa – que levou ao retorno do socialismo, ainda que, no passado recente de nossas próprias vidas, tenhamos visto o colapso de economias continentais e milhões de pessoas abatidas em nome desse falso deus.
 
Tradução: Felipe Moura Brasil, em sua coluna na VEJA.com.
 
Fonte: TruthRevolt.org.
 
Ben Shapiro, cujo mentor foi Andrew Breitbart [1969-2012], é autor do best-seller da lista do New York Times “Bullies – How the Left’s Culture of fear and intimidation silences America“. [“Bullies: Como a cultura esquerdista de medo e intimidação silencia a América”, ainda sem tradução no Brasil.]
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/

Socialismo x Capitalismo

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O governo só age como mostrado na charge quando ele é SOCIALISTA, como é o caso do Brasil.

Hoje um cidadão brasileiro dá para o governo 40% de seu salário como impostos. Esta é a tônica do socialismo: o Estado Inchado. Quanto mais inchado é o Estado, mais impostos são necessários para garantir o funcionamento da máquina estatal.

Esta é a prova de que o Brasil nunca teve um governo de direita. A ditadura militar foi uma ditadura de esquerda com forte intervenção e controle do Estado: isto é socialismo, nunca capitalismo! Portanto dizer que a ditadura militar foi de direita é uma Mentira – mais uma – que a esquerda propala e que cola, porque nós, o povo, somos totalmente ignorantes em questões políticas. O mais básico e rasteiro ignoramos – ou fingimos ignorar, o que é pior.

Num governo de direita, ou capitalista, o Estado é mínimo. A intervenção do Estado na vida do povo é mínima e o dinheiro que o Estado capta do povo é o mínimo. Os políticos têm menos poder de roubar, o que reduz e restringe enormemente a corrupção, e permite-se ao povo o direito de fazer suas escolhas sem a intervenção estatal dizendo o que é certo ou errado.

Portanto, se você defende o socialismo e se diz cansado de ser agredido pela roubalheira dos políticos se informe melhor e entenda porque com o socialismo você NUNCA se livrará da corrupção, nem sequer a minimizará.

Margareth Tatcher: Os socialistas querem os pobres mais pobres.

Fonte: Fora PT (Youtube)
Título: MARGARET THATCHER: OS SOCIALISTAS QUEREM OS POBRES MAIS POBRES
Disponível em: http://youtu.be/cTyJWPnZ7Kg
Acesso em 22/112/13

Margarth Tatcher foi Primeiro Ministro da Inglaterra num período em que a economia do Reino Unido estava à beira do colapso. Conseguiu reerguer o país depois de muitos conflitos com o Partido Trabalhista (verdadeiro responsável pelo naufrágio do país). Mesmo tendo recolocado a economia da Inglaterra nos trilhos, impedindo a bancarrota do país, seus inimigos trabalhistas sempre que podem procuram desqualificá-la. Talvez porque ela provou sem qualquer sombra de dúvida que o socialismo apenas destrói a economia e que riqueza se cria e se multiplica e que a soma zero do socialismo (os excesso que os ricos possuem é o que tiram dos pobres) é uma grande mentira que só visa tornar a todos ricos e pobres, exceto os governantes, cada vez mais pobres. É o que ela comprova nos debates do vídeo acima.

Esta sim, é uma Mulher que honra as demais e que tem inteligência, força moral e sabedoria e que tais qualidades não são privilégios de gênero!

Não é se autodeclarando “vadia”, fazendo sexo oral em público e mostrando os peitos dentro de catedrais (ou fora delas) que as mulheres vão provar que são melhores do que os que as criticam.

Pelo banho que, no vídeo, ela deu nos petistas da Inglaterra, compreende-se porque a Internacional Socialista O-DEI-A a Margareth Tatcher e prefere a Marilena Chauí. 😛

O interessante é que o filme sobre a vida dela, não mostrou nenhum de seus desempenhos em debates públicos. É interessante ver o comportamento dela e a força que demonstra contra seus adversários nesses dois minutos do Youtube!