Tico Santa Cruz ofende a inteligência dos leitores para se defender da questão da Lei Rouanet

Uma explicação simples e rápida sobre o que se esconde atrás da Lei Rouanet. Recomendo a leitura. Não tomará mais do que uns 2 ou 3 minutos de seu tempo! 👓😉

tiro

O pessoal que for aprender qualquer coisa que seja nas escolinhas de ética do Tico Santa Cruz provavelmente sairá apto a justificar tomadas de dinheiro alheio de forma mais criativa. Ao menos é isso que ele dá a entender em um post de Facebook onde faz uma argumentação bizarra para se defender de uma acusação de ter recebido verba da Lei Rouanet.

Antes aqui está a origem da reclamação do músico do Detonautas:

hipocrisia_tico_santa_cruz

E agora vamos para o OANI (objeto argumentativo não identificado) de Tico:

Por que resolvi entrar com processo contra pessoas que insistem em dizer que o Detonautas recebeu dinheiro da Lei Rouanet ?

Observem que o indivíduo Juliano Marconi é uma pessoa mal intencionada e ignorante. Ele não conhece a Lei Rouanet e confunde “Direito a Captação” com o recebimento do dinheiro aprovado pela lei.

Quando o antigo escritório do Detonautas inscreveu a banda para buscar captar verbas…

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O Petista

Fonte : Sensacionalista (seção de comentários)
Disponível em: http://sensacionalista.com.br/2015/01/22/amigos-espalham-cartazes-para-encontrar-eleitor-do-pt-que-desapareceu-do-facebook/
Acesso em : 23 jan 2015

Comentário de: Rodrigo Machado

O PETISTA (O PETRALHA)
É o cara que se escandaliza com Bolsonaro, mas não vê problema algum em Graça Foster, em Dilma ou em Lula.
É o cidadão que se preocupa com os centavos da passagem de ônibus, mas ignora os milhões da Petrobras.
É a moça que defende o aborto, mas considera a palmada um crime hediondo.
É aquele que odeia os judeus e quer a destruição do Estado de Israel, mas faz campanha contra o racismo e xinga os adversários de nazistas.

É aquele que acusa Bolsonaro de ser apologista do estupro, mas ignora o professor universitário que defendeu o estupro de Rachel Sheheerazade.
É aquele que chama empresário de sonegador, mas aceita a maquiagem fiscal da Dilma.
É aquele que protesta quando morre um traficante, mas festeja quando morre um policial militar.

É aquele que não se importa em destruir a vida do adversário, se isso for importante para a causa.
É aquele que passa a odiar sua cidade quando a maioria não vota em sua candidata.
É aquele que chama o caso Celso Daniel de “crime comum”
É aquele que prega a estatização do financiamento eleitoral.
É aquele que usa a palavra “presidenta”.

É aquele que não vê nada demais no fato de o PIB per capita da Coreia do Sul ser de 32 mil dólares e o da Coreia do Norte, de 1.800 dólares. Afinal, a Coreia comunista é mais igualitária.

É aquele que apoia o movimento gay, mas também apoia o regime cubano, que já fez campos de concentração para homossexuais
É aquele que odeia a censura, mas quer o controle social da mídia.
É aquele que faz tudo para acabar com a família e a igreja, pois sabe que elas são os principais focos de resistência ao poder do Estado e dos movimentos sociais.
No fundo ele sabe que o país está sendo saqueado, exaurido, violentado – mas diz que o problema é o Bolsonaro.
É aquele que nunca perdoa.

O problema é da Apple ou da China?

Fonte: Facebook – BBC Brasil
Título: Câmera escondida revela abuso contra empregados em fabricante da Apple na China
Disponível em: https://www.facebook.com/video.php?v=10152574962637816&fref=nf
Acesso em: 23 jan 2015

O vídeo é altamente didático e é excelente para ilustrar o cuidado que todos devemos ter com a maneira como as informações que nos são jogadas pela mídia devem ser por nós processadas e filtradas.

É fator conhecido que a BBC não é politicamente isenta. Via de regra, suas matérias são de cunho socialista. O interessante nesta “reportagem” é que em nenhum momento a BBC critica a China ou o sistema de trabalho imposto pelo Estado comunista ao povo chinês, já que o que acontece nesta fábrica chinesa que produz artigos para a Apple deve acontecer em toda a China. O foco da reportagem, é claramente, destruir a reputação e a imagem da Apple – símbolo de sucesso do empreendedorismo e do mundo capitalista.

Embora, obviamente, não defenda a Apple nem qualquer empresa que mantém seus empregados sob o regime escravo mostrado na reportagem, as perguntas que deveriam ser feitas é:
1 – Como a Apple sozinha poderia se contrapor ao regime de trabalho imposto pela ditadura comunista da China?
2 – Se a Apple, em protesto não usasse mais fábricas chinesas para produzir seus aparelhos, seria melhor para esses trabalhadores?
3 – Como qualquer empresa – e não só a Apple – que. em defesa dos direitos humanos básicos, se negue a produzir seus produtos na China, em fábricas chinesas, sob as condições mostradas no vídeo poderia competir num mercado em que todas as demais empresas se aproveitam disso para lucrar?
4 – Porque não só a Apple, mas outras empresas que, apesar das constantes denúncias de trabalho escravo na China e em outros países do sudeste asiático, continuam a produzir ali seus produtos?

Dilema da direita: Responsabilidade X Derrotismo

Manifestação em Ipanema
Participação do povo carioca na única manifestação contra o governo Dilma feita na cidade (Pça. Gen Osório) em 6 de dezembro de 2014


A foto publicada tem meramente o caráter de ilustração!

É, também, uma denúncia contra o comodismo e o egotismo – ou será simplesmente analfabetismo político? – da população da cidade do Rio de Janeiro que sofre tanto quanto qualquer brasileiro com o Governo Federal, ou até mais, se considerarmos os incríveis, inacreditáveis, transtornos na mobilidade urbana provocados pelos delírios megalomaníacos de nosso ex-governador e seu atual prefeito, os quais se somam aos problemas criados pelo governo petista, comuns a todos os brasileiros.

Todo carioca reclama das dificuldades porque passa para se locomover, pagar suas contas e arrumar emprego na Cidade Maravilhosa, mas um número muito pequeno de pessoas, quase insignificante mesmo, se dispõe a pelo menos com sua presença, dar força aos movimentos de protesto que bravamente lutam para despertar o sentimento de indignação e revolta do alegre cidadão que é ” mora num ‘patropi’, é flamengo e tem uma nêga chamada Tereza”.

A mensagem a seguir é uma tentativa de alertar a quem se permitir ser alertado, para o fato de que temos que ir muito além da mera reclamação e dos comentários sobre o baixo nível da programação de TV e a desinformação de nossos jornais.


Para Pensar!

Fonte Facebook Página de Luciano Ayan
Disponível em: https://www.facebook.com/ceticismopolitico/posts/831854390208371?fref=nf
Acesso em: 20 jan 2015

O discurso desculpista de direita é baseado em determinados padrões de comportamento. Um dos mais bizarros é aquele que apresenta uma proposta petista, seguida pelo vislumbre de um futuro pavoroso, e do anúncio: “(x) é questão de tempo”.
Esse tipo de posicionamento é sempre uma manifestação do desculpismo.

Por uma perspectiva responsabilista a questão não é tempo, mas sim se deixamos ou não algo acontecer.
A constatação óbvia vem apenas de uma dinâmica: quando se fala em “questão de tempo”, esconde-se a responsabilidade de todos aqueles ao seu lado, mas quando se menciona “questão de responsabilidade nossa”, então reconhecemos nossa parcela de responsabilidade no resultado. Quem não aceita responsabilidade (nem mesmo a sua pequena parcela), tira da cartola a variável “tempo”.

Eu já disse mais de uma vez que a grande ameaça não era o Foro de São Paulo, mas uma doença que viralizou nos intelectuais orgânicos de direita do Brasil: a ingenuidade política.

Mas não é apenas a ingenuidade política o problema. O desculpismo político é outro fator doentio.

Observe ao seu redor quantos impulsos por desculpismos surgem por aí. Vemos a todo momento desabafos como “ah, não tem mais jeito” ou “ei, não adianta, desista”, que são verdadeiros mísseis teleguiados disparados contra nós… a partir de dentro.
As duas maiores lutas de nosso tempo são: responsabilistas X desculpistas, e conscientes X inconscientes no jogo político. A vitória do primeiro time contra o segundo, em ambos os casos, é suficiente para derrotar qualquer ameaça “maior”, inclusive o Foro de São Paulo.


Comentando:
Quantas vezes a gente se depara com a mensagem “os próximos seremos nós”. Seremos? Sim, seremos enquanto permanecermos em casa com os traseiros colados na poltrona ou nas praias apreciando a campanha de “Topless” em Ipanema!

1) O assassinato de chargistas, autores de um humor – em MINHA opinião- de péssimo gosto, em menos de 1 semana mobilizou a Europa inteira contra o terrorismo e a favor da Liberdade de Expressão, levando milhões de pessoas para as ruas em defesa da democracia ocidental.
2) Morre de maneira suspeita o procurador que no dia seguinte iria apresentar provas incriminando a Kirchner, e o povo argentino se mobiliza.

No Brasil, o Governo há 12 anos, a cada pronunciamento, a cada demonstração de solidariedade e de “indignação”, a cada decreto que publica, estupra as nossas mais íntimas e preciosas convicções e nós, o máximo que fazemos é escrever nas redes sociais que “seremos os próximos”?

Sim, nós corremos o seriíssimo risco de “sermos os próximos”, e com certeza seremos, se não resistirmos, se não nos indignaremos publicamente e se não nos mobilizarmos contra eles nas ruas.

Hannah Arendt – 002

hannah-arendt-002

Quando cerca de duas décadas após o término da II Guerra Mundial, o mundo ainda se recuperava dos horrores da guerra, Hannah Arendt empreendeu a tarefa de escrever uma das maiores obras do Século XX: “As Origens do Totalitarismo”.

No livro Hannah fez uma pesquisa exaustiva sobre os acontecimentos que levaram genocídio de mais de 6 milhões de judeus na Europa. Logo na introdução à parte em que estuda as origens do antissemitismo, Hannah explica o objetivo de seu livro:

“Creio ser óbvio que isso [a primeira ocorrência de genocídio na história da civilização ocidental]
exige não apenas lamentação e denúncia, mas também compreensão . . . Este livro é uma tentativa de compreender os fatos.”

Mais do que nunca, voltamos a viver, como a geração do início do século passado, em tempos tumultuados nos quais os acontecimentos mundiais deixam perplexas todas as pessoas de bem. Aparentemente o mundo nada aprendeu dos horrores da II Guerra. Mais do que nunca as palavras de Hannah Arendt na figura cima se tornam um lembrete e um alerta para o despertar das consciências de todos os que discordam do que vêem acontecer diuturnamente diante de seus próprios olhos no Brasil e no mundo.

Esforço de Dilma para liberar traficante brasileiro condenado na Indonésia dá em água

O pior disso tudo é ser envergonhado pela terrorista “indignada”, que não me representa, porque sou um do 60% de brasileiros que não votaram no PT.

Aí, em “retaliação” (imbecil) ela chama o embaixador brasileiro na Indonésia para estudar a melhor maneira de se vingar do povo indonésio.

Ainda não percebeu que só os brasileiros frouxos e incompetentes que trabalham com ela se borram todos quando ela berra. Acredito que a Indonésia esteja preocupadissima com o “estremecimento” das relações com a “indignada”.

http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/01/dilma-esta-indignada-com-execucao-e-chama-embaixador-ao-brasil.html

farc

Conforme vemos no UOL, a Indonésia negou pedido de Dilma para não executar traficantes brasileiros presos por lá:

O governo da Indonésia rejeitou o apelo feito pela presidente Dilma Rousseff (PT), na manhã desta sexta-feira (16), para que os brasileiros Marcos Archer Cardoso Moreira e Rodrigo Gularte, não fossem executados. A presidente falou, por telefone, com o presidente da Indonésia, Joko Widodo.

A conversa entre Dilma e Widodo foi a mais recente tentativa do governo brasileiro de evitar a execução de Archer, prevista para este domingo (18), por fuzilamento.

Em nota, a presidente Dilma disse “lamentar profundamente a decisão do presidente Widodo de levar adiante a execução do brasileiro Marcos Archer”.

Ontem, o Itamaraty divulgou uma nota oficial informando que o governo estava “acompanhando estreitamente”  o caso do brasileiro. Ainda segundo a nota, “o governo brasileiro continua mobilizado, acompanhando estreitamente o caso, e avalia todas as possibilidades de…

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O dia em que Duvivier viu o mundo sem (todas) as viseiras da extrema-esquerda

Desde as primeiras imagens do ataque ao Charlie Hebdo que penso nesse ator em razão de uma polêmica surgida a respeito de um vídeo do Porta dos Fundos sobre o nascimento do Cristo, publicado, se não estou enganado, próximo ao Natal de 2012 ou 2013. Video este que me levou a me juntar aos religiosos que protestavam por ser desrespeitoso para com suas crenças. Naquela ocasião, parei de acessar o sítio do Porta dos Fundos na Internet, o que não deve tê-los prejudicado em absolutamente nada.

Os eventos da semana passada me ajudaram a clarear bastante o sentido da frase Liberdade de Expressão que o governo do PT está se esforçando por sufocar aqui no Brasil a exemplo do que já fizeram bem-sucedidos ditadores sul americanos como Maduro, da Venezuela e a Kirschner da Argentina.

O que o Duvivier fala aqui, nesta matéria, é um soco na boca do estômago de todos os representantes covardes ou psicopatas (não sei como classificá-los) da imprensa chapa branca que se levantaram para acusar as vítimas e defender os terroristas os quais, como aquela que nos governa, só entendem que “direito à vida” só têm aqueles que se sujeitam às suas ditaduras.

Jamais seria leitor assíduo do Charlie Hedo se fosse publicado aqui no Brasil, como fui, no passado, na época do regime militar. do Pasquim, porque respeito que outras pessoas considerem sagrados e dignos de respeito símbolos e valores que não são exatamente os meus. Mesmo assim, considero os jornalistas assassinados ,mártires da democracia como, aliás, qualquer pessoa normal, em seu estado mental equilibrado.

Também não tenho certeza se voltarei a colocar o Porta dos Fundos entre os meus “Favoritos” do Youtube, mas admito que, apesar das ideias socialistas que defende, e mesmo tendo se limitado apenas à arte do humor – o que não significa que ele não apoie a “democratização” dos meios de comunicação proposta por Dilma e seus cúmplices – o Duvivier ganhou meu respeito pela coragem de se colocar contra seus pares ideológicos nesta questão todo importante que é a da liberdade total de expressão!

gregorioduvivier

O fim do mundo parece estar próximo. Depois de Adriana Calcanhoto, é a vez de Gregório Duvivier falar algo para desgradar o partidão. Ontem ele lançou o texto Viva a Falta de Respeito, humor não é ofensivo, na Folha:

Um dos problemas de morrer é esse: vão falar muita asneira a seu respeito. E você já nem pode se defender. Não bastou serem fuzilados, os cartunistas do “Charlie Hebdo” foram vítimas de um massacre póstumo.

Pessoas de todas as áreas de atuação lamentaram a tragédia, MAS (não entendo como alguém, nesse caso, consegue colocar um “MAS”) lembraram que o humor que eles faziam era altamente “ofensivo”.

Poucas coisas irritam mais do que a vagueza desse termo “ofensivo” quando usado intransitivamente. Ofensivo a quem? A mim, definitivamente, não era. “Eles não deviam ter brincado com o sagrado”, alegam alguns. MAS (aqui sim cabe um “mas”) o que define o humor…

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