Cotas Raciais

raca-brasilFonte: http://slideplayer.com.br/slide/1269717/ Acesso em: 13 jul 2014

As cotas raciais tiveram um único grande mérito para mim. Foram o primeiro movimento esquerdista que me mostrou haver algo muito errado com o raciocínio e a lógica dos governistas e isso ainda no governo FHC. Obviamente essa falha lógica se tornou endêmica depois do petê assumir o poder.

Não conseguia entender porque estender o privilégio a uma “raça” – conceito anticientífico, que na realidade nem existe – para suprir a deficiência de representação de pessoas da tal “raça” nas nossas universidades.

A questão racial no Brasil é tão ridiculamente desconsiderada pelo povo nas ruas, que a liderança do movimento negro brasileiro, para se justificar seu coitadismo de “maioria ‘negra’ prejudicada pela minoria ‘branca'” foi obrigada a incluir na categoria de “raça negra” todos os nossos mestiços como mulatos, caboclos, caiçaras, mamelucos, cafusos etc.

Segundo meu entendimento, era óbvio que o baixo números de pessoas de cor nas universidades não se devia a um pretenso “preconceito racial” mas a uma falta de preparo que os tornasse competentes para se formar em bons médicos, bons advogados e bons engenheiros. portanto a causa estava na formação básica dada a essas pessoas nas Escolas Públicas cujos exemplares de referência na área de educação sempre foram raros.

Mas o que se via na área da educação pública era o MEC cada vez mais diminuindo os padrões de qualidade do ensino público com normas que excluíam do currículo matérias consideradas ou difíceis de mais ou impróprias e, até mesmo, impedindo a reprovação de alunos, premiando a incompetência e a vagabundagem.

Para mim era claro que se queríamos mais negros, morenos, cafusos etc. nas nossas Universidades tínhamos que melhorar o padrão de ensino e as exigências de classificação nos cursos mais fundamentais. Mas isto nunca foi o que os Governos fizeram.

Vendo que nada além dos conceitos e justificativas dos racistas negros era escrito em nossa imprensa, comecei a procurar livros e outros materiais na Internet sobre o assunto e foi quando encontrei as matérias publicadas pelo professor e filósofo Olavo de Carvalho nos seus livros “O Imbecil Coletivo I” e “O Imbecil Coletivo II” e os comentários do jornalista Reinaldo de Azevedo, publicados em seu blog.

Mais adiante, comprei o livro “Uma Gota de Sangue” de Demétrio Magnoli, uma excelente compilação que conta a história das ações afirmativas e do seu uso pelo movimento negro nos Estados Unidos para obtenção de privilégios e como através, principalmente, da ação no Brasil da Fundação Ford a estratégia utilizada naquele país para criar um movimento de ódio racial foi sendo paulatinamente implantada no Brasil até chegar às atuais “cotas raciais”. E isso ignorando o fato já mencionado, de que a maioria da população brasileira é composta por mestiços e não negros além de nem sequer considerar que no Brasil nunca ocorreu uma guerra racial como a que havia nos EUA no início do século XX, onde, entre outras arbitrariedades, um negro tinha banheiros e bebedouros públicos separados dos brancos, tinha que sair da calçada se um branco estivesse vindo em sua direção ou tinha que se sentar no fundo dos ônibus ou caso estivesse sentado fora de “seu lugar” , fosse obrigado a se levantar para ceder o lugar para um branco. Escandalosamente absurda e mentirosa é essa tentativa de igualar o Brasil e os Estados Unidos em termos de racismo. Mas eles conseguiram, mesmo assim impor suas ideias sem que a Sociedade que estava sendo estuprada pelo movimento negro pudesse se defender.

Bem o assunto até hoje é motivo de disputa porque as tais “cotas raciais” estão sendo implantadas sem que possa ser debatido na Sociedade de maneira transparente, como ilustram as duas matérias que estou indicando a seguir por dois motivos, primeiro para divulgar a má fé e o mau-caratismo dos que defendem as tais cotas e para esclarecer porque as cotas são injustas, além de ferir a dignidade dos que por elas são beneficiados.

São injustas, porque impedem que pessoas melhor preparadas entrem para as Universidades se as vagas disponíveis para tais tiverem se “esgotado”, restando apenas as vagas reservadas para as “cotas”.

Ferem a dignidade dos cotistas, os “negros”, porque passam a mensagem que, mesmo que lhes fosse dada uma educação básica pelo governo, igual a que a maioria dos aprovados nas Universidades recebiam, eles não teriam competência para competir com os demais não cotistas e que só foram admitidos às Universidades por que tinham as vagas das “cotas” reservadas para eles.

Além disso as “cotas” expõem a população a riscos incalculáveis resultantes da colocação no mercado de profissionais incompetentes, mal capacitados e despreparados para cuidar do povo brasileiro a quem deverão prestar seus serviços quer como médicos, quer como engenheiros, quer como advogados ou profissionais de qualquer outra área para a qual um curso superior de qualidade é fundamental.

Esta semana o tema foi novamente matéria de destaque na Coluna do Rodrigo Constantino: Programa “Na Moral”, de Pedro Bial, tem barraco em debate sobre cotas e sai do ar sendo, posteriormente objeto de mais esclarecimentos na página Amálgama: Atualidade e Cultura, no excelente artigo Cotas raciais e o racismo do movimento de negros, publicado por Eder de Souza

Seguem os “links” para as duas matérias:

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