Maria Clara Bubna: mais um exemplo do fascismo da extrema-esquerda

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Chegou o momento de tratar a questão de Bernardo Santoro, professor de direito da UERJ, que foi vítima de um patrulhamento ideológico tão imundo quanto imoral. Mais uma vez, a extrema-esquerda demonstra a incapacidade de convivência com o contraditório, apelando aos jogos mais sujos possíveis. Quando eles tentam se defender (e o que eles fizeram contra Santoro não tem defesa), aí criam verdadeiras obras de arte do cinismo.

Enfim, em quatro passos, vamos analisar o tamanho da perversidade, misturada com irracionalidade, dos ultra-esquerdistas nessa questão.

1. O “pomo” da discórdia

Tudo começou quando Bernardo Santoro postou em seu Facebook uma mensagem com uma série de verdades, que tendem a constranger as feministas. Veja abaixo:

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Guardem bem essa mensagem que acabaram de ler. Ela nos será útil no passo 4, lá no final.

2. Após perseguição ideológica, Bernardo Santono pede exoneração do cargo 

Como pode-se ver na página de Facebook de Bernardo

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Eurasianismo

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As matérias do Professor e Filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, sempre são instrutivas e esclarecedoras, além de conter um alerta que, se desprezado, nunca deixará de cobrar o seu preço do leitor negligente e descrente.

O professor Olavo apenas usa seu privilegiadissimo cérebro e o volume imenso de dados e informações colhidos ao longo de décadas de estudo e leitura para juntá-los todos numa lógica impecável e que, até onde é do meu conhecimento, nunca deixou de se cumprir.

Agora ele escreve mais uma vez sobre o Professor Dugin, com quem manteve um debate histórico e alerta sobre o mal do eurasianismo que hoje está ameaçando o ocidente, como bem ilustra o conflito na Ucrânia, além das investidas contra a democracia na América Latina e, até mesmo, nos Estados Unidos da América.

Teoria da conspiração? As esquerdas gostariam que todos pensassem assim, assim como eram teorias da conspiração o Foro de São Paulo, a tomada do poder pelos socialistas na América Latina e na América.

Segue a matéria:

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:


(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/.)

O Império Eurasiano tal como o concebem Alexandre Duguin e seu principal discípulo, o presidente Vladimir Putin, é uma síntese da extinta URSS com o Império tzarista. Como a teoria que fundamenta o projeto é por sua vez uma fusão de marxismo-leninismo, messianismo russo, nazismo e esoterismo, e como dificilmente se encontra no Ocidente algum leitor que conheça o suficiente de todas essas escolas de pensamento, cada um só enxerga nela a parte que lhe é mais simpática, comprando às cegas o resto do pacote.

Os saudosistas do stalinismo vêem nela a promessa do renascimento da URSS. Conservadores aplaudem o seu moralismo repressivo soi disant religioso. Velhos admiradores de Mussolini e do Führer apreciam a sua concepção francamente antidemocrática do Estado, bem como seu desprezo racista pelos povos destinados à sujeição imperial. Esoteristas, seguidores de René Guénon e Julius Evola, julgam que ela é a encarnação viva de uma “metapolítica” superior, incompreensível ao vulgo, mais ou menos como aquela que é descrita pelo romancista (e esoterista ele próprio) Raymond Abellio em La Fosse de Babel. Muçulmanos acabam às vezes aderindo ao projeto por conta do seu indisfarçado e odiento anti-ocidentalismo, na vaga esperança de utilizá-lo mais tarde como trampolim para a criação do Califado Universal, que por sua vez os “eurasianos” acreditam poder usar para seus próprios fins.

Não seria errado entender o eurasianismo como uma sistematização racionalizada do caos mental internacional. Neste sentido, sua unidade essencial não pode ser buscada no nível ideológico, mas na estratégia de conjunto que articula num projeto de poder mundial uma variedade de discursos ideológicos heterogêneos e, em teoria, conflitantes.

Não se deve pensar, no entanto, que esse traço definidor é único e original. Ao contrário do que geralmente se imagina, todos os movimentos revolucionários, sem exceção, cresceram no terreno fértil da confusão das línguas. O eurasianismo só de destaca dos outros por cultivar, desde a origem, uma consciência muito clara desse fator e, portanto, um aproveitamento engenhoso do confusionismo revolucionário.

Qualquer que seja o caso, o uso da violência genocida como instrumento de ocupação territorial está tão arraigado nos seus princípios estratégicos que, sem isso, o projeto inteiro não faria o menor sentido.

Essa obviedade não impede, no entanto, que cada deslumbrado do eurasianismo continue vendo nele só aquilo que bem entende, tapando os olhos para as partes desagradáveis. Se milhões de idiotas fizeram isso com o marxismo durante um século e meio, recusando-se a enxergar o plano genocida que ele trazia no seu bojo desde o princípio — e explicando ex post facto os crimes e desvarios como meros acidentes de percurso — , por que não haveriam de dar uma chance ao mais novo e fascinante estupefaciente revolucionário à venda no mercado?

***

A propósito do xingamento coletivo à Sra. Dilma Rousseff, que tanto indignou o ex-presidente Lula e o levou abrir guerra contra os que “não sabem do que somos capazes”, coloquei na minha página do Facebook estas duas notinhas, que se tornaram imediatamente virais e acho oportuno reproduzir aqui:

(1) “O governo petista habituou a população a desrespeitar tudo — a ordem, a família, a moral, as Forças Armadas, a polícia, as leis, o próprio Deus. Se esperava sair ileso e ser aceito como a única coisa respeitável no meio do esculacho universal, então é até mais louco do que parece.”

(2) “O sr. Lula xingou o então presidente Itamar Franco de “f. da p.”, disse que a cidade de Pelotas é “exportadora de veados”, gabou-se (por brincadeira, segundo Sílvio Tendler) de tentar estuprar um colega de cela e confessou (em entrevista à Playboy) ter nostalgia dos tempos em que os meninos do Nordeste faziam — se é que faziam – sexo com cabritas e jumentas. É a pessoa adequada para dar lições de respeitabilidade à nação brasileira. Todo mundo sabe do que ele é capaz.”

Fonte: Mídia Sem Máscara
Título: Eurasianismo e genocídio
Autor: Prof. Olavo de Carvalho
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/15281-2014-06-20-22-02-48.html
Acesso: 21 jun 2014

Tradução da matéria postada no sítio Ucrânia Unida (em inglês), indicado na matéria do prof. Olavo.


A página web de petições eletrônicas change.org publicou uma petição dos estudantes aos dirigentes da principal instituição de alta educação de Moscou, a Universidade Estatal Lomonosov de Moscou para demitir o odioso “filósofo” Alexandr Dugin de lecionar no país. A razão foram suas declarações militaristas sobre os ucranianos.

Os autores da petição acreditam que

“as atividades públicas do ‘professor’ Dugin estão em desacordo com a posião que ele ocupa no sistema de educação pública, causam dano à imagem da ciência russa e ao status da Universidade Estatal Lomonosov de Moscou. Como tal, o professor Dugin fez apelos diretos ao assassinato, alegando que esta era sua posição como professor:

Como professor é isso que eu penso.

O filósofo Sergey Datsiuk publicou mais tarde uma declaração com a qual os autores da petição estão em completo acordo:

Em 6 de maio de 2014, numa entrevista à agência Anna-News, o professor Alexandr Gelievich Dugin, da Universidade Estatal M. V. Lomonosov de Moscou, ao descrever a alegada não-humanidade dos ucranianos apelou para o seu extermínio. Sobre os ucranianos, ele diz o seguinte, literalmente, aos 18 minutos da entrevista

Matar, matar, matar! Chega de conversa! Como professor é assim que eu penso.

  1. Como a declaração de Dugin se enquadra no estatuto da MSU e na sua [da Universidade] posição na sociedade da Rússia e no resto do mundo?
  2. Dugin é mesmo um professor da MSU e se é, continuará professor depois dessa entrevista?
  3. È a posição de Dugin a posição oficial da MSU e compartilham de sua opinião todos professores da MSU?

Fonte: Ukraine is United
Título: Moscow students demand to fire Dugin from the Moscow State University for sparking hatred towards Ukrainians
Autor: Rufabula (em russo)
Tradução para o inglês: Mariya Shcherbinina
Disponível em:
Acesso: 21 jun 2014

Um grito contra o preconceito!

Monumento_ao_Imigrante

Monumento ao Imigrante (Caxias do Sul)

Apenas divulgando!

Autor: Isabela Raposeira
Fonte: Coffee Lab
Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=676311849109351&set=a.297292433677963.68199.138459719561236&type=1&relevant_count=1
Acesso: 21 jun 2014

Descobri na semana passada que faço parte de uma minoria que sofre preconceito e discriminação: a elite branco-europeia nascida no Brasil.

Sim, sou branca e, pelo jeito, elite.

Tenho uma empresa que emprega (e paga acima do mercado) há 10 anos.

Pago TODOS os impostos (motivo de incredulidade e chacota por parte de familiares).

Pago no mínimo 3 vezes mais aos meus fornecedores de café, podendo chegar a 5.

Poderia ter comprado os caríssimos ingressos para a abertura da copa brasileira. Apenas não o fiz por não apoiá-la desde seu anúncio, anos atrás.

Conquistei, trabalhando honesta e enlouquecidamente, cada vitória e crescimento, da empresa e na minha vida pessoal.

Não sentirei vergonha pelas minhas conquistas, pelo meu status social, pela minha pele branca.

E minha empresa, certamente, faz muito do que o governo deixa de fazer, ajudando famílias, fazendo doações e, especialmente, pagando dignamente – fornecedores e funcionários.

Sou parte desta nação, tanto quanto aqueles que têm outro tipo de ascendência ou que sofrem exatamente pela negligência dos que me discriminam.

Discriminação é crime e minha voz é representativa, sim.

Isabela Raposeiras

PS1: post em resposta às recentes colocações inacreditáveis e racistas do Sr. Lula e de alguns jornalistas.
PS2: O Bolsa Família não é suficiente para comprar ingresso da copa.

E os radicais decretaram: “Não vai ter Copa”!

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A foto acima, foi tirada hoje, 12/6, às 11:30 h, do 11º andar do prédio em que trabalho, na Praça Pio X, na Candelária.

Registra o momento em que essa “multidão” de umas 200 pessoas começava a se mover para entrar na Av. Rio Branco, e tentar espalhar o caos na vida de milhares de cariocas que só queriam curtir o clima de mais uma Copa do Mundo.

Foi patético ver essa turma de patifes, mascarados de V de Vingança e de Black Blocs berrando “Não Vai Ter Copa” e milhares de passantes vestidos com a camisa da seleção, a bandeira do Brasil na cabeça e no corpo, perucas verde e amarela e os camelôs tocando todo o tipo de buzina. Foi O POVO dando como quê um tapa na cara dos radicais de esquerda! Patético e cômico, se não fosse trágico, porque essa turba minúscula é que inferniza a vida do Povo Brasileiro com sua ideologia retrógrada e assassina.

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Outro evento que lavou a alma neste primeiro dia de Copa do Mundo, foi o relatado pelo Reinaldo de Azevedo no link a seguir.
Mesmo escondida, Dilma não escapa das vaias

A Presidente que quer continuar destruindo o Brasil pelos próximos quatro anos, resolveu fazer seu discurso de abertura às escondidas no palácio do Planalto para evitar as vaias. Registra o Reinaldo de Azevedo:

Quando a festa foi concluída, as cadeiras do Itaquerão já estavam quase totalmente ocupadas – e depois de uma nova mensagem nos alto-falantes, pedindo aplausos aos trabalhadores que ergueram ou reformaram os doze estádios do Mundial, o público iniciou um novo coro, desta vez com um xingamento à Fifa e a presidente Dilma Rousseff, presente nas tribunas.

Poucos eventos poderiam registrar o tremendo fracasso político do PT como representante máximo do radicalismo de esquerda.

Na inauguração do Estádio do Morumbi, em São Paulo, em plena ditadura militar, o então Presidente, Emílio Garrastazu Médici compareceu ao Estádio para o evento e:

Médici vestia bem o figurino de torcedor, gostava de futebol. ia aos estádios. Esteve na inauguração do Morumbi [1970] e fez questão de passear pelo gramado, sendo aplaudido pelo público que lotava o local. Depois, foi para as tribunas. Estava acompanhado por Nélson Rodrigues, seu convidado especial, que registrou numa crônica para O GLOBO aquele momento:

É preciso não esquecer o que houve nas ruas de São Paulo e dentro do Morumbi. No Estádio Mário Filho, ex-Maracanã, vaia-se até minuto de silêncio e, como dizia o outro, vaia-se até mulher nua. Vi o Morumbi lotado, aplaudindo o presidente Garrastazu. Antes do jogo e depois do jogo, o apluso das ruas, Eu queria ouvir um assobio, sentir um foco de vaia. Só palmas.

Fonte:
VILLA,Marco Antonio. Ditadura à brasileira: 1964-1985. A democracia golpeada à esquerda e à direita. São Paulo:LeYa. 2014. ISBN 978-85-8044-958-7. Pg. 170

Equívocos do feminazismo

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Achei muito interessantes o comentário transcrito a seguir e os 3 vídeos a ele anexados.

Sobre o video da sra. Sara Winter tenho os seguintes comentários:

O assunto me interessa particularmente porque tenho uma pessoa muito querida da família que foi capturada pelos ideologistas da Teoria de Gênero, o que me cria um estado de angústia permanente. Por mais que ame esta pessoa – e a amo incondicionalmente -, não tenho tempo para me dedicar a um assunto que abominei desde os dias da velha Betty Friedan. Tenho muito a aprender sobre o marxismo, e o socialismo para me dedicar a este absurdo que é a Teoria de Gênero. Por isso, embora muito superficialmente, para mim os vídeos foram bastante instrutivos.

Pude observar o que, em minha opinião, além das denuncias do Strieder Hien, foram pelo menos dois, os equívocos que observei, da sra. Sara Winter, no vídeo “mimimi” que encabeça a lista dos comentários do Cidadão.

O primeiro quando ela fala que foi buscar seu marido no quartel e estava vestida com blusa decotada e saia curta “para mim”, diz ela, ” e para meu marido”. Quer dizer ela tem plena consciência e sabe com certeza absoluta que a roupa que ela estava usando era capaz de produzir no marido dela a sensação erótica – ou talvez fosse apenas o sentimento de admiração estética pela beleza, acredito, de seu visual -, que ela, aparentemente, buscava dele!

O que a faz concluir que os demais homens do quartel, se possuidores de sentimentos iguais aos do marido dela, não fossem também reagir de acordo? Ainda mais num lugar repleto de homens jovens, alguns com 18 anos, ou pouco mais, de idade?

É uma idiotice burra dessas feminazis querer aparecer semidespidas, quando não totalmente nuas e ainda por cima esperar que os homens presentes reajam como se estivessem vendo um mapa da Bolsa de Valores do Paraguai e que não tenham nenhuma reação fisiológica, que é a principal característica evolutiva que permitiu a existência da espécie humana desde que o primeiro anfíbio rastejou para a terra até nosso dias.

Um segundo deslize, em minha opinião, foi quando a Sra. Winter reclamou (com certa razão) de ser chamada, nas próprias palavras dela, de “vadia, piranha e puta”. Ora, elas mesmas, as feminazis, se rebaixam e se desclassificam quando identificam seu movimento como “A Marcha das Vadias”. Se elas mesmas se identificam como Vadias (que, em outra palavras quer dizer que se aceitam como “piranhas e putas”), porque se ofendem quando outros as rotulam pelo que se identificam?

Bem, sei que há entre essas minorias uma estranha atitude para com palavras que eram usadas paa desqulificá-las. Quando são militantes da mesma corrente que as usam, é uma brincadeira, algo a ser tratado como “engraçadinho”. Quando alguém de fora usa essas mesmas palavras em relação a eles, aí é uma ofensa e um preconceito. Por exemplo, os homossexuais às vezes se dirigem uns aos outros como “viados” mas, se um hetero chama um homossexual de “viado, corre o risco de ser preso. Um negro chama outro negro de crioulo” mas se um branco chamar um negro de “crioulo”, é processado como racista.

Muito esquisito este mundo orwelliano que as esquerdas estão se esforçando por criar. no Brasil e no mundo. 😦

Segue transcrição do comentário:

Luciano, você viu este vídeo recente da Sara Winter?

E você viu o Strider Hien militando largamente, não só falando do que a ex-Femen disse como também desmontando aquelas invenções gramscistas recentes de “gordofobia” e slut-shaming?

Cinco dias antes do que disse o Strider, houve esta outra resposta do canal bematematica (sendo que esse cara não pode ser considerado como contrário ao marxismo-humanismo-neoateísmo):

Observe como há um bom grau de coincidência de pontos de vista, mesmo sendo pessoas de espectro completamente diferente. Aqui vou acabar sendo humanitário e me preocupar com a Sara Winter, pois ela acabou por me dar uma ideia de como pode ser a reação de alguém que foi inocenteutilizado e racionaliza o quanto pode para não ter de admitir que foi inocenteutilizado. Pode ser que ela esteja contando coisas meio absurdas (como uma centena de soldados falando grosserias ou os tais velhos gordos) meio que querendo acreditar no que diz.

Vou me preocupar também com o estado a que pode chegar um marxista-humanista-neoateísta com alto grau de funcionalidade e pouco ou nenhum beneficiarismo ao constatar que os beneficiários se deram bem e ele continua e continuará na mesma, podendo inclusive ser deixado para trás por aqueles que diziam apoiá-lo. Não devem ser poucos os que estão em uma situação que a mim soa tão lastimável quanto a da outrora cara do Femen Brasil. No caso dela, até chegou a ter algum beneficiarismo mas subitamente este lhe foi tirado, o que pode gerar reação depressiva assemelhada à de quem teve muito dinheiro e perdeu tudo. Poderemos também perguntar se o Rivotril que ela diz tomar não teve algum efeito colateral que pode ter culminado em ela gravar esse vídeo tão fossa, tão estranho e comentado por dois caras de visões diametralmente opostas em vídeos que apresentam bom grau de coincidências opinativas.

Aqui também fica aquela questão de que há muito MHN (marxistas-humanistas-neoateístas) por aí que investiu demais na tal ideologia, ganhou fama por causa dela e está no que poderíamos chamar de “ponto de não-retorno” (usando termo aeronáutico referente àquela altura da pista em que se o avião não decolar irá fatalmente gerar acidente em terra). Sara é só uma delas e chegou aonde chegou porque não tinha nada além de feminismo em sua vida, mas sendo desprezada não só pelas feministas brasileiras como pelo próprio Femen mundial. Aqui podemos também considerar o fato de que MHNs costumam ser extremamente inseridos na tal ideologia, a ponto de a mesma virar, mais do que uma religião, uma seita, que vai descartando aqueles que não se encaixam rigorosamente nela, ou uma pirâmide política análoga a uma pirâmide financeira, que vai arruinando os peixes pequenos quando chega ao ponto de insustentabilidade absoluta. O cara vive o MHN, convive com MHNs, recusa o convívio com não-MHNs, demoniza anti-MHNs e, quando deixado para trás pelos próprios MHNs, acaba indo para um fundo de poço sem tamanho que pode fazê-lo ficar devastado, mas com o problema de aqui não notar que aquilo que está fazendo é que o está levando à ruína.

Desejo que Sara Winter se recupere, até por ser pessoa como nós e, como tal, única e irrepetível. Que ela consiga em algum momento pôr a mão na cabeça e jogar fora toda essa ideologia e passar a ver as coisas com mais realidade. É algo muito difícil e a maior parte dos MHNs que passaram do ponto de não-retorno não conseguirá fazer, mas ainda assim desejável, ainda mais quando pensamos que muitos dos anti-MHNs de hoje já forma MHNs ou propagadores inconscientes de gramscismo em passado não muito distante. Enfim, que Deus a abençoe. E que mais e mais pessoas consigam deixar o MHN para trás sem ser preciso chegar a um ponto em que aparentemente se está transtornado.

Comentário de “Cidadão”
Fonte: Ceticismo Político
Título: Thomas Pikaretty OU Por que o socialismo deu mais certo do que muitos pensam?
Publicado em: Seção “Cometários” da página
Acesso em: 08 jun 2014

Uma história americana

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[Re]Pense!

O que nos interessa, a nós brasileiros, às vésperas da Copa e de um SEN-SA-CIO-NAL amistoso entre a nossa auriverde seleção e a Sérvia, o que acontece com nossos “brothers” do norte? Talvez, nada, para os socialistas morenos. Talvez tudo, para quem tem pelo menos um dos 3 olhos BEM abertos (antes que alguém divague para outras plagas, informo que o terceiro olho é aquele que os budistas acreditam que todos temos). Barak Hussein Obama está para os americanos o que Lula está para os brasileiros.

Meus amigos neo-ateus viviam acusando o Prof. Olavo de Carvalho de não gostar do Obama e de “imaginar teorias da conspiração”. O interessante é que era a mesma acusação que faziam com relação à exposição feita pelo filósofo daquele organismo agitador internacional, liderado pelos Castro de Cuba e pelo PT e que é aqui conhecido como Foro de São Paulo que, infelizmente, graças ao completo silêncio da mídia sobre o assunto e à bem sucedida campanha difamatória movida contra o professor pelas esquerdas, provou-se ser, não uma “teoria da conspiração” de um louco, mas um verdadeiro organismo ligado à Internacional Comunista que pretende – e está em vias de conseguir – recuperar na América Latina, o que o comunismo perdeu no leste europeu.

Bem, os brasileiros acreditaram nos socialistas e na mídia chapa branca, vendida. Em resultado estamos penando e, se nada for feito com urgência, em breve, muito breve, estaremos, como os nossos “hermanos” venezuelanos e argentinos, comendo o pão que o diabo (literalmente) está amassando.

Aos americanos ainda resta a possibilidade de acreditar que o Professor Olavo não está sonhando “Teorias da Conspiração”, ou, caso prefiram, agir como os brasileiros e se descobrir, um dia lutando desesperadamente para manter o mínimo de liberdade que os socialistas ainda não teriam conseguido destruir. Será que o povo americano vai agir? Ou vai “pagar para ver”?

Mas, voltando à pergunta do primeiro parágrafo, o que nos interessa o que está acontecendo lá, acima do Equador? Não pode ser pelo mero acaso que lá, como cá, estejam acontecendo exatamente as mesmas coisas, resultado das mesmas ações, perpetradas pelos mesmos atores: mídia, midiáticos, acadêmicos e políticos.

Segue transcrição da matéria!

Do Enigma ao Desastre

Os historiadores do futuro, se houver futuro, talvez nos dêem a solução do maior enigma político de todos os tempos. Por enquanto, tudo são névoas e perguntas sem respostas. Um homem que veio não se sabe de onde, que nunca teve um emprego fixo, que pagou seus estudos nas universidades mais caras com dinheiro de fonte misteriosa, que trocou de nome pelo menos quatro vezes, que nunca exibiu um só documento de identidade válido mas apresentou pelo menos três falsificados, que tem uma história de vida toda repleta de episódios suspeitos e passou anos em companhia íntima de gangsters e terroristas, um dia se elegeu senador pelo Estado de Illinois e, depois de apenas alguns meses de experiência política – se é que se pode chamar de experiência a ausência na maioria das sessões –, foi guindado à presidência da nação mais poderosa do globo sob aplausos gerais, despertando em centenas de milhões de eleitores a maior onda de esperanças messiânicas de que se tem notícia desde Lênin, Mussolini, Stálin, Hitler e Mao Dzedong. Decorridos seis anos de administração indescritivelmente desastrosa, continua no posto, impávido colosso, sem que ninguém possa investigar as zonas obscuras da sua biografia sem ser xingado de tudo quanto é nome pelos maiores jornais do país, bem como pela elite dos dois partidos, Democrata e Republicano. Aparentemente a obrigação mais incontornável do eleitor americano hoje em dia é deixar-se governar sem perguntar por quem, e fazendo de conta que tudo está perfeitamente normal.

Uma vez persuadido a acomodar-se a essa situação, sob pena de tornar-se um inimigo público, o cidadão está pronto para aceitar silencioso e cabisbaixo qualquer decisão que venha do governo, por absurda, imoral e inconstitucional que seja.

A última foi essa incrível troca de cinco dos mais temíveis líderes do Taliban por um soldadinho desertor – sem consulta ao Senado, é claro, o que soma à injúria o insulto.

Mas antes disso o número e a gravidade dos crimes do presidente já haviam ultrapassado as mais tétricas especulações futuristas: duplicou a dívida nacional que prometera reduzir, desmantelou o sistema de saúde para colocar em seu lugar a fraude monumental do Obamacare, pressionou hospitais religiosos para que realizassem abortos, entregou armas a traficantes mexicanos e terroristas sírios, encheu de dinheiro estatal firmas falidas de seus amigos e contribuintes de campanha, desmoralizou o dólar, estragou as relações diplomáticas com Israel, fez mil e um discursos culpando os EUA de tudo quanto acontece de mau no mundo, teve dezenas de encontros secretos com membros e parceiros da Fraternidade Muçulmana, usou o imposto de renda para perseguir inimigos políticos, instalou um monstruoso sistema de espionagem interna para chantagear jornalistas, incentivou o quanto pôde o ódio racial, armou a polícia civil com equipamentos de guerra para aterrorizar cidadãos desarmados, acabou com a liderança americana no mundo, recusou socorro a um embaixador cercado por terroristas e, depois que ele foi assassinado, tentou enganar o país inteiro com a historinha ridícula de que foi tudo culpa de um vídeo do youtube. Nesse ínterim, tirou mais férias, deu mais festas e jogou mais partidas de golfe do qualquer dos seus antecessores, além de faltar sistematicamente ao briefing diário com seus assessores. Nas horas vagas, sua esposa se dedicava a uma campanha altamente humanitária para que as crianças comessem mais nabos e menos batatinhas fritas, provocando a ira da população infantil.

A sucessão de ações maldosas e antipatrióticas, entremeada aqui e ali de futilidades obscenas, é tão incessante, tão coerente, que toda tentativa de explicá-la pela mera incompetência vai contra o mais mínimo senso de verossimilhança. Como escreveu Eileen F. Toplansky no último número do American Thinker, o homem não é um fracasso: é um sucesso. Sucesso num empreendimento frio e calculado de destruição do país (v. http://www.americanthinker.com/2014/05/a_most_successful_president.html).

Se, a despeito disso, ele continua blindado e inatingível, é porque a Constituição e as leis foram desativadas, sendo substituídas por um novo princípio de ordem: a autoridade da grande mídia, aliada à força de intimidação de uma vasta rede de colaboradores dispostos a tudo e amparada em corporações bilionárias interessadas em remover os EUA do caminho do governo mundial.

O Sistema americano, em suma, já não é mais o mesmo, e a restauração do antigo, se for possível, levará décadas. A obra de devastação foi muito além dos seus efeitos políticos imediatos: mudou o quadro inteiro da autoconsciência americana, fez da grande potência um país doente e aleijado, incapaz de reagir às mais brutais agressões psicológicas. Incapaz até mesmo de escandalizar-se.

A passagem de Barack Hussein Obama pela presidência é o acontecimento mais desastroso que já se abateu sobre os EUA desde o bombardeio de Pearl Harbor.

Publicado no Diário do Comércio.

www.olavodecarvalho.org

Origem: Mídia Sem Máscara
Autor: Olavo de Carvalho
Título original: Do enigma ao desastre
Disponível em: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/estados-unidos/15241-do-enigma-ao-desastre.html
Acesso em: 06 jun 2014

Pensar diferente ou pensar com a maioria?

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Este meme tem muito a ver comigo.

De fato perdi inúmeros “amigos”, quando, mesmo na minha total ignorância sobre o gramscismo, protestava contra um comportamento e um “nivelar por baixo” que não se encaixava nas minhas convicções.

Levei tempo para descobrir o completo idiota útil que fui durante muitos anos, defendendo bandeiras esquerdistas sem sequer saber que são propostas que visam, além de manter vivas ideias totalitárias e assassinas, facilitar a tomada do poder e a escravização de nosso povo por sociopatas corruptos e assassinos.

Mas hoje, depois de tudo que vi acontecer na América Latina e que está acontecendo no Brasil, posso dizer com orgulho que eu estava certo em me rebelar. Isto aconteceu graças á minha formação religiosa e escolar, onde aprendi a respeitar as liberdades civis e defender os direitos individuais: de sermos livres para pensar e nos expressar, o que me levou a confrontá-los em ocasião nas quais estavam unidos numa ação cerceadora das liberdades individuais, mesmo sem ter noção, além de minha consciência, do porquê aquilo que lia nas redes sociais, via e ouvia me soava errado.

Esta desorientação mental em que fui lançado por ideias alienígenas, me obrigou a voltar a estudar aprendendo sobre uma área pela qual nunca me interessei, política, e a, ler muito, buscar os fatos nas próprias fontes e a pensar. Sem dúvida duas grandes influências como que me “empurraram” para este caminho: o professor e filósofo Olavo de Carvalho e o jornalista Reinaldo de Azevedo.

E os meus ex-“amigos”? Bem, nunca mais tive contato ou notícias deles, mas, na época em que os conheci, diziam se revoltar contra as “amarras da religião” (eu também estava muito revoltado com a religião naquela época) e por isso queriam acabar com todas as religiões e toda a fé em Deus, mas, na verdade, defendiam e estavam presos a uma outra religião, uma outra fé, a ideologia do socialismo e, com grande probabilidade, ainda continuem presos a ela, defendendo o indefensável e contribuindo para afundar na lama o que ainda resta de dignidade no Brasil.

Na verdade eles nunca foram realmente atrás da verdade mas apenas de seus próprios interesses egoístas. Sinto muito por eles porque alguns me pareciam pessoas realmente boas porém mal orientadas.