Olavo de Carvalho – 0001

Olavo de Carvalho - 0001

Durante a minha leitura do livro do filósofo e professor Olavo de Carvalho, tomei nota de alguns trechos que me chamaram a atenção. Copiava os trechos do livro enquanto me dirigia ao trabalho no metro Rio de Janeiro e depois de algum tempo passei não só a transcrever o que achava marcante, como também incluir meus comentários.

Este meme inaugura a série.

Todos os textos transcritos nesta série pertence ao livro:
CARVALHO, Olavo do . O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota. Organização de: BRASIL, Felipe Moura.1. ed. – Rio de janeiro:Record, 2013. ISBN 978-85-01-40251-6

Causas para ascenção do socialismo nos EUA

propaganda da guerra fria

Ben Shapiro é um autor que tem trazido à tona alguns dos problemas que a direita americana tem enfrentado e que tem significado para ela, derrota nas últimas eleições presidenciais. Suas credenciais estão no final da matéria a seguir. Neste breve depoimento, ele argumenta a respeito das vantagens do Capitalismo sobre o Socialismo, um assunto propositalmente mantido fora das salas de aula de nossas escolas (secundárias e universidades) e que portanto merece ser considerado por todos os que buscam basear suas posições em conhecimento e não em “ouvir falar”. Esta atitude é a mais inteligente, nem que seja para consolidar opiniões já formadas que, muitas vezes, o foram sem muita compreensão de seus significados mais profundos.

A leitura da matéria aqui, sem dúvida ajudará a esclarecer alguns aspectos e talvez, até, mudar certos pontos de vista equivocados e baseados em conhecimetno parcial. O blog do Felipe Moura Brasil contêm outras matérias relacionadas, as squais também poderão aumentar o entendimento dessa disputa que hoje voltou a ser motivo de preocupação no mundo inteiro.

Segue a matéria citada:

Autor: Ben Shapiro
Tradução: Felipe Moura Brasil
Publicado em: http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/2014/01/12/por-que-o-socialismo-esta-em-ascensao-um-artigo-fundamental-de-ben-shapiro-sobre-o-perigo-vermelho/
Acesso em: 23 mar 2014

Por que o socialismo está vencendo

O capitalismo levou meio século para se recuperar da Grande Depressão. O socialismo levou metade desse tempo para se recuperar do colapso da União Soviética.
 
Em Nova York, o prefeito reconhecidamente socialista Bill de Blasio [matérias da VEJA sobre sua eleição e posse: aqui e aqui] afirmou que seu objetivo é dar um “tiro fatal no Conto da Cidade Partida” [no original, “Tale of Two Cities” [nota do RV: “Tale of Two Cities” é a estória de Charles Dickens sobre a Paris do “Terror” e a Londres do mesmo período]] – o fosso entre ricos e pobres. Em Seattle, o recém-eleito vereador Kshama Sawant se dirigiu a seus apoiadores, explicando: “Eu uso o emblema de socialista com honra.” Para grande aclamação da esquerda, o colunista Jesse Myerson, da revista Rolling Stone, fez uma coluna dizendo à geração Y [“millenials”: nascidos entre 1980 e 2000] que eles devem lutar por emprego garantido pelo governo, renda básica universal, coletivização da propriedade privada, nacionalização de ativos privados e de bancos públicos.
 
Os botões recém-floridos do marxismo já não residem na periferia. Não quando o presidente dos Estados Unidos [Barack Obama] declarou o combate à desigualdade de renda sua principal tarefa como comandante-chefe. Não quando o líder da maioria no Senado, Harry Reid, democrata de Nevada, disse que “não há maior desafio” enfrentado pela América do que a disparidade de renda. Não quando a emissora de TV MSNBC, o jornal The New York Times e os amalgamados meios de comunicação pró-Obama declararam todos como a sua missão para 2014 uma campanha contra os ricos.
 
Menos de 20 anos atrás, o ex-presidente Bill Clinton, disputando a reeleição, declarou encerrada “a era do Estado inchado”. Em 2011, Clinton voltou atrás, declarando que era papel do governo “dar às pessoas as ferramentas e criar as condições para tirar o máximo de nossas vidas.”
 
O que aconteceu então?
 
O capitalismo não conseguiu apresentar boas razões para si mesmo. Em 1998, pouco depois de o mundo parecer ter chegado a um consenso sobre a ineficácia dos sistemas socialistas, os economistas Daniel Yergin e Joseph Stanislaw escreveram que o livre mercado requeria algo além do mero sucesso: ele requeria “legitimidade”. Mas, disseram Yergin e Stanislaw, “um sistema que leva a busca do autointeresse e do lucro como sua luz-guia não necessariamente satisfaz o anseio da alma humana para a crença e para algum sentido mais elevado do que o materialismo”. Em outras palavras, eles escreveram que, enquanto os comunistas espanhóis morreriam com a palavra “Stalin” em seus lábios, “poucas pessoas iriam morrer com a expressão ‘livre mercado’ em seus lábios.”
 
A incapacidade de apresentar boas razões morais para o capitalismo condenou o capitalismo ao status de um eterno plano B. Quando as pessoas estão desesperadas ou ricas, elas se voltam para o socialismo; somente quando elas não têm outra alternativa é que abraçam o livre mercado. Afinal, mentiras sobre a garantia de segurança são muito mais sedutoras do que palestras sobre responsabilidade pessoal.
 
Quais são, então, as boas razões morais para o capitalismo?
 
Elas são o reconhecimento de que o socialismo não é uma ótima ideia que deu errado – é uma filosofia diabólica em ação. Não é impulsionado pelo altruísmo, é impulsionado pela ganância e pela inveja. [Ver também o vídeo “Milton Friedman fala sobre a ganância”, no fim do meu post “Celebridades hipócritas de Hollywood – 2013“.] O socialismo afirma que você me deve alguma coisa simplesmente porque eu existo. O capitalismo, por sua vez, resulta em uma espécie de altruísmo forçado pela realidade: eu posso não querer ajudar você, eu posso não gostar de você, mas se eu não der a você um produto ou um serviço que você quer, eu vou morrer de fome. Troca voluntária é moralmente superior a redistribuição forçada. O socialismo viola pelo menos três dos Dez Mandamentos: ele transforma o governo em Deus, ele legaliza o roubo e ele eleva a cobiça. Discussões sobre desigualdade de renda, afinal, não são sobre prosperidade, mas, ao contrário, sobre mesquinharia. Por que você deveria se preocupar com quanto dinheiro eu faço, contanto que você esteja feliz?
 
Conservadores falam em resultados quando discutem as deficiências do socialismo. Eles estão certos: o socialismo é ineficaz, destrutivo e atrofiador para o espírito humano. Mas eles estão errados em abandonar o campo da moralidade quando discutem o contraste entre liberdade e controle. E é este abandono – esta preguiça perversa – que levou ao retorno do socialismo, ainda que, no passado recente de nossas próprias vidas, tenhamos visto o colapso de economias continentais e milhões de pessoas abatidas em nome desse falso deus.
 
Tradução: Felipe Moura Brasil, em sua coluna na VEJA.com.
 
Fonte: TruthRevolt.org.
 
Ben Shapiro, cujo mentor foi Andrew Breitbart [1969-2012], é autor do best-seller da lista do New York Times “Bullies – How the Left’s Culture of fear and intimidation silences America“. [“Bullies: Como a cultura esquerdista de medo e intimidação silencia a América”, ainda sem tradução no Brasil.]
 
Felipe Moura Brasil – http://veja.abril.com.br/blog/felipe-moura-brasil/

Fatos

fatos

Autor: Flávio Morgenstern
Publicado em: https://www.facebook.com/flaviomorg/photos/a.193725657469588.1073741828.188821107960043/264331800408973/?type=1
Acesso em: 23 mar 2014

APRENDA CIÊNCIA POLÍTICA EM ALGUMAS FRASES:

A esquerda está defendendo o “legado” de Chávez e Maduro na Venezuela. Jura que o fato de cubano ter de usar o jornal do partido pra limpar a bunda é culpa do “embargo americano”, e não de Fidel Castro (o fato de venezuelanos fazerem o mesmo agora é insuficiente para que eles notem uma conexão óbvia entre eventos IDÊNTICOS).

Partidos que tomaram as ruas no Brasil em 2013 diziam que precisavam dar armas para Saddam Hussein enfrentar o “imperialismo”.

Prometiam o mesmo para o líder do Partido Socialista tanto da Sérvia quanto da Iugoslávia Slobodan Milošević, o cara que fez a maior “limpeza étnica” desde Adolf Hitler – esse tirano defendido por um Nobel como Harold Pinter.

O PCdoB, abertamente stalinista e principal aliado claro do PT (o PMDB é apenas fisiológico), declarou apoio ao ditador mais esquisito do mundo, Kim Jong-un, lamentando pela morte de seu pai, Kim Jong-Il, usando o nome do PT na carta (depois o PT negou, mas o nome ficou lá).

O homofóbico que assassina mulheres que “traem” maridos mortos Mahmoud Ahmadinejad é recebido com afagos por Lula (e, segundo Idelber “não sou comunista, mas” Avelar, quem o critica é a “elite Leblon-Morumbi”). Enquanto a iraniana Sakineh corria o risco de ser apedrejada, nem um pio do movimento feminista ou de Dilma Rousseff, então no auge da campanha eleitoral.

Muammar Kadafi foi chamado de “meu amigo, irmão e líder” pelo mesmíssimo Lula.

Robert Mugabe, o socialista que fez o Zimbábue inteiro ter um PIB de pouco mais de 50 dólares, é amigo de Chavez, que copia seu método (e é a base da Escola de Frankfurt, do Direito Penal coitadista de Eugenio Zaffaroni e, claro, da economia distributivista dos nossos “mundo-melhoristas”).

Bashar al-Assad é outro socialista “baath”, como Saddam Hussein – apelando ao multiculturalismo e à concentração de poder do socialismo para favorecer “o social”. Depois que a coisa fede, acham lindo que ele caia.

Anwar Al Sadat ganhou o Nobel da Paz por favorecer a ascensão de Hosni Mubarak ao Egito, vencendo Israel e mantendo uma espécie de “trégua” em troca do poder brutal egípcio. Quando derrubado pela Primavera Árabe, quem entrou em seu lugar foi a Irmandade Muçulmana, a organização mais anti-Ocidente que existe. Foram saudados por gente como Manuel Castells, o “maior sociólogo do mundo”.

O historiador marxista Eric Hobsbawm, perguntado se valeria a pena Stalin ter matado 30 milhões de pessoas (!!!) em troca da consecução do socialismo pela BBC, respondeu apenas “Yes”. Apesar de judeu, recusou-se até a fazer escala em Tel Aviv, preferindo os genocidas hoje derrubados pela Primavera Árabe.

Slavoj Žižek, além de defender Mao (70 milhões de mortos na conta), Fidel, Che e a caterva toda, é um dos poucos socialistas a admitir o óbvio: que o nacional-socialismo é uma forma de, ehrr, socialismo, e que portanto o problema de Adolf Hitler foi não ter sido “suficientemente violento”: foi só contra os judeus, quando deveria ter mirado em todo o sistema capitalista. Também garante que o pior dos stalinismos é melhor do que a melhor democracia capitalista.

Mao Tsé-tung também é o ídolo de gente como Luiz Gushiken, que estava em altíssimo posto do governo Lula.

Sempre que o próprio povo tentou tirar o poder de genocidas do porte de Nicolae Ceauşescu, capaz de financiar experimentos com eletrochoque em bebês para que odiassem o capitalismo, ou Enver Hoxha, que proibiu até a comunistíssima barba, se diz que estão sofrendo golpes de “fascistas”, quase sempre “financiados pelos Estados Unidos”. Depois essa mesma galera fala em “criminalização dos movimentos sociais” (pergunte sobre isso para Lech Wałęsa, que com o sindicato ilegal “Solidariedade”, conseguiu expulsar o comunismo da Polônia, sob o ditador Wojciech Jaruzelski).

Sob esse mesmo “argumento” construíram uma das maiores bizarrices do mundo (até para padrões do mundo antigo): o Muro de Berlim, “barreira de protecção anti-fascista”, segundo Walter Ulbricht (nomes completamente desconhecidos da nossa esquerda).

Até quando Pol-Pot matou mais de 1/4 da população do Camboja de fome e no morticínio mais brutal da humanidade em menos de 8 anos, Noam Chomsky disse que ele apenas havia matado cerca de mil “traidores” nas páginas do New York Times.

MAS NÓS, DIREITISTAS, QUE SOMOS VIÚVAS DA DITADURA.

Entendeu?

As Ditaduras e a Censura

PT e a censura

Festejando os 50 anos do Contra-golpe de 1964, o jornal O Globo, ele mesmo sob forte ameaça de censura, coloca como manchete de capa em sua edição de hoje, domingo, 23 de março de 2014, a matéria “A Censura na Ditadura”. Esta iniciativa daquele que se autodenomina “O maior jornal do país”, sem dúvida, nos dá uma ótima oportunidade para (re)lembrar os esforços promovidos pelas esquerdas para censurar a mídia e até mesmo o cidadão comum – exatamente como aconteceu no período posterior a 1964 -, o mais recente, sendo os esforços do PCdoB em amordaçar a jornalista Sheherazade usando o poder econômico do governo e levando a reboque a censura a toda a mídia.

A iniciativa do jornal carioca é, portanto, mais uma oportunidade de provar o verdadeiro caráter dos que “lutaram contra a ditadura” e que hoje nos governam, por levantar as semelhanças entre uma ditadura e o que eles sempre quiseram para o povo brasileiro.

Por exemplo, eis alguns exemplos colhidos a esmo na Internet, de censura movida pelas esquerdas brasileiras sob a liderança do PT:

PT e censura I: Xingamentos a Lula e Dilma são censurados em talk show de Danilo Gentili

Data da publicação: 19 mar 2014
Acesso em: 23 mar 2014

O Marco Civil e a censura na internet que o PT quer promover
Data da publicação: 10 mar 2014
Acesso em: 23 mar 2013

Sheherazade fala sobre polêmica: PT e PSOL defendem a censura
Data da publicação: 08 fev 2014
Acesso em: 23 mar 2014

PT censura entrevista de Carlos Vereza a Jô Soares em que falam do mensalão
Data da publicação: agosto de 2012
Acesso em: 23 mar 2014

CENSURA: O “marco regulatório” do PT explicado com detalhes (vídeo)
Data da publicação: 11 dez 2012
Acesso em: 23 mar 2014

PT TENTA MAIS UMA VEZ CENSURAR A IMPRENSA. QUER PROIBIR USO DA PALAVRA “MENSALÃO”
Data da publicação: 4 ago 2012
Acesso em: 23 mar 2013

O PT e a censura de imprensa no Brasil (vídeo)
Data da publicação: 24 ago 2010
Acesso em: 23 de mar 2014.

Rigoberto e Enriquinho

Meme anti-PT Rigoberto
Autor: P1T
orígem: Reaçonaria
Disponível em: http://reaconaria.org/colunas/trotsky/conheca-enriquinho/
Acesso em: 18 mar 2014

Na última semana, circulou no Facebook a biografia de Rigoberto, rapaz fartamente amparado e financiado pela família, que se posiciona contrário ao Bolsa-Família e demais programas sociais — a seu ver, “não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar” (esqueceram de ensinar Rigoberto a pescar outro argumento que não um clichê).

Acontece que Rigoberto tem um amigo da época do escola, Enrique, o qual, ao contrário dele, passou no vestibular de uma universidade pública (Rigoberto tem a mensalidade de sua faculdade particular paga pelo pai).

P1T localizou Enriquinho e tem agora o prazer de apresentar aos leitores da Reaçonaria a trajetória deste cidadão altruísta e com consciência social.

Ayn Rand 002

ayn-rand--002

Enquanto a Sociedade civil (os “virtuosos”) não reage aos absurdos que estão sendo ditos e aprovados pelos políticos da esquerda (o mal), a cena vai sendo ocupada pelo mal farisaico que, ao mesmo tempo que nada faz para punir crimes hediondos cometidos por menores nitidamente psicopatas, como no caso do assassino da menina de 14 anos, Yorrali Ferreira, e do Victor Hugo Deppman, mantêm a si e seus familiares próximos livres do assédio por bandidos e demais meliantes morando em condomínios de alta segurança, contratando seguranças pessoais e andando em veículos blindados.

Obviamente, a frase se aplica a muitas outras manipulações fraudulentas dos esquerdistas, mas um exemplo da veracidade desse pensamento está na violência cometida por bandidos que se escondem atrás da maioridade penal ser determinada a partir dos 18 anos apenas. Já que os “virtuosos” (a população em geral nada fazem para mudar a situação, o mal encarnado na Ministra Maria do Rosário e nos 11 senadores (a maioria petistas) da Comissão de Justiça do Congresso que, votaram contra a aprovação do PAC que reduzia para 16 anos a idade para oscrimes cometidos por esses adolescentes serem tratados com mais severidade do que o maldito Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) admite (aliás essa ECA! é tão cretina que até uma palmada no traseiro é tratar esses bandidos com mais severidade.